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Há incertezas quanto à data e o local onde esses pedaços vão cair. Risco de atingir regiões habitadas é considerado baixo, dizem especialistas. Long March 5B decolou no dia 29 de abril, na China Reuters Desde abril, um foguete chinês está retornando à Terra sem saber onde ou quando chegará. A possibilidade mais provável é de que isso aconteça já neste sábado (8). Porém, embora seus destroços possam chegar a uma área habitada, o risco é extremamente limitado, dizem os especialistas. Veja abaixo perguntas e respostas sobre a queda de destroços de foguete chinês O que aconteceu com o foguete? Foguete Long March 5B decolando do Centro de Lançamentos de Wenchang, na China, em 29 de abril STR/AFP Em 29 de abril, a China lançou o primeiro módulo de sua futura estação espacial, Tianhe ("Harmonia Celestial"), com o foguete Long March 5B. O primeiro módulo deste poderoso ônibus espacial é o que agora está retornando à Terra. Sua trajetória está fora de controle porque seus designers imaginaram que ele iria se desintegrar na atmosfera naturalmente. O problema é que devido à sua enorme massa, entre 10 e 18 toneladas, o foguete dificilmente será totalmente destruído. As partes mais leves certamente vão evaporar, mas dado o tamanho do objeto, algumas peças permanecerão inteiras, de acordo com Florent Delefie, astrônomo do Observatório Paris-PSL. Além disso, se o foguete for feito de materiais que não se desintegram ao entrar na atmosfera — o que parece ser o caso — o risco é maior, disse o astrônomo. "A China deveria ter previsto um retorno controlado com um retrofoguete, como os russos fizeram quando desorbitaram a estação Mir", comentou à AFP Nicolas Brobrinsky, chefe do Departamento de Engenharia e Inovação da Agência Espacial Europeia (ESA). O que pode acontecer? Pessoas assistem ao lançamento do foguete Long March 5B no Centro de Lançamentos de Wenchang em 29 de abril STR/AFP Dada a altitude em que o objeto está, entre 150 km e 250 km, é difícil prever onde ele cairá, uma vez que as camadas inferiores da atmosfera são mais vulneráveis às variações de densidade. Na verdade, não podemos saber quando ele cairá, disse Brobrinsky. Nesta sexta-feira, estava programado para chegar à Terra entre as 18h50 de sábado e 4h de domingo (horário de Brasília) Embora as previsões sejam mais precisas com o passar das horas, mesmo uma hora antes do impacto, a incerteza será grande, acrescenta o especialista. A única certeza é que o objeto está em uma órbita inclinada de 41 graus em relação ao equador da Terra, portanto, só pode cair na faixa entre as latitudes 41 dos hemisférios Norte e Sul, que inclui, por exemplo, grande parte da América Latina, sul da Europa e África. No entanto, como afirma Pequim, o mais provável é que os restos do foguete caiam no mar, que ocupa 70% do planeta, ou em uma área deserta. A probabilidade de impacto numa área habitada é insignificante. "Menos de um milhão sem dúvida", assegura o responsável da ESA. Mesmo se os destroços caíssem sobre as casas, a velocidade do impacto seria relativamente baixa (cerca de 200 km/h). Nada a ver com o impacto de um meteorito (36 mil km/h). No entanto, para uma pessoa, o impacto pode ser fatal, de acordo com Delefie. Há antecedentes? Foto mostra foguete Longa Marcha-5 levando, em 2020, a sonda Chang'e 5, na missão lunar de trazer de volta amostras de terra da Lua. O foguete deve pousar no final de novembro e trazer as amostras no fim de dezembro. Mark Schiefelbein/AP Em 2020, os restos de outro foguete Long March atingiram várias aldeias na Costa do Marfim, causando danos, mas sem deixar feridos. De acordo com dados da NASA de janeiro de 2020, existem cerca de 20.000 objetos em órbita terrestre com tamanhos maiores que 10 cm, que são monitorados por radares e telescópios. Em 60 anos de voo espacial, cerca de 6 mil entradas descontroladas de grandes objetos feitos pelo homem na Terra foram registradas e apenas uma atingiu uma pessoa, sem feri-la, de acordo com o especialista da ESA Stijn Lemmens. VÍDEO: Destroços de foguete chinês devem cair no mar dos EUA em 8 de maio VÍDEOS: mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias
Ministérios das Relações Exteriores, Economia, Saúde e Ciência divulgaram nota conjunta. Em comunicado sobre vacinas e patentes, o governo brasileiro informou que recebeu com satisfação a disposição dos Estados Unidos para negociar, no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC), uma solução multilateral que contribua para o combate à Covid-19, aumentando a produção e distribuição global de insumos e imunizantes. Estados Unidos anunciam apoio a suspensão de patentes de vacinas contra Covid Chanceler diz que Brasil mantém posição contrária à quebra de patente de vacinas contra a Covid Segundo nota à imprensa conjunta dos ministérios das Relações Exteriores; da Economia; da Saúde; e da Ciência, Tecnologia e Inovações, o Brasil discutirá “em maior profundidade” com os EUA sua nova posição e as implicações práticas para o amplo e urgente acesso a vacinas e medicamentos para a covid-19. VÍDEO: 'Tenho receio que essa medida possa de alguma maneira prejudicar o rito de entrega de vacinas para o Brasil', diz Queiroga sobre quebra de patente A nota informa ainda que o Brasil compartilha do objetivo expresso pela representante Comercial do Governo dos EUA, Embaixadora Katherine Tai, de prover vacinas seguras e eficientes ao maior número de pessoas no menor tempo possível. “A flexibilização de posições dos EUA e de demais parceiros na OMC poderá contribuir para os esforços internacionais de resposta à covid-19, inclusive nas negociações em curso sobre suspensão temporária de disposições no Acordo TRIPs [sobre Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio] relativas ao combate à pandemia”, informa a nota conjunta. “Poderá, em particular, facilitar a implementação das propostas da ‘terceira via’, que visam a aumentar e diversificar a produção e disseminação de vacinas, principalmente em países em desenvolvimento, com melhor utilização de capacidade ociosa”, acrescenta. Segundo a nota, em qualquer cenário será fundamental contar com o engajamento, cooperação e parceria dos detentores de tecnologias para a produção de vacinas de maneira a viabilizar sua produção no Brasil e demais países em desenvolvimento. O governo brasileiro informa ainda que aprofundará, “com flexibilidade, pragmatismo e responsabilidade”, consultas com todos os seus parceiros internacionais e setor privado para desenvolver os entendimentos multilaterais necessários a uma rápida e segura produção e distribuição de vacinas. Na OMC, diz, o Brasil continuará a trabalhar com a Diretora-Geral Ngozi Okonjo-Iweala e com o conjunto dos membros da Organização para a construção de solução consensual e cooperativa que viabilize a aceleração da produção e disseminação de vacinas no menor prazo possível. “Nesse contexto, é importante recordar que o licenciamento compulsório de patentes já é uma possibilidade, conforme previsto no arcabouço normativo brasileiro, que é consistente com o Acordo TRIPs”, conclui a nota.

Enfrentamento acontece durante o período sagrado do Ramadã e em meio a uma escalada de tensão por conta de um possível despejo de palestinos em um assentamento na região Leste da cidade. Polícia israelense usa bombas de efeito moral contra palestinos em Jerusalém Manifestantes palestinos entraram em confronto com a polícia de Israel que disparou bombas de efeito moral nas proximidades da Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém, nesta sexta-feira (7). O enfrentamento acontece durante o período sagrado do Ramadã, em uma das localidades mais sagradas da cidade para os muçulmanos. Polícia israelense usa bombas de efeito moral contra palestinos em Jerusalém em 7 de maio de 2021 Ammar Awad/Reuters Moradores da região têm enfrentado uma escalada da tensão no local por conta de um possível despejo de palestinos que vivem em um assentamento no Leste da cidade. Ramadã: saiba o que é o mês sagrado do Islã Ao menos 163 palestinos e seis oficiais foram feridos durante o confronto desta sexta, informaram fontes do serviço de emergência e polícia às agências de notícias Reuters e France Presse. Segundo o Crescente Vermelho palestino, 80 manifestantes foram encaminhados a hospitais por seus ferimentos. Confronto em frente a mesquita de Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém, em 7 de maio de 2021 Ammar Awad/Reuters Na segunda-feira (10), a Suprema Corte de Israel fará uma audiência para decidir sobre a situação do bairro Sheikh Jarrah, onde várias famílias palestinas estão ameaçadas de despejo. Milhares de palestinos foram para a área da mesquita nesta sexta para realizar suas orações durante o dia. Ao chegar a noite, muitos continuaram no local para protestar e pequenas brigas foram registradas. A polícia usou também canhões de água para dispersar os manifestantes que se reuniram em frente às casas das famílias que poderão ser despejadas. Alguns dos manifestantes cantaram um hino que tem se tornado comum nos protestos em Jerusalém: "Com nossa alma, nosso sangue, vamos lhe resgatar, Aqsa". Um representante da mesquita pediu calma aos fieis que protestavam e exigiu, por meio de auto-falantes, que a polícia parasse de arremessar bombas de efeito moral contra eles. VÍDEOS mais vistos do G1

Governo de Iván Duque declarou um funcionário cubano como 'persona non grata'; país caribenho considera ato 'hostil e infundado'. Ação foi tomada em meio a forte tensão social no país sul-americano. Policiais detêm manifestante durante confronto em Bogotá, na Colômbia, na quarta-feira (5) AP Photo/Fernando Vergara O governo de Cuba convocou nesta sexta-feira (7) o embaixador colombiano em Havana para prestar esclarecimentos após a Colômbia expulsar, na véspera, um diplomata cubano que servia em Bogotá. A ação foi tomada em meio a escalada de tensão social no país sul-americano. "O governo da Colômbia tomou uma decisão hostil ao expulsar um diplomata cubano", disse em nota o Ministério de Relações Exteriores do país caribenho. A chancelaria colombiana alega que o secretário cubano, Omar Rafael García Lazo, desenvolvia "atividades incompatíveis" com as relações diplomáticas, sem citar quais. 'Hartazgo', o cansaço extremo que mobiliza os protestos na Colômbia Por conta da acusação, García foi declarado persona non grata e por isso foi obrigado a deixar o país em poucos dias. Havana acusa o governo do presidente Iván Duque de tentar, com a ação, "desviar a atenção da comunidade internacional" sobre a violenta repressão contra os protestos no país. "A ação injustificada visa desviar a atenção da comunidade internacional e da sociedade colombiana da violenta repressão das forças militares e policiais contra os manifestantes, que causou dezenas de mortos e centenas de feridos", disse o Ministério de Relações Exteriores de Cuba. Eugenio Martínez Enríquez, porta-voz de Cuba para a América Latina, disse que o embaixador da Colômbia em Havana, Juan Manuel Corzo Román, foi convocado para uma reunião na qual ele receberá uma "queixa verbal e enérgica" contra a decisão da chancelaria colombiana. Entenda os protestos na Colômbia: proposta para aumentar impostos gera insatisfação Entenda os protestos Uma série de manifestações têm ocorrido em diversas cidades da Colômbia após o governo apresentar um projeto que previa o aumento de impostos (veja no vídeo acima). Mesmo com o presidente Iván Duque voltando atrás na proposta, uma crescente tensão social vem tomando o país após a morte de manifestantes pela polícia. Em Cali, a polícia abriu fogo contra manifestantes e deixou vários mortos, o que tem gerado também uma pressão internacional contra o governo colombiano. A ONU condenou o "uso excessivo da força", já a União Europeia e os Estados Unidos pediram calma e exigiram garantias da Colombia para proteger sua população. Relações Havana-Bogotá As relações entre Havana e Bogotá esfriaram com a chegada de Duque ao poder em agosto de 2018. O político conservador tomou ações contra os acordos de paz com a guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), que aconteciam com o apoio de Cuba. A ilha também sediou negociações semelhantes com o Exército de Libertação Nacional (ELN), que foi suspenso por Duque e Cuba se recusou a entregar os negociadores do ELN a Bogotá.

Toda a América do Sul, inclusive o Brasil, permanecem na lista vermelha de países: só podem entrar os viajantes que são cidadãos britânicos ou residentes legais, que deverão permanecer isolados por dez dias em um dos hotéis designados pelo governo pagando do próprio bolso. Aeroporto internacional de Londres em foto de 26 de janeiro de 2021 Matt Dunham/AP O governo do Reino Unido anunciou nesta sexta-feira (7) que vai abrandar as restrições às viagens internacionais a partir de 17 de maio. Viajantes que chegarem de 12 países diferentes, como Portugal e Israel, não precisarão mais passar por quarentena. O secretário dos Transportes, Grant Shapps, anunciou o fim da proibição de viajar ao exterior, em vigor desde janeiro, e a introdução de um sistema de restrições que divide os países em três categorias de acordo com a sua situação sanitária. Os viajantes que chegarem a partir de 17 de maio de origens classificadas em uma "lista verde" deverão fazer um prmeiro teste de Covid-19 antes de viajar e segundo teste após a chegada, mas não terão que respeitar uma quarentena de 10 dias. A "lista marrom" envolverá testes e uma quarentena na residência ou local escolhido pela pessoa. Falta de controle rígido na entrada de viajantes pode facilitar a chegada de variantes do coronavírus E, como até agora, a "lista vermelha" só permitirá a chegada de cidadãos britânicos ou residentes legais, que deverão permanecer isolados por dez dias em um dos hotéis designados pelo governo pagando do próprio bolso. Todos os países da América do Sul e Panamá estão na lista vermelha, à qual a Turquia entrou nesta sexta-feira. Entre os 12 países e territórios da "lista verde", que incluem as Ilhas Malvinas, Austrália, Nova Zelândia e Singapura, os únicos destinos turísticos importantes são Portugal, Gibraltar e Israel. "Os destinos preferidos do verão, como França, Espanha e Grécia, ainda não estão incluídos, mas a cada três semanas a partir da reabertura faremos uma revisão dos países, para ver como e onde podemos expandir a lista verde, então isso é só um primeiro passo", disse Shapps. Veja os vídeos mais assistidos do G1

Animal foi devolvido à natureza. Entidade que divulgou foto diz que peixe 'é um dos maiores esturjões de lago já registrados' no país e 'presume-se que seja uma fêmea'. 'Monstro do rio' de 108 kg é pescado no Rio Detroit, no estado do Michigan, nos Estados Unidos. Peixe pode ter 100 anos. Reprodução Facebook/Alpena Fish and Wildlife Conservation Office Um peixe gigante de mais de 100 kg e que pode ter mais de 100 anos foi pescado no Rio Detroit, nos Estados Unidos, em abril. O animal foi devolvido à natureza. A imagem do "monstro do rio" foi divulgada pelo Escritório de Conservação de Peixes e Vida Selvagem de Alpena, uma cidade de aproximadamente 10 mil habitantes a cerca de 400 km de Detroit, capital do Michigan. Chamado de "monstro do rio da vida real", o peixe pesava 109 kg (240 libras), media 2 metros e 28 centímetros de comprimento (6'10") e tinha quase 1 metro e 20 centímetros de circunferência (4 pés). "Uma captura de uma vez na vida para nossa tripulação de espécies nativas do Rio Detroit na semana passada!", comemorou a entidade em uma rede social. "Este peixe é um dos maiores esturjões de lago já registrados nos EUA". "Com base em sua circunferência e seu tamanho, presume-se que seja uma fêmea e que ela vagueia por nossas águas há mais de 100 anos", detalhou o Escritório de Conservação de Peixes e Vida Selvagem de Alpena. 'Monstro do rio' de 108 kg é pescado no Rio Detroit, no estado do Michigan, nos Estados Unidos. Peixe pode ter 100 anos. Montagem/G1 "Ela provavelmente nasceu no rio Detroit por volta de 1920, quando Detroit se tornou a quarta maior cidade da América", segundo a entidade. "Ela foi rapidamente devolvida ao rio". O esturjão do lago é um peixe de água doce que vive na América do Norte, da Baía de Hudson, no Canadá, até o rio Mississippi, que cruza os EUA de Norte a Sul. O esturjão macho vive entre 50 a 60 anos, mas uma fêmea pode viver até 150 anos, segundo o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA. VÍDEOS: as últimas notícias internacionais

Órgãos internacionais e líderes opositores afirmam que órgão responsável por eleições é dominado por apoiadores do governo de Daniel Ortega e que dificulta participação de opositores Daniel Ortega, presidente da Nicarágua, em foto no dia da Independência do país, 15 de setembro Presidência da Nicarágua/Cesar Perez/Handout via Reuters O Conselho Supremo Eleitoral (CSE) da Nicarágua convocou, na quinta-feira (6), eleições gerais no país para 7 de novembro, em meio a críticas da oposição e de órgãos internacionais, que alertam para a falta de garantias para a realização de "um processo justo e transparente". Recentemente nomeado pelo Congresso, o tribunal eleitoral é dominado por juízes ligados ao partido do presidente Daniel Ortega, a Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN). Entre eles, sua presidente, Brenda Rocha, é militante da legenda da situação. Nova lei na Nicarágua fecha espaço para opositores A convocação das eleições ocorre em um momento em que a oposição e a comunidade internacional expressaram preocupação com a recente formação do CSE, que consideram reduzir a credibilidade do processo, e por uma reforma da lei eleitoral que descreveram como "repressiva". "Os Estados Unidos e a comunidade internacional estão alarmados com a decisão do governo Ortega de ignorar o apelo do povo nicaraguense por reformas eleitorais significativas. Apoiar a democracia significa realizar eleições livres e justas", escreveu no Twitter o porta-voz do Departamento de Estado americano, Ned Price. Initial plugin text Enquanto isso, para a Organização dos Estados Americanos (OEA), a nova composição do tribunal "consolida a concentração de poder da FSLN nos quatro poderes do Estado" – Executivo, Legislativo, Judiciário e Eleitoral – e "coloca em evidência a falta de vontade do regime de tomar ações a favor da democracia". Na convocação, os magistrados pedem que os partidos cumpram "devidamente" um conjunto de leis aprovadas pelo Parlamento de maioria oficialista no final de 2020 e que dificultam a participação dos opositores. As referidas regras proíbem a candidatura daqueles que pedem sanções contra o país. Também obrigam organizações, ou entidades autônomas, a se registrarem como agentes estrangeiros e a declararem suas receitas econômicas procedentes do exterior, sob risco de fechamento. O governo vê nessas contribuições um risco de ingerência na política doméstica. Os partidos podem registrar suas alianças até 12 de maio. As inscrições de candidatos a presidente, vice-presidente e deputados ocorrerão entre 28 de julho e 2 de agosto. Os opositores buscam formar um bloco unido para disputar com um único candidato e enfrentar o atual presidente, Daniel Ortega, no poder desde 2007, e que acreditam que buscará uma quarta eleição consecutiva. Os partidos da oposição denunciaram perseguições e impedimentos por parte do governo para realizar suas campanhas eleitorais. Ortega, de 75 anos, enfrenta uma crise política desde 2018, provocada por protestos multitudinários pedindo sua saída. Estas manifestações deixaram 328 mortos e milhares de exilados, segundo a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). VÍDEOS mais vistos do G1

É o quinto imunizante a ser incluído em uma lista da entidade desde o início da pandemia. Entidade já concedeu autorização às vacinas da J&J, Pfizer/BioNTech, AstraZeneca/Oxford e Moderna. Que vacina é essa? Sinopharm A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou na sexta-feira (7) que aprovou a vacina contra a Covid-19 da farmacêutica chinesa Sinopharm para o uso emergencial. É o quinto imunizante a ser incluído em uma lista da entidade desde o início da pandemia. A OMS já concedeu autorização similar às vacinas: Pfizer/BioNTech Johnson & Johnson AstraZeneca/Oxford Moderna Uma aprovação pela agência de Saúde da ONU abre caminho para que a vacina possa ser distribuída pelo Covax Facility, o consórcio mundial organizado pela OMS para garantir um acesso mais igualitário aos imunizantes por países mais pobres. "[A aprovação] amplia a lista de vacinas que o Covax pode adquirir e aumenta a confiança de países para que eles possam acelerar as decisões de suas agências regulatórias, importar e aplicar a vacina", disse em entrevista coletiva o chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus. Lote de vacinas contra a Covid-19 da Covax Facility, aliança mundial comandada pela OMS, chega a Abidjan, na Costa do Marfim. em 25 de fevereiro de 2021. País é o 2º do mundo a receber doses da Covax, depois de Gana Diomande Ble Blonde/AP Acelerar o acesso A brasileira Mariângela Simão, diretora-geral adjunta de Acesso a Produtos de Saúde da OMS, disse em um comunicado que a aprovação tem o potencial para acelerar o acesso da vacina a profissionais de saúde e a populações em risco. "Pedimos ao fabricante que participe do Covax Facility e contribua para o objetivo de uma distribuição de vacinas mais equitativa", disse Simão. O balanço mais recente do consórcio de vacinas apresentou que mais de 54 milhões de doses foram encaminhadas aos 121 países membros da aliança Covax – entre eles o Brasil, que tem direito a 10,5 milhões de doses intermediadas pela OMS. Funcionário inspeciona doses de vacinas contra a Covid-19 em fábrica do Instituto de Produtos Biológicos de Pequim, que desenvolve o imunizante com a Sinopharm, em foto de 25 de dezembro de 2020. Zhang Yuwei/Xinhua via AP Vacina para adultos A vacina da Sinopharm é do tipo "inativada", isso quer dizer que ela utiliza o método clássico para a produção de vacinas que usa um vírus "morto" para gerar uma reação imunológica dentro do organismo, preparando para uma resposta eficiente quando entrar em contato com o vírus ativo. Infográfico mostra como funcionam vacinas inativadas contra o coronavírus G1 A vacina é recomendada para adultos com 18 anos ou mais, em um cronograma de duas doses com um espaçamento de três a quatro semanas. A eficácia da vacina para a doença sintomática e hospitalizada foi estimada em 79%. VÍDEOS com novidades sobre vacinação O G1 entrou em contato com o Ministério d

Museu do Apartheid, Galeria de Arte de Johanesburgo e Teatro Fugard da Cidade do Cabo também sofrem com a falta de verba e com a crise causada pela Covid-19. Itens com o rosto de Nelson Mandela no Museu do Apartheid, em Johanesburgo Siphiwe Sibeko/Reuters Um par de luvas de boxe usado por Nelson Mandela no auge da luta contra o apartheid na África do Sul jaz sob uma camada espessa de pó em um quarto escuro, cujo silêncio só é rompido pelo choque de mariposas no mostruário de vidro. As luvas já foram um dos itens em exposição mais populares do Museu do Apartheid de Johanesburgo, uma de dezenas de atrações históricas e galerias de arte do país forçadas a fechar as portas devido ao impacto da pandemia de Covid-19. Prefeito de NY quer vacinar turistas contra a Covid-19 em pontos famosos Com plano de reabertura e vacinação, França se prepara para retomada do turismo "Tivemos que dispensar todos os funcionários. Cerca de 30 pessoas. Não há ninguém aqui para acender e apagar as luzes", disse o diretor do museu, Christopher Till. Ele usou o celular como lanterna para mostrar algumas das centenas de obras de arte e artefatos que ilustram a história da longa luta contra o controle da minoria branca: "Não podemos nos dar o luxo de perder este lugar", disse. Antes da pandemia, o museu recebia até mil visitantes por dia, a maioria turistas estrangeiros. Como outras instituições culturais, ele teve que fechar em março de 2020, quando a África do Sul impôs seu primeiro lockdown contra a Covid-19. O museu reabriu em janeiro de 2021, mas como não vendeu ingressos durante 10 meses e teve muito poucos visitantes devido ao surto em andamento, ficou muito privado de fundos para funcionar e voltou a fechar em março. Sem turistas por causa do vírus, e sem visitas escolares, uma grande fonte de renda, por causa das restrições, várias outras instituições culturais estão à mercê de um destino semelhante — entre eles o Teatro Fugard da Cidade do Cabo, a Galeria de Arte de Johanesburgo e a casa de Mandela no município de Soweto. Até esta sexta-feira (7), o país havia registrado mais de 1,59 milhão de casos do coronavírus. Mais de 54 mil pessoas morreram devido à doença. Vídeos: Viagem e Turismo

Pais de dois jovens baleados nas manifestações questionam o papel da polícia nos protestos e pedem sanções. 'Sem punição, policiais vão continuar matando sem medo', dizem. A polícia colombiana foi duramente criticada pelo uso excessivo da força durante os protestos EPA/BBC Santiago e Marcelo são dois dos pelo menos 24 mortos durante os protestos que tomaram as ruas da Colômbia na última semana e deixaram cerca de 800 feridos. Ambos eram jovens e estavam prestes a concluir o ensino médio e entrar para a universidade. E foram atingidos por disparos da polícia em meio à onda de manifestações registradas na Colômbia desde 28 de abril contra o projeto de reforma tributária do governo Iván Duque. O presidente já retirou o projeto, e o ministro da Fazenda, Alberto Carrasquilla, apresentou seu pedido de demissão na segunda-feira (3). Os pais dos dois jovens exigem justiça. Um pedido que visa não só a polícia, mas também as Forças Armadas e o próprio presidente Duque. VEJA TAMBÉM: SANDRA COHEN: 'Hartazgo', o cansaço extremo que mobiliza os protestos O que o cenário sem precedentes na Colômbia indica sobre o futuro do país Entenda os protestos na Colômbia: proposta para aumentar impostos gera insatisfação Injustiça Marcelo decidiu sair às ruas para protestar contra a reforma tributária "cansado de tanto abuso", conta seu pai, Armando Agredo, à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC. A família mora em Cali, capital do Vale do Cauca (no sudoeste do país) que foi o grande epicentro das manifestações. "Marcelo tinha 16 anos quando foi baleado. Meu filho não tinha absolutamente nada na mão, nenhuma arma. Ele não era uma ameaça. Como podem tirar a vida de uma pessoa indefesa? Por isso, pedimos justiça", desabafa o pai. Agredo conta que o filho deu um pontapé em um policial que se aproximava do grupo de manifestantes e isso fez com que ele sacasse a arma. "Não se justifica. Um pontapé não justifica atirar para matar um rapaz saudável, desarmado. Um pontapé não é para tirar a vida de um ser humano", acrescenta. Initial plugin text Segundo ele, "é infame que matem jovens desarmados". "É um abuso de autoridade de uma pessoa que tinha um revólver quando meu filho não tinha absolutamente nada". Por sua vez, Miguel Murillo, pai de Santiago, tampouco encontra justificativa para o tiro no peito que acabou com a vida de seu filho em Ibagué, capital do departamento de Tolima (a oeste do país). "O meu filho já estava indo para casa, não estava em nenhuma passeata. As testemunhas me contaram que passou um tanque perto delas, alguém atirou uma pedra e os policiais saíram. Não sei porque reagiram dessa forma para atingir Santiago com uma bala", diz ele. O pai descreveu o ocorrido como um episódio "cruel" e acrescentou que, mesmo que não tivesse ocorrido com seu filho, merecia todo repúdio. "Eles não têm o direito de fazer o que fazem. O pior é que nesse país você vê isso o tempo todo. Há muitos crimes semelhantes que já foram cometidos, matar jovens causa muita dor nas famílias", declara. Os episódios mais violentos foram registrados em Cali EPA/BBC No relatório da Defensoria Pública sobre as causas das mortes, consta que tanto Marcelo quanto Santiago perderam a vida por armas de fogo. Onze das mortes confirmadas oficialmente durante os protestos ocorreram em Cali, mas também foram registrados óbitos nas cidades de Bogotá, Ibagué, Madrid, Medellín, Neiva, Pereira, Soacha e Yumbo. A maioria dos mortos e feridos são jovens. 'Terroristas' O governo Duque tratou as manifestações contra a reforma tributária e outros problemas que assolam a Colômbia como uma "ameaça terrorista". Foi o que sugeriu na segunda-feira o ministro da Defesa, Diego Molano, que culpou dissidentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e do Exército da Libertação Nacional (ELN) pelos "atos premeditados". "Estes grupos terroristas têm planos de assassinar nossos policiais, já mataram o capitão Jesús Alberto Solano, em Soacha. Deram ordem para queimá-los", declarou a autoridade governamental. Molano destacou ainda a atuação do Esquadrão Móvel Antimotim (ESMAD), unidade policial criticada nos últimos anos pelo uso excessivo da força em suas operações e que é apontada como responsável pelos mortos e feridos nos últimos dias. Por sua vez, o presidente Iván Duque reafirmou no domingo que não retiraria os policiais armados das áreas ainda afetadas pelo que ele chama de "atos de vandalismo". Initial plugin text Ao mesmo tempo, diferentes organizações que participam dos protestos anunciaram que não sairão das ruas apesar da decisão do governo de retirar a proposta de reforma tributária. História que se repete Dilan Cruz morreu em novembro de 2019, aos 18 anos, também em meio a uma onda de protestos e nas mãos da polícia. Da noite para o dia, seu rosto estava por toda parte: cartazes, faixas, paredes... e se tornou uma das bandeiras dos manifestantes colombianos, muitos dos quais voltaram às ruas na última semana. O caso dele é visto pelos manifestantes como símbolo da impunidade supostamente desfrutada pelas forças de segurança colombianas que foram acusadas, por exemplo, de estuprar menores, executar civis e fazê-los passar por guerrilheiros. Na última segunda-feira, foram realizados protestos contra a violência policial EPA/BBC Por isso, os pais de Santiago e Marcelo afirmam que não vão desistir de tentar fazer justiça para seus filhos. "Muitos meninos foram mortos e isso tem que parar. É preciso aplicar punições e mudar o treinamento dos policiais para prevenir esses crimes", avalia Miguel Murillo. O pai de Santiago acrescenta que o presidente Duque "deveria se colocar no lugar das vítimas". "Ele também deve ter filhos e por isso deveria colocar um freio em tanta violência que deixa tantos mortos. O governo tem tudo nas mãos. Se não houver punição, os policiais vão continuar matando sem medo", afirma. Armando Agredo, pai de Marcelo, também defende que os protestos sociais não podem mais levar à morte de jovens. "Estamos falando de massacres e não deveria ser assim. Tem que haver justiça, e os responsáveis ​​têm que ir para a cadeia. O quanto antes", conclui. VÍDEOS: as últimas notícias internacionais

Em trincheiras da França, palco de ferozes e mortíferos combates, soldados dos dois lados fizeram, espontaneamente, uma trégua para celebrarem o Natal juntos; ouça o relato de testemunhos no podcast 'Que História!'. Soldados britânicos e alemães fizeram trégua espontânea: 'Achei aquilo uma coisa extraordinária' BBC/Arquivo A Primeira Guerra Mundial foi um dos conflitos mais mortíferos da história. Muitas de suas batalhas mais longas e violentas foram travadas em trincheiras abertas em campos da França e da Bélgica, onde milhões de soldados perderam suas vidas. Estima-se que, entre militares e civis, mais de 22 milhões de pessoas foram mortas nos confrontos. Mas no Natal de 1914, ocorreu um pequeno milagre. Soldados alemães e britânicos interromperam os combates, e juntos, cantaram canções de Natal, trocaram presentes e jogaram futebol. A trégua espontânea no dia de Natal de 1914 foi observada em vários pontos das frentes de batalha, mas durou pouco, e logo os violentos combates foram retomados. Mas ela se tornou um poderoso símbolo da boa vontade entre os povos e do ideal de convivência pacífica. O emocionante caso é relatado através de testemunhos de soldados britânicos e alemães no podcast "Que História!", da BBC News Brasil, apresentado por Thomas Pappon. Frente Ocidental A Primeira Guerra Mundial começou em julho de 1914, um mês após o assassinato do arquiduque Franz Ferdinand, herdeiro do Império Austro-Húngaro, em Sarajevo (hoje na Bósnia-Herzegovina), por um membro de um grupo nacionalista sérvio. O assassinato gerou uma crise entre o Império Austro-Húngaro e o principado da Sérvia, e dividiu a Europa. De um lado, ficou a aliança entre o Império Austro-Húngaro, Alemanha e Itália. Do outro, a Tríplice Entente, de Reino Unido, França e Rússia, aliada da Sérvia. Soldados britânicos em trincheiras: 'a gente passa o dia com água e lama até o pescoço' BBC/Arquivo O começo do conflito foi marcado pela chamada "guerra de trincheiras". Ambos os lados construíram uma série de trincheiras fortificadas em buracos de mais ou menos 3 m de profundidade por até 2 metros de largura, com posições de metralhadoras e armas leves, protegidos por arame farpado, minas e outros obstáculos, como forma de bloquear o avanço das tropas inimigas. Não existem registros precisos do número de mortes em combates entre trincheiras mas algumas estimativas de historiadores falam em mais de oito milhões de soldados vítimas desses sangrentos confrontos. Na Frente Ocidental, soldados franceses e britânicos tentavam impedir o avanço alemão postados ao longo de uma linha que começava no Mar do Norte e ia até a fronteira da França com a Suíça. Na véspera do Natal, em uma noite fria e enluarada, aconteceu algo inesperado em uma dessas trincheiras, perto da cidade francesa de Armentiéres, próxima da fronteira com a Bélgica, como recordou, anos mais tarde, no programa Witness History, da BBC, o então jovem soldado britânico Graham Williams. "Eu estava de sentinela nesta noite, olhando para as linhas alemãs do outro lado. E fiquei pensando em como esse Natal seria diferente dos anteriores. A essa altura, lá em casa, a gente teria preparado a árvore de Natal e as decorações típicas. Meu pai teria terminado de preparar o ponche de rum, como ele sempre fazia. E eu até pensei que não seria nada mal tomar um gole desse ponche. De repente, apareceram luzes nas trincheiras alemãs. Eu pensei, que coisa engraçada... Aí os alemães começaram a cantar Noite Feliz, Noite de Paz. Eu acordei os outros sentinelas, eles acordaram outros soldados. Todos queriam ver o que estava acontecendo." 'Alguém, disse 'será que vão atirar hoje?'. 'Acho que hoje não'' Ilustração Anônima/BBC "Eles terminaram a canção natalina. A gente aplaudiu e pensou 'precisamos retaliar de algum jeito'. E respondemos cantando The First Noel." "Quando terminamos, eles bateram palmas", conta Williams. "E começaram a cantar a música de Natal favorita deles, O Tannenbaum. A gente cantava nossas canções, e eles respondiam cantando as deles. Até a gente cantar Come o Ye Faithful, quando os alemães imediatamente começaram a cantar junto a mesma música com a letra em latim, Adeste Fidelis. Achei aquilo uma coisa extraordinária. Duas nações cantando junto a mesma canção natalina no meio da guerra." 'De repente, apareceu um alemão com as mãos levantadas, caminhando pela margem do rio em nossa direção. Um dos nossos jogou seu equipamento no chão e foi a seu encontro. Eles se cumprimentaram, então todos nós começamos a sair da trincheira' Ilustração Anônima/BBC Essa "coisa extraordinária" se espalhou pela frente de batalha, com soldados dos dois Exércitos trocando as hostilidades, de forma espontânea, por gestos de aproximação. Um fuzileiro do País de Gales, cabo Frank Richards, recorda como os soldados de sua trincheira fizeram contato com ajuda de uma mensagem de Natal escrita em uma lousa. "A gente escreveu 'Feliz Natal' na lousa. Eles responderam com gritos de 'Feliz Natal!'. Alguém, disse 'será que vão atirar hoje?'. 'Acho que hoje não'. E de repente apareceu um alemão com as mãos levantadas, caminhando pela margem do rio em nossa direção. Um dos nossos jogou seu equipamento no chão e foi a seu encontro. Eles se cumprimentaram, então todos nós começamos a sair da trincheira. Mas o comandante da companhia veio correndo dizer que iria atirar em todo aquele que deixasse seu posto. Até que uns rapazes do posto mais avançado disseram a ele que era tarde demais." "Todos nós saímos. Passamos o dia juntos. Ficamos conversando. Um dos alemães disse para mim, em inglês excelente, 'Quanto tempo você acha que essa maldita guerra vai durar? Estou de saco cheio dela'. Eu disse 'Você não é o único, a gente passa o dia com água e lama até o pescoço'. Ele disse: 'Conosco é a mesma coisa'". "Os oficiais também acabaram saindo. E começaram a beber juntos", continua Richards. "O comandante da companhia deu a um oficial um plum pudding (bolo típico de ameixa). E esse perguntou se podia oferecer aos soldados do batalhão dois barris de cerveja. 'A gente tem um monte'. 'Mas vocês não estão querendo deixar nossos soldados bêbados?'. Então dois alemães trouxeram dois barris num carrinho e a gente rolou esses barris até nossa trincheira." Cenas como essas descrita pelo cabo Richards e o soldado Williams foram vistas em vários pontos da frente de batalha. Homens que por meses tentaram matar um ao outro emergiram cautelosamente de suas posições, apertaram as mãos, começaram a conversar, dividiram rações e beberam juntos. Em algumas partes da "Terra de Ninguém", como era chamado o território entre as trincheiras, houve até partidas de futebol. Uma delas terminou Alemanha 3, Inglaterra 2. Em algumas partes da 'Terra de Ninguém', como era chamado o território entre as trincheiras, houve até partidas de futebol Ilustração Anônima/BBC 'Jamais esquecerei' Anos depois do conflito, um major alemão não identificado descreveu, em uma carta, seu encontro, na "Terra de Ninguém" com um oficial inglês. "A iniciativa da trégua não veio de nós, veio dos ingleses", diz a carta. "No Dia de Natal, por volta das 11 da manhã, vimos uma bandeira branca sendo acenada na trincheira inglesa, que ficava a uns 140 metros da nossa. Alguns deles saíram da trincheira e caminharam em nossa direção, fazendo sinais. Meu comandante, o major barão von Blomberg, me ordenou que eu fosse descobrir o que eles queriam. Acompanhado por um voluntário, eu saí para me encontrar com o inglês. Sob o olhar surpreso dos homens nas duas trincheiras, a troca preliminar de cumprimentos foi um pouco embaraçosa. Ouvimos do inglês que eles desejavam, no dia de Natal, enterrar seus mortos, que estavam caídos no fronte. Eles pediram que nós suspendêssemos a ação inimiga por um período adequado. Não havia tempo para consultar instâncias superiores. O major von Blomberg decidiu então que haveria um armistício local até uma da tarde, dizendo aos ingleses que seus mortos tinham de estar enterrados até essa hora." "Enquanto os soldados ingleses realizavam a triste tarefa, eu conversei com o tenente inglês, Edward Hulse, e entreguei a ele uma medalha e cartas que pertenceram a um capitão inglês que morreu na nossa trincheira, no ataque de 18 de dezembro. Tocado pelo tratamento respeitoso dado aos pertences de um de seus companheiros, Edward Hulse tirou o seu cachecol de seda e deu para mim, como uma recordação desse dia de Natal. Eu fiquei tão emocionado por esse gesto, que mandei ao tenente, na mesma tarde, um par de luvas. Só no dia de Ano Novo, quando um tiro disparado pelos ingleses matou um sentinela nosso, é que essa trégua de Natal, que eu jamais esquecerei, chegou ao fim." Essa trégua durou apenas alguns dias. Generais alemães e britânicos ficaram chocados com os relatos de camaradagem entre soldados dos dois lados da "Terra de Ninguém", e emitiram ordens expressas de que não haveria mais confraternização nos campos de batalha nem tréguas informais, sob ameaça de corte marcial. Gradualmente, os sons de canhões e tiros voltaram a ecoar ao longo da frente ocidental, e a guerra retomou seu ritmo de violência e morte. Ela duraria por mais quatro anos. A Primeira Guerra Mundial terminou em novembro de 1918. Ela matou nove milhões de soldados e 13 milhões de civis. Para muitos dos soldados e oficiais que se aventuraram pela Terra de Ninguém durante a trégua, aquele Natal de 1914 foi o último. Entre eles, estava o tenente Edward Hulse, que deu seu xale seda de presente para o oficial alemão e recebeu em troca, um par de luvas. Ele foi morto em batalha, apenas três meses depois. VÍDEOS mais vistos do G1

Entre as vítimas está uma criança de 2 anos. Com a queda do bimotor, um dos moradores da casa atingida também morreu. Não há informações sobre as causas do acidente. VÍDEO: Avião cai sobre casa nos EUA e deixa mortos Um avião de pequeno porte caiu sobre uma casa no estado americano do Mississippi e deixou quatro pessoas mortas na terça-feira (4), segundo o departamento de polícia de Hattiesburg. Três dos mortos estavam à bordo da aeronave do modelo Mitsubishi MU-2, que vinha do Texas. Entre eles está uma criança de 2 anos. Já a 4ª vítima encontrada pelo serviço americano de resgates era um morador da casa atingida pela queda, que foi encontrado entre os destroços. Casa é destruída após queda de avião no Mississipi, EUA, em 6 de maio de 2021 Reprodução A polícia americana identificou todas as vítimas ainda na noite de terça: (Piloto) Louis Provenza, 67 anos, do Texas (Passageiro) Harper Provenza, 2 anos, do Texas (Passageiro) Anna Calhoun, 23 anos, do Texas (Morador) Gerry Standley, 55 anos, de Hattiesburg Não há informações sobre as causas do acidente, a relação entre os passageiros e tripulação da aeronave, e nem sobre a rota prevista para o bimotor. Mapa identifica local do acidente de avião no Mississippi, EUA, em 6 de maio de 2021 G1 Mundo Representantes do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB, da sigla em inglês) foram ao local da queda e disseram que ainda é cedo para identificar as causas do acidente. "Pelos próximos dias estaremos examinando o motor, o ambiente, o piloto... esse tipo de coisa", disse em entrevista coletiva um dos investigadores, Alex Lemishko. "É muito preliminar especular sobre a causa do acidente neste momento." Destroços de bimotor após queda sobre casa no Mississipi, EUA, em 6 de maio de 2021 Reprodução O prefeito de Hattiesburg, Toby Barker, lamentou as mortes e pediu orações. Ele disse ainda que o acidente ficará marcado na memória da pequena cidade que fica localizada a mais de 150km da capital do estado, Jackson. Um relatório preliminar da NTSB deve ser publicado em até 15 dias.

Um dos quatro policiais é Derek Chauvin, que já foi condenado pela Justiça estadual de Minnesota e aguarda a sentença. Manifestantes em Minneapolis durante julgamento do ex-policial Derek Chauvin, culpado no assassinato de George Floyd. AP Photo/Morry Gash Um júri da Justiça Federal dos Estados Unidos indiciou, nesta sexta-feira (7) quatro policiais de Mineápolis que estiveram envolvidos na prisão e morte de George Floyd. Os quatro são acusados de violar os direitos constitucionais de Floyd, que sufocou até morrer. Veja um vídeo sobre a condenação, na Justiça estadual, de Derek Chauvin. Sentença do ex-policial que matou George Floyd pode sair em dois meses Entre os quatro está Derek Chauvin, que já foi condenado em abril pela Justiça do estado de Minnesota (ele ainda aguarda a sentença). Os outros três também vão enfrentar a Justiça estadual em agosto. Por enquanto, eles aguardam o julgamento em liberdade. Além de Chauvin, os policiais são Thomas Lane, J. Kueng e Tou Thao. Os quatro são réus por não dar assistência médica a Floyd. Três deles (Chauvin, Thao e Kueng) enfrentam, na Justiça Federal, uma ação por força excessiva e pela convulsão de Floyd. LEIA TAMBÉM JULGAMENTO: Relembre os principais momentos DEREK CHAUVIN: O que se sabe sobre o ex-policial condenado pela morte de Floyd Morte de George Floyd Filmagens de maio de 2020 mostram que Chauvin sufocou Floyd com seu joelho por mais de nove minutos, e a morte decorrente gerou protestos contra o racismo e a brutalidade policial em todo o mundo. Floyd era negro e tinha 48 anos. Chauvin, 45, foi acusado e condenado por três crimes, previstos na Justiça americana e sem paralelos exatos com o ordenamento brasileiro. Em uma tradução aproximada, seriam eles: homicídio doloso de segundo grau (a mais grave de todas, com pena de até 40 anos de prisão, demonstrando uma relação de causa e efeito entre conduta do acusado e morte); homicídio doloso de terceiro grau (demonstração de negligência com a vida humana, com pena máxima de 25 anos); e homícidio culposo de segundo grau (quando alguém submete outro a um "risco irracional", colocando-o em risco de morte ou ferimentos graves, passível a pena de até 10 anos de prisão). Veja os vídeos mais assistidos do G1

Kane Tanaka, de 118 anos, tinha planos para participar do revezamento da tocha olímpica. Em comunicado, a família afirmou que ela não vai participar do evento porque a disseminação do vírus não foi contida. Kane Tanaka, que nasceu em 1903, celebra o seu então 117º aniversário em Fukuoka, no Japão, em 5 de janeiro de 2020 Kyodo via Reuters A pessoa mais velha do mundo, uma japonesa de 118 anos, não participará do revezamento da tocha olímpica dos Jogos de Tóquio devido ao aumento de casos de Covid-19 no Japão, anunciou sua família nesta sexta-feira (7). Kane Tanaka, que mora em Fukuoka, no sul do Japão, planejou carregar a tocha em sua cadeira de rodas nos revezamentos em sua cidade na terça-feira. Em um comunicado, sua família anunciou que não ela participará definitivamente porque "a disseminação do coronavírus não foi contida". Nesta sexta-feira, menos de 80 dias antes dos Jogos de Tóquio, o governo japonês estendeu o estado de emergência em quatro departamentos, incluindo Tóquio, além de impor restrições à região de Fukuoka. Considerada a mulher mais velha do mundo pelo livro dos recordes, a japonesa Kane Tanaka nasceu durante a era Meiji, época de grande transformação no Japão. Ryosuke Uematsu/Kyodo News via AP Essas medidas, em vigor até 31 de maio, são menos severas do que os confinamentos estabelecidos em outras partes do mundo, mas limitam a atividade. "A casa de repouso onde Kane reside proibiu visitas para evitar a propagação de micróbios e até agora tem sido capaz de fornecer segurança para seus residentes", declarou a família de Tanaka. "Desta forma, dada a situação atual, é uma pena, mas decidimos que Kane Tanaka não participará do revezamento da tocha", acrescentou. A família acrescentou que Tanaka esperava ansiosamente por esta oportunidade "rara e preciosa". Tanaka nasceu em 2 de janeiro de 1903, o ano em que os irmãos Wright fizeram o primeiro vôo motorizado e Marie Curie se tornou a primeira mulher a ganhar o Prêmio Nobel. Desde o início da pandemia, o número de casos de Covid-19 no Japão foi reduzido em comparação com outras regiões do mundo, com cerca de 10.500 mortes desde o início de 2020 em um país de 125 milhões de habitantes. Mas a campanha de vacinação está progredindo lentamente e partes do país estão enfrentando ondas de novas infecções. Este novo surto de infecções representa uma ameaça para as Olimpíadas de Tóquio (23 de julho a 8 de agosto), adiadas um ano em 2020 devido à pandemia. Com medo de que os Jogos piorem a situação de saúde do país, a maioria dos japoneses se opõe à realização neste verão e pede que sejam adiados novamente ou cancelados, segundo todas as pesquisas realizadas há meses. Está descartada a participação de torcedores estrangeiros nos Jogos e os organizadores ainda não definiram se haverá público local. Veja os vídeos mais assistidos do G1

Esse era o primeiro teste eleitoral para o dirigente trabalhista Keir Starmer. Integrantes do partido estão insatisfeitos com os primeiros resultados das eleições regionais e locais. Boneco inflável de Boris Johnson em Hartlepool, em 7 de maio de 2021 Lee Smith/Reuters A contagem de votos das eleições locais e regionais teve início no Reino Unido depois da "super quinta-feira", como é chamada a maratona eleitoral no país que pode ter consequências importantes para o futuro do Partido Trabalhista. Em Hartlepool, na Inglaterra, os conservadores obtiveram uma vitória inédita nesta localidade dominada pelos trabalhistas há décadas. De acordo com estes resultados, os primeiros a serem anunciados após o fechamento das urnas, a candidata conservadora Jill Mortimer obteve 15.529 votos, quase o dobro do obtido por seu oponente trabalhista Paul Williams (8.589). "É um resultado histórico", parabenizou Amanda Milling, da cúpula do Partido Conservador, em uma nota. Essa é uma grande derrota para os trabalhistas que dominavam Hartlepool, no nordeste da Inglaterra, desde os anos 1960. O Partido Trabalhista tenta minimizar a façanha dos conservadores. Segundo a legenda progressista, a reviravolta se deve a uma espécie de agradecimento da população local ao primeiro-ministro britânico, Boris Johnson. Em 2016, Hartlepool votou massivamente pelo Brexit. Com a promessa cumprida do premiê e a saída do Reino Unido da União Europeia, os trabalhistas alegam que a população local quis expressar seu apoio. Johnson também tem forte popularidade nesta região graças ao sucesso da campanha de vacinação contra a Covid-19.  Veja uma reportagem sobre a conclusão do Brexit. Parlamento europeu conclui processo do Brexit O problema, para os trabalhistas, é que nos outros conselhos municipais ao redor de Hartlepool os resultados também não parecem favoráveis aos progressistas. Os eleitores formaram o que os britânicos chamam de "red wall" (muro vermelho), cor do Partido Trabalhista, um fenômeno que não de via desde o declínio da indústria provocada pelo governo de Margareth Thatcher, detestada no norte do país.  Teste para novo líder trabalhista Esse era o primeiro teste eleitoral para o dirigente trabalhista Keir Starmer. Ao que tudo indica, ele deve enfrentar uma enxurrada de más notícias nesta sexta-feira (7).  Até então, Starmer se apresentava como aquele que poderia lutar contra a erosão dos progressistas nesses bastiões do norte e centro do país para tentar restabelecer a legenda após a derrota de seu antecessor, Jeremy Corbyn, nas eleições legislativas de 2019 - a pior em décadas.  Entre alguns integrantes do partido, é impossível esconder a insatisfação com os primeiros resultados das eleições regionais e locais. "É terrivelmente decepcionante", tuitou o deputado trabalhista Richard Burgon. "Retrocedemos nas áreas em que deveríamos ganhar. A liderança trabalhista deve mudar", afirmou. Veja os vídeos mais assistidos do G1

Mohamed Nasheed foi o 1º presidente democraticamente eleito do país e é o atual presidente do Parlamento. Ele foi alvo de ataque terrorista a bomba, perto de sua casa, na capital Malé. Policiais isolam área após ataque terrorista contra Mohamed Nasheed, primeiro presidente democraticamente eleito das Maldivas e atual presidente do Parlamento, em Malé, em 6 de maio de 2021 Mohamed Sharuhaan/AP Mohamed Nasheed, primeiro presidente democraticamente eleito das Maldivas e atual presidente do Parlamento, foi alvo de um ataque terrorista na noite de quinta-feira (6) em Malé, capital do país. Nasheed foi ferido em uma explosão perto da sua casa e foi levado ao hospital. Ele passou por "múltiplas cirurgias" e seu estado é "crítico", divulgou o hospital nesta sexta-feira (7). Segundo o hospital, o político teve "ferimentos na cabeça, no tórax, no abdómen e nos membros" e foi submetido a "um procedimento final crítico para salvar sua vida". As cirurgias foram bem-sucedidas e Nasheed "continua em estado crítico na terapia intensiva", de acordo com o comunicado. A polícia das Maldivas classificou nesta sexta a explosão como um ato de terrorismo, mas nenhum suspeito foi identificado até o momento. Ninguém assumiu a responsabilidade pela explosão, que reavivou preocupações com a segurança no país do Oceano Índico. As Maldivas são conhecidas por suas praias paradisíacas e seus resorts de luxo, mas também tem enfrentado agitação política e violência militante islâmica (veja mais abaixo). Atriz indiana de Bollywood publica foto de viagem às Maldivas Reprodução/Instagram A Austrália se ofereceu para ajudar na investigação do ataque. O atual presidente das Maldivas, Ibrahim Mohamed Solih, disse em um discurso na TV que o atentado foi um "ataque à democracia" e que investigadores australianos chegarão no sábado (8). Quem é Mohamed Nasheed Mohamed Nasheed foi o primeiro presidente democraticamente eleito do arquipélago do Oceano Índico e comandou o país entre 2008 e 2012. A presidência de Nasheed pôs fim a um regime autocrático de 30 anos, mas próprio mandato foi encurtado após ele renunciar em meio a protestos. Ele foi derrotado na eleição presidencial seguinte e tornou-se inelegível para a disputa em 2018 por causa do tempo que ficou preso. Seu aliado e colega de partido, Solih, ganhou a eleição. Foto de 14 de fevereiro de 2019 do ex-presidente das Maldivas e atual presidente do Parlamento, Mohamed Nasheed, durante discurso em Nova Délhi, na Índia, sobre mudanças climáticas Manish Swarup/AP O político permanece uma figura influente e foi eleito presidente do Parlamento em 2019. Ele tem criticado abertamente o extremismo religioso no país, cuja maioria da população é muçulmana sunita. Pregar e praticar outras religiões são proibidos por lei nas Maldivas. Nasheed também defende esforços globais para combater as mudanças climáticas, especialmente a elevação do mar que ameaça as ilhas baixas do país. As Maldivas são um país de 540 mil habitantes no Oceano Índico formado por 26 atóis que, por sua vez, são formados por mais de 1 mil ilhas de coral. O país é conhecido por suas praias paradisíacas e seus resorts de luxo — e raramente tem ataques violentos. Extremismo religioso Mas as Maldivas têm passado por um aumento no extremismo religioso e tem um dos maiores números proporcionais de terroristas do Estado Islâmico que lutaram na Síria e no Iraque. Autoridades anunciaram em janeiro que oito presos estavam planejando atacar uma escola e estavam construindo bombas em um barco no mar. A polícia também disse que eles realizaram treinamento militar em ilhas desabitadas e recrutaram crianças. Em 2015, o ex-presidente Abdulla Yameen escapou ileso após uma explosão em sua lancha. Em 2007, uma explosão em um parque da capital, que foi atribuída a militantes islâmicos, teve como alvo turistas estrangeiros e feriu 12 pessoas. VÍDEOS: as últimas notícias internacionais

Resposta brutal da polícia afunda popularidade de Iván Duque e não dá sinais de atenuar a insatisfação de manifestantes. Policiais detêm manifestante durante confronto em Bogotá, na Colômbia, na quarta-feira (5) AP Photo/Fernando Vergara Como presidente mais jovem que a Colômbia já teve, o conservador Iván Duque tentou emplacar, em momento inadequado, uma reforma tributária considerada progressista e ambiciosa por boa parte dos economistas, mas esbarrou em obstáculos conhecidos: a desconfiança e a insatisfação dos colombianos, sobretudo a ala jovem, com o governo. Diante da força da mobilização popular, desafiando os riscos da pandemia, Duque foi forçado a recuar e a suspender seu projeto fiscal para acalmar as ruas. Não adiantou. LEIA TAMBÉM Protestos na Colômbia: o que o cenário sem precedentes indica sobre o futuro do país Aumenta a pressão contra Duque após uma semana de protestos na Colômbia Entenda os protestos na Colômbia: proposta para aumentar impostos gera insatisfação Os protestos se intensificaram por todo o país e entram pela segunda semana, reprimidos com brutalidade e com o uso armas letais pela polícia, como mostram as imagens difundidas nas redes sociais. Até quinta-feira, a ONG Temblores registrava 37 mortos, mais de 800 feridos, 937 prisões arbitrárias e 89 desaparecidos como consequência da ação policial. Ficou claro que a reforma tributária serviu apenas de estopim para evidenciar um fenômeno maior -- o hartazgo --, que se traduz no esgotamento desencadeado pela desigualdade e pelo aumento da pobreza, amplificados pela pandemia do novo coronavírus. A economia caiu 7% no ano passado, com 42,5% da população vivendo na pobreza. Em três anos de mandato, os projetos de Duque sempre enfrentaram a resistência popular ou colidiram com o Legislativo ou o Judiciário. Ele até tentou distanciar-se de seu mentor político, o ex-presidente Álvaro Uribe, mas é inviável desvincular um do outro. Por influência de Uribe, Duque embarreirou o acordo de paz firmado entre o antecessor Juan Manuel Santos e as Farc, para pôr fim a 56 anos de conflito armado com o grupo guerrilheiro. Agora, o ex-presidente instiga os ânimos, conclamando o envio das Forças Armadas às ruas para conter os manifestantes. Com apenas 30% de aprovação, a popularidade de Duque afunda pela gestão da pandemia, que matou 75 mil pessoas, e pelo gerenciamento da atual crise. O governo tentou associar os manifestantes a “terroristas” de grupos rebeldes, mas as imagens divulgadas por entidades de direitos humanos, como Anistia Internacional e Human Rights Watch, corroboraram a violência desproporcional por parte das forças policiais. A um ano do fim do governo, as pesquisas põem na liderança o socialista Gustavo Petro, derrotado em 2018 para o atual presidente, com 38% das intenções de votos. Se as eleições fossem hoje, a Colômbia seria governada, pela primeira vez, por um representante da esquerda. Sem possibilidade de reeleição, Duque hesita entre extremos. Ao mesmo tempo em que apela para o diálogo nacional com os setores insatisfeitos, dá a entender, mais uma vez por influência do uribismo, que decretar o estado de exceção no país, pela perturbação da ordem pública, está entre suas opções. Em outras palavras, dá mais munição para o hartazgo. Veja os vídeos mais assistidos do G1

País restringiu muito a entrada de viajantes em março de 2020 e teve menos de 30 mil casos de coronavírus até o momento. Avião da Singapore Airlines pousa no aeroporto de Sidney, na Austrália, em 6 de maio de 2021 Saeed Khan / AFP A Austrália poderá manter suas fronteiras fechadas até o fim de 2022, disse o ministro do Turismo, Dan Tehan, nesta sexta-feira (7). De acordo com ele, a nova onda de contágios por coronavírus no mundo impede uma reabertura no curto prazo. LEIA TAMBÉM 'Bolha' de viagens entre Nova Zelândia e Austrália começa com abraços e lágrimas Austrália ameaça viajantes vindo da Índia com prisão VÍDEO: emoção predomina nas 'bolhas de viagens' entre Nova Zelândia e Austrália O aumento de casos na Índia mostra a necessidade de manter as restrições de fronteira para garantir o baixo nível de propagação do vírus na Austrália, alegou o ministro. A Austrália mantém controles rígidos nas fronteiras desde 20 de março de 2020. É "muito difícil determinar" quando as fronteiras poderão ser reabertas, disse Tehan à Sky News. A estimativa mais otimista seria em meados, ou no segundo semestre, do próximo ano, segundo ele. Antes da pandemia, cerca de um milhão de viajantes entravam no país a cada mês para curtas estadias. Agora, são cerca de 7.000. Quem chega do exterior deve passar por uma quarentena de 14 dias em um hotel. O primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, anunciou, porém, que não prolongará a polêmica decisão de proibir o retorno de cidadãos australianos que voltarem da Índia. Cerca de 9.000 australianos estão bloqueados no país asiático. Morrison ameaçou aplicar altas multas e até penas de prisão para aqueles que não respeitarem a medida. "Esta medida, concebida de maneira provisória, vai expirar em 15 de maio", disse o chefe de governo. A recente abertura de uma "bolha aérea" com a Nova Zelândia tem tido dificuldades e foi suspensa entre as cidades afetadas pelo aumento do número de casos causados por falhas nos dispositivos de quarentena. A Austrália registrou menos de 30 mil casos de contágio desde o início da pandemia. A maioria deles foi detectada em hotéis em quarentena. A vacinação avança lentamente: apenas 2,5 milhões de doses foram administradas em um país de 25 milhões de habitantes. Cada pessoa precisa de duas doses. A perspectiva de manter as fronteiras fechadas até o final de 2022 será prejudicial para a indústria do turismo, que movimenta US$ 40 bilhões (R$ 211 bilhões) por ano. Veja os vídeos mais assistidos do G1

Medida foi adotada em 2020 e conseguiu frear a 1ª onda. Especialistas, líderes da oposição e até juízes da Suprema Corte dizem que a medida parece ser a única opção contra o vírus. Trabalhadores transportam corpo de vítima da Covid-19 para cremação em local convertido em crematório em Nova Délhi, capital da Índia, em 6 de maio de 2021 Ishant Chauhan/AP A Índia registrou nesta sexta-feira (7) mais um recorde diário de casos de coronavírus, com 414.188 infectados. Foi o 2º dia seguido de recorde mundial e a 3ª vez que o país tem mais de 400 mil casos confirmados em 24 horas. O país teve também mais 3.915 óbitos, elevando o total de mortes para 234 mil e o de infectados para quase 21,5 milhões, segundo dados do Ministério da Saúde indiano. São 16 dias seguidos com mais de 300 mil infectados e o 10º com mais de 3 mil mortes. O país já registrou mais de 2,7 milhões de casos confirmados e 25 mil óbitos nos primeiros 7 dias de maio. Mesmo com os recordes sucessivos, especialistas consideram que os números oficiais estão muito abaixo da realidade (veja mais abaixo). Índia bate mais um recorde no número de casos de Covid; Narendra Modi promove reforma parlamentar Com a explosão da segunda onda no país, o primeiro-ministro Narendra Modi enfrenta cada vez mais pressão para impor um lockdown nacional, como foi adotado com sucesso em 2020. Sem uma decisão centralizada do governo, estados e municípios têm adotado medidas de restrição por conta própria, mas elas não têm sido suficientes para frear a escalada de casos e mortes. Especialistas, líderes da oposição e até juízes da Suprema Corte dizem que a medida parece ser a única opção contra o vírus, que se alastra por cidades e vilas e agora atinge até áreas rurais. A Índia é o segundo mais populoso do mundo, com mais de 1,3 bilhão de habitantes do país, e cerca de 70% da população vive no interior. VEJA TAMBÉM: Saiba por que as infecções pelo coronavírus explodiram na Índia Entenda por que a tragédia no país ameaça o mundo todo Explosão de casos e mortes por Covid-19 na Índia: entenda em 5 pontos Caos sanitário e prioridades A explosão no número de casos provocou o colapso do sistema de saúde, que não consegue atender ao volume de infectados. Muitas pessoas morrem em casa sem atendimento ou na porta dos hospitais, à espera de um leito ou oxigênio. Diante da pilha de mortos, cidades têm improvisado crematórios a céu aberto em estacionamentos, terrenos e até em pedreiras e fazem cremações em massa e até a noite. O número de cerimônias sob os protocolos da Covid-19 são muito maiores do que o de vítimas dos balanços oficiais do governo. Parentes precisam pagar pelos insumos médicos dos internados e até pela lenha da cremação. Muitos recorrem ao mercado negro e sofrem com preços exorbitantes e golpes. Piras funerárias de 25 vítimas da Covid-19 queimam em crematório a céu aberto criado em uma pedreira de granito nos arredores de Bengaluru, na Índia, em 5 de maio de 2021 Aijaz Rahi/AP Enquanto hospitais estão sem leitos, oxigênio e remédios para salvar vidas e crematórios, abarrotados, Modi propôs uma reforma parlamentar de US$ 1,8 bilhão que inclui uma nova casa para o próprio primeiro-ministro. Eficácia do lockdown O primeiro-ministro consultou os principais líderes eleitos e autoridades nas regiões mais afetadas na quinta-feira (6), mas decidiu deixar a responsabilidade de combater o vírus aos governos estaduais. Modi tem se recusado a adotar um lockdown nacional devido ao custo econômico da medida. O PIB do país despencou 25% no segundo trimestre de 2020, a maior queda do G20. Mas os resultados foram concretos. No ano passado, o governo adotou a medida logo no começo da primeira onda e o país registrou, no máximo, 1.290 mortes e 97 mil casos em 24 horas. Agora, são quase 4 mil óbitos e mais de 400 mil infectados diariamente. Rahul Gandhi, líder do partido de oposição no Congresso, reiterou em uma carta a Modi nesta sexta sua exigência de confinamento total e advertiu que "o custo humano terá consequências muito mais trágicas para nosso povo". Randeep Guleria, especialista em saúde do governo, disse que uma quarentena total e agressiva como a do ano passado é necessária, especialmente em áreas onde mais de 10% das pessoas testaram positivo. Homem tenta levantar uma mulher que desmaiou após ver o corpo de um parente que morreu de Covid-19 em um crematório em Nova Délhi, capital da Índia, em 30 de abril de 2021 Adnan Abidi/Reuters Comícios e festivais religiosos Além de se recusar a adotar medidas de restrição, o governo Modi liberou comícios eleitorais e festivais religiosos que reuniram multidões (veja no vídeo abaixo). O próprio primeiro-ministro participou de comícios lotados. O colapso sanitário do país ocorre após o governo ter comemorado precocemente o "fim da pandemia" e minimizado o impacto da segunda onda do novo coronavírus. Em janeiro, Modi afirmou no Fórum Econômico Mundial de Davos que "a Índia foi bem-sucedida em salvar tantas vidas, nós salvamos a humanidade toda de uma grande tragédia". Em março, o ministro da Saúde indiano, Harsh Vardhan, declarou que o país estava na "fase final" da pandemia. Vardhan também disse que o país estava mais bem preparado para enfrentar a segunda onda. VÍDEO: Devotos participam do ritual de banho durante pandemia na Índia Terceira onda? Ainda no meio da segunda onda, K. Vijay Raghavan, principal conselheiro científico do governo indiano, afirmou na quinta que uma terceira onda "é inevitável, dados os elevados níveis de contaminação atuais". "Não está claro exatamente quando acontecerá este terceiro episódio, mas temos que nos preparar para novas ondas", afirmou Raghavan em uma entrevista coletiva. Com a explosão de casos, novas variantes podem surgir. Há a suspeita que uma nova cepa do coronavírus, a B.1.617, tenha contribuído para a gravidade da segunda onda no país. VÍDEOS: as últimas notícias internacionais

Medida foi prorrogada também em Osaka, Kyoto e Hyogo e agora passa a valer nos departamentos de Aichi e Fukuoka. Homem usando máscara perto dos anéis olímpicos em Tóquio, no distrito de Odaiba, após o adiamento da Olimpíada Eugene Hoshiko/AP Faltando 77 dias para os Jogos Olímpicos de Tóquio, o governo japonês decidiu nesta sexta-feira (7) estender o estado de emergência na capital e em várias regiões do país. A medida anunciada pelo primeiro-ministro Yoshihide Suga vale até 31 de maio e foi adotada devido ao número de casos de Covid-19. As medidas estão em vigor desde o fim de abril e pode ser prorrogada mais vezes. Além de Tóquio, a medida foi prorrogada também em Osaka, Kyoto e Hyogo e agora passa a valer nos departamentos de Aichi e Fukuoka. Yoshihide Suga, primeiro-ministro do Japão, durante entrevista coletiva sobre a pandemia em 2 de fevereiro deste ano David Mareuil/Pool via Reuters Os Jogos Olímpicos estão previstos para ocorrer entre os dias 23 de julho e 8 de agosto deste ano e os Jogos Paralímpicos, entre 24 de agosto e 5 de setembro. O evento deveria ter acontecido em 2020 e foi adiado em um ano devido à pandemia. Críticas aos Jogos O governo japonês e a organização dos Jogos têm sido criticados e pressionados a cancelarem o evento devido à pandemia — o que já foi descartado diversas vezes por ambas as partes. O Comitê Organizador Local já disse que a Olimpíada vai ocorrer "independentemente da pandemia" e garante que os Jogos de Tóquio serão um evento seguro. VEJA TAMBÉM: Pfizer faz acordo para vacinar atletas da Olimpíada de Tóquio Covid-19 no Japão O Japão tem registrado uma média diária de 5 mil infectados e 60 mortes por Covid-19. Desde o início da pandemia, foram 625 mil casos confirmados e 10,5 mil óbitos. O país tem cerca de 126 milhões de habitantes e é o 11º mais populoso do mundo, atrás do México (128 milhões) e à frente da Etiópia (114 milhões). VÍDEOS: as últimas notícias internacionais

Aluna, que não teve a identidade revelada, cursava a sexta série na instituição. Autoridades de Rigby, pequena cidade em Idaho, tentam entender por que a criança com 11 ou 12 anos de idade levou uma arma para a escola e efetuou disparos. Polícia isola escola em Rigby, Idaho (EUA), onde aluna abriu fogo e baleou 3 nesta quinta (6) Natalie Behring/AP Photo Uma menina abriu fogo em uma escola de Rigby, em Idaho (Estados Unidos) e baleou três pessoas nesta quinta-feira (6). Segundo a polícia local, ela parou quando uma professora conseguiu desarmá-la. Os feridos foram atingidos nos membros superiores e inferiores e, disseram as autoridades, não correm risco de morrer. VÍDEO: Menina abre fogo em escola nos EUA e é desarmada por professora De acordo com a polícia local, essa garota — que não teve a identidade revelada — era uma aluna da sexta série da instituição. Isso quer dizer que ela tem 11 ou 12 anos de idade. Na escola, a menina sacou a arma de dentro da mochila e começou a disparar, dentro e fora da unidade. Após ser desarmada, a criança ficou sob a guarda da professora que a deteve e, em seguida, foi levada em custódia pelos policiais. Os investigadores ainda tentam entender o motivo do ataque e como a menina conseguiu acesso à arma. "Não temos muito detalhes neste momento sobre o porquê. Estamos investigando, seguindo todos os caminhos", disse Steve Anderson, xerife do condado de Jefferson. Entre os baleados, estão dois alunos. Segundo a agência Associated Press, um deles pode precisar de cirurgia. A terceira pessoa teria sido atingida do lado de fora da escola, afirmam investigadores. Policiais isolam escola onde menina abriu fogo nesta quinta-feira (6) em Rigby, Idaho (EUA) Natalie Behring/AP Photo O governador do estado de Idaho, Brad Little, lamentou em um comunicado o tiroteio na escola de Rigby, pequena cidade com pouco mais de 4 mil habitantes. "Estou orando pelas vidas e pela segurança das pessoas envolvidas nos acontecimentos trágicos de hoje. Obrigado às nossas agências de segurança e líderes escolares pelos esforços em atuar nesse incidente", disse Little. MAPA - Tiros em Rigby, nos EUA G1 Mundo Violência nos EUA Os EUA sofreram uma série de tiroteios em massa nas últimas semanas, incluindo em uma instalação da FedEx em Indianápolis, um prédio de escritórios na Califórnia, um supermercado no Colorado e vários spas em Atlanta. No mês passado, o presidente Joe Biden classificou a violência armada nos Estados Unidos como uma "epidemia" e um "constrangimento internacional". Mais de 43 mil mortes por armas de fogo foram registradas nos Estados Unidos no ano passado, incluindo suicídios, de acordo com o Gun Violence Archive. VÍDEOS: notícias internacionais

Medida precisaria de autorização do governo estadual, que não se pronunciou. Regras de entrada nos EUA continuam restritas por causa da pandemia. O Central Park, em Nova York, visto de cima Jermaine Ee/Unsplash O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, disse nesta quinta-feira (6) que pretende montar postos móveis de vacinação contra o coronavírus em pontos turísticos da maior cidade dos Estados Unidos e anunciou que, se houver aprovação do governo estadual, pode aplicar a vacina em turistas. De acordo com a agência Associated Press, esses postos seriam montados em vans e levados a pontos como a Times Square, o Central Park e o parque próximo à Ponte do Brooklyn. O Departamento de Saúde do Estado de Nova York, que teria que autorizar essa aplicação em turistas, ainda não se pronunciou. "É uma demonstração de boa vontade. São boas vindas", disse de Blasio. Initial plugin text Nova York quer vacinar turistas contra a Covid-19 em pontos conhecidos da cidade O presidente dos EUA, Joe Biden, disse nesta semana que pretende chegar à marca de 70% da população adulta americana vacinada com ao menos uma dose até o feriado de 4 de julho, Dia da Independência. Viagens aos EUA Não há restrições de viagens entre as diferentes cidades dos Estados Unidos, mas o país ainda adota restrições rígidas para viajantes provenientes de países onde a pandemia está em situação mais grave como o Brasil. China, Irã, Reino Unido, Irlanda, África do Sul, Índia e países do território Schengen na Europa — isto é, onde há livre circulação entre as fronteiras no continente europeu — também estão nessa lista. Posto de vacinação móvel no bairro do Brooklyn, em Nova York (EUA), em foto de 29 de março de 2021 Kathy Willens, Arquivo/AP Photo Ainda não existe uma previsão sobre quando os EUA vão reabrir totalmente as fronteiras para turistas. Há possibilidade de um acordo com a União Europeia para permitir a entrada de cidadãos americanos em países do bloco desde que estejam vacinados com imunizantes aprovados pelo órgão sanitário europeu.

A cidade de Noto, que é conhecida por suas lulas voadoras, espera que a estátua gigante atraia turistas. As lulas voadoras são uma iguaria na vila de Noto, mas o turismo caiu consideravelmente devido à pandemia Reprodução/BBC Uma cidade litorânea no Japão causou espanto no país depois de usar o financiamento de um fundo emergencial contra Covid-19 para construir uma estátua gigante de uma lula. VÍDEO: Estátua gigante de lula é construída com fundo de combate ao coronavírus no Japão A criatura marinha de 13 metros de comprimento está em exibição no porto de Noto, onde a lula é um símbolo local. A cidade teria gasto 25 milhões de ienes (R$ 1,2 milhão) do fundo de emergência para construir a estátua. Autoridades do Noto disseram à mídia local que tudo é parte de um plano de longo prazo para atrair turistas de volta após a pandemia. O Japão está lutando contra outro aumento de casos de coronavírus, e Tóquio está atualmente em estado de emergência — o terceiro no país desde o início da pandemia. A cidade de Noto — localizada na prefeitura de Ishikawa, na costa centro-oeste do Japão — teve um número muito baixo de casos, mas foi impactada economicamente pela queda significativa de turistas. Noto recebeu 800 milhões de ienes (R$ 39 milhões) em doações nacionais, que fazem parte de um programa de impulso econômico para as áreas afetadas pela pandemia, relata o site Yahoo Japan. Os fundos não precisam ser gastos diretamente com a Covid-19. No entanto, alguns criticaram a administração da cidade por gastar tanto dinheiro com o cefalópode gigante, especialmente porque a pandemia ainda não acabou. Um morador local disse ao jornal "Chunichi Shimbun" que, embora a estátua possa ser eficaz a longo prazo, o dinheiro poderia ter sido usado para "apoio urgente", como para equipes e instalações médicas. Mas um porta-voz da cidade disse à Fuji News Network que a estátua seria uma atração turística e parte de uma estratégia de longo prazo para ajudar a promover a famosa lula voadora de Noto. Como em muitos outros países, a pandemia de coronavírus atingiu gravemente a indústria de turismo do Japão. O país sediará as Olimpíadas este ano, mas nenhum torcedor estrangeiro poderá viajar para o evento, o que pode resultar em perdas de 200 bilhões de ienes (R$ 9,8 bilhões), de acordo com Takahide Kiuchi, economista-executivo do Nomura Research Institute. Vídeos: Os mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias

Lei impõe necessidade de documento de identidade para solicitação do voto pelo correio, reduz disponibilidade de caixas de correio onde votos são depositados e proíbe uso de recursos privados para financiar despesas eleitorais, entre outras medidas. Ron DeSantis é cotado como possível candidato à presidência em 2024 pelo Partido Republicano, que costuma perder em votações por correio. O governador da Flórida, Ron DeSantis, em foto de 8 de abril Joe Raedle/Getty Images North America/AFP O governador da Flórida, Ron DeSantis, cujo nome pode ser cotado como possível candidato à presidência americana em 2024, assinou nesta quinta-feira (6) uma lei eleitoral que restringe o voto pelo correio, em um ato que agradou apoiadores do ex-presidente Donald Trump. A lei SB90 impõe a necessidade de um documento de identidade para a solicitação do voto pelo correio, reduz a disponibilidade de caixas de correio onde os votos são depositados e proíbe o uso de recursos privados para financiar despesas eleitorais, entre outras medidas. DeSantis assinou a lei em Palm Beach, a poucos quilômetros do clube Mar-a-Lago onde mora Trump, em evento com apoiadores do ex-presidente e com cobertura exclusiva para o conservador canal Fox. A imprensa local não teve acesso. "As caixas de correio precisam ser monitoradas, não podemos deixá-las lá fora sem supervisão", afirmou DeSantis ao programa Fox&Friends diante de uma plateia que o ovacionava. Embora não tenha havido suspeita de fraude na Flórida durante a eleição presidencial de novembro, o governador DeSantis disse que a lei garantirá que "os votos dos moradores da Flórida sejam aprovados com integridade e transparência". O voto pelo correio é o pesadelo do republicano Trump. Foram essas cédulas que penderam a balança a favor de seu rival democrata, Joe Biden, em meio à tentativa de reeleição. Diante da derrota, o ex-magnata alegou fraude eleitoral. A comissária de Agricultura da Flórida, Nikki Fried - a única democrata eleita no governo desse estado - acusou DeSantis de aprovar este projeto de lei para satisfazer Trump e sua base, cuja simpatia ele espera herdar. "A única fraude que vi foi dos republicanos", declarou Fried em entrevista coletiva. "Sabemos que a única razão pela qual essa lei foi aprovada e assinada é uma pessoa". Os críticos consideram ainda que a lei, aprovada na semana passada, é uma forma de supressão de voto. A Associação Nacional para o Avanço das Pessoas de Cor declarou em um comunicado que esta lei "cria barreiras e obstáculos que impactam todos os eleitores da Flórida e afeta de maneira desproporcional a possibilidade de que eleitores negros, latinos e deficientes tenham de votar". Os Estados Unidos não emitem carteira de identidade para toda a população, como em outros países. A identidade é normalmente verificada com a carteira de habilitação, algo que nem sempre quem não tem carro possui. Vídeos: Os mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias

Proposta foi apresentada na quarta-feira pelos EUA, anteriormente contrário à iniciativa. Presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, chamou seu continente de 'a farmácia do mundo' ao lembrar que já exporta imunizantes para mais de 90 países. Frascos da vacina da AstraZeneca contra Covid-19 em centro de vacinação na Antuérpia Reuters/Yves Herman A União Europeia se disse pronta para discutir a proposta americana para suspender as patentes dos imunizantes contra Covid-19. O objetivo é acelerar a produção e a distribuição das vacinas, disse nesta quinta-feira (6) a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen. O governo americano anunciou nesta quarta-feira (5) que apoiará a iniciativa e participará das negociações na OMC (Organização Mundial do Comércio) sobre o assunto. "A União Europeia está pronta para discutir todas as propostas contra a crise de maneira eficaz e pragmática e a maneira como a proposta americana permitiria atingir esse objetivo", reagiu a representante do bloco europeu, em um discurso por videoconferência no Instituto Universitário de Florença, na Itália. O presidente francês, Emmanuel Macron, também se disse favorável à medida. O diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, chamou de "histórico" o anúncio americano de apoio à suspensão das patentes das vacinas contra a Covid-19. Chanceler diz que Brasil mantém posição contrária à quebra de patente de vacinas contra a Covid Estados Unidos anunciam apoio a suspensão de patentes de vacinas contra Covid Vacinas contra covid: por que países ricos não quebram patentes para acelerar vacinação contra covid-19? Países emergentes pressionam a OMC para suspender patentes de vacinas e remédios para a Covid Ursula Von der Leyen lembrou que, por hora, a União Europeia era a maior exportadora de vacinas do mundo e pediu aos outros países produtores que acabassem com as restrições para enviar as doses para outros países, evitando atrapalhar "as cadeias de abastecimento".  A declaração é uma alusão ao Reino Unido, que não exportou nenhuma dose fabricada em seu território, e também aos Estados Unidos, que dispõe de uma lei que bloqueia a exportação dos imunizantes e restringe a dos insumos necessários para fabricá-las. A Europa, ao contrário, frisou Von der Leyen, exporta para mais de 90 países, do Japão até a Colômbia, passando pelo México. Isso faz do continente a "a farmácia do mundo" e a "única região democrática a exportar em grande escala", indicou. "Mais de 200 milhões de doses produzidas na Europa foram exportadas, o que representa a mesma quantidade que o bloco utilizou em seus próprios cidadãos", disse a presidente da Comissão. Ela também elogiou "o sucesso da campanha nos 27 países", com "mais de três milhões de europeus vacinados todos os dias", reconhecendo falhas no início.   A Europa espera vacinar toda sua população adulta até o final de julho. Falta de tempo A Índia e a África do Sul solicitaram uma quebra temporária de patentes para poder acelerar a produção das vacinas, mas, na época, alguns países, como a França, se opuseram à iniciativa. Até agora, a União Europeia argumentava falta de "tempo" para colocar a questão em prática. "Uma transferência de patente poderia começar entre 12 e 14 meses. No próximo ano, quando teremos aumentado a produção de nossas fábricas, poderemos nos questionar a respeito", declarou Thierry Breton, comissário europeu para o Mercado Interno.  Vídeos: Novidades sobre vacinas contra Covid-19

Idosas polonesas organizam protestos regulares contra erosão da democracia no país, governado por partido ultraconservador. "Não sou capaz de ficar tranquila em casa, cada violação dos direitos me dói", diz aposentada. "Força dos impotentes" é o lema das Polskie Babcie Magdalena Gwodz-Pallokat/DW Clima de fim de expediente em Varsóvia, confusão no sinal de trânsito entre o "Presente de Stalin" (o Palácio da Cultura) e a estação ferroviária. Transeuntes apressados, a maioria concentrada no monitor do celular, como se quisessem ficar ainda um pouco mais anônimos do que já são, em meio ao cinza-concreto da metrópole. Justamente por isso, destaca-se em meio à massa um pequeno grupo colorido, a maioria de terceira idade e do sexo feminino. Eles portam faixas e agitam bandeiras do arco-íris e da União Europeia. Um alto-falante berra: "Vai ficar maravilhoso, vai ficar normal!". Na verdade, essa canção de rock cult está associada na Polônia ao fim da ditadura comunista, em 1989, porém desde o começo da pandemia de Covid-19 ela voltou a se transformar em símbolo musical de esperança. Também essas manifestantes têm esperança: de que o país deixe de seguir o curso do partido do governo, o nacional conservador Direito e Justiça (PiS). Elas se denominam "Polskie Babcie" – Vovós Polonesas – e querem ser mais do que o clichê da velhinha que prepara pierogi, os tradicionais pastéis cozidos, tricota e dedica seu tempo aos netos. Estas senhoras ativistas até fazem esse tipo de coisa, mas além disso vão às ruas; muitas já protestam regularmente há seis anos. Como símbolo, escolheram a bandeira do arco-íris, em geral associada à comunidade LGBT. A delas traz o enunciado: "Vovós Polonesas. A força dos impotentes". "Raiva é necessária para se agir" Nesse fim de tarde, as Babcie desfilam pelo centro de Varsóvia. Pedestres as olham céticos, alguns se viram, uma jovem faz sinal de aprovação com o polegar, outra pergunta se pode tirar uma foto junto com as manifestantes. Em geral, são os mais jovens a mostrar aprovação pelo que as senhoras estão fazendo. "Os jovens costumam aplaudir", comenta à DW Krystyna Piotrowska, que dentro de alguns meses fará 70 anos. "Pouco tempo atrás, uma moça veio até mim e agradeceu por nossas atividades. Ela disse que, graças a nós, se sentia segura." Partindo dos que estão na faixa etária das Vovós, tais reações são antes raras. "É mais fácil virem uns xingamentos que você não ia gostar de ouvir, pode acreditar", conta Piotrowska. Situações desagradáveis são também frequentes, como quando alguém lhes arranca a flâmula das mãos, ou diz que deveriam estar portando uma bandeira polonesa alvirrubra, em vez da do arco-iris. Porém isso não é motivo para se deixar intimidar: "O que me impulsiona é a raiva. Ela pode ter uma má fama, mas é necessária para se agir", explica a manifestante, que não só é avó, como também bisavó de três. De início, as Babcie se reuniam para ocasiões concretas, como dar respaldo aos juízes críticos ao governo. Mas agora protestam todas as semanas, e cada uma se concentra numa causa. Para Anna Łabuś, de 77 anos, por exemplo, é a luta contra "o aniquilamento da Constituição polonesa", para outra, trata-se da "imprensa independente e livre", outra ainda está apreensiva com o futuro do sistema de educação. "Não sou capaz de ficar tranquila em casa, cada violação dos direitos me dói", prossegue Łabuś. "A UE deveria prestar mais atenção para que verbas estão fluindo para a Polônia e impor condições, a fim de que o nosso país volte a ser um Estado de direito." Algumas Vovós Polonesas se manifestam regularmente há seis anos Magdalena Gwodz-Pallokat/DW Democracia, um bem por que é preciso lutar E quanto às concidadãs e concidadãos que pensam totalmente diferente? "Os 30% que votaram no PiS compensam os seus fracassos com os benefícios sociais que recebem do Estado", aponta Łabuś. "Nenhum deles pensa de onde esse dinheiro vem." No entanto, além dos simpatizantes e dos opositores do partido nacionalista do governo, há ainda os que estão "no meio". "O pior de tudo são os indiferentes, e infelizmente no momento eles são a maioria", afirma Iwonna Kowalska, presidente das Polskie Babcie. "Eles ainda têm seu celular, seu passaporte, podem viajar. Não estão cientes do que estão tirando deles, passo a passo, e que em breve pode ser tarde demais para frear o processo. Nós tentamos lhes explicar." A principal luta das Vovós é para que seus netos possam viver numa Polônia democrática. "Eu provavelmente não vou mais estar viva quando a minha neta estiver grande", comenta Kowalska, que conta 67 anos. "Mas para mim é importante ficar na memória dela como alguém que lutou pelos seus direitos." É impensável deixar para a neta um país "em que ela só possa fazer pierogi". A presidente das Vovós cresceu durante a ditadura comunista polonesa (1945-89). Na época, muitos de sua idade lutaram contra o sistema e para viver num país democrático e livre. "Em 1989 a gente pensava; 'Agora temos a democracia, e ela vai ficar para sempre", recorda. "Mas aí ficou constatado que a democracia é algo que se pode simplesmente dispersar com um sopro. Quando não se cuida o tempo todo dos valores fundamentais de uma sociedade, pelos quais todo mundo deveria se empenhar, pode acontecer que, de uma hora para a outra, a democracia deixe de existir." "Nacionalistas também têm avó" Atualmente as Polskie Babcie são apenas uma dezena. Antes do coronavírus, eram cerca de 30, conta Iwonna Kowalska. Em sua opinião, de um modo geral são muito poucos os que se manifestam na Polônia. O PiS venceu pela segunda vez consecutiva as eleições parlamentares, em todas as faixas etárias. O partido de Jarosław Kaczyński alcançou em 2019 o auge de popularidade entre os maiores de 60 – a geração das Vovós Polonesas – com 55% dos votos. Esses eleitores mais consequentes do Direito e Justiça parecem ser os mais difíceis de alcançar, também para as Vovós revoltosas. De fato, elas nunca conseguiram convencer um dos cidadãos mais maduros do outro lado da barricada, admite, Iwonna Kowalska. "Eles são empedernidos demais, e nada interessados no que fazemos. Alguns têm problemas de caminhar, mas mesmo assim vêm regularmente aos nossos encontros para nos xingar." Em contrapartida, o objetivo das avós organizadas "na luta contra o fascismo crescente" não é só protestar, mas também debater. Confrontar olho no olho os nacionalistas em passeata por Varsóvia foi uma ideia que as Polskie Babcie concretizaram. Numa entrevista a um jornal, algumas das ativistas de terceira idade consideraram também convidá-los para um café com bolo: "Afinal, de contas, nacionalistas também têm avó." Vídeos: Os mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias
Carlos Alberto Franco França disse, durante audiência pública, que medida não beneficia o Brasil. Na quarta (5), EUA anunciaram apoio à quebra de patentes para acelerar produção de vacinas. O ministro das Relações Exteriores, Carlos Alberto Franco França, afirmou nesta quinta-feira (6) que o Brasil se mantém contra a quebra de patentes de insumos e vacinas usados no combate à Covid-19 A resposta do chanceler do governo Bolsonaro, durante audiência pública no Senado, vem um dia após os EUA mudarem de posição e anunciarem apoio a uma suspensão da proteção de patentes para as vacinas a fim de acelerar a produção e a distribuição de imunizantes no mundo. O chanceler brasileiro disse, porém, que o Brasil vai analisar a nova posição americana e afirmou que, se for para atender aos interesses do país, o governo pode mudar de opinião. O movimento pela quebra de patentes surgiu em novembro do ano passado e envolve grupo de países em desenvolvimento, liderado pela África do Sul e Índia, dentro da Organização Mundial do Comércio (OMC). O Brasil, que tradicionalmente apoiava a quebra de patentes para medicamentos – foi assim com relação a drogas contra o HIV, por exemplo –, se posicionou contra a suspensão no caso das vacinas anticovid, em linha com a postura adotada pelo governo dos EUA durante a gestão de Donald Trump. Em histórica mudança de postura, EUA apoiam suspensão de patentes de vacinas contra Covid Reino Unido, Suíça e outras nações europeias também são contra a quebra de patentes. O debate sobre a quebra de patente das vacinas contra a Covid ganha força em meio à dificuldade dos laboratórios em garantir o fornecimento das doses e à falta de acesso de países mais pobres aos imunizantes. França disse ainda ter sido comunicado que a União Europeia vai seguir o posicionamento americano e apoiar a medida. “Hoje cedo os colegas da embaixada da nossa missão em Genebra junto à OMC, o embaixador Alexandre Parola, já me pediu para informar: ‘olha, a UE (União Europeia) adotou aqui a posição dos EUA’", disse durante a audiência. Justificativa Segundo o chanceler brasileiro, o maior gargalo hoje para o acesso a vacinas e insumos são os limites materiais da capacidade de produção, não os parâmetros relacionados à quebra de propriedade intelectual. “A visão que o governo tinha, ou tem até hoje, essa é a posição, não mudou, é a de que poderemos considerar como maior ganho a chamada terceira proposta, a terceira via”, disse. “ O objetivo é a correta aplicação dos dispositivos já previstos [em legislação] de maneira a facilitar a produção local das vacinas contra a Covid e o maior acesso às mesmas por parte dos países em desenvolvimento”, explicou. O chanceler ressaltou que o Brasil continua defendendo a aplicação da legislação que atualmente já permite flexibilizar propriedades intelectuais para aumentar a produção e o acesso a imunizantes, sem a necessidade de quebra de patentes. Benefício ao Brasil O ministro destacou também que uma quebra de patentes não favorece o Brasil por que o país não tem parques produtivos de vacinas e medicamentos capazes de se beneficiar da medida. França afirmou que as vacinas são “quase impossíveis de copiar no curto ou médio prazo sem o apoio dos laboratórios que as desenvolveram mesmo com o auxílio da patente” e lembrou que os países já contam com uma moratória aplicada a todo tipo de propriedade intelectual, o que não tem assegurado suprimentos de imunizantes.

Ex-presidente norte-americano foi banido da rede social permanentemente em janeiro passado após seus apoiadores invadirem o Capitólio. Conexão de Trump com novo perfil, no entanto, não é comprovada. Conta supostamente ligada a Donald Trump foi suspensa do Twitter Reprodução/Twitter O Twitter suspendeu uma nova conta supostamente ligada a Donald Trump. Desde janeiro, o ex-presidente dos Estados Unidos foi banido permanentemente da redes social após os atos de violência no Capitólio feitos por seus apoiadores. A ação de invasão ao Congresso dos EUA causou 5 mortes. Na época, a empresa disse que decidiu apagar a conta de Trump "devido ao risco de mais incitação à violência". O perfil @DJTDEsk teria sido criado para publicar comunicados de Trump e atualizações de um novo site criado pelo republicano após ser banido de diversas plataformas, segundo informações jornal "Independent". Além do Twitter, ele também foi impedido de postar no Facebook, Instagram e YouTube. A mensagem "conta suspensa" aparece na página do novo perfil e a rede social diz: "O Twitter suspende as contas que violam as Regras do Twitter". Apesar da suspensão, não há uma confirmação oficial de que a conta pertence a Trump e sua equipe. Twitter suspende conta de Trump permanentemente Facebook vai revisar punição em 6 meses Nesta quarta (5), o Comitê de Supervisão do Facebook decidiu que o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, continuará com seus perfis suspensos na rede social e no Instagram. A empresa, no entanto, precisará revisar o caso para "determinar a justificar uma resposta proporcional" em um prazo de seis meses.

Imagens foram registradas por um policial da cidade de Richmond, a 50 km de Houston. Não há registro de feridos. VÍDEO: Trem parte caminhão em dois em acidente no Texas, EUA Um trem partiu um caminhão ao meio em uma estrada do Texas, nos Estados Unidos, nesta quinta-feira (6). Ninguém ficou ferido. As imagens foram registradas por um policial na cidade de Richmond, a 50 km de Houston, cidade mais populosa do estado (assista no vídeo acima). O caminhão, que levava um carregamento de garrafas de água, ficou preso no meio de uma encruzilhada quando foi atingido pelo veículo sobre trilhos. Trem parte caminhão em dois em acidente no Texas, EUA Reprodução O trem não conseguiu parar a tempo e arrastou parte da carroceria do caminhão que foi destroçada junto da carga, arremessada pelo ar. Segundo as autoridades locais, a locomotiva ainda percorreu cerca de meio quilômetro depois do acidente até parar por completo, mas a via foi liberada rapidamente.

Apesar da violência, a Colômbia é um país reconhecido pela estabilidade econômica e política. Mas isso parece estar mudando. Apesar da violência, a Colômbia é um país reconhecido pela estabilidade econômica e política. Mas isso parece estar mudando Getty Images/BBC Polícia e estações de transporte incendiadas. Estradas interrompidas por diversos dias. Escassez de produtos. Um número desconhecido de mortos e desaparecidos. Um estado de incerteza e nervosismo agudo. A Colômbia viveu muitos momentos delicados ao longo de sua traumática história, mas agora parece estar trilhando um caminho desconhecido em pelo menos três áreas diferentes: o protesto social, a economia e a representação política. Houve momentos importantes no passado que marcaram a história da Colômbia, como a onda de violência que antecedeu a assinatura da Constituição de 1991 ou os tumultos de 1948 após o assassinato do candidato Jorge Eliécer Gaitán que deram origem a grupos de guerrilha no país. O desfecho da crise atual é desconhecido e por isso é difícil fazer comparações sobre sua relevância histórica. Será que podemos estar assistindo a um divisor de águas semelhante? O que parece claro, segundo especialistas consultados pela BBC News Mundo, é que a situação atual é inédita. E isso se explica muito porque o processo de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) em 2016 abriu uma caixa de Pandora de demandas e problemas que antes eram estavam fora do alcance dos colombianos por causa da guerra. Colômbia chega ao 8º dia de intensas manifestações "Tenho 74 anos e digo que nunca vi uma elite política tão incapaz de encontrar soluções", diz o historiador Carlos Caballero Argáez. O governo de Iván Duque lançou uma nova mesa de negociações para reduzir as tensões e buscar soluções consensuais. Foi o que fez em novembro de 2019, quando os protestos foram mais pacíficos e pontuais e a situação no país, menos grave. Hoje o presidente enfrenta desafios de todos os lados: em seu partido, nas ruas, nas Forças Armadas, em questões fiscais e na política. VEJA TAMBÉM: Aumenta a pressão contra Duque após uma semana de protestos Entenda como proposta para aumentar impostos causou revolta popular Em exatamente um ano, a Colômbia realizará eleições gerais e presidenciais. E todos os desdobramentos deste momento têm uma relevância eleitoral. A BBC News Mundo conversou com vários especialistas para tentar entender o que está acontecendo. Uma greve ampla e sustentada Um primeiro novo elemento desta crise é o tamanho do protesto social. "A amplitude e a sustentabilidade [dos protestos] são inéditas", afirma Mauricio Archila, especialista em movimentos sociais. Os protestos na Colômbia foram massivos e se espalharam por muitas cidades e vilas do país Getty Images/BBC Os protestos desta vez atingiram municípios de pequeno e médio porte. Foram convocados por jovens, mas contam com o apoio de idosos e de populações minoritárias. Eles paralisaram a produção, o abastecimento e o transporte em lugares inesperados. "Esta greve atingiu lugares onde os protestos não aconteciam ​​antes e continuou por vários dias sem parar", acrescenta Archila. E conclui: "Sou muito cético em relação às comparações, e não quero entrar no assunto Bogotazo (o protesto de 1948) ou da greve cívica de 1977, mas a verdade é que esta greve produziu uma aliança trabalhador-camponês-indígena que talvez nunca tivesse sido tão equilibrada." A Greve Nacional é um movimento heterogêneo cheio de contradições e conflitos internos. Não existe uma liderança clara e há representações de quase todos os setores. O futuro do movimento depende de como essa diversidade vai trabalhar junta. "Mas o que é evidente é que a força da greve surpreendeu toda a classe política", diz Daniel Hawkins, pesquisador da Escola Sindical Nacional. "No meio da terceira e mais forte onda de contágio [da Covid-19] e após a ordem do tribunal de Cundinamarca que proibiu multidões, os políticos não imaginavam que as pessoas iriam para as ruas de forma massiva", diz Hawkins. Os protestos se intensificaram após os confrontos com as forças de segurança pública Getty Images/BBC Os protestos já tiveram dois efeitos inesperados em um país onde a mobilização social, que é esporádica e costuma ser rotulada de "subversiva", raramente teve consequências políticas: a retirada da reforma tributária da pauta e a queda do ministro da Fazenda, Alberto Carrasquilla. O que é difícil prever é se esse movimento, que parece novo e original, terminará em uma situação que tem precedentes na Colômbia: a de uma violência avassaladora. Uma economia desestabilizada A economia colombiana é há décadas a mais estável da América Latina: a que teve menos recessões no século 20, a que não apresentou hiperinflação e a que não deixou de cumprir seus compromissos de dívida em 80 anos. Mas agora a situação é diferente. "Poucas vezes — para não dizer nunca — tinha visto o país em uma situação tão difícil como a que vivemos hoje", escreveu em sua coluna o prestigioso economista e ex-ministro Mauricio Cárdenas. Duque disse que sua prioridade é conseguir uma reforma tributária EPA/BBC E Caballero Argáez acrescenta: "A última vez que a responsabilidade fiscal do país foi questionada foi durante a crise da dívida latino-americana [no início dos anos 1980], mas naquela ocasião a Colômbia conseguiu refinanciar a dívida e um acordo de monitoramento com o FMI que nos permitiu ser o único país latino-americano que não entrou em recessão nem precisou reestruturar dívidas." Hoje os títulos colombianos são classificados como "junk" ("lixo") nos mercados internacionais, o peso colombiano está atingindo recordes de desvalorização e, pela primeira vez em anos, a capacidade de pagamento e emissão da dívida do país é questionada. "A Colômbia tem um problema de arrecadação toda vez que há uma crise, porque sua arrecadação em tempos normais sempre foi baixa", diz a cientista política Mónica Pachón. "Mas eles sempre puderam resolver isso com reformas tributárias emergenciais e com impostos temporários que conseguiram nos tirar do problema." "A diferença agora é que uma reforma nunca gerou tamanha oposição, mesmo sem chegar ao Congresso, e sua retirada nos deixou em uma situação incômoda", explica Pachón, que é a reitora de Ciência Política da Universidad del Rosario. O número de mortos e feridos nos protestos vem aumentando Getty Images/BBC Duque disse que sua prioridade é conseguir uma reforma o mais rápido possível para que seja aprovada no Congresso. Os economistas acreditam que se chegará a uma solução que provavelmente terá menor arrecadação de impostos, mas que pelo menos tirará o país da crise. No entanto, o famoso modelo neoliberal e ortodoxo de estabilidade da Colômbia mostrou rachaduras pela primeira vez em sua história. Uma política radicalizada Além de economicamente estável, a Colômbia tem sido um país sem muitos altos e baixos políticos: exceto por um pequeno período na década de 1950, a democracia em seu sentido mais formal — eleições a cada quatro anos e transições de poder sem conflitos — se manteve intacta. Embora a violência não tenha deixado de ser um problema desde a década de 1950, o bipartidarismo entre liberais e conservadores (que passaram a se alternar no poder por acordo) permitiu que se gerasse a ideia de que as instituições democráticas não corriam perigo. A Colômbia sempre foi considerada, pelo menos no exterior, como uma democracia estável. Mas, nesta crise, a classe política não tem conseguido chegar a soluções, apontam analistas. Duque convocou os militares para controlar a situação (embora vários prefeitos critiquem isso). Alguns até cogitam cenários de golpes de Estado e o líder nas pesquisas para as eleições de 2022 é Gustavo Petro, um candidato de esquerda que fez parte da guerrilha. Muitos colombianos denunciam que o Estado tem sido repressivo Getty Images/BBC "A violência dos protestos, que também é seguida em suas redes por pessoas que sequer entendem ou se aprofundam sobre o tema, torna a política mais polarizada e ideológica, com a consequência de que se chegar a soluções fica muito mais difícil", explica Pachón. Um dos efeitos do processo de paz de 2016 foi o estatuto da oposição, um mecanismo que dá garantias aos críticos do Executivo, mas também aumenta sua capacidade de dificultar suas iniciativas. "Você acrescenta a isso o fato de que Duque é um presidente fraco mesmo dentro de seu partido e você tem um terreno fértil para os problemas", diz Pachón. Na Colômbia, como em toda a América Latina, sempre houve uma crise de representação política, mas talvez nunca antes a desconfiança da população em relação à classe política tenha sido tão evidente. "O que estamos vendo é um descontentamento generalizado e talvez irremediável, é quase uma situação pré-revolucionária", diz Caballero. Os esquadrões de choque foram responsabilizados por várias mortes durante os protestos Getty Images/BBC As consequências podem ser muitas: desde a renúncia do presidente, sem precedentes na Colômbia desde os anos 1950, até a eleição de um candidato, seja de esquerda ou de direita, que rompa com as até então estáveis ​​instituições democráticas do país. "Isso se resolve com um candidato que gere confiança entre as diferentes partes da população ao mesmo tempo, inclusive no establishment político", diz Pachón. "Mas temo que, agora, estejamos mais longes disso do que nunca." VÍDEOS: as últimas notícias internacionais
Confinamento rigoroso implementado por meses na Índia deixou cerca de 100 milhões de pessoas desempregadas. Cerca de 230 milhões de indianos caíram na pobreza devido à pandemia do coronavírus, sendo os jovens e as mulheres os mais afetados, enquanto a segunda onda de infecções ameaça piorar a situação, de acordo com um estudo. O confinamento rigoroso implementado por meses na Índia deixou cerca de 100 milhões de pessoas desempregadas, de acordo com o relatório da Universidade Azim Premji, com sede em Bangalore, e cerca de 15% não conseguiram encontrar um novo emprego. As mulheres estão em pior situação, com uma taxa de desemprego que atingiu 47% depois que as restrições ao coronavírus foram suspensas, de acordo com o estudo divulgado na quarta-feira (5). Índia registra mais de 412 mil casos e quase quatro mil mortes por Covid em 24 horas O relatório, que definiu as pessoas na pobreza como aquelas que vivem com menos de 375 rúpias (US$ 5) por dia, especificou que "embora a renda tenha caído em todos os âmbitos e de forma generalizada, a pandemia atingiu as famílias mais pobres com muito mais força". A terceira maior economia da Ásia já estava sofrendo uma desaceleração prolongada antes mesmo da chegada da covid-19 e a crise econômica que a acompanhou. Muitas famílias tiveram que enfrentar a perda de renda gastando menos com alimentos e endividando-se, e alarmantes 20% dos entrevistados revelaram que a ingestão de alimentos não havia melhorado nem mesmo seis meses após o início da pandemia. O confinamento do ano passado desencadeou um enorme êxodo de milhões de trabalhadores migrantes voltando para suas aldeias de origem, com muitos planejando retornar após a reabertura da economia. Mas uma em cada três pessoas com menos de 25 anos não conseguiu encontrar um novo emprego depois de ficar desempregada devido ao confinamento, de acordo com o relatório da universidade. Enquanto uma segunda onda mortal do vírus sobrecarrega os hospitais e causa mais restrições à atividade econômica em muitas partes do país, milhões de indianos - cujas vidas já são precárias - provavelmente verão sua condição piorar. "Constatamos que um o apoio governamental adicional é urgentemente necessário por dois motivos: para compensar as perdas sofridas durante o primeiro ano e para antecipar o impacto da segunda onda", resume o estudo.

Uma onda de mortes reacendeu um debate sobre a violência doméstica em um país elogiado pela igualdade de gênero. Seis mulheres foram mortas em apenas cinco semanas na Suécia, país elogiado por sua igualdade de gênero; algumas mulheres ouvidas pela BBC dizem que não se sentem seguras nas ruas BBC Seis mulheres foram mortas em apenas cinco semanas na Suécia, reacendendo debates sobre violência doméstica em um país geralmente elogiado por sua igualdade de gênero. As mortes aconteceram em três regiões diferentes e alcançam três gerações, mas em quase todos os casos houve um traço comum: a prisão de um homem com quem elas tinham um relacionamento próximo. Dois dos assassinatos ocorreram em plena luz do dia: um no centro de uma cidade rural no sul do país e outro numa estação ferroviária e rodoviária em Linkoping, uma cidade universitária ao sul da capital sueca, Estocolmo. Homem que ateou fogo na ex-mulher é preso no interior da França Em Flemingsberg, um subúrbio de Estocolmo de baixa renda repleto de blocos de prédios coloridos, uma mulher foi esfaqueada no apartamento que dividia com quatro filhos pequenos. O homem preso sob suspeita de seu assassinato é alguém que ela conhecia bem. 'Não me sinto tão segura' "Eu acho que essa violência contra as mulheres tem que ser trazida mais à tona porque não está tudo bem", diz Kristian Jansson, 51, enquanto faz compras em Flemingsberg com sua filha Emma-Louise, de 18 anos. A adolescente diz que os recentes assassinatos aumentaram as preocupações mais amplas sobre a segurança das mulheres na região, onde ela raramente sai sozinha. "Não me sinto tão segura... Porque tem muita gente que mata por aqui." Houve aumento de 15,4% de casos de violência doméstica contra mulheres no período de um ano BBC A recente onda de assassinatos ocorre em meio a preocupações crescentes sobre a violência contra as mulheres na Suécia, que há muito tempo mantém a reputação de um dos países mais seguros e com maior igualdade de gênero. Em 2020, 16.461 casos de violência doméstica contra mulheres foram reportados na Suécia. Isso representa um aumento de 15,4% em relação ao número de 14.261 de 2019, registrado pelo Conselho Nacional Sueco para a Prevenção do Crime. 'Governo feminista' A Ministra da Igualdade de Gênero da Suécia, Marta Stenevi, diz que está "chocada e chateada" com a violência mais recente, mas não surpresa. "Em muitos aspectos, avançamos bastante na igualdade de gênero na Suécia, mas ainda convivemos com as estruturas de uma sociedade que reprime as mulheres", diz ela. Há duas semanas, ela organizou conversas entre partidos sobre o assunto, depois que políticos de todo o espectro condenaram os últimos assassinatos e fizeram lobby por ações mais duras. Um dos assassinatos ocorreu em Flemingsberg, um subúrbio da capital Estocolmo BBC O autodenominado "governo feminista" da Suécia já estava na metade de uma estratégia nacional de 10 anos que inclui melhorar a educação e oferecer mais proteção e apoio às mulheres ameaçadas. No final deste mês, uma nova comissão de crise apresentará uma atualização do plano, que deve incluir sentenças de prisão mais longas e um aumento no uso de monitoramento eletrônico e de medidas restritivas contra agressores. É improvável que enfrente oposição no parlamento, embora não vá tão longe quanto alguns partidos esperavam. A polícia saudou o foco renovado, e o chefe da polícia nacional, Anders Thornberg, descreveu a exposição das mulheres à violência doméstica como "um grande problema que requer mais ação". Ele diz que seus policiais já estão priorizando os ataques a mulheres e crianças, com um investimento recente em 350 funcionários extras empregados para lidar com esses tipos de crimes. Mas Thornberg avalia que as punições criminais são apenas um "ponto de partida". Ele está pedindo uma melhor cooperação entre as autoridades suecas, como serviços sociais e de saúde, e que a sociedade em geral leve o assunto mais a sério. 'Mais palavras do que qualquer coisa' Na sede da Organização Nacional para Abrigos de Mulheres da Suécia, em Estocolmo, a diretora Jenny Westerstrand concorda que há uma sensação de fadiga pública em torno dos ataques domésticos nos últimos anos que precisa ser tratada. Emma-Louise Jansson diz que dificilmente sai sozinha BBC "Muitas pessoas na Suécia estão quase cansadas de falar sobre violência… Já que está sempre na ordem do dia, mas nunca foi abordada de forma adequada", diz ela. Ela diz, no entanto, ter esperança de que a reação política e pública aos últimos assassinatos venha a ser um ponto de virada. "Até agora, são mais palavras do que qualquer coisa, mas as palavras estão mais fortes, eu acho, do que antes." 'Valores importados' Um ponto controverso é a hipótese de que a violência recente esteja conectada à recente onda de imigração da Suécia. A polícia sueca não registra suspeitos de crimes de acordo com sua etnia, mas os promotores dizem que vários dos homens que estão sendo julgados não são suecos, e isso tem sido usado como munição por grupos anti-imigração. Em um debate televisionado na semana passada, o líder do partido dos nacionalistas democratas suecos Jimmie Akesson pediu uma repressão ao que ele descreveu como "valores importados" que sancionam a violência contra as mulheres. Para diretora da Organização Nacional para Abrigos de Mulheres da Suécia, pandemia pode ser um fator BBC A Ministra da Igualdade de Gênero da Suécia, Marta Stenevi, disse que a Suécia tem problemas com os chamados "crimes de honra", que têm como objetivo proteger ou defender a suposta reputação de uma família ou comunidade extensa. Mas ela acredita que rotular a violência contra as mulheres como uma "questão de imigrantes" é "reduzir o problema", já que a violência contra mulheres está "profundamente enraizada" em toda a sociedade sueca, segundo ela. A pandemia é um fator? Jenny Westerstrand, da Roks, acredita que pelo menos parte da violência mais recente pode estar relacionada à pandemia. A Suécia pode ter evitado lockdowns formais, mas ela diz que a disseminação do coronavírus forçou mulheres de todas as origens a passar mais tempo em casa. "Elas não procuram ajuda como fariam se a sociedade estivesse aberta. Portanto, achamos que elas podem continuar em relacionamentos, e as coisas estão piorando." As opiniões estão fortemente divididas em Flemingsberg, onde florestas de pinheiros se cruzam com uma área comercial de concreto alta. "As pessoas que moram aqui não querem aceitar as leis suecas", disse uma mulher de 25 anos que pediu para não ser identificada. Mas outras, como Sandra Engzell, de 28 anos, acham que os imigrantes se tornaram bodes expiatórios para um problema muito mais amplo. "Não acho que tenha a ver com o lugar de onde você vem. Uma mulher não está segura com um homem que está batendo nela, se ela é da África, da Suécia ou de qualquer outro lugar do mundo." VÍDEOS mais vistos do G1

Em entrevista à Oprah, Meghan disse que membros da corte chegaram a questionar 'quão escura' seria a pele do seu filho – Harry reforçou que os comentários não vieram da rainha Elizabeth II. Fotografia divulgada por William e Kate no aniversário de 2 anos de Archie, filho de Harry e Meghan. Chris Allerton/Kensington Royal A família real britânica comemora nesta quinta-feira (6) o aniversário de 2 anos do bebê Archie, filho do príncipe Harry e Meghan Markle, em meio a polêmicas levantadas pelo casal durante uma entrevista à apresentadora americana Oprah Winfrey em março desse ano. A duquesa de Sussex afirmou que membros da corte demonstraram preocupação com o "quão escura" seria a pele do seu primeiro filho. No dia seguinte, a apresentadora americana disse que Harry pediu para reforçar que a fala não partiu de sua avó, rainha Elizabeth II, nem do avô, príncipe Philip. Relembre as polêmicas neste VÍDEO: Fogo no parquinho: como Meghan e Harry foram do conto de fadas ao rompimento com a realeza Na conta oficial da rainha britânica no Twitter, Elizabeth II desejou "um muito feliz aniversário" ao bisneto e publicou uma foto de Harry e Meghan com o primogênito no colo. No início do ano, Meghan anunciou que está grávida do segundo filho com o príncipe inglês. Initial plugin text GLOBOPLAY: documentário mostra trajetória da Rainha Elizabeth Fora da foto Um detalhe não passou despercebido pela imprensa britânica que apontou uma alfinetada do pai de Harry, príncipe Charles, à duquesa de Sussex ao escolher uma foto em que apenas ele e o filho aparecem com o bebê Archie. Príncipe Charles e príncipe Harry com bebê Archie no colo Chris Allerton/Clarence House "Feliz aniversário para Archie, que faz dois anos hoje", escreveu o próximo na linha de sucessão da coroa britânica. Já o irmão de Harry, príncipe William, e sua esposa, Kate Middleton, optaram por usar na mensagem de parabéns uma foto em que quase toda a família aparece (a mesma que abre esta reportagem). No retrato, além do casal, dos pais de Archie e do bebê, estão também o príncipe Charles e sua esposa Camilla Parker. Ao fundo, a mãe de Meghan, Doria Ragland, aparece ao lado das irmãs da princesa Diana, Sarah McCorquodale e Jane Fellowes. Archie não é príncipe O primogênito de Harry e Meghan não recebeu o título de príncipe como seus primos George, Charlotte e Louis. Isso acontece por conta de uma decisão do rei George V em 1917. À época, o monarca decretou que os bisnetos não seriam mais príncipes ou princesas, exceto o filho mais velho do filho mais velho do príncipe de Gales. Na situação atual, isso significa que o príncipe George, filho de Kate Middleton e do príncipe William, se tornou automaticamente um príncipe, mas não Archie, embora ambos sejam bisnetos da rainha. Segundo esse protocolo, os irmãos do príncipe George — Charlotte e Louis — também não teriam recebido o título. No entanto, em dezembro de 2012, a Rainha também emitiu uma carta patente que dizia que todos os filhos de William teriam o direito de ser príncipes ou princesas e de receber o título de Sua Alteza Real. Veja a genealogia da família real britânica Árvore genealógica da família real britânica Arte G1

Farmacêutica anunciou que as primeiras entregas começarão no fim de maio, para que as delegações recebam a segunda dose antes de desembarcar na capital japonesa. Foto de 12 de abril de 2021 mostra os anéis olímpicos flutuando nas águas de Tóquio Eugene Hoshiko/AP Os laboratórios Pfizer e BioNTech anunciaram nesta quinta-feira (6) que chegaram a um acordo com o Comitê Olímpico Internacional (COI) para fornecer vacinas contra a Covid-19 aos atletas e membros das delegações dos Jogos Olímpicos de Tóquio. As empresas anunciaram que as primeiras entregas de vacinas começarão no fim de maio, para que as delegações recebam a segunda dose antes de desembarcar em Tóquio. Os Jogos Olímpicos estão previstos para ocorrer entre os dias 23 de julho e 8 de agosto deste ano e os Jogos Paralímpicos, entre 24 de agosto e 5 de setembro. O comunicação dos dois laboratórios também menciona "delegações", o que sugere a inclusão de um grupo importante de pessoas além dos atletas, como técnicos, funcionários de logística e auxiliares. O COI não tornou a vacinação contra a Covid-19 obrigatória, mas a recomenda a todos os participantes. VEJA TAMBÉM: Avião com mais 629 mil doses de vacina da Pfizer chega ao Brasil por Viracopos Butantan reduz previsão de insumos vindos da China e culpa Bolsonaro Rússia aprova nova versão da Sputnik V de dose única A vacina contra a Covid-19 desenvolvida e produzida pela Pfizer e pela BioNTech tem mais de 90% de eficácia e precisa ser armazenada a -70ºC. O imunizante usa a tecnologia chamada de RNA mensageiro, diferente das tradicionais (veja no infográfico abaixo). Que vacina é essa? Pfizer Biontech Infográfico mostra como funcionam vacinas de RNA contra o coronavírus Anderson Cattai/Arte G1 Segurança dos Jogos A Olimpíada foi adiada em um ano devido à pandemia e deve receber quase 11 mil atletas de todo o mundo. O presidente do COI, Thomas Bach, afirma que a distribuição de vacinas é "outro instrumento na caixa de ferramentas de medidas que ajudarão a tornar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio-2020 um evento seguro para todos os participantes". Tanto o COI quanto o governo japonês têm sido criticados e pressionados a cancelarem a Olimpíada devido à pandemia, o que já foi descartado diversas vezes por ambas as partes. O comitê já disse que a Olimpíada vai ocorrer "independentemente da pandemia". Os organizadores garantem que os Jogos de Tóquio serão um evento seguro, mesmo sem a vacinação, mas o acordo representa também uma resposta às críticas. Covid-19 no Japão A região de Tóquio e outros departamentos se encontram em estado de emergência diante do aumento no número de casos. O Japão tem registrado uma média de 5 mil infectados por dia e 60 mortes por Covid-19. Desde o início da pandemia, foram 622 mil casos confirmados e 10,5 mil óbitos. O país tem cerca de 126 milhões de habitantes e é o 11º mais populoso do mundo, atrás do México (128 milhões) e à frente da Etiópia (114 milhões). VÍDEOS: novidades sobre vacinas contra a Covid-19 O

Os voos da New Shepard devem ter início em julho de 2021. Eles são projetados para levar os passageiros em uma viagem direta para cima e para baixo que ultrapasse brevemente os 100 km, ponto em que se inicia o espaço. New Shepard opera em uma zona desértica do Texas Blue Origin via BBC O fundador da Amazon, Jeff Bezos, afirma que está pronto para levar pessoas ao espaço. A empresa Blue Origin, do empresário americano detentor de uma fortuna estimada em R$ 1 trilhão, diz que lançará uma tripulação a bordo de seu sistema de foguete e cápsula New Shepard em 20 de julho de 2021. SAIBA MAIS: Jeff Bezos é considerado o homem mais rico do mundo pelo 4º ano seguido Entre os astronautas provavelmente estarão funcionários da empresa, mas um assento está sendo leiloado online. Os voos da New Shepard são projetados para levar os passageiros em uma viagem direta para cima e para baixo que ultrapassa brevemente os 100 km. Esta é a chamada Linha Kármán, que foi designada por um amplo acordo internacional como o ponto em que se inicia o espaço. "Apenas 569 pessoas já passaram pela Linha Kármán. Com nosso novo veículo Shepard, estamos prestes a mudar isso dramaticamente", disse Ariane Cornell, diretora de vendas da Blue Origin. Ela não quis comentar se o próprio Bezos pode estar no voo de 20 de julho. WEBSTORIES: A história de Bezos, o fundador da Amazon Jeff Bezos vai buscar acelerar empresa de viagens espaciais Blue Origin O anúncio da Blue Origin é mais uma prova do ressurgimento do turismo espacial após um intervalo de quase 12 anos. A proposta de Bezos é apenas uma das várias agora abertas aos super-ricos. Espera-se que o empresário Elon Musk (fundador da Tesla e da SpaceX, com fortuna de R$ 808 bilhões) lance uma de suas naves Dragons SpaceX no segundo semestre de 2021 com uma tripulação completamente civil a bordo. A cápsula permanecerá orbitando por diversos dias. Com 18m de altura e 4m de largura, o New Shepard, da Blue Origin, é um veículo espacial totalmente reutilizável, de decolagem vertical e aterrissagem vertical (VTVL na sigla em inglês). Cápsula New Shepard tem seis assentos e janelas amplas Blue Origin via BBC Ela opera em terras desérticas em Van Horn, no oeste do estado americano do Texas. Durante um voo, a unidade de propulsão eleva o compartimento de passageiros pressurizado a cerca de 76 km de altitude, onde ambos se separam. O transportador carrega até o espaço a cápsula com a tripulação, que voltará ao solo sob três paraquedas, e depois retorna de maneira controlada, fazendo uma aterrissagem propulsora em uma plataforma de concreto. A Blue Origin espera que a experiência New Shepard seja um grande atrativo econômico. Os passageiros experimentarão cerca de três minutos de ausência de peso no auge da subida. Eles também serão capazes de ver a escuridão do espaço e o horizonte curvo da Terra. Jeff Bezos tem grandes ambições na exploração espacial, com foguetes ainda maiores sendo desenvolvidos Blue Origin via BBC Atualmente, a empresa não revela informações sobre os valores envolvidos na atração, mas apenas detalhes do leilão público para uma vaga na primeira missão em julho. A Blue Origin diz que o dinheiro arrecadado com o leilão vai para uma fundação que promove a educação em ciência e tecnologia. A longo prazo, estima-se que a empresa ganhará em torno de R$ 1 milhão por assento, e talvez até mais no início da operação. "Este é um mercado nascendo", disse Cornell, da Blue Origin. "Estamos abrindo as portas e esperamos ver o que o mercado diz. Pessoalmente, acho que as pessoas vão ver que experiência legal é essa e vão querer fazer isso. E então, espero que os preços caiam e a escala suba." Ao longo dos anos 2000, várias pessoas com bastante dinheiro pagaram para visitar a Estação Espacial Internacional (ISS). Mas este turismo, organizado sob o patrocínio da agência espacial russa, acabou em 2009. Sistema para levar passageiros a zona suborbital é testado há anos Blue Origin via BBC Agora, ao que parece, o setor está se ressurgindo. Assim como Jeff Bezos e Elon Musk, o empresário britânico Sir Richard Branson continua a promover seu conceito de foguete da Virgin Galactic. Também há quem queira lançar estações espaciais privadas nesta década. Entre eles está a Axiom, uma empresa fundada por um ex-gerente de programa ISS da Nasa (agência espacial americana). O anúncio da Blue Origin foi programado para coincidir com o 60º aniversário do primeiro voo espacial feito por um astronauta americano, Alan Shepard, homenageado no nome do novo veículo turístico. Shepard conduziu um voo suborbital de 15 minutos em sua cápsula Project Mercury Freedom-7 em 5 de maio de 1961. 10 curiosidades sobre Jeff Bezos

A BBC explica o que está por trás da diferença de tamanho incomum entre os casais presidenciais nesta foto tirada na Geórgia. Os Bidens visitaram os Carters em sua casa na Geórgia The Carter Center/BBC Esta estranha foto dos Bidens e Carters causou um grande alvoroço na internet. Na foto, o presidente Joe Biden e sua esposa, Jill Biden, parecem extraordinariamente grandes ao lado de Jimmy Carter e da ex-primeira-dama Rosalynn Carter. A imagem foi tirada na casa de Carter em Plains, Geórgia, na semana passada. O atual casal presidencial visitava o sul dos EUA como parte de atividades ligadas aos 100 dias do mandato de Biden. É verdade que Biden é um pouco mais alto do que Carter, o presidente democrata que governou os EUA entre 1977 e 1981. Mas não tanto quanto parece na foto. O tamanho das pessoas na foto, que foi divulgada segunda-feira (3) pelo Carter Center, parece ser o resultado da distorção causada pelo uso de lentes grande-angulares, afirma o editor de imagens da BBC, Phil Coomes. Um grande ângulo expande o que está próximo dos cantos da foto e comprime o que está no centro. Os fotógrafos profissionais geralmente usam esse efeito ótico a seu favor. Mas, neste caso, ele parecem ter criado uma representação artificial de uma cena. O efeito também é exagerado pelo fato de Jimmy Carter estar encostado na sua cadeira, enquanto Joe Biden está ajoelhado na frente de Rosalynn Carter. Piadas no Twitter O resultado provocou inúmeras piadas nas redes sociais. Este usuário identificado como Deonardo La Vinci, por exemplo, decidiu tentar trocar os tamanhos dos Carters e dos Bidens: "Pronto. Arrumei". Usuário Deonardo La Vinci faz piada com foto dos Carters e dos Bidens no Twitter Reprodução/Twitter A usuária Sister Celluloid comentou sobre a aparente superioridade física dos Biden: "Votamos em Biden porque ele é um ser humano decente com políticas sólidas, mas também porque ele e Jill são gigantes que irão esmagá-lo se você os irritar." Aos 96 anos, Jimmy Carter é o ex-presidente mais longevo da história dos EUA. Sua esposa, Rosalynn, tem 93 anos. Jimmy e Rosalynn Carter (com Jill Biden e o ex-vice-presidente Al Gore atrás) no funeral do ex-presidente George H.W. Bush em 2018 AFP VÍDEOS: as últimas notícias internacionais

Investigação começou após diversas reclamações de falsos positivos nos testes, que são obrigatórios para voar. Até 10 mil pessoas podem ter sido testadas com swabs reutilizados. Profissionais de saúde guardam swab em tubo após coletar amostra do nariz para teste de Covid-19 no Panamá em 15 de janeiro Arnulfo Franco/AP Milhares de passageiros podem ter sido testados contra a Covid-19 em um aeroporto na Indonésia com swabs reutilizados. A revelação foi feita pela polícia, que prendeu cinco funcionários de uma empresa estatal que fornecia os testes no aeroporto de Kualanamu, em Medan, na Sumatra do Norte. Os passageiros de aviões são obrigados a apresentar um teste negativo antes de embarcar no país, e o serviço é oferecido nos aeroportos. A polícia começou a investigar o golpe após diversas reclamações de falsos positivos nos testes. Segundo a investigação, até 10 mil pessoas podem ter sido testadas com swabs reutilizados, que eram lavados com álcool, e o esquema funcionava desde dezembro. Covid-19 na Indonésia A Indonésia tem 273 milhões de habitantes e é o quarto país mais populoso do mundo, atrás de China, Índia e Estados Unidos e à frente de Paquistão, Brasil e Nigéria. O país tem registrado uma média de 5 mil casos e 170 mortes por Covid-19 por dia. Desde o início da pandemia, o país teve 1,69 milhão de infectados e 46 mil óbitos. VÍDEOS: as últimas notícias internacionais

Wong já cumpre uma pena de 13 meses. A Justiça o condenou por participar de uma vigília em memória do massacre da praça da Paz Celestial, que ocorreu em 1989. Joshua Wong em imagem de outubro de 2019 Anthony Wallace/ AFP O ativista de oposição em Hong Kong Joshua Wong, uma das figuras mais conhecidas do movimento pró-democracia, foi condenado nesta quinta-feira (6) a mais 10 meses de prisão. Dessa vez ele foi condenado por ter participado, em 2020, de uma vigília "ilegal" para lembrar a repressão na Praça Tiananmen, em Pequim, na China. Veja um vídeo de uma das prisões de Wong, em 2019. Autoridades de Hong Kong prendem o ativista pró-democracia, Joshua Wong Durante décadas, a ex-colônia britânica foi o único lugar na China que fazia eventos para lembrar a violenta intervenção do exército chinês contra o movimento social e estudantil de 1989 em Pequim. Mas em 2020, pela primeira vez em 30 anos, o governo não autorizou a vigília. Foi explicado que era preciso evitar aglomeração por causa da pandemia, mas também há mais intervenção do governo central chinês no território semiautônomo. Dezenas de milhares de pessoas, no entanto, desafiaram a proibição para recordar pacificamente o 31º aniversário da repressão no Parque Victoria, no centro de Hong Kong. Após a manifestação, as autoridades iniciaram um processo contra 24 personalidades do movimento pró-democracia. Nesta quinta-feira, quatro deles - Joshua Wong, Lester Shum, Tiffany Yuen e Janelle Leung -, que se declararam culpados de participar em uma concentração ilegal, fueron condenados. Wong, um dos nomes dos protestos em Hong Kong mais conhecidos no exterior, foi condenado a 10 meses de prisão. Atualmente ele cumpre uma pena de 13 meses e meio de prisão por ter participado em outra manifestação durante o movimento de protesto em 2019. "Esta pena deve dissuadir as pessoas de cometer crimes e reincidir", declarou o juiz Stanley Chan. Shum foi condenado a seis meses de prisão. Yuen e Leung a quatro meses. Joshua Wong, Lester Shum e Tiffany Yuen também são processados por outro caso, baseado na lei de Segurança Nacional que Pequim impôs a Hong Kong no ano passado e que é o principal instrumento da repressão chinesa na ex-colônia britânica. Os outros acusados, que incluem mais líderes do movimento pró-democracia, alguns deles já detidos, serão julgados nos próximos meses. Assunto tabu na China A violenta intervenção do exército chinês na Praça da Paz Celestial, na madrugada de 3 para 4 de junho de 1989, acabou com sete semanas de protestos de estudantes e trabalhadores contra a corrupção e a favor da democracia na China. A repressão, que deixou quase mil mortos, é um tema tabu na China. Imagem do protesto na Praça da Paz Celestial, em 1989 Reuters Durante décadas, a vigília em Hong Kong atraiu multidões e era um símbolo das liberdades únicas que existiram por muito tempo no território, ainda teoricamente semiautônomo, que voltou ao controle chinês em 1997. Em 2019, a vigília do 30º aniversário aconteceu em um contexto político tenso. Uma semana depois teve início o maior movimento de protesto contra o poder chinês em Hong Kong, com manifestações quase diárias, às vezes violentas, que prosseguiram até dezembro de 2019. Atualmente, nada indica que o aniversário da repressão de Tiananmen voltará a ser recordado algum dia em Hong Kong. A China aproveitou a pandemia de covid-19 e as restrições impostas para combater e restringir drasticamente as liberdades em Hong Kong, além de obstruir e deter os dissidentes. Além da lei de Segurança Nacional, uma nova campanha para fazer com que "Hong Kong seja governado pelos patriotas" permitirá julgar com antecedência a "lealdade" de qualquer candidato a um cargo. As autoridades já indicaram que a recordação do massacre da Praça Celestial não será permitida no próximo mês. Mas a advogada Chow Hang-tung, que integra a coalizão que organiza a vigília, prometeu que a data não será esquecida. "Encontraremos uma maneira de nos reunirmos e será em público", disse. Veja os vídeos mais assistidos do G1

Dezenas de pessoas em New Brunswick estão apresentando sintomas da nova doença que afeta fortemente o cérebro. Roger Ellis (direita) começou a apresentar sintomas da doença em 2019, diz Steve Ellis (esquerda) Cortesia Steve Ellis/via BBC Médicos no Canadá têm deparado com pacientes que apresentam sintomas semelhantes aos da doença de Creutzfeldt-Jakob, um mal raro e fatal que ataca o cérebro. Mas, quando resolveram investigar o mal em mais detalhe, o que eles descobriram os deixou perplexos. Quase dois anos atrás, Roger Ellis desmaiou em casa com uma convulsão em seu 40º aniversário de casamento. Com 60 e poucos anos, Ellis, que nasceu e foi criado na bucólica península de Acadian, em New Brunswick, era uma pessoa saudável. Ele estava aproveitando sua aposentadoria após décadas trabalhando como mecânico industrial. Seu filho, Steve Ellis, diz que depois daquele dia fatídico a saúde de seu pai piorou rapidamente. "Ele teve delírios, alucinações, perda de peso, agressividade, fala repetitiva", diz ele. "A certa altura, ele não conseguia nem andar. No intervalo de três meses, médicos disseram acreditar que ele estava morrendo— mas ninguém sabia por quê." Os médicos de Roger Ellis primeiro suspeitaram da doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ). Trata-se de uma doença causada por proteínas chamadas de priões. A doença cerebral degenerativa fatal e rara faz com que os pacientes apresentem sintomas como falta de memória, mudanças de comportamento e dificuldades de coordenação. A doença misteriosa que deixou centenas hospitalizados no sul da Índia Uma categoria conhecida da doença se chama Variante DCJ, que está associada à ingestão de carne contaminada com a doença da vaca louca. A DCJ também pertence a uma categoria mais ampla de doenças cerebrais como Alzheimer, Parkinson e ALS, em que as proteínas do sistema nervoso se deformam. Mas o exame de DCJ de Ellis deu negativo, assim como a enxurrada de outros testes a que seus médicos o submeteram enquanto tentavam descobrir a causa de sua doença. Seu filho diz que a equipe médica fez o possível para aliviar os diversos sintomas de seu pai, mas ainda havia um mistério: o que estava por trás da piora do quadro de Ellis? Mulher da BA com doença rara faz apelo para ser transferida para São Paulo: 'Mais nada para fazer por mim' Em março deste ano, Steve Ellis encontrou uma possível — embora parcial — resposta para o mal de seu pai. A Rádio-Canadá, a emissora pública do país, obteve uma cópia de um memorando de saúde pública que foi enviado aos profissionais médicos da província alertando sobre um grupo de pacientes exibindo uma doença cerebral degenerativa desconhecida. "A primeira coisa que eu disse foi: 'É como meu pai'", lembra ele. Roger Ellis agora é considerado um dos afetados pela doença desconhecida e está sob os cuidados do neurologista Alier Marrero. O neurologista do hospital Dr. Georges-L-Dumont University Hospital Center, da cidade de Moncton, diz que os médicos detectaram a doença pela primeira vez em 2015. Na época havia apenas um paciente — um "caso isolado e atípico", diz ele. Mas, desde então, surgiram mais pacientes como o primeiro — o suficiente para que agora os médicos pudessem identificar uma condição ou síndrome diferente "nunca vista antes". A província diz que está rastreando atualmente 48 casos, igualmente divididos entre homens e mulheres, em idades variando de 18 a 85 anos. Esses pacientes são da península Acadian e de áreas de Moncton de New Brunswick. Acredita-se que seis pessoas tenham morrido da doença. A maioria dos pacientes começou a apresentar sintomas recentemente, a partir de 2018, embora acredite-se que um deles já os tenha apresentado em 2013. O neurologista diz que os sintomas são variados. A princípio, podem ocorrer alterações comportamentais como ansiedade, depressão e irritabilidade, além de dores inexplicáveis, dores musculares e espasmos em indivíduos saudáveis. Frequentemente, os pacientes desenvolvem dificuldades para dormir — insônia grave ou hipersonia— e problemas de memória. Pode haver deficiências de linguagem que avançam rapidamente e que dificultam a comunicação e a manutenção de uma conversa fluente — problemas como gagueira ou repetição de palavras. Outro sintoma é a perda rápida de peso e atrofia muscular, bem como distúrbios visuais e problemas de coordenação e espasmos musculares involuntários. Muitos pacientes precisam da ajuda de andadores ou cadeiras de rodas. Alguns desenvolvem pesadelos ou alucinações auditivas ao acordar. Vários pacientes apresentaram a Síndrome de Capgras, um distúrbio psiquiátrico em que uma pessoa acredita que alguém próximo a ela foi substituído por um impostor. "É bastante perturbador porque, por exemplo, um paciente dizia à esposa: 'Desculpe, senhora, não podemos ir para a cama juntos, eu sou casado' e mesmo quando a esposa dizia seu nome, ele respondia: 'Você não é a verdadeira'", conta o médico. O neurologista do Canadá está liderando a investigação sobre a doença com a ajuda de uma equipe de pesquisadores e do órgão federal de saúde pública. Os pacientes suspeitos passam por testes de priões e de condições genéticas, painéis que examinam doenças auto-imunes ou formas de câncer e exames para detectar vírus, bactérias, fungos, metais pesados e anticorpos anormais. Eles são questionados sobre fatores ambientais, estilo de vida, viagens, histórico médico, comida e água. Eles são submetidos a punções espinhais para testar várias infecções e distúrbios possíveis. Não há tratamento disponível contra as causas. O único tratamento possível é ajudar a aliviar o desconforto de alguns dos sintomas. Por enquanto, a teoria é que a doença é adquirida, não genética. "Nossa primeira ideia comum é que há um elemento tóxico adquirido no ambiente desse paciente que desencadeia as mudanças degenerativas", diz o neurologista. O também neurologista da Universidade de British Columbia Neil Cashman é um dos pesquisadores que está tentando desvendar o mistério médico. Apesar de os pacientes não apresentarem vestígios de doenças por priões, a causa não foi completamente descartada, diz ele. Outra teoria é a exposição crônica ao que é chamado de "excitotoxina", como o ácido domoico. Uma excitotoxina foi associada a um incidente de intoxicação alimentar em 1987 por mexilhões contaminados com a toxina, na província vizinha da Ilha Prince Edward. Junto com problemas gastrointestinais, cerca de um terço das pessoas afetadas apresentaram sintomas como perda de memória, tontura, confusão. Alguns pacientes entraram em coma e quatro morreram. Cashman diz que eles também estão olhando para outra toxina — beta-metilamino-L-alanina (BMAA) — que foi classificada como de risco para o desenvolvimento de doenças como Alzheimer e Parkinson. Alguns pesquisadores também acreditam que esta segunda toxina esteja ligada a uma doença neurodegenerativa documentada em uma população indígena no território da ilha de Guam, no Pacífico, nos EUA, em meados do século 20, e encontrada em sementes que faziam parte da dieta do grupo. Cashman adverte que a lista atual de teorias "não está completa". "Temos que voltar aos primórdios, voltar à estaca zero", diz ele. "Neste ponto, basicamente, nada pode ser excluído." Então, quantas pessoas mais podem ser afetadas por esta doença? Marrero diz que é possível que seja um fenômeno mais amplo encontrado fora das duas regiões onde os pacientes foram identificados até agora (a península Acadian, com suas comunidades de pescadores e praias arenosas, e Moncton, um centro da cidade). "Estamos vendo a ponta do iceberg? Talvez", diz ele. "Espero que possamos entender isso rápido para que possamos impedir mais casos." Embora aqueles que vivam nas comunidades afetadas estejam compreensivelmente preocupados, Marrero exorta as pessoas a "trabalharem com esperança, não com medo. O medo paralisa". A condição de Roger Ellis se estabilizou desde a rápida progressão inicial, diz seu filho. A condição de Roger Ellis se estabilizou. Cortesia Steve Ellis/via BBC Ele está em um asilo especializado e precisa de ajuda para atividades diárias. Ele ainda tem problemas com a fala e o sono. Steve Ellis, que dirige um grupo de apoio no Facebook para famílias afetadas pela doença, pede que o governo se comprometa com a transparência sobre a doença. Acima de tudo, ele quer saber o que fez seu pai adoecer. "Eu sei que eles estão trabalhando nisso, mas como isso aconteceu?", pergunta. "Como família, estamos cientes do fato de que ele provavelmente vai morrer por causa disso." Veja VÍDEOS de ciência e saúde:

Partido Nacionalista, o favorito, já afirmou que se tiver maioria absoluta do Parlamento vai determinar a organização de um novo referendo. Em 2014, os escoceses votaram para permanecer no Reino Unido. Nicola Sturgeon, primeira-ministra da Escócia, encontra eleitores, em 6 de maio de 2021 Jeff J Mitchell/Reuters A Escócia tem uma eleição geral nesta quinta-feira (6), e o resultado vai determinar se haverá um novo referendo para decidir se o país vai continuar a ser parte do Reino Unido. A independência é o principal tema da votação em que serão escolhidos 129 parlamentares. Veja uma reportagem de 2020 sobre uma visita de Boris Johnson à Escócia. Primeiro-ministro britânico visita a Escócia para levar mensagem de união com Reino Unido O Partido Nacionalista Escocês, que lidera um governo de coalizão desde 2016, afirma que se tiver uma grande vitória nesta quinta-feira terá o direito moral e o momento político para organizar um referendo sobre a permanência no Reino Unido (a Escócia faz parte do Reino Unido há três séculos). Em 2014 já houve um referendo de independência —na ocasião, a decisão de permanecer no Reino Unido venceu com 55.3% dos votos. Naquela ocasião, entendia-se que aquela decisão era válida por uma geração. Escoceses favoráveis à independência no dia das eleições no país, em 6 de maio de 2021 Russell Cheyne/Reuters No entanto, a líder do Partido Nacionalista Escocês, Nicola Sturgeon, argumenta que o Brexit alterou a situação —a Escócia foi retirada da União Europeia contra a sua vontade. O Brexit foi aprovado em um referendo em 2016, mas, na ocasião, a maioria dos escoceses votou para permanecer na União Europeia. Sturgeon diz que se o partido dela ganhar uma maioria, ela terá autoridade para aprovar legislação que pede um novo referendo. Em seu programa, ela argumenta que a independência permitirá que a Escócia controle sua economia, se comprometendo com a criação de novos empregos verdes e com o apoio às novas empresas. A legenda também insiste na necessidade de o setor da pesca poder ter acesso ao mercado único europeu. Boris Johnson: referendo é insensato e irresponsável O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, é contra um novo referendo, e deve procurar a Justiça para tentar evitar uma nova votação. Na quarta-feira, Johnson disse que agora não é o momento para um referendo “insensato e irresponsável”. O Reino Unido é formado pelos seguintes países: Inglaterra Escócia País de Gales Irlanda do Norte Dois votos A Escócia tem um sistema híbrido, no qual os eleitores votam duas vezes: em um candidato de sua circunscrição e em um partido. No total, 56 deputados do Parlamento local são eleitos pelo sistema proporcional. Uma ala dissidente do Partido Nacionalista Escocês formou um novo partido, chamado Alba, liderado por Alex Salmond. O Alba pretende formar uma "supermaioria" pró-independência com o Partido Nacionalista. Salmond já foi acusado de agressão sexual e absolvido. A primeira-ministra e ele entraram em confronto público sobre como lidaram com acusações. Outras eleições Além das eleições na Escócia, há votação para renovar o parlamento do País de Gales, para a prefeitura de Londres e outras autoridades na Inglaterra. É o primeiro dia com votações importantes desde a eleição do Partido Conservador que levou Boris Johnson ao poder em 2019. A promessa de concretizar o Brexit, que sua antecessora Theresa May não conseguiu cumprir, foi o que impulsionou a grande vitória eleitoral de Johnson em dezembro de 2019, quando arrebatou do Partido Trabalhista boa parte dos redutos operários no norte da Inglaterra, vítimas da desindustrialização. Ele prometeu acabar com a grande desigualdade que distancia cada vez mais a rica Londres do restante do país, mas a pandemia prejudicou seus planos e ele foi obrigado a destinar bilhões de libras para mitigar seus efeitos, sem conseguir investir em escolas, infraestruturas e comunicação. Também é um teste para o líder da oposição trabalhista, Keir Starmer, cujo partido enfrenta as urnas pela primeira vez desde que ele assumiu o comando da formação em abril de 2020, após a derrota histórica derrota de seu antecessor Jeremy Corbyn em 2019. "Lutamos por cada voto", declarou Starmer, que prometeu recuperar a esquerda britânica, apesar das dificuldades. "Independente do resultado, assumirei a responsabilidade", disse. Os trabalhistas parecem ter garantida a vitória na multiétnica e cosmopolita Londres, onde Sadiq Khan, de origem paquistanesa, primeiro prefeito muçulmano de uma capital ocidental, deve superar o rival conservador, o britânico de origem jamaicana Shaun Bailey. Veja os vídeos mais assistidos do G1

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Na decisão, o juiz afirma que há 'risco sério e concreto' do prefeito incinerar documentos públicos que comprovem atos de corrupção. O caso já foi destaque no Bom Dia Brasil. Sydnei Pereira, prefeito de Anajatuba Reprodução/TV Mirante A Justiça determinou o afastamento do atual prefeito Sydnei Pereira (PCdoB) em Anajatuba, a 137 km de São Luís. Ele é suspeito em diversos processos por desvios de dinheiro público que são alvos de investigações federais. Na decisão, o juiz Bruno Chaves de Oliveira afirma que há evidências de simulação, favorecimento e até mesmo a falta de formalidade legal em contratos da prefeitura. O juiz cita ainda um relatório da Controladoria Geral da União (CGU) que aponta superfaturamento de itens que estavam em contratos, mas não foram entregues para a prefeitura. O relatório indica também: Pesquisa de preços fictícia Falta de notas fiscais Abastecimento de veículos que não estavam autorizados a prestarem serviço na área da saúde Combustível com preços superiores aos de mercado Aquisição de combustível sem comprovar a sua destinação Contratação de empresas fornecedoras sem a necessária qualificação técnica Alteração da quantidade de veículos de transporte de pacientes (24 veículos supostamente foram utilizados para o transporte de pacientes para São Luís/MA, porém os pacientes só eram transportados em uma Van) Ausência de indicação da placa dos veículos supostamente abastecidos Motocicletas abastecidas com quantidade de litros acima da capacidade do tanque Notas fiscais sem a placa do veículo abastecido e sem assinatura do condutor Utilização de posto de combustível não contratado para o abastecimento da frota municipal Atestado de capacidade técnica com fortes indícios de conteúdo falso Pagamento indevido a fornecedor por materiais de construção não comprovadamente entregues ou efetivamente utilizados em ações de saúde Contratação de empresas sem capacidade operacional Contratos simulados de locação de veículos Despesas de manutenção dos veículos por conta de seus proprietários Ausência de identificação do beneficiário final das despesas Em outro momento, o magistrado explica a principal motivação para o afastamento do atual prefeito. Segundo Bruno Chaves, há 'risco sério e concreto' de que Sydnei Pereira e sua gestão ainda possam, nesses últimos dias do seu mandato, destruir o que ainda restou nos arquivos públicos do município, como documentos dos procedimentos licitatórios e contratações que fazem parte das investigações contra ele. Em 2018, o Ministério Público do Maranhão já havia pedido o afastamento do prefeito de Anajatuba. Na época, o promotor Carlos Augusto Soares afirmou: “Há um número muito grande de notícias de irregularidades sendo investigados. O que se observa é que o gestor está utilizando de artifícios para impedir a elucidação desses casos e o afastamento dele é necessário”, declarou Carlos Augusto Soares, Promotor de Justiça de Anajatuba. Investigações federais sobre supostos desvios de dinheiro público em Anajatuba são destaque no Bom Dia Brasil Sidney Pereira e Helder Aragão Em 2015, Sidney Pereira denunciou por corrupção o então prefeito do qual ele era vice, Helder Aragão. O prefeito foi afastado e ele assumiu a Prefeitura. Sydnei foi reeleito em 2016 e passou a enfrentar denúncias até da Câmara Municipal, onde um vereador do mesmo partido chegou a entrar com oito representações em órgãos de fiscalização. O caso foi destaque no Bom Dia Brasil. “O que mais me deixa triste é que o gestor atual anda fazendo as mesmas coisas que o outro estava fazendo", contou Lauro Sousa, vereador do PCdoB. Nas eleições de 2020, Helder Aragão venceu e vai assumir a prefeitura a partir de janeiro de 2021. Mesmo sendo do mesmo partido, o vereador Lauro Sousa já entrou com oito representações contra o prefeito de Anajatuba Reprodução/TV Mirante Investigações Constam nas investigações, o fechamento de escolas por falta de dinheiro e milhões de reais gastos em licitações suspeitas. No campo da educação, a Prefeitura de Anajatuba cortou o transporte escolar em alguns povoados por causa da situação das estradas. Condições de estradas em Anajatuba fizeram a Prefeitura cortar o transporte escolas em povoados Reprodução/TV Mirante A atual gestão também chegou a fechar 21 escolas, de acordo com o Sindicato dos Professores. Antes haviam 55 escolas na cidade. Em 2018, a prefeitura justificou o fechamento pela falta de recurso para manter os professores. Buraco em parede ao lado do quadro negro em escola de Anajatuba Reprodução/TV Mirante Malharia ‘ Maria dos Milagres’ Os contratos com uma malharia de São Luís também são alvo de investigação. Entre 2016 e 2017, a malharia Maria dos Milagres Sousa Moreira Aquinho vendeu R$ 410 mil à Prefeitura de Anajatuba em artigos esportivos e brinquedos. Só em 2017 foram R$ 321 mil pagos à malharia, segundo o Tribunal de Contas do Estado. No ano passado foram pagos R$ 321mil à malharia 'Maria dos Milagres', segundo o TCE, em artigos esportivos e brinquedos.. Reprodução/TV Mirante Entre os itens vendidos estão bolas, chuteiras, redes de vôlei, 30 pares de rede oficial de campo de futebol. Mas o principal campo da cidade não tinha trave e estava coberto pelo mato. Nos povoados do interior as pessoas disseram que nunca viram artigos de esporte. Em nota, a malharia 'Maria dos Milagres' disse que participou da licitação com seriedade e responsabilidade e que está à disposição da Justiça para prestar qualquer esclarecimento. Brunopel Outros pagamentos que chamaram a atenção foram os recebidos pela autopeças Brunopel, que recebeu R$ 455 mil com vendas de peças para carros de Anajatuba em 2016. Em 2017, a autopeças também recebeu R$ 8,4 milhões do município de Anajatuba em peças e locação de veículos. Na cidade, órgãos públicos como o Conselho Tutelar reclamavam que não tinham carro pra trabalhar. "A gente solicita às vezes o apoio da polícia quando é emergência e quando não a gente está esperando a solução para continuar com o nosso trabalho", contou Telmo Lopes, coordenador-geral do Conselho Tutelar da cidade de Anajatuba. Autopeças Brunopel recebeu R$ 8,4 milhões de Anajatuba em peças e locação de veículos, segundo o TCE Reprodução/TV Mirante Entre os sócios da Brunopel está uma mulher descrita como Rosalina Pereira Silva, que é ex-mulher de um doador de campanha de Sydnei Pereira chamado Cosme Pereira de Souza, que doou R$ 2.500 na campanha. Ela foi procurada pela reportagem, mas não se conseguiu contato. Cosme também é tio da então secretária de administração do município, Pollyana Lisboa. Ela negou ligações da família dela com o prefeito. “Não temos nenhuma ligação com o Prefeito, a não ser a empresa que concorreu, ganhou e nem faz parte mais da Prefeitura", disse a secretária de administração de Anajatuba, Pollyana Lisboa. Cosme Pereira também era dono de um carro de luxo avaliado em mais de 120 mil reais, que o prefeito da cidade usava no dia-a-dia. O prefeito diz que o carro que ele usava era alugado e Cosme Pereira não foi encontrado. "Ele tinha o contrato de locação de veículo. Então ele me alugou esse carro para o gabinete. Aí quando ele perdeu o contrato, a empresa que ganhou o contrato comprou o carro dele e permaneceu o aluguel. Ele continua sendo alugado o carro", respondeu o prefeito Sydnei Pereira. Apesar do que consta no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Sydnei Pereira negou que Cosme tenha sido doador de campanha e diz que contratou a sobrinha de Cosme como secretária por causa da competência dela. "Essa menina eu conheci ela na empresa dele com relação ao processo que eles tinham com a gente de fornecimento e ela se mostrou, à epoca, muito eficiente", afirmou o Prefeito. Consulta no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) indica que um homem chamado Cosme Pereira foi doador de campanha de Sydnei Pereira Reprodução/TV Mirante O prefeito diz ainda que não pagou os oito milhões à autopeças em 2017, apesar dos valores constarem na prestação de contas do município, junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) como pagos. "Não tem nem como uma prefeitura no porte de Anajatuba pagar nem a metade disso aí", afirmou o prefeito. Procurador Jairo Cavalcanti explicou que é considerado pagamento quando um documento chega ao TCE e há comprovação de transferência bancária, como um dos exemplos. Reprodução/TV Mirante Entretanto, o procurador de contas do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Jairo Cavalcanti, explicou como funcionam a comprovação de pagamentos e diz que o valor foi realmente pago. "Quando o documento chega aqui sendo comprovado que houve transferência bancária.... um recibo ou um cheque em favor do credor... nós consideramos que esse valor foi efetivamente pago", asseverou o procurador. Uso do dinheiro público é alvo de investigações federais na Prefeitura de Anajatuba, no Maranhão

Empresa foi investigada pelo MPMG em 2016 quando empresários e políticos foram presos. Parte do acordo será destinada à UEMG e restante vai para o Estado; G1 procurou os envolvidos. Parcela de R$ 10,2 milhões será destinada ao custeio de projetos da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), de Frutal Ascom/Unesco-Hidroex Um grupo empresarial português firmou acordo para pagamento de R$ 20,9 milhões em medidas compensatórias apuradas pela Operação “Aequelis”, que investiga o desvio de recursos públicos destinados a Fundação Centro Internacional de Educação, Capacitação e Pesquisa Aplicada em Águas (Hidroex) para a construção do Complexo Cidade das Águas, em Frutal. O acordo foi firmado com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Controladoria-Geral do Estado (CGE-MG) e a Advocacia-Geral do Estado (AGE). A informação foi divulgada pelo MPMG na última segunda-feira (10). Os valores já foram depositados. O nome do grupo empresarial não foi divulgado na publicação do órgão, que reforçou que não fornece contatos de partes em procedimentos. Na época da operação, desencadeada em 2016, empresários e políticos foram conduzidos pela polícia durante cumprimento de mandados de prisão em cidades no interior de Minas Gerais e São Paulo. Foram encontrados indícios de superfaturamento em vários contratos (relembre mais abaixo). Segundo o MPMG, R$ 4,7 milhões são referentes ao ressarcimento do dano causado ao Estado. Outros R$ 10,2 milhões se referem a danos morais coletivos. No acordo, constam, ainda, R$ 4,7 milhões como pagamento de multa civil, e R$ 1,2 milhão de transferência não onerosa. “Sem abrir a mão da punição àqueles que cometeram os ilícitos, a solução leva benefícios imediatos aos que foram prejudicados pelos crimes. Esse é um ponto em que insistimos desde o início e que continuaremos a reforçar”, disse o procurador-geral de Justiça de Minas Gerais, Antônio Sérgio Tonet. Destinação Uma parcela de R$ 10,2 milhões será destinada ao custeio de projetos da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), de Frutal. Já o restante será destinado aos cofres do Estado. Conforme o Ministério Público, o acordo firmado se refere a uma das ações ajuizadas por improbidade administrativa, e interfere em outras ações penais em curso na Justiça Federal. Réus que ainda não firmaram acordo continuam respondendo o processo. A Fundação Hidroex foi extinta em 2016. Promotoria de Frutal O G1 entrou em contato com o MPMG para saber qual a quantia de dinheiro público desviada e se, além do impacto financeiro, houve impacto ambiental. Sobre isso, a Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Frutal informou, nesta quinta-feira (13), que o valor estimado de dinheiro público desviado segundo a apuração do Ministério Público foi de R$ 4.758.136,00. Sobre os danos gerados ao Estado – citados no acordo – a promotoria afirmou que não têm qualquer aspecto ambiental, sendo exclusivamente no âmbito da tutela do patrimônio público. Valores depositados Foi informado também que os valores do acordo foram depositados em conta judicial nos autos da ação, em trâmite pela 2ª Vara Cível da Comarca de Frutal e serão gastos nos termos de acordo com solicitação específica e autorização judicial. UEMG Ainda segundo a promotoria, em relação ao montante destinado à UEMG Frutal, relativos aos danos morais coletivos, foi designada pela 3ª Promotoria de Justiça de Frutal uma reunião na próxima segunda-feira (17) com a Diretoria da unidade e com a Comissão pró-UEMG Frutal. O encontro vai contar com representantes dos estudantes, dos professores, dos servidores e da sociedade civil frutalense para discutir as prioridades a serem atendidas e como ocorrerá a fiscalização por parte do MPMG, que encaminhará também para análise da CGE. Operação "Aequalis" A Operação "Aequalis" foi deflagrada em maio de 2016. No dia 20 de setembro do mesmo ano, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, sancionou a lei que extinguiu a Fundação Hidroex, investigada pelo MPMG por suspeita de envolvimento e desvio de verbas públicas. A operação encontrou indícios de superfaturamento em vários contratos, dentre eles o de venda de equipamentos. O ex-secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, entre 2012 e 2014, Nárcio Rodrigues (PSDB), e outras 14 pessoas foram acusadas de organização criminosa, fraude em licitação, obtenção de vantagem indevida, lavagem de dinheiro, peculato e obstrução. Cidade das Águas foi projeto para ser um centro internacional de pesquisa Ascom/Unesco-Hidroex A Hidroex desenvolvia em Frutal o Complexo Cidade das Águas, que começou a ser construído em 2012 e teria mais de 1 milhão de m². O local foi projetado para se tornar um centro internacional de pesquisa, com foco na conservação do patrimônio hidrológico da América Latina e das nações africanas de língua portuguesa. Com a extinção da Hidroex, a Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) assumiu as responsabilidades e obrigações da fundação quanto aos programas, projetos, contratos e convênios celebrados. O mesmo ocorreu com os bens imóveis, que foram revertidos ao patrimônio do Estado, cabendo à Secretaria de Fazenda (SEF) proceder a destinação. Irregularidades na Hidroex Uma auditoria da Controladoria-Geral de Minas Gerais apontou, em abril de 2016, suposto dano aos cofres públicos devido a irregularidades na obra do Complexo Cidade das Águas durante o governo de Antonio Anastasia (PSDB). A auditoria da controladoria aponta que houve prejuízo de cerca de R$ 9,8 milhões aos cofres públicos.

Espetáculo será no dia 30 de setembro, no Teatro das Bacabeiras. Apresentação aposta na interação com o público para garantir risadas. Comediante Carlinhos Maia se apresentará pela primeira vez em Macapá no dia 2 de setembro Divulgação O alagoano Carlinhos Maia é um dos fenômenos das redes sociais, somando quase 10 milhões de seguidores no Instagram e Facebook. Conhecido pelos vídeos bem humorados, o artista estará no Amapá pela primeira vez no dia 30 de setembro, às 20h, no Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá. O show havia sido marcado para o dia 2 de setembro, mas, por problemas de saúde da mãe dele, o artista anunciou o adiamento da apresentação através das próprias redes sociais. A organização do evento informou que os ingressos comprados anteriormente serão válidos para a nova data. A devolução do ingresso também está sendo feita. Maia se destacou na internet falando do seu dia a dia e assuntos cotidianos com irreverência, além de mostrar a convivência com os vizinhos na vila onde mora, na cidade de Penedo, em Alagoas. No show "Mas, Carlos!", que será apresentado na capital, o artista relata vários momentos de sua trajetória, até o sucesso com vídeos na web. Ele aposta na interação com o público para garantir risadas. Outro característica do show é que Maia conta, de forma bem humorada, um pouco sobre a vida de "digital influencer", que é uma espécie nova de celebridade. Marlon Santos, produtor do espetáculo, comenta que Maia é, atualmente, um dos maiores fenômenos das redes sociais e que o novo show dele é um dos mais procurados do país. "A motivação para trazer o Carlinhos [Maia] para Macapá é bem simples, ele está bombando nas redes sociais e todo mundo no país quer conhecer mais sobre ele, o que é justamente o que será apresentado no espetáculo", falou. Para garantir os ingressos antecipados, que custam de R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia). Serviço Espetáculo 'Mas, Carlos!' Data: 30 de setembro (domingo) Local: Teatro das Bacabeiras Hora: 20h Ingressos: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) Informações: (96) 98138-0887 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

'Linda Rosa', 'João de Barro' e 'Shimbalaiê' fazem parte do repertório. Evento será realizado no dia 1º de setembro num espaço cultural na Zona Central de Macapá. Apresentação está marcada para o dia 1º de setembro, em um espaço cultural em Macapá Michele Maycoth/Arquivo Pessoal Interpretando sucessos de Maria Gadú, uma das relevações da MPB, a cantora amapaense Michele Maycoth prepara um show que promete embalar os apaixonados. A apresentação está marcada para o dia 1º de setembro, a partir das 20h, em um espaço cultural na Zona Central de Macapá. Com uma apresentação predominantemente acústica e intimista, a cantora espera estar mais próxima do público, principalmente para cantar junto com ela sucessos como "Linda Rosa", "João de Barro", "A História de Lilly Braun" e "Shimbalaiê". De acordo com a produção do show, Michele tocará durante mais de uma hora e também haverão participações especiais, entre elas, Alexandre Moraes, Erick Pureza e Nitai Silva. Os ingressos podem ser adquiridos em dois postos de vendas na Zona Central da capital e com a produção do show ao preço inicial de R$ 10. Sucessos como 'Linda Rosa', 'João de Barro' e 'Shimbalaiê' não vão ficar de fora do show Divulgação Serviço Michele Maycoth canta Maria Gadú Data: 1º de setembro (sábado) Hora: 20h Local: Quintal Walô 54 (Avenida José Antônio Siqueira, 1212, bairro Jesus de Nazaré) Ingressos: R$ 10 (1º lote) Postos de vendas: Norte Rock (Villa Nova Shopping); Quintal Walô 54 Informações e compra de ingressos: (96) 98142-0743 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Mostra reúne 27 imagens do fotógrafo Floriano Lima. Vernissage acontece no dia 24 de agosto no Sesc Centro, em Macapá. Visitações seguem até 20 de setembro. Mostra 'Minha Aldeia' busca evidenciar as belezas escondidas na simplicidade da vida no Amapá Floriano Lima/Divulgação Com fotos de paisagens, cartões-postais e até mesmo de trabalhadores à beira do Rio Amazonas, o fotógrafo Floriano Lima reúne 27 imagens que retratam o cotidiano amapaense na exposição "Minha Aldeia". A mostra ficará aberta ao público de 27 de agosto a 20 de setembro, na unidade Centro do Serviço Social do Comércio (Sesc), em Macapá. O fotógrafo define não existir um tema específico na exposição, condição que deu a ele liberdade para retratar desde as fotos mais "clichês", até imagens comuns do dia a dia. "Sempre gostei de fotografar nossos cartões postais porque eles são muito bonitos e únicos. Então, por mais 'batidas' que pareçam, eles fazem parte da proposta da exposição", adiantou. Dormir na rede, trabalhar com embarcações ou até mesmo o céu no fim de tarde são inspirações para o fotógrafo, que diz buscar evidenciar as belezas escondidas na simplicidade. Todas as imagens foram feitas entre 2016 até este ano. Elas compõem fases da profissão de Floriano Lima, de 56 anos, que iniciou a fazer "clicks" aos 17. "Essas fotos são recentes e fazem parte da minha carreira profissional. Apesar de fotografar desde a adolescência, quando ganhei minha primeira câmera fotográfica, trabalho profissionalmente na área há cerca de 5 anos", contou. A vernissage da exposição acontece no dia 24 de agosto, às 19h público poderá prestigiar a mostra de segunda a sexta-feira, no horário das 9h às 11h e das 15 às 17h. Serviço Exposição fotográfica "Minha Aldeia" Data: vernissage 24 de agosto; visitações de 27 de agosto a 20 de setembro Hora: abertura 19h; visitações das 9h às 11h e das 15h às 17h Local: Sesc Centro Entrada: gratuita Fotógrafo reuniu 27 imagens para a mostra que acontece até o dia 20 de setembro Floriano Lima/Divulgação Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Espetáculo está marcado para os dias 16 e 17 de agosto, no Teatro das Bacabeiras. Adaptação amapaense vai regionalizar história original que é inglesa. Peça teatral 'Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado' será nos dias 16 e 17 de agosto, em Macapá Google Inspirada na peça londrina que contou os acontecimentos 19 anos depois de "Harry Potter e as Relíquias da Morte", um grupo amapaense de teatro propõe uma adaptação do espetáculo que virou sucesso no Reino Unido e bateu recorde de bilheteria na Broadway. A apresentação acontece nos dias 16 e 17 de agosto, às 20h, no Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá. Intitulado "Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois", a peça do grupo "O Beco Teatral e o Projeto Literar Amapá" segue a estrutura do espetáculo londrino, com os protagonistas da saga mais velhos e focando a aventura nos filhos do feiticeiro. De acordo com um dos diretores da peça, Iury Laudrup, o trabalho foi regionalizado. "Nosso trabalho é adaptar, uma vez que a peça original tem mais de 5 horas de duração. Então, encurtamos a história e regionalizamos o roteiro para que nossa peça tenha sua própria identidade", ressaltou. O espetáculo amapaense conta com oito personagens no elenco principal e 12 pessoas na produção e terá uma hora e meia de duração. Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos antecipadamente em três postos de vendas na Zona Central da capital, ao preço de R$ 15 + um quilo de alimento não perecível. História A montagem teatral continua a história de Harry Potter de onde o sétimo e último volume da saga de J.K. Rowling parou, com um enredo envolvendo um Harry adulto e o seu filho do meio, Alvo Severo. Ele também é pai de Tiago Sirius, o mais velho, e de Lília Luna, a caçula. Agora, Potter é um funcionário sobrecarregado de trabalho no Ministério da Magia, com três crianças em idade escolar. Ele "lida com um passado que se recusa a ficar no lugar ao qual pertence", diz um texto sobre a peça. Enquanto isso, Alvo, assim chamado em homenagem ao antigo diretor de Hogwarts e mentor de Harry, Alvo Dumbledore, se esforça para lidar com o peso do legado da família. Serviço "Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois" Datas: 16 e 17 de agosto Local: Teatro das Bacabeiras (Rua Cândido Mendes, 1087 – Centro) Ingressos: R$15 + um quilo de alimento não perecível Postos de Venda: Livraria Acadêmica (Macapá Shopping - Piso L2); Amapanime Space (Avenida Vereador Orlando Pinto, Nº: 640F - Santa Rita); Parada do Cachorro Quente (Rua Odilardo Silva, Nº: 2289 - Centro) Informações: (96) 98128-4949 / (21) 96979-6812 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Valores dos meios disponíveis na cidade variam de R$ 4,05 a R$ 15. Preço do transporte coletivo varia de acordo com forma de pagamento e para comunidades rurais TV Integração/Reprodução Quem mora em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas, e precisa se locomover conta, atualmente, com três empresas de aplicativos, ônibus, taxis e mototaxis à disposição. Mas, destas, qual a mais barata? O G1 fez um levantamento com todos os tipos de transporte disponíveis na cidade. Com base em uma viagem de dois quilômetros, o usuário gasta entre R$ 4,05, caso opte por ir de ônibus, a R$ 15 caso faça o trajeto em um táxi ou em dos aplicativo disponíveis na cidade. Ônibus Segundo a Prefeitura, o meio de transporte mais utilizado no município é o transporte público, que tem cerca de 80 mil usuários por dia. O valor das passagens, no entanto, varia. Atualmente, o transporte público municipal custa R$ 4,05 para pagamento em dinheiro e R$ 3,60 para pagamento via cartão de vale-transporte. Segundo a Prefeitura, a frota é de 153 ônibus na cidade. Destes, 144 fazem viagens diárias e outros nove funcionam como veículos reservas. Para as comunidades rurais, o preço varia de acordo com a distância da comunidade ao centro da cidade. Veja na tabela os preços: Preços de ônibus para comunidades rurais em Divinópolis Táxis e Mototáxis Segundo a Associação dos Taxistas de Divinópolis, o número de motoristas não acompanha o tamanho da população. Atualmente, existem 90 taxistas no município espalhados em pontos estratégicos da cidade como no Centro, rodoviária e próximo à supermercados. A associação, no entanto, afirma que os pontos são insuficientes e bairros mais afastados também deveriam ter a presença dos veículos. Atualmente, uma corrida do Centro até o bairro Niterói, com cerca de dois quilômetros de distância, custa, em média, R$ 15 dependendo da bandeira. Valor médio do táxi em Divinópolis para corrida de 2 km é de R$ 15 Reprodução/TV Integração Deste valor, R$ 4,50 são impostos que devem ser repassados ao município – o valor é, também, o valor inicial registrado no taxímetro, segundo a associação. O serviço de mototáxi foi regulamentado em agosto do ano passado e atualmente, segundo a Prefeitura, cerca de 60 mototaxistas atuam nas quatro empresas regularizadas no município. O preço das corridas, no entanto, é calculado pelos próprios motoristas e não é tabelado. Usando como parâmetro a distância levantada com o táxi, três mototaxistas da cidade afirmaram valores distintos para a corrida: o primeiro disse ao G1 que cobraria R$ 5. O segundo, R$ 7 e o terceiro cobraria R$ 10 pela corrida. Segundo a Prefeitura, a diferença é considerada normal porque os gastos do mototaxista varia de acordo com o tipo de moto conduzida por ele e, diferentemente dos táxis, o serviço não possui um valor mínimo estipulado. Mototáxi também apresenta variação no preço Reprodução/Tv Integração Aplicativos A cidade conta, ainda, com três opções de transporte por aplicativo: Uber, Go Car e Uper 7. Para usar o serviço, o usuário deve instalar os respectivos aplicativos em seu smartphone. Segundo um dos proprietários do Go Car, Bruno Alvim, a tarifa do serviço é cerca de 25% menor do que a cobrada pelos táxis. Atualmente, a empresa conta com cerca de 20 veículos pela cidade. No trajeto entre o Centro e o Bairro Niterói, por exemplo, a corrida ficaria em R$ 7. A Uper 7, empresa fundada em 2009, afirmou contar com cerca de 30 veículos cadastrados na cidade. Destes, a tarifa básica dos taxistas é mantida e cobra-se entre R$ 2,17 e R$ 2,50 por quilômetro, dependendo do tipo de veículo solicitado. O valor estimado pelo aplicativo no trajeto escolhido pelo G1 apontou o mesmo preço do táxi. A Uber, por sua vez, informou, por meio da assessoria, que divulga somente dados estaduais. Segundo a empresa, em Minas Gerais atualmente existem 35 mil motoristas atuando pelo aplicativo. Um motorista que faz corridas pelo aplicativo da Uber em Divinópolis, e que pediu para não ser identificado, revelou ao G1 que existe um grupo de mensagens instantâneas com os motoristas da empresa na cidade e que, atualmente, existem cerca de 60 pessoas. No trajeto calculado pela reportagem, a corrida ficaria em R$ 6,75. Contudo, o motorista alerta que o preço varia conforme o horário e a demanda dos usuários. Com relação ao transporte particular, Divinópolis conta atualmente com cerca de 125 mil veículos - uma média de dois habitantes por veículo.

Dupla Epaminondas Gustavo e Adilson Alcântara apresentam ‘Agora é que são Eles’, na sexta-feira (3), no Teatro das Bacabeiras. Lançamento de livros também marcam visita dos humoristas ao AP. Epaminondas Gustavo (com a bandeira) e Adilson Alcântara no show 'Agora é que são Eles’ Divulgação Histórias engraçadas de ribeirinhos que vivem no interior do Pará inspiraram o repertório de “Agora é que são Eles”, novo show de humor da dupla paraense Epaminondas Gustavo e Adilson Alcântara. A apresentação do espetáculo acontece na sexta-feira (3), no Teatro das Bacabeiras, em Macapá. Com o sotaque típico da região, o personagem Epaminondas Gustavo, interpretado pelo ator Cláudio Rendeiro, conta aventuras, reclamações, desavenças, conselhos e fatos de comunidades que vivem às margens de rios. A apresentação teatral é acompanhada por canções de Alcântara. Além de ator, Rendeiro é juiz do Tribunal de Justiça do Pará. Ele caracterizou o protagonista do show de humor como um morador de São Caetano de Odivelas, cidade natal do magistrado, com linguajar “caboco” e cheio de expressões. Alcântara é um artista paraense com 25 anos de carreira como cantor, compositor, humorista e produtor cultural. Ele é o responsável por equilibrar o humor com a paródia, que também faz parte da vida dos ribeirinhos, e conta as piadas com ritmo e acompanhado por um violão. A dupla fez uma apresentação em Macapá em maio, lotou o teatro e quer repetir a experiência na capital. Espetáculo leva histórias hilárias da região ribeirinha do Pará Divulgação Livros e palestra Um dia antes da apresentação no Teatro das Bacabeiras, os humoristas vão fazer o lançamento dos livros “Sátira de um Ribeirinho”, que traz crônicas e histórias no olhar de Cláudio Rendeiro, e “Lírica Ribeirinhas e Outras Margens”, com o lado poético do artista. O lançamento dos livros é gratuito acontece após uma palestra-show voltada para alunos do curso de direito, no auditório do Sebrae em Macapá. Serviços Palestra-show para estudantes de direito Data: 2 de agosto (quinta-feira) Hora: 19h Local: Auditório do Sebrae (Av. Ernestino Borges, 740 - Laguinho) Entrada: R$ 20 Lançamento dos livros Data: 2 de agosto (quinta-feira) Hora: 20h30 Local: Auditório do Sebrae Entrada: franca Show de humor 'Agora é que são Eles' Data: 3 de agosto (sexta-feira) Hora: 20h Local: Teatro das Bacabeiras Ingresso: R$ 30 Informações: (96) 98139-9346 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Cidade de Pacaraima, em Roraima, tem abrigo público, mas ele é só para índios venezuelanos. Sem ter para onde ir, famílias inteiras estão vivendo às margens da BR-174, que liga os dois países. Angélia Aguilera, 18, e o filho de 2 anos ao lado da barraca em que estão vivendo há cerca de 1 mês; 'Na rua é muito frio' Inaê Brandão/G1 RR Venezuelanos estão vivendo em acampamentos improvisados em Pacaraima, no Norte de Roraima, na fronteira do Brasil. Um deles fica às margens da BR-174, rodovia que liga o país a Venezuela, e tem pelo menos 30 famílias. Conforme a prefeitura, a cidade tem uma média de 1,5 mil imigrantes em situação de rua - o equivalente a 22% da população local, que é de cerca de 15 mil habitantes. O município possui um abrigo público, mas ele é exclusivo para imigrantes indígenas. Procurada, a Força Tarefa Logística Humanitária, criada pelo Governo Federal para lidar com a imigração, informou que está em implantação um novo abrigo para não-índios na fronteira. Chamado de BV8, ele terá capacidade para 500 pessoas. No acampamento às margens da rodovia, famílias inteiras estão morando em barracas de camping e estruturas improvisadas com lonas, madeiras e até papelões. As estruturas são cobertas por plástico para proteger da chuva, comum neste período do ano. Na madrugada, a temperatura chega aos 16º C. A jovem Angélia Aguilera, de 18 anos, está no Brasil há um mês. Ela, o marido e o filho Elieser, de um ano, vivem nas ruas de Pacaraima desde então. "Aqui na rua é muito frio. Nunca imaginei que ia passar por isso", lamentou Angélia. A família saiu de Maturin, a 785 Km de Pacaraima, e conta a mesma história que outros milhares de venezuelanos que buscam refúgio no Brasil. "Vim porque na Venezuela não tem trabalho, comida e remédio. Não tem nada", disse Angélia, acrescentando que no país a família se alimentava apenas de mandioca e sardinha. O esposo trabalhava em uma empresa multinacional, mas o salário - corroído pela inflação diária de 2,8% - perdeu o poder de compra. Por isso, ele largou o trabalho há dois meses e a família resolveu tentar a vida no Brasil, onde busca trabalho. "A vida aqui está um pouco difícil porque não conseguimos dinheiro. Meu marido vende café na rua e não dá para quase nada. Mas dá para comer, sobreviver. Pelo menos temos comida", disse. O objetivo da família é chegar até Manaus. Luiz Sereño, 20, colocou bandeiras do Brasil na barraca improvisada: 'é uma homenagem ao país que me acolheu' Inaê Brandão/G1 RR O jovem Luiz Sereño, de 20 anos, também se mudou para o Brasil fugindo da crise econômica e política da Venezuela. Na barraca improvisada onde mora, o jovem colocou duas bandeiras do Brasil e disse que elas são uma homenagem ao país que o acolheu. "A bandeira representa a união. O Brasil nos recebeu como irmãos e sou grato", afirmou. Em Pacaraima, Luiz trabalha lavando carros. O dinheiro que consegue manda para a filha de três anos que ficou na terra natal. "A Venezuela tem muitos recursos naturais, mas já estamos cansados de passar fome. Tenho uma filha e chorava quando via ela comendo só manga". Na rua, os imigrantes cozinham em latas de tintas e, muitas vezes, dependem de doações de moradores para se alimentar. Sem lugar para se higienizar, aqueles que não possuem entre R$ 1 e R$ 4 para pagar um estabelecimento comercial para usarem o banheiro ficam sem banho e precisam fazer as necessidades em uma região de mata, na outra margem da rodovia. Imigrantes fazem comida em fogões improvisados Inaê Brandão/G1 RR Crise migratória Nos primeiros seis meses deste ano, mais de 16 mil venezuelanos pediram refúgio em Roraima, segundo a Polícia Federal. O número já é 20% maior do que o registrado em todo o ano de 2017, quando foram recebidas pouco mais de 13,5 mil solicitações. Nos últimos 18 meses, 128 mil venezuelanos que entraram no Brasil pela fronteira de Pacaraima (RR), mas destes, 31,5 mil, voltaram para a Venezuela pelo mesmo caminho, e os outros 37,4 mil saíram do país de avião ou por outras fronteiras terrestres. O Exército Brasileiro calcula que a média de entrada de venezuelanos em Roraima nos últimos cinco meses foi de 416 pessoas ao dia. Ainda não há números precisos sobre a quantidade exata de venezuelanos vivendo em Roraima, mas um levantamento da prefeitura de Boa Vista apontou que, só na capital, há 25 mil moradores venezuelanos – o equivalente a 7,5% da população local, que é de 332 mil habitantes. Desses, pelos menos 65% estão desempregados. Atualmente o estado conta com dez abrigos públicos, totalizando cerca de 4,6 mil pessoas, seis deles abertos só neste ano. Mesmo assim, ainda há venezuelanos em situação de rua em 10 dos 15 municípios do estado. Além disso, 820 imigrantes já foram levados em voos da Força Aérea Brasileira (FAB) para São Paulo, Manaus, Cuiabá, Brasília, Rio de Janeiro, Igarassu (PE) e Conde (PB) no chamado processo de interiorização, que consiste em distribuir venezuelanos recém-chegados a Roraima para outros estados do país. Acampamento foi montado às margens da BR-174 Inaê Brandão/G1 RR Initial plugin text

Nos pontos de atendimento serão oferecidos alimentação, camas, escalda-pés, massagens e atendimento médico 24h até o dia 13 de agosto. Reprodução/TV Integração Os pontos de apoios aos romeiros começam a funcionar a partir desta sexta-feira (27) às margens da BR-365, km 439, após o trevo de Santa de Patos, em Patos de Minas. Serão oferecidos sanitários, camas, água e refeições durante 24h até o dia 13 de agosto. As Delegacias da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Patos de Minas e Uberlândia, realizarão a “Operação Romaria”, e a partir do dia 27 de julho haverá grupos dedicados à fiscalização de trânsito e do radar móvel na BR-365. Os romeiros terão direito a alimentação completa com café, leite, suco, pão e frutas, almoço, atendimento de saúde, além de escalda-pés, massagem e chuveiros. O Dia de Nossa Senhora da Abadia, padroeira do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, é celebrado no dia 15 de agosto e os fiéis católicos saem a pé até a cidade de Romaria como forma de agradecer ou cumprir alguma promessa.

Banana nanica, bezerro de corte e alface convencional também foram cotados. Valores se referem a preços pagos diretamente ao produtor. Veja quanto custa o preço do quilo do pirarucu em várias cidades Toni Mendes/ TG A Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) realizou, entre os dias 16 a 20 de julho, a pesquisa de preços dos produtos agrícolas vendidos no estado. A cotação se refere ao valor pago diretamente ao produtor agrícola, nas unidades produtivas. Confira abaixo a lista de alguns itens: Peixe Pirarucu (quilo) Preço médio: R$ 9,36 Porto Velho: R$ 11,00 Guajará-Mirim: R$ 10,00 Ariquemes: cotação não informada Jaru: R$ 8,00 Rolim de Moura: R$ 7,40 Machadinho D'Oeste: R$ 10,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 9,00 Ji-Paraná: R$ 11,00 Colorado do Oeste: R$ 8,50 São Miguel do Guaporé: cotação não informada Costa Marques: cotação não informada Cacoal: cotação não informada Vilhena: cotação não informada Pimenta Bueno: cotação não informada Banana Nanica/ Nanicão (quilo) Preço médio: R$ 1,88 Porto Velho: R$ 2,00 Guajará-Mirim: R$ 1,80 Ariquemes: R$ 2,00 Jaru: R$ 2,00 Rolim de Moura: R$ 1,30 Machadinho D'Oeste: R$ 2,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 2,00 Ji-Paraná: R$ 2,00 Colorado do Oeste: R$ 2,00 São Miguel do Guaporé: 2,00 Costa Marques: 1,50 Cacoal: R$ Cotação não divulgada Vilhena: R$ Cotação não divulgada Pimenta Bueno: R$ 2,00 Bezerro de corte (cabeça) Preço médio: R$ 960,71 Porto Velho: R$ 950,00 Guajará-Mirim: R$ 900,00 Ariquemes: R$ 950,00 Jaru: R$ 1.000,00 Rolim de Moura: R$ 1.100 Machadinho D'Oeste: R$ 1.000,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 1.000,00 Ji-Paraná: R$ 950,00 Colorado do Oeste: R$ 1.000,00 São Miguel do Guaporé: 720,00 Costa Marques: R$ 900,00 Cacoal: R$ 980,00 Vilhena: R$ 1.000,00 Pimenta Bueno: R$ 1.000,00 Alface convencional (maço) Preço médio: R$ 1,80 Porto Velho: R$ 1,50 Guajará-Mirim: R$ 2,00 Ariquemes: R$ 2,00 Jaru: R$ 1,50 Rolim de Moura: R$ 1,50 Machadinho D'Oeste: R$ 2,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 2,00 Ji-Paraná: R$ 1,00 Colorado do Oeste: R$ 2,00 São Miguel do Guaporé: 2,00 Costa Marques: R$ 2,00 Cacoal: R$ 2,00 Vilhena: R$ 1,65 Pimenta Bueno: R$ 2,00

Há oportunidades para auxiliar de vidraceiro, pescador, passadeiro, forneiro, técnico em laboratório e topógrafo. Número de vagas é de acordo com as empresas cadastradas. São ofertadas duas vagas para técnico em laboratório no Sine Macapá Divulgação/FVS O Sistema Nacional de Empregos no Amapá (Sine/AP) oferece vagas de empregos para Macapá. O número de vagas está disponível de acordo com as empresas cadastradas no Sine e são para todos os níveis de escolaridade e experiência. Os interessados podem procurar o Sine/AP, localizado n Rua General Rondon, nº 2350, na praça Floriano Peixoto. Em toda a rede Super Fácil tem guichês do Sine e neles é possível obter informações sobre vagas em Macapá e Santana. Outras informações e oferta de vagas são pelo número (96) 4009-9702. Para se cadastrar e atualizar os dados, o trabalhador deverá apresentar Carteira de Trabalho, RG, CPF e comprovante de residência (atualizado). Veja as vagas disponíveis de acordo com as solicitações das empresas: Auxiliar de vidraceiro – 1 vaga Forneiro – 1 vaga Gerente de fibra óptica – 1 vaga Pescador especializado (PEP) - 1 Pescador profissional (POP) – 1 vaga Passadeiro – 1 vaga Motorista de pesca – 1 vaga Técnico em laboratório – 2 vagas Técnico em refrigeração – 1 vaga Técnico em edificações – 1 vaga Topógrafo – 1 vaga

Vacinação voltada para o público infantil acontece no período de 6 a 31 de agosto. Mais de 140 mil doses foram enviadas ao estado que tem a meta de imunizar 95% do público-alvo. Vacinação contra sarampo e poliomielite acontece entre 6 a 31 de agosto Carlos Alberto Jr/G1 A ocorrência de centenas de casos confirmados de sarampo no país, reativou o alerta em torno da doença, que desde 2014 não era registrada no Brasil. Diante disso, o Ministério da Saúde vai retomar uma campanha específica de vacinação contra o sarampo e a poliomielite, entre os dias 6 e 31 de agosto. O Amapá deve receber mais de 140 mil doses da vacina, dessas, 70 mil serão encaminhadas para Macapá. No Amapá, a população está receosa devido ao surto da doença na região Norte. Pais e mães estão indo as Unidades Básicas de Saúde (UBS's) para imunizar seus filhos. Uma dessas mães é a arte-educadora Márcia Galvão, que levou a pequena Ana Letícia para manter o calendário de vacinas da filha em dia. "É muito importante se imunizar, principalmente contra o sarampo. Toda mãe fica preocupada quando uma doença como esse volta com tanta força. Mesmo sabendo que não teve nenhum caso aqui [no Amapá] a gente tem que se prevenir", disse. Márcia Galvão levou a filha Ana Letícia para uma UBS se imunizar contra o sarampo Carlos Alberto Jr/G1 Em tempos de redes sociais e disseminação de informações desencontradas em grupos de conversas, uma das principais dúvidas acerca da enfermidade se refere a um boato que fala da "necessidade de atualização da vacina". O Ministério da Saúde esclarece que quem já foi vacinado não precisa se preocupar, pois a imunização não possui prazo de validade. Quem não sabe se tomou a vacina deve aplicá-la, visto que não há prejuízo para a saúde do indivíduo caso ele receba uma nova dose. A vacina contra o sarampo está disponível na rede pública em qualquer época do ano. A mais comum é a Tríplice Viral, que protege ainda contra rubéola e caxumba. A Tetra Viral fornece proteção adicional contra a varicela. São indicadas duas doses em um intervalo de um a dois meses. Em crianças, o intervalo deve ser um pouco maior, sendo a primeira dose entre os primeiros 12 e 15 meses de vida. De acordo com a coordenadora de imunização de Macapá, Jorsette Cantuária, a meta é vacinar ao menos 95% das crianças de um ano até menos de cinco anos de idade. Mais de 140 mil doses de vacinas foram enviadas para o Amapá. Não será realizada uma campanha de vacinação contra sarampo voltada para adultos. "A campanha é voltada para crianças dentro da faixa etária estabelecida, independentemente de já terem sido ou não vacinadas contra essas doenças. Não há uma campanha de vacinação específica para os adultos. Mas eles devem ser vacinados conforme a rotina do calendário nacional de vacinação, mantendo atualizada sua caderneta vacinal", finalizou. Coordenadora de imunização Jorsette Cantuária Carlos Alberto Jr/G1 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!
Duas firmas são de São Paulo e uma de Belo Horizonte. Até agora, mais de 40 equipamentos foram localizados, mas a investigação segue em andamento. A 2ª Delegacia de Polícia Civil de Juiz de Fora identificou mais uma vítima da quadrilha de estelionatários que desviou e revendeu contêineres para empresários na Zona da Mata. A terceira empresa, de São Paulo, enviou representantes à cidade com informações sobre os bens extraviados delas. Conforme a Polícia Civil, por causa da numeração que identifica cada um, foi possível notar que mais 22 foram localizados na sexta-feira (20), nas mesmas empresas. O G1 entrou em contato com a Braga Container, em Matias Barbosa, e com a Vila Container, em Juiz de Fora, solicitando posicionamento sobre o caso e aguarda retorno. Ainda não foi descartado que mais contêineres extraviados e revendidos estejam na região. De acordo com a transportadora, foram 56 desviados das empresas proprietárias. Em Juiz de Fora, o caso de receptação culposa, quando as vítimas adquirem o produto, mas deveriam desconfiar de origem ilícita, segue em apuração. Quando o procedimento for finalizado, será encaminhado para as delegacias de Belo Horizonte e São Paulo, onde o golpe foi aplicado e é investigado o caso de estelionato. Até agora, a investigação aponta que o golpe foi aplicado por integrantes de uma quadrilha. Eles teriam clonado uma empresa que trabalha com exportações, usando inclusive o cadastro dela. Já foram identificadas como vítimas uma empresa de Belo Horizonte e duas de São Paulo, que trabalham como intermediárias entre as grandes firmas exportadoras e os armadores, viabilizando os contêineres para o transporte de produtos variados para o exterior. Um contêiner novo é avaliado em US$ 5 mil e o prejuízo estimado pelas três empresas chega a R$ 1 milhão. Conforme informações da Polícia Civil ao G1, o rastreamento indicou que 16 dos contêineres localizados em Minas Gerais estavam bloqueados e, mesmo assim, foram retirados do cais. A Polícia Civil segue apurando a participação da empresa localizada em Campos Elísios, Duque de Caxias, onde os contêineres foram entregues. As informações apontam que os supostos empresários estavam cientes e ajudaram no golpe. Os empresários em Juiz de Fora e em Matias Barbosa não apresentaram nota fiscal da aquisição dos contêineres por R$ 8 mil. Além de responder por receptação culposa, eles também terão de prestar contas às receitas Estadual e Federal, que serão informadas da investigação por ofício da Polícia Civil. Os 43 contêineres permaneceram nas empresas onde foram localizados, como depositários fiéis, até que sejam devolvidos aos legítimos donos.

Mais de 170 bateristas são esperados para evento que pode se tornar a maior reunião de percussionistas da América Latina. Festival de baterias de Uberlândia poderá quebrar recorde latino-americano Marco Crepaldi/Divulgação A partir das 19h30 desta terça-feira (24) a área externa do Teatro Municipal ficará lotada de baterias. Isso porque ocorrerá a 2ª edição do Encontro de Bateristas do Triângulo, que neste ano contará com mais de 170 participantes tocando simultaneamente. Caso todos compareçam, esta, segundo a Prefeitura, será a maior reunião de percussionistas da América Latina. Na ocaisão, o grupo de bateristas amadores e profissionais executarão dez clássicos do rock. Músicos regionais como Dj, Thascya, Ricardo Simplício, Gustavo Solis, Jaqueline Marques, Dino Fonseca e Mauricio Ricardo vão apresentar números solos. Além da Banda Municipal, o grupo Venosa e BR Blues também se apresentarão. A primeira edição do evento, em 2017, reuniu 100 bateristas. O Teatro Municipal fica na Avenida Rondon Pacheco, nº 7.070, no Bairro Tibery.

Fluxo de passageiros aumenta nos principais portos em Macapá com destino ao Afuá, no Pará. Justiça leva à rampa do bairro Santa Inês orientações e atendimentos de urgência. Festival do Camarão provoca aumento de fluxo de passageiros com destino ao Afuá Jorge Abreu/G1 Com o aumento de embarques nos portos de Macapá, o Comissariado da Infância e Juventude intensifica a fiscalização para evitar irregularidades e até crimes envolvendo menores de idade. O Festival do Camarão tem provocado essa procura por passagens com destino ao Afuá, no interior do Pará. A partir de quinta-feira (26), data de início da programação festiva paraense, a Justiça vai levar um trailer para orientar e prestar atendimentos de urgência aos passageiros. A ação ficará concentrada na rampa da orla do bairro Santa Inês, principal porto da capital. De acordo com o comissário da Justiça, José Casemiro, a criança que for viajar sem os pais ou responsáveis precisa ter uma autorização, que pode ser emitida no Fórum, na rodoviária ou no aeroporto. Ele destaca que o documento deve ser solicitado com antecedência. “Essa semana se intensifica as fiscalizações devido o Festival do Camarão. O que primeiro verificamos é a questão de documentação para saber se a viagem está atendendo as necessidades legais, se a criança está acompanhada dos pais e se o adolescente tem documentação”, disse. O Festival do Camarão é uma programação cultural e gastronômica, que acontece no período de 27 a 29 de julho. Em todos os anos, o evento mobiliza milhares de habitantes do Amapá. As passagens para o Afuá são em média no valor de R$ 45. *Com informações da Rede Amazônica no Amapá. Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Nesta segunda-feira (23), houve o reconhecimento de mais 26 municípios pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil. Seca deixa deixa moradores sem água para consumo humano e para a agricultura. Reprodução/TV Verdes Mares Mais 26 municípios cearenses tiveram situação de emergência em decorrência da seca reconhecida pelo Ministério da Integração Nacional. A portaria da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil foi publicada na edição desta segunda-feira (23) do Diário Oficial da União. Com esses, já são 66 municípios nesta situação reconhecida pelo Governo Federal. Outros nove municípios cearenses se encontram em situação de emergência por estiagem ou seca decretada ou homologada pelo Governo do Estado do Ceará, à espera de reconhecimento pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil. O reconhecimento permitirá que as prefeituras solicitem apoio do Governo Federal para ações de socorro, assistência e restabelecimento de serviços essenciais à população atingida. A portaria do Governo Federal tem vigência de 180 dias. Situação dos municípios cearenses em julho de 2018 Defesa Civil do Estado Municípios Os municípios reconhecidos pelo Governo Federal nesta segunda-feira, são Acopiara, Assaré, Bela Cruz, Cedro, Chaval, Crateús, Crato, Groaíras, Hidrolândia, Icapuí, Icó, Iguatu, Independência, Ipu, Itapajé, Jaguaruana, Lavras da Mangabeira, Madalena, Missão Velha, Nova Olinda, Ocara, Parambu, Paramoti, Reriutaba, São Gonçalo do Amarante e Umirim. Emergência No caso da seca, antes de ter o reconhecimento do Governo Federal, é necessário a decretação da situação de emergência pelo governo municipal ou estadual com o fim de estabelecer uma situação jurídica especial para a execução das ações de assistência à população (Operação Carro-Pipa, por exemplo) e de restabelecimento do abastecimento d'água (obras e serviços como a instalação de sistemas simplificados de abastecimento e a montagem de adutoras de engate rápido).

Laudo da Secretaria de Meio Ambiente aponta que apenas 8 de 21 pontos em praias entre São Luís e São José de Ribamar estão próprios para o banho. Veja a lista completa. 13 pontos da orla da região metropolitana de São Luís estão impróprios para banho De acordo com último laudo de balneabilidade divulgado pela Secretaria de Meio Ambiente do Maranhão, 13 de 21 pontos localizados em praias entre São Luís e São José de Ribamar estão impróprios para o banho. Os dados foram coletados entre 17 de junho e 15 de julho de 2018 e valem para o período de férias. Em São Luís, as praias da Ponta d'Areia e do Calhau não estão aptas para o banho em todos os pontos analisados. Um trecho da praia de São Marcos foi considerado próprio, apesar de uma faixa de esgoto descendo pela areia ser visto na região. Trecho da praia de São Marcos possui faixa de esgoto descendo pela areia. Reprodução/TV Mirante Para a pizzaiola Elaine da Silva, a filha caçula dela já sofreu com problemas de pele. Ela acha que a causa pode ter sido a água suja por dejetos. "Eu vim pra cá, a gente ficou brincando aqui. Ela banhou, mas na volta começou a se coçar e ficar toda vermelha. Aí depois de um ano eu volto, mas não deixo mais banhar", reclamou. Já cabeleireira Ádria Morares saiu da cidade de Santa Inês com os filhos. Para ela, ignorar os riscos que uma orla poluída pode trazer é uma forma de aproveitar as férias em São Luís. "A gente se preocupa, né? Mas a tentação de banhar, se divertir... é maior. Então a gente acaba banhando", afirmou. Apesar do risco de contaminação, a família da Ádria viajou até São Luís e banhou na praia Reprodução/TV Mirante O dermatologista Leonardo Maciel explicou que água poluída pode provocar dermatites irritativas, sendo problemas gastrointestinais os mais comuns. "Em relação a água contaminada, os maiores problemas não são para pele. São para o trato gastro-digestivo. Então podemos ter diarréia e infecções intestinais. Esses são os principais problemas", informou. Ainda segundo o Leonardo Maciel, na praia contaminada o maior perigo é o bicho geográfico. O risco é maior com crianças, visto que elas costumam brincar com areia. "Em relação a areia, a contaminação pode vir por vermes de animais domésticos. Os cães e gatos que as pessoas normalmente trazem para a praia podem ter uma infestação por vermes intestinais, que acabam entrando no intestino humano. Uma vez em contato com a pele podem formar o famoso bicho-geográfico, que é aquele bicho que fica irritando a pele. As crianças estão mais expostas porque ficam brincando o tempo inteiro na areia", declarou o dermatologista. Laudo apontou que ao menos duas praias de São Luís estão com todos os pontos impróprios ao banho Reprodução/TV Mirante Veja a lista das praias próprias e impróprias em São José de Ribamar e São Luís. Impróprias Praia da Ponta D’ areia – Atrás do Hotel Praia Mar. Praia da Ponta D’ areia – Atrás do Bar do Dodô. Praia da Ponta D’ areia – Em frente a Praça de Apoio ao Banhista. Praia da Ponta D’ areia – Em frente ao Edifício Herbene Regadas. Praia da Ponta D’ areia – Em frente ao Hotel Brisa Mar. Praia da Ponta D’ areia – Ao lado do Forte Santo Antonio. Praia de São Marcos – Foz do Rio Calhau. Praia de São Marcos – Em frente ao IPEM e ao Bar Kalamazoo. Praia do Calhau – À direita da elevatória II da CAEMA. Praia do Calhau – Em frente a Pousada Tambaú. Praia do Calhau – Em frente ao Bar Malibu. Praia do Olho d’Água – A direita da Elevatória Pimenta I. Praia do Olho d’Água – À direita da Elevatória Iemanjá II. Próprias Praia de São Marcos – Em frente a Barraca da Marcela. Praia de São Marcos – Em frente aos Bares Do Chef e Marlene’s. Praia de São Marcos – Em frente ao Agrupamento Batalhão do Mar. Praia do Meio – Em frente ao Bar do Capiau. Praia do Meio – Em frente ao Bar da Praia. Praia do Araçagy – Em frente ao Bar Novo Point. Praia do Araçagy – Em frente ao Bar do Isaac. Praia do Araçagy – Em frente ao Fatima’s Bar.

Chamas atingem reserva florestal e área de pastagem. Bombeiros trabalham para conter fogo em reserva florestal e pastagem em Uberlândia Equipes do Corpo de Bombeiros trabalharam na tarde desta segunda-feira (23) para conter focos de incêndio na LMG- 749, no Distrito Industrial de Uberlândia. Segundo as primeiras informações, eram quatro focos, sendo três em área de pastagem e um em reserva florestal. O fogo foi registrado no início da tarde e três guarnições foram para a região com pelo menos nove militares. Ainda não se sabe as causas dos incêndios. Alguns trechos do anel viário Norte precisaram ser interditados e a Polícia Militar (PM) acompanhou a ocorrência para auxiliar na organização do trânsito. A Defesa Civil e o Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) também auxiliaram no combate às chamas. Fogo atinge reserva florestal e pastagem em Uberlândia Ana Laura França/G1

Em Ji-Paraná, obra do aterro sanitário começou em junho está previsto para ser entregue em 180 dias. Local possui capacidade para receber 300 toneladas de lixo diariamente. Lixões começam a ser extintos e resíduos passam a ser encaminhados a aterros sanitários. Assessoria/Divulgação Todos os dias, mais de 140 toneladas de lixo são descartadas nos lixões a céu aberto da região central de Rondônia. Com uma população de quase 200 mil habitantes, os municípios de Ji-Paraná, Ouro Preto do Oeste, Vale do Paraíso, Mirante da Serra, Nova União e Urupá se prepararam para acabar com os locais. Além de atrair animais peçonhentos e urubus, os lixões afetam diretamente o meio ambiente. De acordo com o prazo determinado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), as cidades têm até o dia 31 de julho para extinguir com os lixões a céu aberto e destinarem os resíduos a um aterro sanitário. Durante discussões sobre a lei que determina a implantação de aterro sanitário nos municípios, em Ji-Paraná, por exemplo, região a pouco mais de 370 quilômetros de Porto Velho, está em fase final a construção de um aterro sanitário de iniciativa ‘privada’. A empresa que está investimento neste setor na cidade já possui dois aterros instalados em Rondônia, um em Cacoal e outro em Vilhena, que atendem as cidades circunvizinhas do estado e parte do Mato Grosso. Dentro do consórcio, houve a criação, em outubro de 2010, de um programa ambiental para auxiliar os municípios para destinar o lixo sólido ao aterro. O local está sendo construído na Zona Rural de Ji-Paraná. A obra começou em junho deste ano, e de acordo aos proprietários da empresa, a conclusão e inauguração está prevista para um prazo de 180 dias. O local possui a capacidade de receber 300 toneladas de lixo diariamente e vai atender seis municípios da região central do estado. De acordo com a coordenadora do Programa Ambiental, Maria Aparecida de Oliveira, o aterro sanitário garante diminuir a poluição. “O aterro não terá contato com o solo, evitando a contaminação do lençol freático. A vala será totalmente isolada. O chorume do lixo irá passar por tratamento fisioquímico para não haver a contaminação do solo”, destaca. Para proporcionar mais salubridade aos catadores, uma central de ‘triagem’ será construída dentro da estrutura do aterro sanitário. Barracões estão sendo alugados em vários municípios aos catadores trabalharem em um local apropriado. De acordo com a categoria, além de se livrarem do sol quente, as mudanças devem ajudar no desenvolvimento do trabalho diário. Extinção de lixões deve contribuir com o meio ambiente. Ederson Hising/G1 Ji- Paraná Com a maior produção de lixo da região central do estado, Ji-Paraná produz 100 toneladas de lixo por dia. O descarte do município ainda está sendo realizado no lixão a céu aberto. Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, um levantamento é realizado para destinar o lixo sólido ao aterro sanitário. No município, há uma associação com cerca de 20 catadores. O trabalho acontrece a quase dois anos em um barracão. Ouro Preto do Oeste Com a segunda maior produção de lixo da região, Ouro Preto do Oeste produz cerca de 28 toneladas de resíduos sólidos diários. A Secretaria de Meio Ambiente do município informou que ainda está sendo realizado um planejamento de como os resíduos serão encaminhados ao aterro sanitário. Uma associação de catadores com 24 trabalhadores está sendo registrada para atuar no município. Nova União Com cerca de 8 mil habitantes, o município de Nova União produz diariamente 1,3 toneladas de lixo, para se adequar o município alugou um barracão, onde trabalhará cerca de 10 catadores separando o lixo reciclável, o lixo sólido será destinado diariamente ao aterro sanitário em Ji-Paraná. Mirante da Serra No município de Mirante da Serra, cerca de 12 catadores serão beneficiados por uma associação. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente do município, todo o lixo não reciclável produzido será encaminhado ao aterro sanitário de Ji-Paraná. Urupá Com pouco mais de 13 mil habitantes, Urupá se prepara para destinar os resíduos ao aterro sanitário em Ji-Paraná. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente do município, o lixo será encaminhado três vezes por semana. Vale do Paraíso Com uma produção diária de duas toneladas de lixo, Vale do Paraíso trabalha para encerrar o lixão. Em 15 dias, uma cooperativa para reciclagem do lixo produzido será instalada. A Secretaria de Meio Ambiente não divulgou um prazo para o fechamento do lixão. Teixeirópolis Ao contrario dos outros municípios, em Teixeirópolis não existe mais lixão a céu aberto. A prefeitura iniciou, em janeiro deste ano, o transporte do lixo sólido para o aterro sanitário de Cacoal. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente, o antigo lixão do município foi reflorestado. Veja mais notícias da região no G1 JI-Paraná e Região Central.

17ª edição do evento será realizado entre os dias 3 e 27 de agosto; entradas variam de R$ 10 a R$ 15. Ingressos para a 17ª Campanha de Popularização do Teatro & Dança podem ser adquiridos no trailer da Apac em Juiz de Fora Reprodução/TV Integração Começa nesta segunda-feira (23) a venda de ingressos para a 17ª Campanha de Popularização do Teatro e Dança de Juiz de Fora. O evento ocupará 10 espaços do município entre os dias 3 e 27 de agosto. As entradas podem ser adquiridas de segunda a sexta-feira, das 12h às 19h, no trailer da Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Juiz de Fora (Apac/JF), que fica no Parque Halfeld, no Centro da cidade. Ingressos para Campanha de Popularização Teatro e Dança começam a ser vendidos A partir da primeira semana de agosto, os ingressos também poderão ser comprados no segundo piso do Independência Shopping, no Bairro São Mateus. A programação da Campanha conta com 20 espetáculos teatrais na categoria "adulto" e sete na "infantil", com show de humor, seminário de dramaturgias, fórum de artes cênicas, apresentações de dança, oficinas, entre outras atividades. Ingressos para peças teatrais e espetáculos de dança custam R$ 10. Já as inscrições para as oficinas, que podem ser feitas nos locais de venda antecipadamente ou no dia do evento, têm o valor de R$ 15. A oficina “Tapúy – Toca do Pife” e os demais evento são gratuitos. A programação completa pode ser conferida no site da Apac ou no Facebook do evento.
A festa 'Forró da Minissaia' está marcada para o dia 25 de agosto, em Beberibe, no Ceará; o prêmio oferecido para o primeiro lugar é de R$ 150.  Um evento de forró que divulga concurso da “saia mais curta” em Beberibe, no Ceará, se tornou alvo de apuração do Ministério Público do Ceará, já que o panfleto de divulgação da festa anuncia um cantor adolescente como uma das atrações, ao lado da imagem de uma mulher de costas com as nádegas à mostra, ilustrando o tema do evento. A festa “Forró da Minissaia” está marcada para 25 de agosto, no Clube do Chico Duda, e promete premiar mulheres que comparecerem com a saia mais curta. O valor oferecido para o primeiro lugar é de R$ 150. Conforme mostra o panfleto, a organização do forró é da empresa “Malino Produções e Magno”. O G1 procurou os responsáveis pela festa e pelo concurso de menor saia, mas não obteve resposta. Procedimento administrativo Por meio de nota, o Ministério afirma que a Promotoria de Justiça da Comarca de Beberibe instaurou procedimento administrativo após tomar conhecimento do conteúdo do panfleto, “e notificará a produtora do evento, o dono do espaço e os responsáveis pelos supostos adolescentes, para apurar os fatos”. Caso sejam constatadas irregularidades, o Ministério Público deve adotar medidas legais, expedindo recomendação. Caso as recomendações sejam desobedecidas, o órgão pode ingressar com ação civil pública para evitar que o evento ocorra e, eventualmente, punir os responsáveis.

Apenas 32 das 120 câmeras anunciadas foram instaladas. Futel não se pronunciou sobre o termino do serviço. Sistema de vídeomonitoramento do Parque do Sabiá em Uberlândia ainda não está concluído Após um ano do anúncio da implantação de 120 câmeras de monitoramento do Parque do Sabiá, em Uberlândia, somente 32 foram implantadas. Mais de cinco mil pessoas passam pelo local por dia. A reportagem do MGTV conversou com alguns frequentadores do parque que afirmam que ocorrências de furtos ainda são registrados. A reportagem não obteve esclarecimentos da Fundação Uberlandense do Turismo, Esporte e Lazer (Futel) sobre a situação. Já a Polícia Militar informou que faz o monitoramento dentro do parque em pontos estratégicos onde há mais incidência de crimes, principalmente nos horários noturnos. Ainda segundo a PM, o número de crimes dentro do parque aumentou no segundo semestre do ano passado. Equipamentos instalados A Futel tinha como projeto a implantação dos equipamentos distribuídos em 60 postes que seriam inseridos a cada 41 metros dos cinco quilômetros da pista de caminhada. Mas, até o momento, 32 câmeras estão funcionando, sendo 16 no trecho ao lado do Bairro Santa Mônica e 16 na entrada do Bairro Tibery. As imagens são monitoradas em tempo real na central de controle, que fica na administração do parque e é gerenciada por uma empresa de Goiânia. A Prefeitura de Uberlândia já gastou mais de R$ 19 mil para fazer as instalações do serviço e mensamente gasta mais R$ 1.900 para a manutenção. Contudo, o estacionamento do parque não está incluso no projeto e é um dos alvos de bandidos. Em janeiro um ponto elevado foi construído pela Futel para facilitar a observação do estacionamento, mas a medida ainda não foi suficiente conforme os frequentadores. Apenas 32 das 120 câmeras de segurança foram instaladas no Parque do Sabiá em Uberlândia Reprodução/TV Integração O consultor de negócios Mardel Sacramento foi vítima de roubo. "Sentimos falta dos celulares, dinheiros e cartões quando voltamos da atividade. Quando perguntei para o guarda se ele tinha visto algo suspeito, ele me informou que no parque é comum este tipo de ação", explicou . “Não havia sinais de arrombamento no meu carro, eu só percebi que algo tinha ocorrido quando peguei minha mochila e senti falta do meu notebook. Meu prejuízo deve chegar a R$ 7 mil e estava dentro do estacionamento onde nós acreditamos que estamos em segurança”, contou a analista de logística, Laura Perez. A produção do MGTV entrou em contato com a assessoria da Futel para marcar uma entrevista com o responsável pelo parque ou obter uma resposta oficial, para saber quando as outras câmeras serão instaladas, mas não houve repostas. Sistema de vídeomonitoramento do Parque do Sabiá em Uberlândia ainda não está concluído

Suspeita de 45 anos vai responder em liberdade pelo crime de tráfico de drogas. Ela foi detida na entrada de presídio com porções de maconha nas partes íntimas. Porções de maconha estavam enroladas em fermento Iapen/Divulgação Vai responder em liberdade pelo crime de tráfico de drogas, a mulher de 45 anos que foi presa na tarde de domingo (22) com porções de maconha escondidas dentro da vagina. Ela foi detida quando ia visitar o filho no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen), na Zona Oeste de Macapá. Após o flagrante, ela passou por audiência de custódia na manhã desta segunda-feira (23) onde foi liberada para ser julgada pelo crime em liberdade. A soltura foi assinada pelo juiz Rogério Bueno Funfas mediante medidas restritivas, como recolhimento domiciliar entre 20h e 6h. Ela foi detida no momento da revista do presídio, onde segundo o relatório do caso, teria apresentado um nervosismo "fora do normal" e que aparentava ter algo lhe incomodando. Ao fazer o raio-x, ela retirou sete porções da vagina, sendo cinco de fermento e duas de maconha. Após a identificação, foi levada para a delegacia para aguardar a audiência. Para a concessão, o juiz levou em conta a residência fixa, o fato de ser ré primária e ter ocupação lícita. Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Segundo informações preliminares da PM, vítima era uma transexual e apresentava perfurações de golpe de faca. A reportagem contém imagens fortes Arte/G1 Um corpo foi encontrado no final da manhã desta segunda-feira (23) no povoado de Capivari dos Eleotérios, que liga Araújos a Nova Serrana. Segundo informações da Polícia Militar (PM), a vítima era uma transexual de 19 anos, conhecida como Paola Villefort, e apresentava perfurações de golpe de faca. Corpo foi encontrado com marcas de perfuração de facas, segundo a PM Reprodução/Redes Sociais Ainda segundo a PM, a suspeita é de que ela tenha entrado em uma luta corporal antes de ser morta. A perícia da Polícia Civil de Nova Serrana compareceu ao local e confirmou a causa da morte. Ainda não há suspeitos do crime. Quem tiver informações que ajudem na apuração podem repassar, de forma anônima, pelo telefone da PM, 190, ou pelo Disque Denúncia Unificado (DDU), 181. Perfil de Paola Villefort no Facebook Reprodução/Facebook

Conquista foi divulgada neste domingo (22). Mais de 600 violeiros se reuniram na cidade para conseguir o título. Mais de 600 violeiros se reuniram no Ginásio do Sabiazinho em Uberlândia para entrar pro livro dos recordes Reprodução/TV Integração Após duas tentativas e nove meses de espera, um encontro entre mais de 600 violeiros de Uberlândia e de outras cidade do Brasil entrou para o recorde mundial de maior orquestra de viola do Guinness Book. O anúncio da conquista foi divulgado pelo livro de recordes neste domingo (22). A primeira tentativa foi realizada em fevereiro de 2015, na 1ª edição do Mil Violas, em Uberlândia, mas o processo não deu certo. No fim de outubro de 2017, 661 violeiros, de 13 estados do Brasil se reuniram para a 2ª edição do Mil Violas, no Ginásio do Sabiazinho para tentar novamente. Desta vez, a vitória chegou com a ajuda do repertório clássico de músicas caipiras, como a "Saudade da Minha Terra", de Goiá e Belmonte. “É gratificante ver o reconhecimento do nosso trabalho sendo mostrado para o mundo inteiro”, disse a organizadora do evento Mil Violas, Polyana Faria. “Nós trabalhamos desde o mês de junho de 2017 para conquistar o título. Foi um trabalho que contou com muita organização para que o projeto fosse avaliado da melhor forma e ficamos muito emocinados em saber que deu certo”, finalizou. Outro recorde Depois da conquista, a vontade de crescer é maior ainda. De acordo com os orgazinadores, uma nova edição do Mil Violas já está prevista para ser realizada no primeiro semestre de 2019. Desta vez, a intenção é reunir mil voleiros do país inteiro.

Condição é característica de inverno, segundo Inmet. Não há previsão de chuva para os próximos dias. Céu parcialmente nublado é previsto para o Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba Caroline Aleixo/G1 A umidade relativa do ar segue baixa e pode chegar a 20% nesta semana em algumas cidades do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a média ideal de umidade deve ser acima de 60%. Segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o céu ficará parcialmente nublado e o frio pode chegar com mais intensidade a partir desta terça-feira (24). Os termômetros devem variar entre 10ºC e 26ºC. Ainda de acordo com o Inmet, não há previsão de chuva para os próximos dias na região. Confira a previsão em algumas cidades

Animais estavam famintos e prestes a praticar canibalismo, diz veterinário. Dezenove animais resgatados de condições em maus-tratos já se encontram em abrigo Os animais resgatados neste fim de semana em uma casa em Fortaleza sofriam de fome extrema e estavam prestes a praticar canibalismo por falta de comida, conforme um veterinário que atendeu os cães e gatos. O policial ambiental que atendeu a ocorrência diz que a residência onde estavam os animais parecida cenário de "filme de terror". "Viemos averiguar inicialmente, eram dois cachorros [em situação de abandono], mandaram fotos [com a situação dos animais]. Chegando ao local, sentimos o cheiro, e visualizamos mais outros cachorros através do muro. Chamamos um chaveiro e adentramos e encontramos essa cena aí, foi de filme de terror. Encontramos também gatos. Em cada compartimento da casa tinha alguns animais", afirma o policial. Os animais foram resgatados em situação de maus-tratos e subnutrição em uma casa no Bairro Papicu, em Fortaleza, na madrugada deste domingo (22). A denúncia, com fotografias anexadas, foi feita por moradores da região ao Batalhão de Policiamento Ambiental. De tão desnutridos, animais estavam para iniciar processo de canibalismo entre eles. Divulgação Populares informam que todo dia vem um cidadão, um certo elemento que vem, entra, por volta da madrugada. Inclusive a geladeira está ligada, tem resto de comida. Canibalismo Conforme o veterinário que atendeu os animais, Lúcio Alves, com a fome extrema, os cães estavam prestes a atacar e se alimentar dos outros. "Na falta de comida, o animal tem que partir para o canibalismo porque não tem o que comer. Eles estão caquéticos, eles estão em estado caquético, daqui a pouco iria acontecer o canibalismo", explica. Na casa também foi entrado o valor de R$ 1.800 e uma arma de caça. Animais foram levados para o Abrigo São Lázaro. Abrigo Os animais foram acolhidos pelo Abrigo São Lázaro e o caso foi registrado no 9° Distrito Policial, na Praia do Futuro. A Polícia Civil abriu um procedimento para apurar a responsabilidade pelos maus-tratos, considerado crime. Identificado, o autor vai responder por crime ambiental e, se condenado, pode sofrer pena de detenção de 3 meses a um ano, além de pagamento de multa. Quem quiser ajudar na alimentação e nos medicamentos dos animais, basta ligar para o Batalhão de Policiamento Ambiental, pelos números 190 ou 3101.3545.

Segundo Inmet, temperaturas devem variar entre 11ºC e 29ºC. Confira previsão do tempo. Cidades da Zona da Mata e Vertentes devem apresentar céu nublado a parcialmente nublado neste início de semana. Reprodução/TV Integração As cidades da Zona da Mata e do Campo das Vertentes terão céu nublado a parcialmente nublado durante o começo desta semana. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a passagem de uma frente fria aumenta a nebulosidade na região e as temperaturas devem variar entre 11ºC e 29ºC. A umidade do ar pode chegar a 100% pela manhã e 50% no período da tarde. Há ainda a possibilidade de chuviscos isolados em algumas cidades. Confira as temperaturas em algumas cidades da região

Umidade relativa do ar segue baixa e pode chegar a 20%. Frio deve ficar mais intenso a partir de quarta (25). Céu parcialmente nublado marca previsão no Centro-Oeste de Minas Ricardo Welbert/G1 A previsão do tempo para esta semana no Centro-Oeste de Minas é de céu parcialmente nublado, com névoa seca pelas manhãs. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informou que a umidade relativa do ar segue baixa e que não há previsão de chuva. Ainda de acordo com o Inmet, a umidade deve variar de 70% pela manhã a 20% no período da tarde. A Organização Mundial de Saúde (OMS) diz que a média ideal deve ser acima de 60%. O frio pode ficar mais intenso a partir de quarta-feira (25), devido o aumento de incidência de ventos na região. Os termômetros irão variar com mínima de 11ºC e máxima de 29ºC. Confira a previsão em algumas cidades
Grupo de ambientalistas denunciou a situação na região do Pau Furado. Consórcio Capim Branco disse que iniciou processo de investigação das causas. O rompimento de um dique - barreira de contenção de água - que fica nos limites do Parque Estadual do Pau Furado, em Uberlândia, foi denunciado por um grupo de ambientalistas e está causando problemas ambientais na Bacia do Rio Araguari. O consórcio Capim Branco Energia, órgão responsável pela estrutura, informou por meio de nota que assim que identificou o problema acionou os órgãos competentes e iniciou o processo de investigação das causas. Esclareceu ainda que uma equipe técnica está monitorando a situação e trabalhando no reestabelecimento do dique. Rompimento de barreira no Rio Araguari causa problemas ambientais em Uberlândia A soleira é utilizada para manter o fluxo de quantidade mínima de água com o intuito de preservar os ambientes aquáticos e a biodiversidade em áreas próximas a barragens. O grupo "Amigos da Cachoeira" informou que o rompimento aconteceu no mês passado e o buraco na estrutura acabou alterando o ambiente aquático. A monitora do grupo ativista, Rafaela Resende, disse que desde que o problema começou nada foi feito. “O Igam [Instituto Mineiro de Gestão das Águas] já fez multa diária ao Capim Branco, mas não temos nenhum relatório, nenhuma informação dos danos já causados e previsão para o problema ser solucionado”, comentou. Parque do Pau Furado ainda tem reflexos do incêndio que devastou parte da reserva em Uberlândia A veterinária especialista em aves, Graziela Pascoli, explicou que até espécies nativas estão desaparecendo por esse motivo. “Nós temos a andorinha de coleira, que é uma ave ameaçada de extinção, que tem populações muito reduzidas e é encontrada principalmente na Bacia do Rio Paranaíba, principalmente aqui no Rio Araguari. E esse tipo de ambiente não é propício para ela. Ela simplesmente desaparece“, comentou Além disso, há diversas espécies de peixes sendo prejudicas, segundo a especialista, porque são dependentes de correnteza para manter a ecologia local das espécies.

Galileu Machado (PMDB) diz que cogita escalonar salário dos profissionais da educação. Prefeitos do Centro-Oeste discutem dívidas do Fundeb em Divinópolis Reprodução/TV Integração Dez prefeitos da Região Centro-Oeste se reuniram na manhã desta segunda-feira (23), na sede da Associação Microrregional dos Municípios do Vale do Itapecerica (Amvi) em Divinópolis, para tratar da dívida do Governo de Minas com as prefeituras. O atraso dos repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) foi o principal assunto da reunião. O G1 entrou em contato com a Secretaria de Fazenda do Governo de Minas e aguarda retorno. Entre os prefeitos que estiveram no encontro, o chefe do Executivo de Divinópolis, Galileu Machado (PMDB), falou sobre a situação financeira da cidade e, pela primeira vez, após ter se pronunciado em outras ocasiões sobre o assunto, cogitou escalonar o salário dos profissionais da educação. “O Governo nos deve no Fundeb R$ 6 milhões. O que vai acontecer é que o salário dos professores e o transporte escolar vão ficar prejudicados. Vou ter que tomar a providência de escalonar o pagamento e o que for necessário para que a gente cubra essa irresponsabilidade do governador da maneira que for possível”, afirmou Galileu. O prefeito de Itapecerica, Willer Rodrigues Reis (PHS), também esteve no encontro, e apesar de não dar detalhes da situação na cidade, informou que a falta do repasse vai comprometer os serviços prestados pelo setor da educação. “Sem recursos não há como levar os serviços à população. Estamos unidos aos prefeitos do Centro-Oeste para reivindicar o pagamento daquilo que é direito nosso, dos nossos municípios, e nós temos obrigações a cumprir”, comentou. Prefeitos do Centro-Oeste de MG se reúnem para debater atraso em repasses do Estado Reunião O prefeito de Carmo do Cajuru e presidente da Amvi, Almir Resende Júnior, informou que o propósito do encontro foi além de cada município expor as dificuldades financeiras, mas para firmar uma parceria entre os prefeitos. “Algumas medidas foram tomadas por meio da Associação Mineira de Municípios (AMM), como medidas judiciais para que o Governo tomasse uma posição, mas tivemos um retorno pequeno disso. Temos que fazer mais, lidar com outros meios na Justiça, porque a situação pode virar um caos a partir de agosto, porque nenhum município tem condição de continuar suprindo as obrigações do Estado”, concluiu Resende. Divinópolis No dia 26 de junho, em entrevista ao G1, a secretária municipal de Fazenda, Suzana Xavier, explicou que o recurso das férias estava suspenso para os servidores da educação. A medida teve que ser adotada para garantir que o salário dos educadores que recebem pelo fundo fosse pago junto com o dos demais servidores da Prefeitura no 5º dia útil de julho. Dos pouco mais de R$ 7 milhões da folha de pagamento do setor de Educação da Prefeitura de Divinópolis, aproximadamente R$ 6,5 milhões são pagos com recursos do Fundeb, o que corresponde a mais de 90% dos salários quitados no início deste mês. Apesar da situação ser crítica e a Prefeitura temer por não pagar a folha de agosto, o município não havia falado de escalonar os salários, como cogitou Galileu na manhã desta segunda-feira. Dívida dos Municípios Em maio, a AMM e o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas Gerais informaram ao G1 que a dívida do Governo com às prefeituras da Regional de Saúde do Centro-Oeste era mais de R$ 227 milhões. Na época, o débito do Estado com as prefeituras ultrapassava R$ 4,7 bilhões. Deste total, R$ 3,7 bilhões são referentes à Saúde. Conforme a Amvi, o estado deve aproximadamente R$ 8 bilhões aos municípios mineiros referente ao Fundeb. Na região Centro-Oeste, o montante em débito com a área chegou a R$ 227.593.368,33 , segundo informação das prefeituras integrantes da Superintendência Regional de Saúde (SRS) da região Centro-Oeste, com sede em Divinópolis. Por meio do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas Gerais (Cosems-MG), a reportagem obteve dados que apontam que a falta de repasses relacionados à saúde se tornou progressiva a partir de junho de 2016, mas que existem dívidas que continuam vigentes desde 2011. No dia 9 desse mês, o G1 fez um levantamento no qual apontou que a dívida do Governo com pelo menos três municípios da região Centro-Oeste ultrapassava R$ 80 milhões. Em nota, as prefeituras de Divinópolis, Carmo do Cajuru e Formiga informaram que o valor é referente a repasses destinados à saúde e ao transporte escolar.
Teste do etilômetro apontou resultado três vezes acima do limite permitido por lei no condutor. Pároco passa bem, segundo Arquidiocese. O padre Heveraldo José Sales Borges, de 47 anos, foi atropelado na noite de domingo (22) por um motorista embriagado perto da Igreja Católica onde ele é pároco, no Bairro Santa Terezinha, em Juiz de Fora. De acordo com o Registro de Evento de Defesa Social (Reds) da Polícia Militar (PM), o teste de etilômetro aplicado ao motorista, de 48 anos, apontou 1,21 miligrama de álcool por litro de ar expelido. A legislação considera crime de trânsito tudo o que ficar acima de 0,33 mg/l. Ele contou aos policiais que seguia pela Avenida Rui Barbosa quando foi obrigado a desviar de um ciclista que atravessou na frente do carro. Por isso, ele precisou subir na calçada, atingindo o padre. Ainda segundo a PM, o motorista apresentava sinais de embriaguez, como andar cambaleante, olhos vermelhos, fala desconexa e hálito etílico. Inicialmente, ele se recusou a fazer o teste, mas depois aceitou passar pelo exame. Uma testemunha desmentiu o relato do motorista e disse aos policiais que ele transitava em alta velocidade e tentou fazer uma curva à esquerda, perdeu o controle do carro e atingiu o pedestre. A mesma testemunha afirmou que não havia nenhum ciclista passando pelo local no momento do acidente. O pároco foi atendido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi encaminhado à Santa Casa de Misericórdia. De acordo com a assessoria da Arquidiocese de Juiz de Fora, ele foi medicado e liberado e não irá falar sobre o assunto. Os policiais conversaram com o padre durante o atendimento hospitalar. Ele contou que estava na calçada quando foi atingido pelo veículo, que o jogou no chão. Recebeu ajuda para se levantar e aguardou a chegada do Samu. O motorista recebeu voz de prisão em flagrante, teve a carteira de habilitação recolhida e foi encaminhado para a delegacia do Bairro Santa Terezinha. Ele teve a prisão ratificada e foi liberado após pagamento de fiança. O auto de infração sobre o caso foi emitido e enviado para a Secretaria de Transportes e Trânsito (Settra). Após os trabalhos da perícia, o carro foi levado para um pátio credenciado ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran) na cidade. O caso será encaminhado para a 4ª Delegacia de Polícia Civil.

O órgão passará a atender na Rua Perdizes, nº 280, no Centro, a partir de quinta-feira (26). Procon de Araxá funcionará em nova sede a partir de quinta-feira (26) Prefeitura de Araxá/Divulgação O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), de Araxá, no Alto Paranaíba, vai atender a população em novo endereço a partir de quinta-feira (26). A nova sede está localizada na Rua Perdizes, nº 280, no Centro, antigo endereço do Ministério do Trabalho. Por causa da mudança, os atendimentos estão suspensos nesta terça (24) e quarta (25). “Num espaço maior, com acessibilidade, o consumidor vai ter mais conforto e privacidade. Tem gente que tem vergonha de falar que está enfrentando problemas com dívidas, agora a pessoa ficará mais a vontade para expor a situação, terá menos gente ouvindo”, ressaltou a secretária executiva, Belma Nolli. O horário de funcionamento permanece de 9h às 16h, com distribuição de senhas ate às 12h. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone: (34) 3662-2444 ou pelo site.

Agressão aconteceu na madrugada desta segunda-feira (23), na Zona Leste de Porto Velho. Mulher foi agredida com soco e empurrões. Ocorrência foi registrada na Central de Flagrantes de Porto Velho Mary Porfiro/G1 Uma mulher, de 30 anos, foi agredida pelo esposo, de 35 anos, na madrugada desta segunda-feira (23), no bairro Socialista, na Zona Leste de Porto Velho. Segundo a vítima, ela teria sido impedida de entrar na residência onde mora, após voltar de uma festa familiar. De acordo com a Polícia Militar (PM), que foi acionada posteriormente, após ser impedida de entrar na residência, e ser perseguida pelo suspeito, que estava de posse de um facão, a vítima ainda foi agredida com soco e empurrões e teve o aparelho celular quebrado. Segundo a PM, devido ao seu estado exaltado, o suspeito precisou ser algemado pelos policiais que atenderam a ocorrência. Durante o registro do boletim, por lesão corporal, o homem ainda ameaçou a vítima. Foi dada voz de prisão ao suspeito, e a ocorrência foi registrada na Central de Polícia.

Jovem foi morta em agosto de 2016. Seis pessoas participaram do crime e duas já foram condenadas. Defesas entraram com recursos para não irem a júri popular. O julgamento de quatro dos seis réus indiciados pela morte da gestante Greiciara Belo Vieira, em 2016, na cidade de Ituiutaba, continua sem previsão para ocorrer. A defesa dos acusados recorrem às instâncias superiores para absolver os clientes ou descaracterizar a competência do júri para julgar o crime. Enquanto isso eles, inclusive a mulher acusada de encomendar o crime, seguem presos preventivamente na unidade prisional de Ituiutaba. Greiciara estava grávida de nove meses e foi assassinada em Ituiutaba com requintes de barbárie, segundo a polícia Reprodução/Facebook A vítima estava grávida de nove meses e foi morta no dia 19 de agosto. O homicídio ocorreu depois dela ser sequestrada em Uberlândia e levada até Ituiutaba para que o grupo pudesse roubar a criança para dar à Shirley de Oliveira Benfica, apontada nas investigações como a mandante do crime. Segundo a polícia, ela simulava uma gravidez para o namorado e resolveu roubar a criança para continuar mantendo a farsa. A investigação apontou ainda que os suspeitos doparam Greciara e a levaram para a zona rural de Ituiutaba, onde foi submetida ao procedimento cirúrgico para a retirada da criança. A perícia confirmou que a mãe ainda estava viva quando o bebê era retirado. A mãe da vítima conseguiu a guarda definitiva da neta depois de realizado o exame de DNA comprovando o parentesco. Segundo as informações do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), a defesa dos quatro réus que ainda não foram julgados entrou com recurso especial no mês passado para ser examinado se ele pode ser ou não encaminhado aos tribunais superiores. Se for entendido que o recurso especial (Superior Tribunal de Justiça) ou extraordinário (Supremo Tribunal Federal) está regular, o pedido é encaminhado. Caso não seja aceito pelo TJ, os advogados ainda podem recorrer por meio de um agravo e, neste caso, o recurso é encaminhado às cortes superiores de qualquer forma. Júri popular A sentença de pronúncia dos réus foi publicada no dia 15 de março de 2017. As travestis Lucas Matteus da Silva e Jonathan Martins Ribeiro de Lima, conhecidas como Mirela e Yasmin, foram condenadas por homicídio quadruplamente qualificado por motivo torpe, meio cruel, impossibilidade de defesa da vítima, ocultação de cadáver e supressão de incapaz. A dupla cumpre pena no presídio de Ituiutaba. Já os demais réus - Shirley de Oliveira Benfica, Jacira Santos de Oliveira, Michel Nogueira de Oliveira e Luís Felipe Morais - recorreram da sentença e aguardam os recursos serem julgados. A defesa de Shirley, 32 anos, pede a impronúncia da cliente em razão da ausência de indícios da sua participação no crime e também a revogação da prisão preventiva. Os advogados de Luis Felipe buscam a absolvição sumária ou impronúncia do réu sob a mesma alegação. A defesa também tenta desviar o julgamento de Michel do júri popular. Por fim, a defesa da acusada Jacira, entrou com recurso pedindo a impronúncia e a derrubada das qualificadoras contra ela.
Segundo delegado, foram necessárias três semanas de campana para cumprir o mandado de prisão preventiva. Homem foi para sistema prisional. Um homem de 43 anos foi preso por suspeita envolvimento com roubos na região de Muriaé. De acordo com a Delegacia Regional de Polícia Civil, havia um mandado de prisão preventiva contra ele, que, segundo a polícia, tem envolvimento em roubo de cargas, veículos e residência em cidades próximas. Ele foi encaminhado para uma unidade prisional. "Foram três finais de semanas de campana, porque ele não tinha endereço fixo e a gente recebeu informações de que ele só estaria na cidade nestes dias. Conseguimos localizá-lo no Bairro Cardoso de Melo e cumprir o mandado", explicou o delegado regional José Roberto Machado Demétrio. Segundo o delegado, o homem de 43 anos é natural de Duque de Caxias, mas mora há alguns anos em cidades da região de Muriaé. A prisão foi consequência de uma investigação contra ele. "Foi um inquérito remetido à Justiça. A princípio foi solicitada a prisão temporária, mas ele não foi localizado. Agora, com o indiciamento, o pedido foi convertido para preventivo e conseguimos o cumprimento", disse. O delegado informou que o homem tem envolvimento em diferentes crimes na região e confiava que permaneceria impune. "No caso mais recente, ele orientou a vítima que procurasse a polícia, como um desafio, porque confiava que nunca seria preso", destacou o delegado. De acordo com a Polícia Civil, os casos de roubos de cargas na região seguem em investigação. Quem tiver informações que ajudem pode repassar, de forma anônima, pelo telefone da PM, 190, pelo telefone da Polícia Civil, 197 ou pelo Disque-Denúncia Unificado (DDU), 181.

Número de indenizações no Ceará fica atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais. 10 mil pessoas foram indenizadas por invalidez após acidente de trânsito em 2018 no Ceará Vanessa Vasconcelos/G1 O Ceará é o terceiro estado país com maior número de indenizações pagas a pessoas que ficaram invalidas após acidente de trânsito. O Ceará fica atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais, estados com população e malha viárias bem maiores. Foram 10.631 indenizações pagas no Ceará no primeiro semestre deste ano, conforme a Líder, seguradora responsável pelo DPVAT, seguro de danos a pessoas causados por veículos terrestres. Um cada quatro seguros pagos por invalidez no Nordeste ocorre no Ceará, conforme a seguradora. Apesar de o número considerado alto, houve uma redução 24,45% em relação ao número de seguros pagos no mesmo período do ano passado, 14.071. Seguro por morte Em relação aos seguros pagos por vítimas fatais de acidentes, foram 1.069 pagos neste ano, conforme a Líder. Houve redução de -2,99% em relação ao ano passado, quando ocorreram 1.102 pagamentos a familiares de vítimas de acidentes de trânsito. Na região Nordeste, 64% de familiares de vítimas fatais que foram indenizadas perderam o ente em acidente de motocicleta. As vítimas de automóveis somam 24%.
Prisão aconteceu na Zona Norte de Porto Velho. Suspeitos confessaram que a droga seria entregue a um comprador. Quatro pessoas foram presas por tráfico de drogas na noite do último domingo(22) no Bairro Flodoaldo Pontes Pinto, Zona Norte de Porto Velho. Segundo a Polícia Militar(PM), na residência de um dos envolvidos foi localizada uma balança de precisão, comprimido de droga sintética e sacos para envelopar drogas. De acordo com o boletim de ocorrência, os suspeitos foram abordados em um carro e no imóvel foi encontrado um tablete de substância entorpecente. Os envolvidos confessaram que a droga seria entregue a um comprador. A PM foi até a residência de um dos suspeitos e no local foi localizada uma balança de precisão, comprimido de droga sintética e sacos plásticos, que provavelmente seriam usados para envelopar a droga. Depois do flagrante, os suspeitos foram conduzidos à Central de Polícia. Veja as últimas notícias da região no G1 Rondônia.
Ocorrência foi registrada neste domingo (22), no Bairro São Benedito. Santander disse que está colaborando com as investigações; agência funciona normalmente. Criminosos arrombam agência bancária em Uberaba e furtam dinheiro Na manhã deste domingo (23), criminosos furtaram dinheiro da agência do banco Santander, na Praça Vicentino Rodrigues da Cunha, em Uberaba. Eles tiveram acesso ao local depois de arrombar as portas da agência. O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa do Santander. O banco informou que está colaborando com as investigações e que a agência em Uberaba está funcionando normalmente. A quantia levada pelos ladrões não foi informada. Segundo a Polícia Militar (PM) as portas de vidro interna e externa do banco estavam arrombadas, assim como a porta interna que dá acesso aos caixas eletrônicos. Foi constatado que os ladrões fizeram furos na parte de trás do cofre e, com a ajuda de um pé de cabra, abriram o objeto e pegaram o dinheiro. Os criminosos fugiram deixando ferramentas no local. A perícia da Polícia Civil recolheu um pé de cabra; um óleo lubrificante que, segundo a PM, provavelmente foi usado para resfriar a quina usada para fazer os furos na parte de trás do cofre; um transformador; uma caneta; um pincel e uma fita adesiva.

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Economistas ouvidos pelo G1 dizem que o governo precisa agir para amenizar os efeitos da pandemia no setor. Associações do comércio de todo o país criticam a falta de apoio do governo durante a pandemia do coronavírus e pedem a isenção de impostos. Elas dizem que o "abre e fecha" do comércio, as restrições no horário de funcionamento e a necessidade de pagar integralmente os impostos faz com que muitos negócios não resistam e fechem as portas. Com o colapso do sistema de saúde, foi preciso restringir a circulação de pessoas e o setor foi muito atingido. As vendas do comércio tiveram queda de 0,6% em março e o setor encerrou o 1º trimestre no vermelho, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Economistas ouvidos pelo G1 dizem que o governo precisa agir para amenizar os efeitos da pandemia no setor. “Houve falta de planejamento em diversas frentes na área fiscal. As empresas e associações precisam cobrar do governo federal, que não fez o dever de casa com as vacinas e não se preparou adequadamente para a segunda onda do coronavírus, que já estava clara em dezembro”, afirma Sergio Vale, economista-chefe da consultoria MB Associados. Medidas de apoio (e a falta delas) Em 2020 foram criados programas para conter os efeitos econômicos da pandemia, mas muitos deixaram de valer no final do ano. Agora, o governo federal tem reeditado algumas medidas. O Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm) já foi relançado no final de abril. Em 2020, mais de 9,8 milhões de trabalhadores tiveram jornada reduzida ou contrato suspenso, o que ajudou a preservar empregos dos trabalhadores com carteira assinada. A expectativa agora gira em torno do relançamento do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). Até a virada do ano, foram três rodadas, que concederam R$ 37,5 bilhões em crédito a 517 mil empresários. Foram reservados R$ 5 bilhões para essa nova fase. VÍDEO: Auxílio Emergencial 2021 - entenda as regras da nova rodada “O governo deveria ter estendido o programa em dezembro, pois era claro que a pandemia estava voltando. Deveria ter sido votada uma extensão dos programas de auxílio, mesmo que em menor montante naquele momento”, analisa Vale. Segundo Nabil Sahyoun, presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), o governo precisa se responsabilizar pelo tempo que o comércio ficou fechado. “Como vamos pagar nossos impostos, como IPTU e IPVA, se não trabalhamos e não faturamos por muitos meses? Estamos pedindo ajuda para os empresários se salvarem. Queremos redução nos impostos e o funcionamento em horário integral do comércio. Duas horas por dia a menos, por exemplo, representa a perda de um dia de faturamento na semana. Lojistas e pequenos empresários estão agonizando”, diz Sahyoun. Nesta sexta-feira (7), associações e entidades comerciais publicaram nos principais jornais do país um informe com o título "Meio Aberto, Meio Quebrado". No documento, elas dizem que precisam voltar a operar plenamente e afirmam que "a responsabilidade pelo desemprego e quebradeira de empresas é do setor público." O economista-chefe da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Marcel Solimeo, adiciona que o estrago foi muito grande para o setor, mas foi minimizado pelo Auxilio Emergencial e por programas como o Pronampe. Porém, foram poucas linhas de crédito e em volume insuficiente. “Ficou um jogo de gato e rato. O comércio abre e vende um pouco. Na hora de recolher o imposto, fecha. Isso foi acumulando. Os auxílios do governo federal estão vindo, mas com um certo atraso e mais modestos. Da parte do estado e do município, não tivemos nada em matéria tributária”, afirma Solimeo. O economista-chefe do banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, afirma que a reclamação das entidades do setor é "totalmente válida" e que a negação em continuar com os programas de auxílio explica o atraso no resgate. "Se fosse uma proposição séria do governo, teriam aproveitado o fim do ano para melhorar os aspectos que foram levantados como passíveis de melhora nos programas do ano passado”, diz Lima Gonçalves. Para José César da Costa, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a situação é muito grave e o setor precisa de ações rápidas. “São várias medidas necessárias agora, nós precisamos de recursos, de estímulos, juros mais baixos e uma série de ações governamentais. Além disso, essa redução de horário não vai resolver o problema da pandemia. O varejo se preparou com todas as medidas se segurança indicadas para conter o vírus. A gente quer um retorno total das atividades”, afirma Costa.

Produção nacional de café robusta/conilon pode crescer até 16%. As exportações do grão já cresceram 30% na comparação anual. Com safra maior e bons preços, colheita de café canéfora ganha ritmo no Brasil. Renata Silva/Embrapa A colheita de cafés canéforas (robusta e conilon) está começando a ganhar ritmo no Brasil, com produtores na expectativa de uma safra maior dessas variedades em momento de alta nos preços internacionais, o que reforça uma busca por grãos de melhor qualidade em 2021, disseram especialistas. Enquanto a produção nacional de café robusta/conilon pode crescer até 16% este ano, segundo previsões oficiais da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a de arábica está estimada para cair quase 40% na visão mais pessimista, o que tem dado suporte aos preços globais e no maior produtor e exportador global da commodity. Conheça Ivone Baziolli, que estudou até a 4ª série e ajudou a desenvolver principais tipos de café no Brasil Até o momento, cafeicultores de Espírito Santo e Rondônia, os dois maiores produtores de canéfora no país, colheram cerca de 15% das áreas, com os capixabas em ritmo mais lento que no ano passado, quando a colheita foi menor. "A safra corre bem, os cafeicultores estão animados em relação ao preço, a gente sabe que oscila muito, mas de forma geral tem um bom prognóstico", disse o pesquisador da Embrapa Enrique Alves, um dos maiores especialistas em robustas amazônicos, em Rondônia. O café conilon do Espírito Santo está cotado a cerca de 465 reais por saca, com alta de 32% ante a mesma época do ano passado, a caminho dos maiores valores em termos nominais da história, quando atingiu patamares acima de 500 reais pela última vez em 2017, segundo dados do Cepea/Esalq. Os grãos robusta e conilon, ainda que esteja ocorrendo um movimento para valorizar suas características e qualidade, são mais utilizados para a produção de café solúvel, ou em "blends" da indústria de torrefação, pelo fato de serem mais baratos que o arábica. O café arábica rompeu a barreira de R$ 800 a saca nesta semana, maior valor nominal da história (sem considerar inflação), segundo o Cepea/Esalq. "Estamos esperando uma safra em torno de 15% maior que a do ano passado, seria uma safra igual a 2019, este ano voltaria à normalidade de 2019. Safra boa e preços bons, isso ajuda, com certeza", disse Edimilson Calegari, gerente corporativo de mercado da Cooabriel, maior cooperativa de produtores de conilon, com atuação no Espírito Santo e Bahia. Café é a 2ª bebida mais consumida no país e interesse por métodos de preparo cresceu na pandemia A safra de conilon do Espírito Santo poderá crescer quase 23%, considerando a melhor estimativa da Conab, para 11,3 milhões de toneladas, trazendo algum alívio para o mercado que verá um ano de baixa do ciclo do arábica acentuada por problemas de uma seca prolongada. Ainda que o clima tenha sido melhor na área capixaba, resultou em várias floradas, o que atrasou um pouco a colheita em 2021, disse Calegari. Em 2020, cerca de 30% dos cafezais de área da Cooabriel já tinham sido colhidos nesta época. "Acredito que a partir da semana que vem vamos ter movimento maior de colheita. Estive visitando lavouras e observando que maturação está mais avançada e já dá para apanhar." Café atraente Segundo Calegari, a cooperativa está incentivando a produção de cafés de melhor qualidade, tendo em vista a boa demanda externa. Ele lembrou que as vendas da Cooabriel já superaram em volumes os registros do ano passado. "O mundo inteiro está adicionando robustas nos 'blends', e o mercado está sendo bem procurado depois que melhoramos a qualidade", disse. De outro lado, ele comentou que o produtor está mais retraído nas vendas no momento de olho no mercado. "Está vendendo menos café, vendendo mais dentro da necessidade, porque vê que tem possibilidade de melhora nos preços". QUIZ: Você entende de café? Em Rondônia, disse Alves, da Embrapa, os produtores estão investindo em tecnologias de colheita e pós-colheita, pensando na qualidade. Ele destacou que as primeiras exportações diretas de Rondônia para a Coreia do Sul foram "bem-sucedidas" e já há indicativos de novas encomendas para a nova safra. "Tanto da Coreia como da Europa, novos compradores estão interessados nos robustas amazônicos com qualidade diferenciada, um mercado que não existia e está se abrindo." No primeiro trimestre, as exportações de grãos canéforas do Brasil cresceram mais de 30% na comparação anual, para cerca de 900 mil sacas de 60 kg, segundo dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). VÍDEOS: tudo sobre agronegócios

ANPD, Cade, Senacon e MPF enviaram recomendações ao WhatsApp e ao Facebook e pedem que o aplicativo atualize política, prevista para começar em 15 de maio, apenas após adoção das orientações. Seis perguntas sobre a nova política de privacidade do WhatsApp Órgãos públicos recomendaram nesta sexta-feira (7) que o WhatsApp e o Facebook, dono do app, adiem mais uma vez a nova política de privacidade da plataforma de mensagens. O documento foi produzido pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), o Ministério Público Federal (MPF) e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Nele, as instituições pedem que o WhatsApp adie a data de vigência de sua nova política, prevista para 15 de maio, enquanto não forem adotadas as recomendações sugeridas após as análises dos órgãos reguladores. Ao G1, o WhatsApp disse que não foi formalmente notificado da recomendação e que continuará enviando lembretes para os usuários dentro do aplicativo nas próximas semanas. "A maioria das pessoas que já foi notificada aceitou a atualização e o WhatsApp continua crescendo. Porém, aqueles que ainda não tiveram a chance de aceitar a atualização não terão suas contas apagadas ou perderão a funcionalidade no dia 15 de maio", disse a empresa. O que muda com a nova política A mudança na política de privacidade passou a ser comunicada no início de 2021 e prevê o compartilhamento de novos dados com o Facebook. WhatsApp e Facebook: ENTENDA o compartilhamento de dados Os novos termos do aplicativo preveem que dados gerados em interações com contas comerciais, como as de lojas que atendem pelo WhatsApp, poderão ser utilizados pelas empresas para direcionar anúncios no Facebook e no Instagram. Embora o WhatsApp afirme que as novidades da política de privacidade estão centradas em interações com empresas, o novo texto indica a coleta de informações que não estavam presentes na versão anterior do documento. Entre elas: carga da bateria, operadora de celular, força do sinal da operadora e identificadores do Facebook, Messenger e Instagram que permitem cruzar dados de um mesmo usuário nas três plataformas. Pedido para que funções sejam mantidas O aceite dos termos é obrigatório e o aplicativo detalhou nesta sexta (7) o que acontecerá com as contas que não derem o aval até o dia 15 de maio. No documento enviado às empresas, Senacon, Cade, MPF, ANPD recomendam que o WhatsApp não restrinja funcionalidades do aplicativo caso as pessoas não concordem com a nova política. Além disso, as instituições pediram que o Facebook não utilize dados obtidos a partir da plataforma de mensagens enquanto não houver o posicionamento dos órgãos reguladores. As autoridades indicaram que a política de privacidade e as práticas de tratamento de dados apresentadas pelo WhatsApp podem representar violações aos direitos dos titulares de dados pessoais, que foram definidos pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), em vigor desde setembro passado. Em comunicado, os órgãos disseram ter preocupações "com os potenciais efeitos sobre a concorrência decorrentes da nova política" e sobre a "ausência de informações claras sobre que dados serão tratados e a finalidade das operações de tratamento que serão realizadas." As empresas devem enviar resposta às entidades sobre a adoção das recomendações até a próxima segunda-feira (10). Veja o posicionamento do WhatsApp, na íntegra: “O WhatsApp passou os últimos meses fornecendo mais informações sobre essa atualização para todos os usuários ao redor do mundo. Neste período, a maioria das pessoas que já foi notificada aceitou a atualização e o WhatsApp continua crescendo. Porém, aqueles que ainda não tiveram a chance de aceitar a atualização não terão suas contas apagadas ou perderão a funcionalidade no dia 15 de maio. A empresa continuará enviando lembretes para estes usuários dentro do WhatsApp nas próximas semanas.”- Porta-voz do WhatsApp WhatsApp, Telegram e Signal: COMPARE os apps de mensagens WhatsApp e Facebook poderão ler minhas mensagens? Ícone do WhatsApp. REUTERS/Thomas White Não. A companhia afirma que todas as mensagens – de texto, áudio, vídeo e imagens – são criptografadas de ponta a ponta, o que significa que somente o remetente e destinatário podem ver a mensagem. O aplicativo também ressalta que não mantém registros sobre com quem os usuários estão conversando e que não compartilha listas de contatos com o Facebook, pontos vistos como preocupações de parte dos usuários. A nova política de privacidade, porém, deixa de garantir a proteção da criptografia em conversas com contas comerciais. Imagine, por exemplo, uma grande varejista que ofereça atendimento pelo WhatsApp. Os atendentes não respondem por um celular, mas por ferramentas que gerenciam os chats. Como existe um terceiro armazenando e gerenciando interações com empresas, o aplicativo não consegue garantir a criptografia ponta a ponta para essas conversas. *Colaborou Rafael Miotto Veja dicas para proteger seus dados na internet
Segundo levantamento do Data Favela, 72% das mulheres que possuem filhos são responsáveis pela maior parte da renda da casa e 84% declaram renda pessoal é hoje menor do que era antes da pandemia. O Dia das Mães será difícil de ser comemorado nas favelas brasileiras. Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (7) pelo Data Favela, parceria entre o Instituto Locomotiva e a Central Única das Favelas (Cufa), mostra que 95% das mães dessas comunidades afirmam que terão dificuldade para fazer um almoço ou jantar para comemorar a data, em razão das limitações financeiras. O levantamento revela também que 84% das mães de favela declaram que a família perdeu grande parte da renda com a pandemia de coronavírus, que 72% delas são chefes de família e que uma parcela dessas mulheres teve negado o pagamento da nova rodada do Auxílio Emergencial. A pesquisa entrevistou 1.871 mães moradoras de 351 favelas localizadas em toda as regiões do país, entre os dias 1º e 4 de maio. A margem de erro é de 2,3 pontos percentuais. Vendas de Dia das Mães devem crescer em relação a 2020, mas ainda abaixo da 'pré-pandemia', diz CNC Fome e pandemia nas favelas: ‘Meus netos comem menos para eu almoçar’ “Vai ser difícil comemorar, porque a fome voltou a rondar as favelas. A realidade é de extrema necessidade”, alerta Renato Meirelles, presidente do Locomotiva. “O novo auxílio demorou a chegar, o valor é insuficiente e alcança um número menor de famílias”, acrescenta. Veja outros destaques da pesquisa: 84% das mães de favela dizem que sua renda pessoal é hoje menor do que era antes da pandemia; 9 em cada 10 estão muito preocupadas com a perda de renda familiar; 8 em cada 10 mães que vivem em favelas pediram o novo auxílio emergencial; 3 em cada 10 mães de favela que requisitaram o novo auxílio emergencial tiveram o pedido negado; 72% das mulheres de favela são responsáveis pela maior parte da renda da casa; 82% das mulheres são responsáveis por comprar os alimentos da casa. Central Única das Favelas arrecada alimentos para o dia das Mães

Atualização da política de privacidade do app entrará em vigor no dia 15 de maio. Empresa disse que não vai apagar conta daqueles que não fizeram aceite, mas limitará ferramentas com o tempo. Seis perguntas sobre a nova política de privacidade do WhatsApp O WhatsApp atualizou nesta sexta-feira (7) uma página que explica o que vai acontecer com as contas das pessoas que não aceitarem a sua nova política de privacidade, que entrará em vigor no dia 15 de maio. Segundo o aplicativo, nenhuma conta será apagada e o aplicativo vai continuar funcionando na data. Porém, aqueles que não tiverem concordado com os novos termos irão ver um lembrete com mais frequência. SAIBA MAIS: Órgãos do governo recomendam que WhatsApp adie nova política de privacidade Em fevereiro, o aplicativo avisou que o envio e leitura de mensagens ficariam restritos para aqueles que não concordassem com os novos termos até a data de vigência. Ou seja, isso mudou. Na prática, o WhatsApp dará mais tempo para as pessoas aceitarem a política. "Após um período de várias semanas, o lembrete que as pessoas recebem se tornará persistente", avisou o aplicativo. Depois que as pessoas receberem esse "lembrete persistente", o envio e leitura de mensagens ficarão restritos. Não será possível acessar sua lista de conversas, segundo o app. Aqueles que tiverem as notificações habilitadas ainda poderão tocar para ler ou responder as mensagens, além de atender chamadas de voz e de vídeo. Após algumas semanas de funcionalidade limitada, você não poderá mais receber chamadas ou notificações e o WhatsApp irá parar de enviar mensagens e chamadas para o seu telefone. O aplicativo não detalhou em quanto tempo essas restrições serão aplicadas. Usuários que não aceitarem regras do WhatsApp até 15 de maio poderão ver 'lembrete persistente' após algumas semanas. Divulgação/WhatsApp O que vai mudar? A mudança na política de privacidade passou a ser comunicada no início de 2021 e prevê o compartilhamento de novos dados com o Facebook, dono do app. Os termos prevêem que dados gerados em interações com contas comerciais, como as de lojas que atendem pelo WhatsApp, poderão ser utilizados pelas empresas para direcionar anúncios no Facebook e no Instagram. WhatsApp e Facebook: ENTENDA o compartilhamento de dados Embora o WhatsApp afirme que as novidades da política de privacidade estão centradas em interações com empresas, o novo texto indica a coleta de informações que não estavam presentes na versão anterior do documento. Entre elas: carga da bateria, operadora de celular, força do sinal da operadora e identificadores do Facebook, Messenger e Instagram que permitem cruzar dados de um mesmo usuário nas três plataformas. O aplicativo mostra em seus termos quais são os fins da coleta de dados, como utilização das informações para melhorias no serviço ou integração entre plataformas. Porém, não há um detalhamento individual sobre a finalidade dos dados armazenados pela companhia. WhatsApp e Facebook poderão ler minhas mensagens? Não. A companhia afirma que todas as mensagens – de texto, áudio, vídeo e imagens – são criptografadas de ponta a ponta, o que significa que somente o remetente e destinatário podem ver a mensagem. O aplicativo também ressalta que não mantém registros sobre com quem os usuários estão conversando e que não compartilha listas de contatos com o Facebook, pontos vistos como preocupações de parte dos usuários. WhatsApp terá novo alerta sobre mudança na política de privacidade Divulgação A nova política de privacidade, porém, deixa de garantir a proteção da criptografia em conversas com contas comerciais. Imagine, por exemplo, uma grande varejista que ofereça atendimento pelo WhatsApp. Os atendentes não respondem por um celular, mas por ferramentas que gerenciam os chats. Como existe um terceiro armazenando e gerenciando interações com empresas, o aplicativo não consegue garantir a criptografia ponta a ponta para essas conversas. WhatsApp, Telegram e Signal: COMPARE os apps de mensagens Veja dicas para proteger seus dados na internet O

Durante cerimônia de posse, Rodrigo Limp defendeu o processo de capitalização da estatal. A Eletrobras vai continuar a perseguir o cumprimento das ações previstas em seu plano estratégico e no plano diretor de negócios e gestão, afirmou o novo presidente da estatal, Rodrigo Limp, durante sua cerimônia de posse nesta sexta-feira (7) no Museu de Arte do Rio (MAR). Rodrigo Limp, novo presidente da Eletrobras Pedro França/Agência Senado Limp defendeu o processo de capitalização da estatal, em discussão por meio da Medida Provisória (MP) 1031 no Congresso. “A companhia precisa ser capitalizada para ter capacidade de investimento frente a outros agentes do setor”, disse. Governo entrega ao Congresso MP para tentar acelerar privatização da Eletrobras Eletrobras quer desligar mais 476 empregados até novembro Nesse sentido, Limp defendeu a continuidade do processo de racionalização das participações societárias e o aumento da eficiência de ativos de geração e transmissão, além do desenvolvimento de novo modelos de negócios. Segundo o presidente, a Eletrobras pode ser protagonista na transição energética e no novo contexto do setor elétrico, em meio à sua modernização. “O futuro da companhia precisa estar alinhado com as transformações do setor elétrico”, afirmou. Limp era secretário de energia elétrica do Ministério de Minas e Energia (MME). Anteriormente, foi diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A expectativa é que ele continue a preparar a empresa para a privatização. Vídeos: Últimas notícias de economia

Na comparação com março, no entanto, houve queda de 7,5% nas vendas. No acumulado nos 4 primeiros meses do ano, crescimento é de 14,5%. Produção de veículos na fábrica da Stellantis em Goiana (PE) Divulgação/Stellantis As vendas e a produção de veículos cresceram em abril, segundo dados divulgados besta sexta-feira (7) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Numa base de comparação muito fraca, o aumento na venda de veículos no Brasil em abril reflete o forte impacto do início da pandemia, há um ano, na atividade da indústria automobilística no país. O licenciamento de 175,1 mil veículos em abril representou um avanço de 214,2% na comparação com o mesmo mês de 2020. Na comparação com março de 2021, no entanto, houve queda, de 7,5%. Durante a apresentação do desempenho do setor no quadrimestre, que acontece neste momento, o presidente da Anfavea, Luiz Carlos de Moraes, lembrou que abril teve três dias menos que março, o que traz impacto no licenciamento diário. No acumulado do ano, a venda de 703 mil veículos, um crescimento de 14,5%, também revela a paralisação das linhas de produção e das vendas nessa época em 2020. Salto na produção A produção de veículos estava quase que completamente paralisada há um ano. Por isso, a produção de abril deste ano deu o impressionante salto de 10.236,1% na comparação com o mesmo mês de 2020. No quarto mês de 2020, foram produzidos apenas 1,8 mil veículos e, em abril de 2021, 190,9 mil. unidades. Na comparação com março, porém, houve queda de 4,7%. No acumulado do ano, houve um crescimento também expressivo, de 34,2%, com 788,7 mil veículos produzidos no primeiro quadrimestre. O presidente da Anfavea considerou os resultados positivos para um setor que enfrenta dificuldades de produção em razão da falta de componentes, principalmente os semicondutores. Isso tem provocado redução nos estoques. Com 97,1 mil veículos nos pátios das fábricas e das concessionárias, o estoque do setor atende a 17 dias de vendas, menos da metade do que numa situação normal. Exportações O resultado das exportações de veículos no Brasil em abril trouxe crescimento expressivo, de 369,7%, na comparação com o mesmo mês de 2020. Mas isso revela apenas uma base de comparação muito baixa em período em que toda a atividade econômica sofreu paralisações com o início da pandemia. O presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, exibiu durante a apresentação dos resultados do setor gráficos que revelam a baixa posição do Brasil no ranking dos exportadores de veículos. O país ocupa a 26ª posição entre os países que vendem veículos ao exterior, atrás de duas nações pequenas como Portugal e Emirados Árabes Unidos. Com US$ 158 bilhões em receita com vendas externas em 2019, a Alemanha, primeira colocada do ranking exportou o equivalente a 27 vezes mais que o Brasil, com US$ 5,8 bilhões. A receita com exportação de veículos somou US$ 655 milhões em abril, uma alta de 359,2% ante mesmo mês de 2020. Empregos O nível de emprego praticamente não se alterou na indústria de veículos de março para abril, mas, em relação a abril de 2020, houve uma retração de 1,8%. As fábricas de veículos instaladas no Brasil terminaram o quarto mês de 2021 com 104,6 mil empregados. Em 2019, eram 109,3 mil. Em 2018, 112,2 mil pessoas estavam empregadas na indústria de veículos. “O emprego em nosso setor é de alta qualidade e treinamento; mas só podemos ter uma retomada robusta da atividade com a vacinação da população e a agenda das reformas”, destacou o presidente da Anfavea.

Em abril, o Brasil exportou um volume mensal recorde de soja, superando 17 milhões de toneladas, segundo o governo. As importações de soja pela China em abril aumentaram 11% em relação ao mesmo mês do ano anterior. REUTERS/Enrique Marcarian As importações de soja pela China em abril aumentaram 11% em relação ao mesmo mês do ano anterior, impulsionadas pela chegada de algumas cargas brasileiras atrasadas, mostraram dados alfandegários nesta sexta-feira (07). A China, maior importador mundial de soja, desembarcou 7,45 milhões de toneladas da oleaginosa em abril, ante 6,71 milhões de toneladas um ano antes, segundo a Administração Geral de Alfândegas. "Foi um número bastante forte devido aos atrasos que vimos no Brasil este ano", disse Darin Friedrichs, analista sênior da StoneX, após a divulgação dos dados. "As importações de maio devem ser ainda mais fortes, já que o pico dos embarques do Brasil deve estar chegando agora." O Brasil exportou um volume mensal recorde de soja em abril, de mais de 17 milhões de toneladas, segundo dados do governo brasileiro. Os processadores chineses aumentaram as compras de soja dos principais exportadores do Brasil e dos Estados Unidos nos primeiros meses de 2021, esperando uma demanda maior à medida que o rebanho suíno do país se recupera. As chuvas no Brasil, no entanto, atrasaram a colheita e exportação de soja, resultando em uma queda acentuada nos embarques para a China em março. Os importadores se voltaram para os Estados Unidos para preencher a lacuna. China reduz compras de soja do Brasil e eleva importação dos EUA Os embarques brasileiros devem aumentar e dominar o mercado chinês de abril até o final do ano, disseram traders e analistas. "As importações de abril ficaram abaixo das expectativas do mercado, já que atrasos no Brasil ainda afetaram as chegadas no mês", disse Zou Honglin, analista do site de comércio Myagric.com. Nos primeiros quatro meses do ano, a China trouxe 28,63 milhões de toneladas de soja, um aumento de 17% em relação ao mesmo período do ano anterior, mostraram dados. Produção de soja no Brasil dispara No final de março, a produção de farelo de soja no país caiu por causa de um novo surto de peste suína africana e o crescimento do uso de trigo na ração, prejudicando o apetite pelo produto. As margens melhoraram nas últimas semanas, à medida que a demanda se recuperou, embora permaneçam contidas pelo aumento nos preços internacionais da soja. "Esperava-se que a demanda (em abril) aumentasse em 10-15% em relação a março, principalmente da suinocultura", disse um gerente de uma processadora no sul da China, falando antes da divulgação dos dados. "Mas ainda estamos perdendo dinheiro (esmagando a soja)", pois o preço da matéria-prima está muito alto, disse o gerente, que não quis ser identificado por não ter autorização para falar com a mídia. A China também comprou 3,8 milhões de toneladas de óleos vegetais durante o período janeiro-abril, um aumento de 47,4% em relação ao ano anterior, mostraram dados alfandegários. VÍDEOS: tudo sobre agronegócios
Em reunião na noite de quinta-feira (6), o comando da CPI da Covid decidiu que vai buscar a quebra de sigilos do ex-secretário de Comunicação da Presidência da República, Fabio Wajngarten, como forma de esclarecer como se deu a negociação para a compra de vacinas, em especial a da Pfizer. O requerimento de quebra de sigilos precisa ser votado na CPI. Como o comando da comissão tem maioria, a aprovação é dada como certa. Os senadores avaliaram ainda que é possível, a partir das informações que Wajngarten dará no depoimento da próxima quarta-feira (12) e as quebras de sigilo, explicar como o chamado “gabinete do ódio”, dentro do governo, disseminou informações e atuou na campanha pela cloroquina e contra o distanciamento social. Isso sem falar nos ataques a prefeitos e governadores que tomaram medidas de isolamento para conter a disseminação da Covid. Já há a sugestão entre integrantes da CPI que se proponha a troca de informações com o inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) que investiga atos antidemocráticos, conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes. A CPI também dá como certa já o acesso aos documentos de outra CPI do Congresso, a das Fake News. Ernesto Araújo e Wajngarten são convocados pela CPI da Covid A reunião da noite de quinta aconteceu depois de quase 10 horas de depoimento da CPI. O anfitrião foi o presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM). Estavam também o vice-presidente, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o relator, Renan Calheiros (MDB-AL), Humberto Costa (PT-PE) e Rogério Carvalho (PT-SE). Outros senadores foram consultados por telefone. Uma disputa acalorada se deu sobre a exigência ou não de exame de Covid ao ex-ministro Eduardo Pazuello, que não depôs por ter alegado contato com ex-assessores infectados pelo vírus. Sem consenso, o depoimento do ex-ministro ficará para o dia 19 de maio, depois de um período de quarentena. Já fora do governo, Wajngarten deu recente entrevista à revista "Veja" em que classificou como incompetente a gestão de Pazuello. Segundo os senadores ouvidos pelo blog, ele deixou muitas indicações de que se envolveu em negociações e ajudou a patrocinar ações do “gabinete do ódio”. Os atos de Wajngarten na Secretaria de Comunicação, como a distribuição de verbas, também deve entrar no foco da CPI.

Valor considera a soma dos ganhos do Bradesco, Itaú, Bando do Brasil e Santander. O lucro líquido conjunto dos grandes bancos brasileiros no primeiro trimestre somou R$ 18,6 bilhões., o que representa uma alta de 35,2% na comparação com o mesmo período do ano passado, aponta levantamento da provedora de informações financeiras Economatica. O maior lucro foi o do Bradesco (R$ 6,15 bilhões), seguido pelo Itaú Unibanco (R$ 5,4 bilhões), Banco do Brasil (R$ 4,2 bilhões) e Santander (R$ 2,8 bilhões). Lucro dos quatro maiores bancos Economia G1 De acordo com o levantamento, o lucro consolidado dos 4 bancos é o segundo maior já registrado para os 3 primeiros meses do ano em valores nominais (sem considerar a inflação), ficando atrás somente do resultado do 1º trimestre de 2019, quando os ganhos somaram R$ 19,9 bilhões. No 1º trimestre a receita liquida operacional dos grandes bancos, porém, caiu 23,4% na comparação anual, para R$ 138,0 bilhões. Apesar do crescimento do lucro, as ações dos bancos acumulam queda na bolsa em 2021. O valor de mercado dos bancos no fechamento desta quinta-feira (6) somava R$ 696,7 bilhões, o que representa uma queda de 26,8% na comparação com a máxima da série, registrada em dezembro de 2019 (R$ 951,8 bilhões). Provisão para calote cai O provisionamento para devedores duvidosos no 1º trimestre somou R$ 13,8 bilhões, queda de 51,1% com relação ao mesmo período de 2020. Em março de 2021 o ativo total consolidado dos 4 bancos é de R$ 6,54 trilhões. Itaú continua na liderança (R$ 2,1 trilhões) seguido pelo Banco do Brasil (R$ 1,8 trilhão) e Bradesco (R$ 1,6 trilhão).
Dívidas, contraídas junto a instituições financeiras e com garantia do Tesouro, deixaram de ser pagas. No ano passado, Tesouro Nacional honrou R$ 13,33 bilhões. A Secretaria do Tesouro Nacional informou nesta sexta-feira (7) que a União pagou R$ 477 milhões em dívidas atrasadas dos estados e municípios brasileiros em abril. Os estados do Rio de Janeiro (R$ 183,88 milhões), Minas Gerais (R$ 194,48 milhões) e Goiás (R$ 78,30 milhões) concentram a maior parte dos pagamentos feitos pelo governo federal. Os valores foram pagos porque a União é garantidora de operações de crédito, junto a instituições financeiras, desses estados e municípios. Nos quatro primeiros meses deste ano, as dívidas de estados e municípios quitadas pela União somam R$ 2,522 bilhões, segundo números do Tesouro Nacional. No ano passado, o Tesouro Nacional honrou R$ 13,33 bilhões das dívidas estaduais e municipais. Desde 2016, a União realizou o pagamento de R$ 35,336 bilhões com o objetivo de honrar garantias concedidas a operações de crédito, informou o Tesouro Nacional. União 'garantidora' O governo federal informou que, como garantidora de operações de crédito, a União – representada pelo Tesouro Nacional – é comunicada pelos credores de que parcelas de dívidas garantidas venceram e não foram pagas. "Diante da notificação, a União informa o mutuário da dívida para que se manifeste quanto aos atrasos nos pagamentos. Caso haja manifestação negativa em relação ao cumprimento das obrigações, a União paga os valores inadimplidos", explicou o Tesouro Nacional. Após essa quitação, a União inicia o processo de recuperação de crédito na forma prevista em contrato, ou seja, pela execução das contragarantias (geralmente repasses do Fundo de Participação dos Estados [FPE] ou do Fundo de Participação dos Municípios [FPM]). "A União está impedida de executar as contragarantias de diversos estados que obtiveram liminares no Supremo Tribunal Federal (STF) em 2019 e 2020 suspendendo a execução das referidas contragarantias, e também as relativas ao Estado do Rio de Janeiro, que está sob o Regime de Recuperação Fiscal (RRF)", disse o Tesouro. De acordo com o Tesouro Nacional, sobre as obrigações em atraso, incidem juros e mora referentes ao período entre o vencimento da dívida e o efetivo pagamento dos débitos pela União. VÍDEOS: assista a mais notícias sobre economia
Site do STF foi tirado do ar e, segundo a Corte, retomada é gradual. Nota diz que só foram acessados dados públicos e que ataque não atrapalhou atuação do Supremo. O Supremo Tribunal Federal (STF) investiga uma suposta tentativa de ataque hacker no sistema eletrônico da Corte. A TV Globo apurou que o procedimento é feito pelo Supremo em parceria com a Polícia Federal e foi iniciado após terem sido identificados acessos fora do padrão na quinta-feira (6). Técnicos do Supremo afirmam que a tentativa de invasão foi contida enquanto ainda estava em andamento. E que não foram acessadas informações sigilosas nem houve sequestro do ambiente virtual, como ocorreu com o Superior Tribunal de Justiça (STJ), no ano passado. Assista abaixo a reportagem de novembro de 2020 sobre o ataque hacker ao STJ. PF abre inquérito para apurar invasão hacker ao STJ O site do tribunal foi tirado do ar na quinta (6). Em nota divulgada na manhã desta sexta (7), o Supremo informou que a medida, que atingiu usuários externos, foi adotada para "garantir a segurança das informações." "A equipe técnica trabalha para retomada gradual dos serviços a partir desta sexta", diz a nota. Ainda de acordo com o Supremo, "todos os sistemas que garantem a atuação jurisdicional do STF" seguem funcionando. Leia a íntegra da nota do STF: Nota de esclarecimento O Supremo Tribunal Federal identificou um acesso fora do padrão em seu portal nesta quinta-feira (6). Para garantir a segurança das informações, o site foi retirado do ar para usuários externos e foram iniciadas análises em diversas de suas páginas. A equipe técnica trabalha para retomada gradual dos serviços a partir desta sexta (7). O acesso fora do padrão foi contido enquanto ainda estava em andamento e, segundo informações preliminares, somente dados públicos ou de características técnicas do ambiente foram acessados, sem comprometimento de informações sigilosas. Todos os sistemas que garantem a atuação jurisdicional do STF, como peticionamento eletrônico, seguiram funcionando adequadamente, sem a necessidade de desligamento. O caso está sob a apuração sigilosa das autoridades competentes. Aumento de acessos Recentemente, o Supremo tem experimentado um aumento expressivo na quantidade de acessos no portal por meio de "robôs" adotados por empresas, entidades e outros profissionais ligados ao direito que capturam dados públicos, como andamento processual e jurisprudência, para uso lícito. Nos casos em que os sistemas do Tribunal não identificam de imediato se a alta quantidade de acessos é oriunda de um “robô do bem” ou de um hacker com intenções ilícitas, medidas são adotadas para reforço da segurança de suas portas de entradas. No episódio desta quinta, segundo as informações já depuradas, o acesso não teve intuito de "sequestro" de ambiente, mas apenas de obtenção de dados. O STF lamenta eventuais transtornos causados a cidadãos, operadores do direito, jornalistas, entidades e empresas em razão da interrupção momentânea do serviço, mas ressalta absoluto compromisso com a transparência e a segurança da informação.

Consumidores que abandonam linhas e mantêm números cadastrados em serviços digitais correm risco de roubo de contas, alertam pesquisadores. Números 'reciclados' podem permitir que criminosos encontrem uma 'trilha' capaz de revelar várias informações sobre os dono Free-Photos/Pixabay/CC0 Creative Commons Uma dupla de pesquisadores da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, analisou informações referentes a 259 números de telefone celulares para verificar se eles podiam ser usados em alguma fraude envolvendo a "reciclagem de número" – quando uma linha é abandonada pelo antigo dono. Kevin Lee e Arvind Narayanan, que realizaram o levantamento, descobriram que 215 dos 259 números (83%) já tinham pertencido a outra pessoa e estavam sendo novamente comercializados pelas operadoras. O estudo concluiu que esses números podem permitir que criminosos encontrem uma "trilha" capaz de revelar várias informações sobre os donos. Até contas em redes sociais, lojas on-line ou serviços de pagamento podem estar em risco. Segundo os pesquisadores, 171 números reciclados puderam ser associados a informações pessoais cadastradas em bancos de dados. Ou seja, foi possível identificar o nome ou até o endereço aproximado do dono em alguns casos. A mesma quantidade de linhas também estava vinculada a serviços digitais em contas na Amazon, PayPal, Yahoo e Facebook. Ou seja, o antigo dono cadastrou seu número nesses serviços e não atualizou o cadastro quando abandonou a linha. Os responsáveis pelo estudo alertaram que os números poderiam ser usados para redefinir a senha e violar as contas dessas pessoas. VÍDEO: Como ficar de olho em fraudes em meu nome? Em 100 casos analisados, havia uma conta de e-mail vinculada ao número. A conta de e-mail, por sua vez, pode ser usada para procurar informações presentes em vazamentos de dados, o que pode revelar as senhas do antigo dono daquele número, o que pode contribuir com as violações. Muitos dos apontamentos feitos pelo estudo são válidos apenas para o mercado norte-americano e dependem da possibilidade de optar pela compra de números específicos. Contudo, usuários ainda podem correr perigo sempre que deixam números de telefone abandonados em cadastros on-line ou no WhatsApp. WhatsApp e linha cancelada: o novo dono do número poderá ver suas mensagens? Saiba o que fazer se uma linha de telefone for cadastrada em seu CPF e o risco de usar um chip em nome de outra pessoa Para evitar esses riscos, os pesquisadores recomendam que usuários descadastrem seus números de telefone de todos os serviços quando abandonarem uma linha. Donos de linhas "recicladas" também devem tomar cuidado para não cair em golpes. Após a realização do estudo, algumas operadoras nos Estados Unidos atualizaram suas orientações aos clientes e o manual de atendimento para incluir essas recomendações. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para [email protected] Veja dicas para se manter seguro on-line
O comércio varejista brasileiro voltou a enfrentar dificuldades em março e registrou queda nas vendas, com muito menos intensidade do que o esperado, mas o suficiente para levar o setor a ficar abaixo do nível pré-pandemia de novo. Em meio ao agravamento da pandemia de Covid-19 no país com consequente aperto das medidas de restrição, as vendas varejistas recuaram em março 0,6% na comparação com o mês anterior, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, as vendas voltaram a cair depois de um respiro em fevereiro, quando houve ganho de 0,5% impulsionado pelo retorno às aulas. Esse foi o terceiro resultado negativo nos últimos quatro meses. O dado divulgado nesta sexta-feira, entretanto, foi muito melhor do que a expectativa em pesquisa da Reuters de tombo de 7,0%. Ainda assim, o varejo passou a ficar em março 0,3% abaixo do patamar pré-pandemia, depois de no mês anterior estar 0,3% acima dele. Em relação a março de 2020, houve alta de 2,4%, contra expectativa de queda de 1,7%. O segundo trimestre deve ter começado com mais dificuldades para o varejo brasileiro, uma vez que o país se tornou o epicentro mundial da pandemia. Além do endurecimento das medidas de combate ao coronavírus, os varejistas ainda se veem, no curto prazo, diante dos obstáculos do desemprego elevado e da inflação alta. Ainda pesam um pagamento de auxílio emergencial mais baixo que no ano passado e a lentidão no processo de vacinação no Brasil. Entre as oito atividades pesquisadas, o IBGE informou que em março sete delas tiveram recuo. O principal impacto negativo veio do setor de móveis e eletrodomésticos, cujas vendas caíram 22,0% no mês. "No primeiro momento, o setor teve um crescimento acentuado porque, estando em casa, as pessoas repuseram muita coisa tanto em móveis quanto em eletrodomésticos. Mas passada essa primeira fase, não há crescimentos tão expressivos assim. E, quando as vendas diminuem, o setor costuma fazer promoções. Então houve um aquecimento das vendas em fevereiro e essa queda em março", explicou o gerente da pesquisa, Cristiano Santos. O único setor que cresceu na comparação mensal foi o de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com alta de 3,3%, o que segundo Santos se deve ao caráter de serviço essencial do segmento. “No início da pandemia, também teve um crescimento muito forte pelo fato de absorver as vendas de outras atividades, principalmente nesses grandes supermercados que vendem eletrodomésticos, móveis e vestuário. Depois teve um período de arrefecimento por conta, especialmente, da inflação dos alimentos”, disse Santos. No chamado comércio varejista ampliado houve em março recuo de 5,3% das vendas, com perdas de 20,0% em veículos, motos, partes e peças e de 5,6% em material de construção. Entretanto, a atividade de materiais de construção permanece 13,5% acima do patamar de fevereiro de 2020, anterior à pandemia. "Houve um crescimento forte desde o início da pandemia, explicado tanto pelo auxílio emergencial ... como pela necessidade de construções e reformas emergenciais em casa. A partir de novembro, tivemos execução de obras maiores, como adaptação de edifícios em grandes cidades”, explicou Santos.

Nesta sexta-feira, principal índice da bolsa fechou em alta de 1,77%, a 122.038 pontos. A bolsa de valores brasileira, a B3, fechou em alta nesta sexta-feira (7), em meio a noticiário corporativo intenso no Brasil, e a pauta externa com destaque para dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos. O Ibovespa subiu 1,77%, a 122.038 pontos. É a maior pontuação desde 14 de janeiro. Veja mais cotações. Na quinta-feira, a bolsa fechou em alta de 0,30%, a 119.921 pontos. Com o resultado de hoje, a bolsa teve resultado positivo na primeira semana de maio e passa a acumular avanço de 2,64% no mês. No ano, o Ibovespa tem valorização de 2,54%. CPI da covid: senadores esperam receber respostas até a semana que vem Cenário Na visão de analistas do mercado, a performance da bolsa nessa semana vem sendo influenciada pelos resultados de empresas brasileiras, bem como o forte desempenho de Vale na esteira do ritmo mais acelerado de crescimento na China. Nesta sexta-feira, o sinal positivo no pregão brasileiro também era avalizado por dados do mercado de trabalho norte-americano que corroborou o ambiente de taxas de juros anda bastante baixas nos EUA Nos EUA, a criação de vagas de trabalho em abril ficou abaixo do esperado. A economia norte-americana criou apenas 266 mil vagas de trabalho no mês passado, depois de abrir 770 mil em março. Já a China divulgou dados de crescimento das exportações e importações em abril, acima das expectativas do mercado. Os contratos futuros do minério de ferro na Ásia saltaram para novas máximas históricas nesta sexta-feira. Por aqui, o IBGE divulgou que as vendas do comércio varejista tiveram queda de 0,6% em março, na comparação com fevereiro. Com o resultado, o setor encerrou o primeiro trimestre do ano também com queda de 0,6%. Já a Fundação Getulio Vargas mostrou que o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) passou a subir 2,22% em abril, ante alta de 2,17% no mês anterior, com a aceleração dos preços de algumas commodites elevando a inflação ao produtor. Os investidores ficavam atentos também à agenda de privatizações doméstica. O governo brasileiro espera concluir o processo de privatização da Eletrobras até janeiro de 2022, em meio à expectativa de que a medida provisória que abre espaço para a operação possa ser votada na Câmara dos Deputados na semana do dia 17 deste mês. "Entramos na reta final da tramitação da MP e as duas Casas Legislativas parecem estar alinhadas quanto a prazos e o próprio projeto", disseram analistas da Levante Investimentos em nota, embora tenham ressaltado que "um impeditivo importante pode ser a CPI da Covid, que tem sido o tema central na Casa e atrapalha os planos do governo." Variação do Ibovespa em 2021 G1 Economia 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x

A economia dos EUA criou 266 mil vagas de trabalho no mês passado, depois de abrir 770 mil em março. Emprego nos EUA Reuters Os empregadores dos Estados Unidos contrataram muito menos trabalhadores do que o esperado em abril, provavelmente frustrados com a escassez de mão de obra, ficando agora em dificuldades para atender à alta da demanda em meio à melhora da saúde pública e à forte ajuda financeira do governo. A economia dos EUA criou apenas 266 mil vagas de trabalho no mês passado depois de abrir 770 mil em março, disse o Departamento de Trabalho em seu relatório de emprego nesta sexta-feira (7). Economistas consultados pela Reuters previam abertura de 978 mil postos de trabalho. O relatório de emprego, o primeiro desde o pacote de resgate da Casa Branca de US$ 1,9 trilhão ter sido aprovado em março, provavelmente fará pouco para mudar as expectativas de que a economia entrou no segundo trimestre com ímpeto e caminha para seu melhor desempenho em quase quatro décadas este ano. Doze meses atrás, a economia norte-americana eliminou um recorde de 20,679 milhões de empregos ao enfrentar o fechamento obrigatório de empresas não essenciais para desacelerar a primeira onda de infecções por coronavírus. Norte-americanos com mais de 16 anos já estão elegíveis para se vacinar contra a Covid-19, o que levou estados como Nova York, Nova Jersey e Connecticut a suspender a maioria de suas restrições de capacidade dentro das empresas. Mas a explosão resultante na demanda, que contribuiu para o ritmo de crescimento anualizado de 6,4% da economia no primeiro trimestre, o segundo mais rápido desde o terceiro trimestre de 2003, provocou escassez de mão de obra e matérias-primas. Das indústrias aos restaurantes, empregadores estão lutando para conseguir trabalhadores. Uma série de fatores, incluindo pais que ainda estão em casa cuidando dos filhos, aposentadorias relacionadas ao coronavírus e cheques generosos de auxílio-desemprego, são responsáveis ​​pela escassez de mão de obra. O ritmo moderado de contratação pode durar pelo menos até setembro, quando os benefícios de auxílio-desemprego acabarem. O mercado de trabalho continua sustentado por uma política fiscal e monetária muito acomodatícia. O presidente norte-americano, Joe Biden, planeja investir mais 4 trilhões de dólares em educação e creches, famílias de baixa e média rendas, infraestrutura e empregos. O Federal Reserve sinalizou que pretende deixar sua taxa básica de juros próxima de zero e continuar a injetar dinheiro na economia por meio da compra de títulos por algum tempo. A taxa de desemprego subiu a 6,1% em abril de 6,0% em março. A taxa tem sido subestimada por pessoas que classificam a si mesmas de forma errada como "empregadas mas ausentes do trabalho". Milhões de norte-americanos continuam fora do trabalho e muitos perderam seus empregos de forma permanente por causa da pandemia.

Recurso começou a ser liberado para alguns usuários ao redor do mundo que utilizam o aplicativo em inglês. Sede do Twitter em São Francisco, nos EUA. Jeff Chiu/AP O Twitter anunciou na última quinta-feira (6) a função de "gorjeta", para enviar e receber dinheiro de outras pessoas que usam a rede social. O recurso chegou primeiro para um "grupo limitado de pessoas" ao redor do mundo que usam o aplicativo em inglês no iPhone ou celulares Android. Os primeiros usuários a verem a opção em seus perfis serão alguns jornalistas, criadores de conteúdo, especialistas e organizações sem fins lucrativos, segundo a empresa. “Em breve, mais pessoas poderão adicionar o recurso aos seus perfis e vamos expandir para outros idiomas”, disse a companhia em comunicado. Outras plataformas oferecem opções similares. O YouTube, por exemplo, oferece um recurso para que as pessoas enviem dinheiro durante transmissões ao vivo e possam ter seus comentários destacados. Sites como o Only Fans e o Patreon, que viram sua popularidade crescer durante a pandemia, permitem que criadores de conteúdo cobrem por conteúdos exclusivos. SAIBA MAIS: Quanto rende o OnlyFans? Os lucros e perrengues de brasileiras que vendem ‘nudes’ no site Como funciona? Os usuários que tiverem a opção disponível terão um ícone de gorjeta perto do botão "Seguir", na página do seu perfil. As pessoas que tocarem nesse ícone verão uma lista de plataforma de pagamento habilitadas pela conta que fazem a intermediação da transação. Twitter terá opção de 'gorjeta'. Divulgação/Twitter Por enquanto, os serviços parceiros são Bandcamp, Cash App, Patreon, PayPal e Venmo. Essas plataformas podem variar de acordo com o país. Depois de selecionar a opção de pagamento, o aplicativo do Twitter levará os usuários até a plataforma para escolher o valor e concluir a operação. A rede social disse que não ficará com nenhuma porcentagem da transferência.

Nesta sexta-feira (7), a moeda norte-americana fechou em queda de 0,96%, a R$ 5,2270, menor valor desde 16 de janeiro. Foto de arquivo mostra notas de dólar em Westminster, Colorado Reuters/Rick Wilking O dólar fechou em queda de 0,96%, cotado a R$ 5,2270, nesta sexta-feira (7), contabilizando a maior queda semanal desde dezembro, em meio à perspectiva de novas elevações na taxa básica de juros no Brasil. Com o resultado, a moeda norte-americana teve a sexta semana consecutiva no vermelho. Na parcial da semana e do mês, o dólar tem queda acumulada de 3,76%. No ano, o avanço ainda é de 0,77%. Veja cotações. Cenário O recuo do dólar frente ao real ocorre diante da expectativa da continuidade de elevações na taxa básica de juros no Brasil, o que ajudaria a recompor de forma mais robusta o chamado diferencial de juros com o exterior, o que favorece o fluxo de dólares para o país. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) elevou nesta quarta-feira a taxa Selic em 0,75 ponto percentual, de 2,75% para 3,5% ao ano. Segundo analistas, uma nova alta de 0,75 ponto percentual deve ocorrer também na próxima reunião, em junho. A Selic em alta aumenta a diferença entre os retornos oferecidos no Brasil ante os dos Estados Unidos e de outros mercados emergentes, o que eleva a atratividade do real, potencialmente valorizando a moeda. A projeção atual do mercado para a taxa de câmbio no fim de 2021 é de R$ 5,40 por dólar, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central, Na agenda de indicadores do dia, os EUA divulgaram que a economia norte-americana criou apenas 266 mil vagas de trabalho no mês passado, depois de abrir 770 mil em março, indicando que a recuperação do mercado de trabalho dos Estados Unidos está longe de completa, o que reduz as apostas de um aperto monetário pelo Federal Reserve no curto prazo. "Se o mercado de trabalho já estivesse superaquecendo, a perspectiva de elevação de juros seria mais alta e isso pressionaria uma saída de recursos de países emergentes para os Estados Unidos", comentou Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos. Por aqui, o IBGE divulgou que as vendas do comércio varejista tiveram queda de 0,6% em março, na comparação com fevereiro. Com o resultado, o setor encerrou o primeiro trimestre do ano também com queda de 0,6%. Já a Fundação Getulio Vargas mostrou que o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) passou a subir 2,22% em abril, ante alta de 2,17% no mês anterior, com a aceleração dos preços de algumas commodites elevando a inflação ao produtor. Relator Aguinaldo Ribeiro diz que fatiar reforma tributária é um erro Variação do dólar em 2021 G1

Sete das oito atividades do setor registraram recuo nas vendas na passagem de fevereiro para março. Trimestre fechou com queda de 4,3% na comparação com o 4º trimestre de 2020 e o setor voltou a ficar abaixo do nível pré-pandemia. Segmento de hiper e supermercados foi o único dos oito investigados na pesquisa do IBGE que registrou crescimento nas vendas em março Eduardo Peret/Agência IBGE Notícias As vendas do comércio varejista tiveram queda de 0,6% em março, na comparação com fevereiro, apontam os dados divulgados nesta sexta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado em 12 meses, porém, o comércio registra alta de 0,7%. Na comparação com março do ano passado, houve alta foi de 2,4%. Setor varejista teve segunda queda nas vendas em três meses Economia/G1 Com o resultado, o setor encerrou o primeiro trimestre do ano no vermelho. Na comparação com o 4º trimestre de 2020, a queda foi de 4,3% - foi o segundo trimestre seguido em queda. Já na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, o recuo foi de 0,6%. Resultado trimestral do varejo brasileiro Economia G1 O comércio foi o segundo grande setor da economia a fechar o 1º trimestre do ano com perdas. A indústria encerrou o período com queda de 0,4%. Em termos de patamar de vendas, o resultado de março deixou o setor varejista 6,5% abaixo do recorde, que foi alcançado em outubro de 2020. Setor volta a ficar abaixo do nível pré-pandemia O resultado de março também levou o setor de comércio a ficar abaixo do patamar pré-pandemia, depois de ter recuperado as perdas em fevereiro. O volume de vendas em março ficou 0,3% abaixo do observado em fevereiro de 2020. Das oito atividades, somente duas registraram patamar superior ao pré-pandemia: artigos farmacêuticos (12,7%) e hiper e supermercados (3,9%). As quedas mais intensas ficaram com os segmentos de tecidos e vestuários (-50,1%) e livros, jornais e revistas (-50,2%). Em março, comércio voltou a operar abaixo do nível pré-pandemia Economia/G1 Queda disseminada nas vendas De acordo com o IBGE, das oito atividades do comércio investigadas na pesquisa mensal, sete tiveram queda no volume de vendas na passagem de fevereiro para março. A única com crescimento foi a hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que teve alta de 3,3%. O principal impacto negativo para o resultado geral partiu do setor de móveis e eletrodomésticos, que teve queda de 22% em março. Segundo o gerente da pesquisa, Cristiano Santos, essa atividade foi muito influenciada pelo comportamento dos consumidores durante a pandemia. “No primeiro momento, o setor teve um crescimento acentuado porque, estando em casa, as pessoas repuseram muita coisa tanto em móveis quanto em eletrodomésticos. Mas, passada essa primeira fase, não há crescimentos tão expressivos assim. E, quando as vendas diminuem, o setor costuma fazer promoções. Então houve um aquecimento das vendas em fevereiro e essa queda em março”, explicou. Varejo ampliado Pelo conceito varejo ampliado, que inclui "Veículos, motos, partes e peças" (-20,0%) e de "Material de construção" (-5,6%), o volume de vendas teve queda de 5,3% em relação a fevereiro, mas registrou crescimento de 10,1% na comparação com março de 2020. No acumulado no ano, o varejo ampliado tem crescimento de 1,4%. Já no acumulado em 12 meses, ele registra queda de 1,1%. O gerente da pesquisa ponderou que, apesar da queda em março, o setor de material de construção é um dos que se mantêm acima do patamar pré-pandemia - 13,5% acima de fevereiro de 2020. "Essa atividade teve um crescimento forte desde o início da pandemia, explicado tanto pelo auxílio emergencial, que possibilitou a aquisição por parte das famílias das camadas de mais baixa renda, como pela necessidade de construções e reformas emergenciais em casa. A partir de novembro, tivemos execução de obras maiores, como adaptação de edifícios em grandes cidades”, apontou. Veja o desempenho de cada um dos segmentos em março: Combustíveis e lubrificantes: -5,3% Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: 3,3% Tecidos, vestuário e calçados: -41,5% Móveis e eletrodomésticos: -22% Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria: -0,1% Livros, jornais, revistas e papelaria: -19,1% Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: -4,5% Outros artigos de uso pessoal e doméstico: -5,9% Veículos, motos, partes e peças: -20,0% (varejo ampliado) Material de construção: -5,6% (varejo ampliado) Queda nas vendas em 22 das 27 regiões pesquisadas O baixo desempenho do comércio em março foi registrado na maioria das regiões pesquisadas. De acordo com o IBGE, das 27 Unidades da Federação, 22 tiveram quedas nas vendas na comparação com o mês anterior. As quedas mais intensas foram observadas no Ceará (-19,4%), Distrito Federal (18,1%) e Amapá (-10,1%). Dentre as cinco UFs que registraram crescimento nas vendas, os destaques foram o Amazonas (14,9%) e o Acre (11,2%). “Alguns estados tiveram comportamento de queda em móveis e eletrodomésticos de forma mais intensa, como se deu no Ceará. O que tem acontecido, especialmente em grandes empresas, é adoção de estratégias distintas, como o fechamento de lojas. Com isso, há variações no número de estabelecimentos abertos e a diminuição de receitas em determinados estados”, explicou o gerente da pesquisa. Na comparação com março do ano passado, porém, 19 das 27 UFs apresentaram crescimento nas vendas, com destaque para o Rio de Janeiro (7,1%), Minas Gerais (5,5%) e Santa Catarina (7,6%). Perspectivas A confiança empresarial teve, em abril, a primeira alta após seis quedas seguidas, conforme o último levantamento divulgado pela Fundação Getúlio Vargas. Segundo a entidade, a indústria é único setor a registrar níveis elevados de confiança. No entanto, o índice do comércio, que em março havia despencado para o menor nível desde maio de 2020, teve alta de 11,6 pontos, no mês. Os economistas do mercado financeiro passaram a prever uma maior expansão da economia este ano. Conforme o último relatório Focus, divulgado pelo Banco Central, a previsão é de que o Produto Interno Bruto (PIB) do país tenha alta de 3,14% - antes, o crescimento previsto era de 3,09%. O mercado financeiro também aumentou a projeção de alta da inflação para este ano, de 5,01% para 5,04%. A previsão de inflação do mercado continua acima da meta central deste ano, de 3,75%, e se aproxima do teto do sistema de metas: 5,25%. Isso porque, pelo sistema atual, a inflação será considerada cumprida se ficar entre 2,25% e 5,25% em 2021.
Entre as mães que trabalham fora, 69% deixam seus filhos com outras pessoas e 19% com os pais. Já 58% dos homens deixam os filhos com as mães e 36% com outras pessoas. Pesquisa feita pela Catho mostra que 92% das mulheres que estão em home office também são as responsáveis pelos filhos, que também estão em casa neste período. Dos 6 mil profissionais entrevistados na segunda quinzena de abril, todos com filhos, 15,5% estão trabalhando em casa e 71% estão tendo que ir para o local de trabalho. Das mães que trabalham fora, 69% deixam seus filhos com outras pessoas, 19% com os pais e 12% em uma escola ou creche. Já entre os pais que trabalham fora, 58% deixam os filhos com as mães, 36% com outras pessoas e 6% em uma escola ou creche. Para Regina Botter, diretora de Operações da Catho, essa é uma rotina de grande parte dos brasileiros. “O número de mães solo no país chega a mais de 11 milhões. São mulheres provedoras do lar que estão sentindo as dificuldades relativas ao cuidado e a sobrecarga de tarefas potencializadas pela pandemia", diz. "Os dados mostram que tanto no home office, quanto trabalhando fora, a mulher acaba sempre sendo a maior responsável pelo cuidado dos filhos. Lembrando que quando pais ou mães deixam os filhos com terceiros, geralmente são com avós ou tias. Ou seja, outras mães”. Segundo a pesquisa da Catho, um terço das mulheres entrevistadas cuidam dos seus filhos sozinhas. São chefes de família que precisam se desdobrar para conciliar trabalho, filhos, falta de dinheiro e piora da saúde psicológica. Nesse grupo entram tanto profissionais em home office quanto em trabalho presencial e também desempregadas. “Com a pandemia e as incertezas no ambiente profissional, com certeza, as mães são as que mais estão sofrendo", diz Regina. "Além da enorme quantidade de mulheres que perderam o trabalho, tem também as que precisaram pedir demissão, pois não tinham com quem deixar os filhos e as que entraram em regime de home office e precisaram conciliar os afazeres profissionais com as tarefas domésticas e o cuidado das crianças, que durante a pandemia, estão em casa durante todo o dia”, esclarece a diretora de Operações da Catho. Mães ficam ainda mais sobrecarregadas com home office A pesquisa da Catho mostra ainda que 40% das mães que trabalham na área da saúde deixaram de conviver com os seus filhos para evitar a transmissão da Covid-19. Regina Botter explica que nesse momento é importante uma rede de apoio à mulher. “Muitas vezes, uma profissional de saúde passa 12 horas em um plantão e mais de uma ou duas horas no deslocamento até em casa, tendo apenas um terço do dia para conviver com o seu filho. E é nesse momento que os amigos e familiares precisam se fazer presentes e formar a tão famosa rede de apoio” diz.

Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco Divulgação/Prefeitura de Aparecida de Goiânia Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta sexta-feira (7) em Petrolina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no G1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 - 8381 Vagas disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE
Especialista em imposto de renda da consultoria EY, Antonio Gil, vai responder todas as semanas, durante todo o prazo de declaração, a 15 perguntas dos leitores. O prazo para fazer a declaração do Imposto de Renda 2021 vai foi prorrogado até 31 de maio – e com ele seguem as dúvidas dos contribuintes. Para ajudar nessa tarefa, a pedido do G1, o especialista em imposto de renda da consultoria EY, Antonio Gil, vai responder todas as semanas, durante todo o prazo de declaração, a 15 perguntas dos leitores. Serão 3 perguntas por dia, de segunda a sexta. Tem alguma dúvida? Mande sua pergunta e veja as já respondidas SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2021 1) Pergunta: Meu pai faleceu em 2019; o inventário do imóvel em que eu moro foi concluído em 2019 mesmo; no entanto, por erro, eu entreguei a declaração inicial de espólio e não fiz a declaração final de espólio. Qual o procedimento correto a ser feito, agora em 2021? Entrego uma outra declaração, a final de espólio referente a 2020? (Antonio Jnr) Resposta: É preciso entregar a Declaração Final de Espólio referente ao ano de encerramento do processo de inventário. Ou seja, de fato a Declaração Final de Espólio ano calendário 2019 precisará ser entregue. Note que é possível realizar esse procedimento entregando a Declaração Final de Espólio como retificadora da inicial de espólio. 2) Pergunta: Até ano passado declarei o IR pessoa física baixando um programa no site da receita federal e transmitindo a declaração pelo mesmo programa. Esse ano porém não estou encontrando, como faço para fazer minha declaração? (Paulo Legg) Resposta: O Programa está disponível para download no site da Receita Federal através do link: https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/centrais-de-conteudo/download/pgd/dirpf 3) Pergunta: Já enviei meu IR e coloquei em débito automático o que tenho que pagar. Foi antes da prorrogação, vão descontar no 30 de abril ou passa automaticamente para o último dia de maio? (Rosa Sandra Rocha) Resposta: Com a prorrogação do prazo de entrega também é postergado o vencimento do imposto a pagar referente a cota única ou a primeira cota, também para dia 31/05/2020, tanto para quem colocar o pagamento em débito automático como para quem for pagar o DARF através de estabelecimento bancário. Assista as últimas notícias sobre o Imposto de Renda Assista as últimas notícias sor

Recuperação econômica dos EUA e a estagnação da produção industrial em outros países afetados pelo coronavírus elevaram a demanda por produtos chineses. Movimentação de cargas no porto de Xangai, na China, em imagem de arquivo Aly Song/Reuters A China deu continuidade em abril a seu processo de recuperação comercial, com as exportações acelerando acima do esperado e o crescimento das importações atingindo máxima de uma década, em um impulso à segunda maior economia do mundo. A recuperação econômica dos EUA e a estagnação da produção industrial em outros países afetados pelo coronavírus elevaram a demanda por produtos fabricados na China, disseram analistas. As exportações em termos de dólares saltaram 32,3% sobre o mesmo período do ano anterior, para US$ 263,92 bilhões, informou nesta sexta-feira a Administração Geral de Alfândegas da China, superando a previsão de analistas de 24,1% e o crescimento de 30,6% em março. "O crescimento das exportações da China de novo surpreendeu para cima", disse Zhiwei Zhang, economista-chefe da Pinpoint Asset Management, acrescentando que dois fatores -- o crescimento da economia dos EUA e a crise da Covid-19 na Índia, levando algumas encomendas a passar para a China -- provavelmente contribuíram para o forte crescimento das exportações. As importações também foram expressivas, subindo 43,1% sobre o ano anterior, ganho mais forte desde janeiro de 2011 e acelerando ante a taxa de 38,1% vista em março. Também foi melhor do que a alta de 42,5% esperada em pesquisa da Reuters, diante dos preços mais altos de commodities. O superávit comercial da China de US$ 42,85 bilhões foi maior do que o excedente de 28,1 bilhões esperado em pesquisa da Reuters. Setor de serviços também avança em abril Já o setor de serviços da China expandiu no ritmo mais forte em quatro meses em abril, mostrou nesta sexta-feira a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) do IHS Markit. O PMI de serviços da China subiu a 56,3, nível mais alto desde dezembro, quando a mesma leitura foi registrada, e ante 54,3 em março. A marca de 50 separa crescimento de contração.

Pagamento da primeira parcela do benefício terminou em abril para todos os públicos; veja os calendários das próximas parcelas. A Caixa Econômica Federal (Caixa) libera nesta sexta-feira (7) os saques e transferências da primeira parcela do Auxílio Emergencial aos beneficiários que não fazem parte do Bolsa Família nascidos em junho, que receberam a parcela em poupança social digital no dia 18 de abril. O pagamento da primeira parcela do auxílio para este público terminou em 29 de abril. Para quem faz parte do Bolsa Família, os pagamentos foram até 30 de abril. Os pagamentos da segunda parcela do benefício começam em 18 de maio para o público do Bolsa Família, e em 16 de maio para os demais beneficiários (veja nos calendários mais abaixo). Terei direito? Quanto vou receber? Veja perguntas e respostas Veja o calendário completo Veja como saber se você vai receber Saiba como contestar se você teve o beneficio negado Beneficiário precisa estar com o CPF regular; saiba como fazer SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Auxílio emergencial 2021: entenda as regras da nova rodada VEJA QUEM PODE SACAR A PARTIR DESTA SEXTA: trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família, nascidos em junho Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/ Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial 2021 Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial 2021 - Calendário para trabalhadores fora do Bolsa Família Economia G1 VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial
Especialista da EY, Antonio Gil dá dicas aos contribuintes. Teve o contrato de trabalho suspenso ou a jornada reduzida no ano passado? O especialista da EY, Antonio Gil, explica como declarar o Benefício Emergencial do Emprego e Renda (BEm) no Imposto de Renda. Assista: SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2021 IR 2021: Saiba como declarar se você teve contrato suspenso ou salário reduzido

Vendedor, ajudante de eletricista, costureira, auxiliar de confeitaria e atendente de padaria são algumas das vagas ofertadas. Oportunidades estão distribuídas por 20 municípios pernambucanos. Carteiras de Trabalho Divulgação O sistema público da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco (Seteq-PE) oferece 137 vagas de emprego através das unidades da Agência do Trabalho, nesta sexta-feira (7). As oportunidades estão disponíveis em 20 municípios do estado. Vendedor, ajudante de eletricista, costureira, auxiliar de confeitaria e atendente de padaria são algumas das vagas ofertadas (veja lista completa mais abaixo). As oportunidades de emprego são nas seguintes cidades: Araripina, Arcoverde, Belo Jardim, Cabo de Santo Agostinho, Caruaru, Camaragibe, Garanhuns, Goiana, Igarassu, Ipojuca, Nazaré da Mata, Palmares, Paudalho, Pesqueira, Petrolina, Recife, Salgueiro, Santa Cruz do Capibaribe, Serra Talhada e Vitória de Santo Antão. Os interessados podem realizar agendamento para as unidades da Agência do Trabalho através do site da secretaria ou do Portal Cidadão. Após realizar o cadastro, é preciso escolher a opção "intermediação de mão de obra". Vagas de emprego - 07/05 Vagas exclusivas para pessoas com deficiência Carteira digital Atualmente, o trabalhador pode usar a versão digital da carteira de trabalho (veja vídeo abaixo): Veja como ter acesso à carteira de trabalho digital Vídeos de PE mais vistos nos últimos 7 dias

Dona dos sites Submarino e Americanas.com teve alta de 90,4% nas vendas brutas totais. Submarino, empresa do grupo B2w Divulgação A B2W teve forte aumento das vendas no primeiro trimestre, ainda sob impulso do comércio eletrônico na esteira das medidas de isolamento social, mas seu prejuízo cresceu diante de maiores subsídios para fretes grátis. O grupo de comércio eletrônico anunciou nesta quinta-feira (6) que teve prejuízo líquido de R$ 163,6 milhões no primeiro trimestre, perda maior do que os R$ 108 milhões em igual período de 2020. A companhia, dona dos sites Submarino e Americanas.com, informou ainda que teve alta de 90,4% nas vendas brutas totais (GMV, na sigla em inglês) ano a ano, a R$ 8,68 bilhões. A empresa, que no mês passado anunciou proposta de combinação de negócios com a Lojas Americanas para criação da companhia a ser listada em bolsa nos Estados Unidos, reportou receita líquida de R$ 2,94 bilhões no trimestre, crescimento de 73,5% em um ano. Por outro lado, as despesas gerais ajustadas somaram R$ 808 milhões, representando 9,3% das vendas totais, um aumento de 0,5 ponto percentual ano a ano, refletindo investimentos maiores em entrega gratuita. Só as despesas com vendas dispararam 130%. Assim, o resultado operacional medido pelo lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado somou R$ 129,4 milhões, alta de 1,4% em 12 meses. No trimestre, o consumo de caixa foi de R$ 897,4 milhões, um aumento de 38,9% em um ano, com a companhia atribuindo essa evolução a fatores sazonais e ao aumento dos estoques. "Para os próximos trimestres e para o ano como um todo, reforçamos nosso compromisso de seguir gerando caixa", afirmou a B2W no relatório.
Ministro do STF atendeu a pedido do governo do Maranhão e mandou União adotar medidas para fazer Censo Demográfico. AGU quer que STF rejeite ação ou permita Censo em 2022. A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu nesta quinta-feira (6) da decisão do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), que mandou o governo federal adotar medidas para fazer o Censo Demográfico. Marco Aurélio tomou a decisão no último dia 28, atendendo a um pedido do governo do Maranhão. Por lei, o Censo Demográfico deve ser feito a cada dez anos. O último ocorreu em 2010, mas, no ano passado, o governo adiou a pesquisa em razão da pandemia. Neste ano, por não prever recursos no Orçamento. No recurso apresentado ao STF, a AGU pediu ao tribunal que rejeite a ação do governo do Maranhão ou permita a realização do Censo em 2022. Para a AGU, a determinação de Marco Aurélio, "ainda que externalize preocupação legítima, invade esfera privativa" dos poderes Legislativo e Executivo, "violando os princípios democrático e da separação de poderes". No recurso, o governo listou uma série de critérios apontados pela área técnica como eventuais problemas para a realização do Censo, entre os quais: risco pelo fato de a população ainda não estar plenamente vacinada, levando a possíveis resistências para receber o recenseador; prováveis dificuldades de ordem orçamentária e financeira em dezembro e nos primeiros meses de 2022; alta probabilidade de desistências dos recenseadores durante o período de coleta. O governo informou ao STF que é preciso recompor o orçamento para o Censo em cerca de R$ 1,9 bilhão e que isso levará à redução de outras despesas, num cenário de crise agravado pela pandemia. A Advocacia afirma, ainda, que há dificuldades orçamentárias e que viabilizar a pesquisa financeiramente ainda depende de alteração no Orçamento com aprovação pelo Congresso. VÍDEO: Entenda o impacto do cancelamento do Censo Suspensão fere a Constituição Na decisão em que determinou a realização do Censo, Marco Aurélio criticou o corte no orçamento para a pesquisa. Para o ministro, isso fere a Constituição. "A União e o IBGE, ao deixarem de realizar o estudo no corrente ano, em razão de corte de verbas, descumpriram o dever específico de organizar e manter os serviços oficiais de estatística e geografia de alcance nacional", escreveu. O ministro negou que a decisão represente interferência em outros Poderes. "Surge imprescindível atuação conjunta dos três poderes, tirando os compromissos constitucionais do papel. No caso, cabe ao Supremo, presentes o acesso ao Judiciário, a aplicabilidade imediata dos direitos fundamentais e a omissão dos réus, impor a adoção de providências a viabilizarem a pesquisa demográfica”. Marco Aurélio Mello destacou a importância da pesquisa para o país. "O direito à informação é basilar para o poder público formular e implementar políticas públicas. Por meio de dados e estudos, governantes podem analisar a realidade do país. A extensão do território e o pluralismo, consideradas as diversidades regionais, impõem medidas específicas", escreveu. Marco Aurélio determina que governo realize Censo ainda em 2021 Ação Na ação leva ao STF, o governo do Maranhão sustentou que "a ausência do censo demográfico afeta de maneira significativa a repartição das receitas tributárias, pois os dados populacionais são utilizados para os repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE), bem como do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e ainda para uma série de outras transferências da União para os entes subnacionais". Também pontuou que "o cancelamento do Censo traz consigo um imensurável prejuízo para as estatísticas do país, pois sem o conhecimento da realidade social, demográfica e habitacional, tornam-se frágeis as condições que definem a formulação e avaliação de políticas públicas".

Vídeo mostra avião que teria lançado o produto sobre um menino. Outras 8 pessoas também foram atingidas. Comunidade é atingida por agrotóxico lançado de avião em Buriti A Polícia Civil, o Ministério Público do Maranhão e órgãos ambientais investigam o despejo irregular de agrotóxicos por meio de aviões na zona rural de Buriti, no Maranhão. Moradores de dois povoados afirmam que um dos aviões jogou o veneno por três dias seguidos em uma comunidade, o que teria provocado intoxicação em pelo menos nove pessoas. Na comunidade, cerca de 100 pessoas vivem de agricultura familiar. Um menino de oito anos estava na porta de casa na hora quando um avião passou. Ele diz que sentiu gotículas caírem no corpo e, logo depois, as coceiras e as bolhas começaram a aparecer. A dona Antônia, mãe do menino, também foi atingida. "Minhas pernas começaram a coçar e já ficaram aquele vermelhidão muito grande. Aquelas "empolas", vermelhidão nas minhas pernas espalhando... e coçava, coçava, coçava e continuava espalhando", conta a lavradora Antônia Peres. Criança com pele afetada pelo agrotóxico jogado por avião em Buriti Reprodução/TV Mirante Os moradores também relatam sintomas como vômito, diarreia e febre. Ninguém procurou hospital por medo da pandemia da Covid-19. "Muitos idosos alegando que sentiram falta de ar, dor de cabeça. É uma situação desesperadora envolvendo duas comunidades tradicionais", afirmou Diogo Cabral, advogado da Federação dos Trabalhadores Rurais do Maranhão. A Secretaria de Meio Ambiente já identificou o produtor de soja Gabriel Introvini, que contratou voos agrícolas no período investigado. Ele foi multado em R$ 273 mil por "atividade potencialmente poluente, pulverização na lavoura com uso de aeronave, sem licença da autoridade competente". "O derramamento de agrotóxico que nós identificamos foi pelo plano de voo que foi apresentado pelo empreendedor. Ele estava adotando esse procedimento de maneira irregular e por isso nós adotamos essas duas penalidades", declarou Diego Rolim, Secretário Estadual de Meio Ambiente. Gabriel Introvini é acusado de ter contratado o avião que jogou agrotóxico em uma comunidade em Buriti Reprodução/TV Mirante Nesta quinta-feira (6), uma decisão da Justiça também proibiu o produtor de fazer novas aplicações aéreas de agrotóxico na região. Se a aplicação for terrestre, precisa ser feita com 1 km de distância das comunidades rurais. Ele também foi obrigado a pagar as despesas médicas da comunidade, por um mês. Gabriel nega que tenha aplicado agrotóxico na lavoura nos dias em que as comunidades foram atingidas, mas confirmou o uso de avião. "Não foi só a minha fazenda que aplicou veneno na região, tem outras fazenda que aplicou também. Agora o produto que eu apliquei, que eu saiba não queima ninguém, né. Mas disseram que queimou, eu posso dizer o que?", disse Gabriel. Avião que teria jogado agrotóxico sobre uma comunidade rural em Buriti, no Maranhão TV Mirante A Secretaria Estadual de Saúde enviou médicos infectologistas com apoio da Fiocruz às comunidades e técnicos do Ministério da Saúde estão no local para examinar os atingidos. A água da região foi coletada para análise. O Ministério Público também pediu à Polícia Civil a abertura de um inquérito para apurar se houve crime ambiental. "Contraria vários dispositivos legais. Na comunidade Carranca, os venenos foram lançados a menos de seis metros de distância das casas. Muitas pessoas foram afetadas gravemente, inclusive idosos e crianças, e nós não sabemos a dimensão, inclusive, da contaminação dos solos e da água", diz Diogo Cabral. A Defensoria Pública do Maranhão e a Federação dos Trabalhadores Rurais ingressaram com uma ação na Justiça cobrando a proibição definitiva do uso de aviões agrícolas na área.

Mandić desenvolveu um dos primeiros provedores de internet do Brasil na década de 90. A causa da morte não foi divulgada. Aleksandar Mandic, um dos precursores do e-mail corporativo no Brasil e fundador da empresa Mandic, foto de maio de 2012 Márcio Fernandes de Oliveira/Estadão Conteúdo/Arquivo Morreu na tarde desta quinta-feira (6), aos 66 anos, Aleksandar Mandić, um dos pioneiros da internet como negócio no Brasil. A causa da morte não foi divulgada, mas o empresário vinha tratando uma leucemia. A informação foi divulgada pelo filho do empresário, Axel Mandić, nas redes sociais. Morte do empresário Aleksandar Mandić foi confirmada nas redes sociais pelo seu filho Axel. Reprodução / Redes Sociais Carreira Em 1990, Mandić investiu no seu próprio empreendimento, o Mandic BBS. A partir dele, o empresário criou um dos primeiros provedores de internet do Brasil, que se tornou um dos principais do país, eleito como o Melhor Provedor iBest 97/98 e recebendo o título também no ano seguinte. Em 1999, um ano depois de vender a Mandic BBS, o empreendedor fundou, juntamente com Nizan Guanaes e Matinas Suzuki Jr, o portal de notícias e conteúdos iG (Internet Group), onde atuou como vice-presidente até 2001. Em 2002, o empresário, recuperou a marca "Mandic", mas, desta vez, para trabalhar com e-mails corporativos, sob o nome de "mandic:mail", que tinha o slogan "o melhor e-mail que a internet pode fazer". Com amplo crescimento, o serviço acabou se transformando e deu início a ofertas de produtos de computação em nuvem. Dez anos depois, em março de 2012, o empreendedor decidiu vender novamente a marca. Já em 2013, o empresário criou o aplicativo Mandić Magic, que hoje se chama Wi-Fi Magic. Ele é um banco de dados, alimentado pelos próprios usuários, onde são armazenados senhas de Wi-Fi de locais públicos, disponibilizado de forma gratuita. Graças às suas criações, Mandić recebeu alguns prêmios durante sua carreira. Em 1999, o de "Empreendedor Master do Ano" pela Ernst & Young e o prêmio Casa da Universidade. Em 2006, ele ganhou o Prêmio SUCESU 40 Anos, da Associação de Usuários de Informática e Telecomunicações.

Cinco unidades pertencem à Seara e duas à JBS. Motivo não foi informado e governo brasileiro diz que busca contato com autoridades sauditas para esclarecimento. Carne de frango Reprodução/TV Fronteira A Arábia Saudita suspendeu a autorização de exportação de carne de aves de 11 frigoríficos brasileiros, segundo uma nota conjunta dos Ministérios das Relações Exteriores e da Agricultura, divulgada nesta quinta-feira (6). O governo brasileiro disse que recebeu com "surpresa" a decisão e que "não houve contato prévio das autoridades sauditas" e nem "apresentação de motivações ou justificativas". A informação consta em uma lista da Saudi Food and Drug Authority (SFDA) publicada no dia 5 de maio. Segundo este documento, os frigoríficos suspensos são: 5 da Seara Alimentos: em Amparo (SP), Brasília (DF), Campo Mourão (PR), Caxias do Sul (RS), Ipumirim (SC); 3 da Vibra Agroindustrial: Itapejara D'Oeste (PR); Pato Branco (PR) e Sete Lagoas (MG) 2 da JBS: em Montenegro (RS) e Passo Fundo (RS); 1 da Agroaraçá: em Nova Araçá (RS). Em nota à imprensa, a JBS disse que procurou a SFDA para "dialogar e entender as motivações para o bloqueio". "A produção antes destinada à Arábia Saudita já foi redirecionada para outros mercados", disse a empresa no comunicado, que detém a marca Seara. O G1 também entrou em contato com a Vibra Agroindustrial e Agroaraçá, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. O governo brasileiro afirmou que iniciou contato com as autoridades da Arábia Saudita e da embaixada do país em Brasília para esclarecer o episódio. "Todas as vias bilaterais e multilaterais serão empregadas com vistas à pronta resolução da questão. Caso se comprove a interposição de barreira indevida ao comércio, o Brasil poderá levar o caso à OMC [Organização Mundial do Comércio]", disse o comunicado. "O Brasil reitera os elevados padrões de qualidade e sanidade seguidos por toda nossa cadeia de produtos de origem animal, assegurados por rigorosas inspeções do serviço veterinário oficial. Há confiança de que todos os requisitos sanitários estabelecidos por mercados de destino são integralmente cumpridos", acrescentou. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) disse, em nota, que está apoiando o governo na busca por mais detalhes sobre a "surpreendente decisão unilateral" das autoridades sauditas. Anúncio de investimento As suspensões anunciadas ao Brasil ocorrem na mesma semana em que a companhia saudita Almarai, uma das maiores do país, anunciou um investimento de US$ 1,8 bilhão para dobrar a sua produção de frango, destacou a agência de notícias Reuters. Dados da ABPA mostram que as exportações brasileiras de frango para a Arábia Saudita atingiram 120,8 mil toneladas no primeiro trimestre deste ano, alta de 8,5% em relação ao mesmo período de 2020. Essas vendas representaram 12% do total embarcado de janeiro a março. O mercado já foi o principal destino da carne do Brasil e perdeu o posto para a China em 2019, com o surto de peste suína africana no rebanho chinês. VÍDEOS: tudo sobre o agronegócio

Desempenho do banco foi melhor do que o esperado pelos analistas de mercado. No mesmo período do ano passado, estatal reportou ganhos de R$ 3,2 bilhões. Sede do Banco do Brasil, em Brasília Adriano Machado/Reuters O Banco do Brasil informou nesta quinta-feira (6) que registrou luro líquido contábil de R$ 4,226 bilhões no primeiro trimestre deste ano, o que representa uma alta de 31,9% em relação ao mesmo período do ano passado (R$ 3,2 bilhões). Já o lucro líquido ajustado do banco, que exclui itens extraordinários, somou R$ 4,913 bilhões no período entre janeiro e março, valor 44,7% maior se comparado ao mesmo período de 2020. O resultado do lucro líquido ajustado veio acima acima da média de estimativas do mercado, de R$ 4,04 bilhões, segundo dados da Refinitiv. O retorno sobre o patrimônio líquido do Banco do Brasil, um indicador da lucratividade dos bancos, subiu para 15,1%, ante 12,5% no 1º trimestre de 2020 e 12,1% no final do ano passado. Carteira de crédito e inadimplência A carteira de crédito ampliada do banco somou R$ 758,3 bilhões no primeiro trimestre, um crescimento de 4,5% na comparação com os três primeiros meses de 2020. O índice de inadimplência superior a 90 dias atingiu 1,95% no final de março e mostrou leve alta frente a dezembro (1,9%). Há um ano, porém, estava em 3,17%. Receita com prestação de serviço Nos primeiros três meses, a receita com prestação de serviço recuou 3% em relação ao primeiro trimestre do ano passado, totalizando R$ 6,9 bilhões. Segundo o banco, a queda observada é "fruto do atual momento macroeconômico e da dinâmica de negócios na rede". Troca de comando Os primeiros três meses deste ano foram marcados pela troca de comando no Banco do Brasil. Em março, André Brandão pediu demissão do cargo de presidente da companhia, depois que o seu plano de fechar agências e instituir um programa de demissão voluntária desagradou o presidente Jair Bolsonaro. Ministério da Economia confirma Fausto de Andrade Ribeiro como indicação para assumir o BB Brandão foi substituído por Fausto de Andrade. Vídeos: Últimas notícias de economia

Desembargador atendeu a recurso da AGU e entendeu que administração pública tem autonomia para definir data do exame, em meio à pandemia. Concurso tem 304.330 inscritos para 1,5 mil vagas. Agente da PRF durante operação em rodovia federal PRF/Divulgação O Tribunal Regional da 1ª Região (TRF-1) suspendeu uma decisão liminar e permitiu a realização das provas objetivas e discursivas do concurso da Polícia Rodoviária Federal (PRF), marcadas para este domingo (9). O desembargador Francisco de Assis Betti atendeu a um recurso da Advocacia-Geral da União (AGU) e derrubou a decisão de primeira instância que suspendeu a realização do exame, por conta dos riscos impostos pela pandemia de Covid-19. Para o magistrado, o governo tem autonomia para decidir sobre a questão. A corporação oferece 1,5 mil vagas, com salário de R$ 9,8 mil. Ao todo, são 304.330 inscritos para o concurso em todo o país. A concorrência é de quase 203 pessoas por vaga. Nova decisão Ao analisar o recurso da AGU, o desembargador Francisco Betti entendeu que a decisão anterior invadiu a competência do Executivo. Para ele, a juíza que suspendeu o concurso "acabou se imiscuindo na própria competência discricionária de gestão e condução do certame, em prejuízo da organização e do planejamento administrativo e orçamentário realizados previamente pelo gestor público, frustrando, em última análise, a segurança jurídica que há de ser resguardada em situações da espécie, seja em relação aos inúmeros candidatos que se organizam para realização das provas, seja em relação à própria Administração". "Verifica-se, portanto, na espécie, em consequência da suspensão de concurso de alcance nacional, a hipótese de interferência do Poder Judiciário na organização administrativa da Polícia Rodoviária Federal e, por consequência, na execução de política pública de segurança no segmento específico de sua atuação. Risco de Covid-19 Justiça Federal suspende concurso da PRF diante da pandemia Inicialmente, as provas do concurso estavam previstas para ocorrer em março. No entanto, foram adiadas por conta do avanço da pandemia. Na segunda-feira, ao determinar a suspensão do exame, a juíza substituta Liviane Kelly Soares Vasconcelos argumentou que o quadro sanitário não melhorou nos últimos dois meses e que, portanto, a Covid-19 ainda impõe riscos à realização do teste. "O que se verifica é que, de acordo com os dados oficiais, não houve melhora significativa na situação da saúde pública de modo a justificar que uma prova adiada em 12 de março de 2021 seja aplicada em 9 de maio de 2021", dizia na decisão. O concurso Agente da PRF analisa CHN falsa encontrada com homem PRF/Divulgação As provas são para o cargo de policial rodoviário federal, com nível superior. As vagas estão divididas da seguinte forma: Ampla concorrência: 1.125 vagas Reservadas para candidatos negros: 300 Pessoas com deficiência: 75 O concurso da Polícia Rodoviária Federal conta com duas etapas: 1ª Etapa Prova escrita objetiva, de caráter eliminatório e classificatório Prova escrita discursiva, de caráter eliminatório Exame de Avaliação Física, de caráter eliminatório Avaliação Psicológica, de caráter eliminatório Apresentação de documentos, de caráter eliminatório Avaliação Médica, de caráter eliminatório Avaliação de Títulos, de caráter classificatório 2ª Etapa Curso de Formação, de caráter eliminatório Veja o peso de cada fase para a aprovação dos candidatos: Prova objetiva (120,0 pontos) Prova discursiva (20,0 pontos) Avaliação de títulos (10,0 pontos) Curso de Formação Profissional (50,0 pontos) Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
A criptomoeda pode ser hackeada? Governos podem destruí-la? Meu retorno é garantido? Em vídeo, o jornalista Cauê Fabiano desvenda a criptomoeda. Conheça mitos e verdades sobre bitcoins Por ter uma história relativamente recente, o bitcoin é cercado por uma série de mitos. Chegou a hora de derrubá-los. O jornalista Cauê Fabiano desvenda, em vídeo, o que é (e o que não é) verdade. Abaixo, você também pode esclarecer suas dúvidas sobre a moeda digital: Bitcoin pode ser hackeado? Mito. Com 12 anos de existência, a rede bitcoin jamais se tornou alvo de hackers. Isso porque ela combina uma série de camadas de proteção que a tornam praticamente inviolável. Em seus 12 anos de existência, não há registro de falhas nessa rede. A proteção começa com a blockchain. É essa cadeia de blocos reúne as informações sobre todas as operações com a moeda digital de forma descentralizada, tornando quase impossível que hackers obtenham sucesso. Cada transação é repassada para milhares de computadores em todo o mundo. Associadas a isso, estão as fortes camadas de criptografia. A rede bitcoin usa a mesma tecnologia das agências do governo norte-americano e dos principais bancos do planeta. Os governos podem destruir o bitcoin? Mito. O sistema descentralizado anti-hacker tem uma segunda grande vantagem. Com os dados espalhados por computadores do mundo inteiro, também não há como os governos manipularem os dados. Nenhuma organização ou país consegue desligar a rede que sustenta o bitcoin. Isso torna a moeda digital independente de bancos centrais ou instituições financeiras. O bitcoin conta com uma rede que dificulta a lavagem de dinheiro? Verdade. Um dos grandes responsáveis pela credibilidade do bitcoin é sua transparência. É parcialmente verdadeiro imaginar que as transações com a criptomoeda são anônimas. A rede bitcoin registra, de forma imutável, todos os endereços usados em cada operação, ficando um rastro para sempre na internet. Isso permite que uma investigação policial, por exemplo, descubra quem está por trás de cada transação. As corretoras ainda mantêm o registro com a identificação dos clientes, servindo como mais uma camada que inibe a lavagem de dinheiro. Ao investir em criptomoedas, o meu retorno é garantido? Mito. O bitcoin e outras moedas digitais são ativos de renda variável. Isso quer dizer que a variação de seu preço se assemelha a produtos como ações de empresas, ouro ou dólar. É a lei da oferta e da procura que determina sua cotação. Portanto, tome cuidado com as falsas promessas. Desconfie de quem garante ganhos exorbitantes e sem risco: pode ser um golpe utilizando o nome do bitcoin. É simples comprar criptomoedas? Verdade. Não existe um mínimo: você pode começar com R$ 50 para entrar na economia digital. Como? Primeiro, faça seu cadastro no Mercado Bitcoin. Você terá acesso a uma plataforma fácil de usar e altamente segura. Com ela, você poderá transferir reais de sua conta de banco e começar a negociação de bitcoin ou outras criptomoedas. Se você quiser, pode até manter suas criptomoedas na plataforma. Ou, se preferir, também para repassá-las à sua carteira digital (wallet).
Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda prevê que trabalhadores tenham direito a estabilidade pelo tempo equivalente à suspensão do contrato ou à redução da jornada. Entenda o que muda com MPs que flexibilizam novamente as regras trabalhistas na pandemia Em 9 dias, 499.379 trabalhadores já fecharam acordo com 154.183 empregadores para terem a jornada e salário reduzidos ou o contrato de trabalho suspenso. No dia 28 de abril, o governo federal relançou o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, nos mesmos moldes da Medida Provisória 936, convertida na Lei 14.020/2020, que vigorou por 8 meses no ano passado e atingiu quase 10 milhões de trabalhadores. O setor de serviços é responsável por 52,56% dos acordos. Veja abaixo: Serviços: 52,56% Comércio: 25,84% Indústria: 14,78% Construção: 1,86% Agropecuária: 0,3% A suspensão de contrato de trabalho é responsável pela maior parte dos acordos. Veja abaixo: Suspensão: 46,88% Redução de 70% da jornada: 29,51% Redução de 50%: 17,25% Redução de 25%: 6,36% São Paulo lidera entre os estados com o maior número de acordos, com 22,16% do total, seguido de Minas Gerais (10,61%), Rio de Janeiro (10,57%), Bahia (8,14%) e Ceará (6,07%). Como funciona o programa A medida provisória de agora, a 1.045, permite a redução da jornada e a suspensão dos contratos de trabalho, além da estabilidade no emprego para o trabalhador. Governo também editou MP que flexibiliza regras trabalhistas; VEJA O QUE MUDA A nova medida faz parte das iniciativas para evitar que as empresas demitam durante o período da crise provocada pelo agravamento da pandemia. O prazo para manter a redução de salário e a suspensão dos contratos vale por 120 dias, mas pode ser prorrogado por meio de decreto do governo. Redução de salário De acordo com o programa, a redução do salário poderá ocorrer nos seguintes valores percentuais: 25%, 50% 70% Funcionários e contratos incluídos na MP O programa abrange funcionários de empresas privadas, incluindo gestantes e aposentados, contratos de trabalho de aprendizagem e de jornada parcial. Desta vez, o governo não incluiu os intermitentes no programa. Além disso, o programa se aplica apenas aos contratos de trabalho celebrados até a data de publicação da Medida Provisória, ou seja, nesta quarta-feira (28). Como ficam os pagamentos Pelo programa, os trabalhadores que tiverem jornada reduzida ou contrato suspenso receberão da União um benefício emergencial proporcional ao valor do seguro-desemprego. Por exemplo, quem tiver uma redução de 50% por parte da empresa no salário e na jornada vai receber uma parcela de 50% do que seria o seu seguro-desemprego caso fosse demitido. Veja abaixo: Corte de 25% no salário: recebe 75% do salário + 25% da parcela do seguro-desemprego Corte de 50% no salário: recebe 50% do salário + 50% da parcela do seguro-desemprego Corte de 70% no salário: recebe 30% do salário + 70% da parcela do seguro-desemprego Suspensão do contrato de trabalho: recebe 100% da parcela do seguro-desemprego, que pode variar de R$ 1.100 a R$ 1.911,84 (exceto no caso de funcionário de empresa com receita bruta superior a R$ 4,8 milhões – neste caso: recebe 30% do salário + 70% da parcela do seguro-desemprego) Nenhum trabalhador vai ganhar menos do que um salário mínimo De acordo com o governo, não haverá alteração na concessão nem do valor do seguro-desemprego caso o trabalhador seja demitido no futuro. Assim, nada mudará nas regras para requisição do seguro-desemprego. Estabilidade A MP estabelece uma "garantia provisória" do emprego pelos meses em que a jornada e os salários forem reduzidos ou o contrato suspenso e por igual período quando as atividades e pagamentos forem normalizados. Por exemplo: se houve uma redução de jornada durante 3 meses, o trabalhador tem direito de continuar na empresa por mais 3 meses. Ainda assim, o empregador continua podendo demitir o funcionário durante esse período. Porém, se dispensá-lo sem justa causa, a medida prevê o pagamento pela empresa das verbas rescisórias e de uma indenização. Essa regra não vale para casos de dispensa a pedido ou por justa causa do empregado. O valor da indenização será de: 50% do salário a que o empregado teria direito no período de garantia provisória no emprego, na hipótese de redução de jornada de trabalho e de salário igual ou superior a 25% e inferior a 50%; 75% do salário a que o empregado teria direito no período de garantia provisória no emprego, na hipótese de redução de jornada de trabalho e de salário igual ou superior a 50% e inferior a 70%; ou 100% do salário a que o empregado teria direito no período de garantia provisória no emprego, nas hipóteses de redução de jornada de trabalho e de salário em percentual superior a 70% ou de suspensão temporária do contrato de trabalho. Como funcionam os acordos Para trabalhadores que recebem até três salários mínimos (R$ 3.300), o acordo para redução de jornada e salário pode ser feito por acordo individual. Para quem recebe entre três salários mínimos (R$ 3.300) e dois tetos do INSS (R$ 12.867,14), a redução de jornada e salário terá que ser feita por acordo coletivo, já que nessa faixa a compensação da parcela do seguro-desemprego não compensa toda a redução salarial. Para quem ganha acima de R$ 12.867,14 e tem nível superior, a lei trabalhista atual já autoriza acordo individual para redução de jornada e salário. No caso de reduções de 25%, é permitido que sejam feitas por acordo individual, independente da faixa salarial. FGTS A base de cálculo para o pagamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aos empregados será a do salário reduzido, sem o acréscimo do seguro-desemprego. Além disso, o trabalhador que entrar no programa não poderá sacar o FGTS. E não há recolhimento do FGTS por parte do empregador até o final do prazo da suspensão do contrato de trabalho. Jornada flexível As empresas terão flexibilidade para aplicar o percentual de redução de jornada de trabalho dentro de cada área. Ou seja, o corte não precisa ser aplicado necessariamente na jornada diária nem na empresa toda. A empresa também poderá fixar escalas alternadas de dias de trabalho. O que vale é o total de horas trabalhadas no mês. O empregador também poderá definir novos horários para ajustar as escalas de sua equipe e otimizar custos. As mudanças podem ser das mais variadas: dias intercalados, redução de dias de trabalho na semana e até cargas horárias diferentes de um dia para o outro. Além disso, as empresas que optarem por suspender contratos de trabalho também poderão combinar a medida com uma eventual redução da jornada de trabalho nos meses seguintes. E vice-versa. Os empregadores também terão flexibilidade para definir a estratégia mais adequada para cada uma das áreas e equipes. Banco de horas O banco de horas não pode ser usado em caso de redução de jornada de trabalho e de salário e de suspensão temporária de contrato de trabalho e nem pode ser descontado em caso de demissão. Como aderir As empresas devem aderir ao programa por meio do Empregador Web. Após a formalização do acordo e comunicação ao governo, o valor do benefício emergencial será depositado pelo governo diretamente na conta do trabalhador, como se fosse um seguro-desemprego. Não há necessidade do trabalhador se deslocar ou fazer nenhum tipo de solicitação para sacar o dinheiro. A empresa deve informar quantos trabalhadores terão o contrato alterado no prazo de 10 dias, contados a partir da data da celebração do acordo. Caso ocorra algum atraso, o empregador ficará responsável pelo pagamento da remuneração no valor anterior à redução da jornada de trabalho e do salário ou à suspensão temporária do contrato de trabalho do empregado, inclusive dos respectivos encargos sociais e trabalhistas, até que a informação seja prestada corretamente. O pagamento do benefício emergencial será feito 30 dias após a celebração do acordo. Se, por exemplo, o acordo para redução salarial for firmado no dia 10 de maio, o benefício será pago pelo governo no dia 10 de junho, mesmo que o salário seja depositado pela empresa no dia 5. O governo federal colocou no ar o site https://servicos.mte.gov.br/bem/, que permite aos empregadores acessarem os sistemas nos quais podem formalizar os acordos e comunicar as condições ao Ministério da Economia.
Maioria dos ministros de posicionou contra regra que permite alongar prazo da patente quando órgão responsável por analisar pedidos demora para dar resposta. STF derruba extensão automática de patentes O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (6), por 9 votos a 2, que é inconstitucional a regra que permite estender os prazos de patentes prevista na Lei de Propriedade Industrial em caso de demora na análise dos pedidos pelo Inpi (Instituto Nacional da Propriedade Industrial). Esse foi o entendimento do relator da ação, ministro Dias Toffoli, que finalizou seu voto nesta quarta. Para o ministro, o fim do prazo extra tem que valer desde já para medicamentos e equipamentos de saúde. Os ministros Luís Roberto Barroso e Luiz Fux divergiram do relator em relação à inconstitucionalidade da norma. O plenário ainda deve definir se a decisão deve ser aplicada apenas às patentes novas ou também às já vigentes, mesmo que estendidas, e se haverá exceção no caso dos medicamentos. A análise deve ser retomada na próxima quarta (12). A ação foi apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR). O julgamento teve início na semana passada. Lei sobre patentes e lentidão de órgãos públicos levam país a gastar mais com remédios, diz TCU Nesta quinta, além de Toffoli, também haviam votado Nunes Marques e Alexandre de Moraes, acompanhando o relator. A análise foi retomada nesta quinta, para o voto dos demais ministros. Ministro Dias Toffoli, do STF, suspende trecho da lei de propriedade industrial que permite aumentar o prazo de vigência de patentes na área da saúde Liminar No início do mês, Toffoli concedeu em parte a liminar (decisão temporária) e suspendeu a regra para patentes de medicamentos e produtos farmacêuticos, mas apenas com efeitos futuros. Agora, o plenário decide o mérito da questão. Em seu voto, Toffoli afirmou que a prorrogação é inconstitucional e a decisão da Corte deve valer apenas para novas patentes a partir da publicação da ata do julgamento, “em nome da segurança jurídica”, exceto para medicamentos e equipamentos de saúde. Segundo o Inpi afirmou no processo, existem atualmente 36.022 patentes de invenção e 2.886 de modelo de utilidade em vigor. O ministro ressalvou que o voto não significa a quebra de patentes, já que somente o prazo de extensão seria atingido. Votos dos ministros nesta quinta Edson Fachin – acompanhou o relator. “A livre concorrência e o direito do consumidor exigem que o interesse particular dos titulares de monopólio sejam proporcionalmente ponderados diante do interesse difuso de exploração coletiva. Há, como assegura a Constituição, de ser protegido o direito de propriedade intelectual. Nada obstante, seu exercício não pode transpassar a esfera do uso desse poder para que seja respeitado o regime de concorrência”, afirmou. Luís Roberto Barroso – divergiu do relator, afirmando que o Inpi prevê resolver o problema da demora até o final do ano e que essa decisão não cabe ao Judiciário. “Se o Inpi atrasar, não é responsabilidade de quem fez o depósito da patente”, afirmou. “Também entendo que não houve violação à livre concorrência ou ao direito do consumidor na medida em que a própria Constituição faz a ponderação e diz: para incentivar a inovação, eu dou a exclusividade.” Rosa Weber – acompanhou o relator. Segundo a ministra, o prazo extra previsto em lei “desconfigura o atributo de temporariedade da patente”. “Sem dúvida, desde que as patentes sejam temporárias, e sua duração seja razoável, não existe comando constitucional limitando sua duração a 20 anos. Mas o que e se tem é uma norma que, por suas características de incerteza, revela-se desproporcional.” Cármen Lúcia – acompanhou o relator. Para a ministra, houve a “demonstração de um quadro no qual esse dispositivo leva a uma indeterminação, portanto, uma ideia de privilégio temporário”. “Privilégio temporário é para limitar, restringir algo que, pela sua natureza, já demonstra sua incompatibilidade com a ciência solidária. O conhecimento não é egoísta, a invenção é generosa.” Ricardo Lewandowski – acompanhou o relator. “Tenho todos os motivos para acreditar, que salta aos olhos, que o estabelecimento de um monopólio, cuja duração é indefinida, contraria fundamentos constitucionais explícitos”, disse. Gilmar Mendes – acompanhou o relator. "A ninguém escapa aqui que esse direito de propriedade intelectual é extremamente relevante e é um direito fundamental", disse Mendes, "mas há uma falha legislativa a ser corrigida". Marco Aurélio Mello – acompanhou o relator. "Sou favorável à liberdade de mercado, sou favorável à concorrência. Isso é o que garante ao cidadão opção, preços razoáveis. Quando se tem, com essa projeção, podendo chegar a 20 e tantos anos, 30 anos, a exclusividade, não se pode cogitar de opção e, evidentemente, os interesses da cidadania ficam em segundo plano", afirmou. Luiz Fux (presidente) – divergiu do relator. Para Fux, a Constituição prevê um privilégio para a propriedade intelectual que é temporária. "Essa demora dos procedimentos administrativos está sendo usada contra o autor intelectual. A lei é clara", defendeu. Votos dos ministros na quarta Nunes Marques – acompanhou o relator pela inconstitucionalidade do prazo extra. “Não resta qualquer dúvida razoável sobre a inconstitucionalidade”, argumentou o ministro. “Com menos concorrência, há menos possibilidades ao consumidor e mais carestia no mercado. A carestia de remédios e insumos hospitalares repercute na realização de políticas públicas de saúde e na concretização do princípio maior da dignidade da pessoa humana.” Alexandre de Moraes - acompanhou o relator. “Há uma desproporcionalidade nessa norma. Gera problema do atraso, acúmulo, preferência, se escolhe uma patente para conceder antes do outro. Ou seja, a partir disso, segurança jurídica, eficiência, razoável duração do processo administrativo estão sendo ignorados de forma direta”, afirmou. “Essa possibilidade de prorrogação ‘ad infinitum’ acaba derrubando os prazos fixados.” Como funciona a patente A patente dá ao titular o direito de monopólio sobre a sua invenção e impede a reprodução ou comercialização do produto durante determinado período, em que o dono recebe os chamados royalties. Pela regra atual: as patentes de invenção, por exemplo, duram 20 anos contados a partir da data de depósito no Inpi, ou pelo menos 10 anos após a data de concessão; se houver atraso na concessão, a demora é compensada com mais anos de monopólio. O julgamento pode ter impacto bilionário no Sistema Único de Saúde (SUS). Há pelo menos 74 remédios beneficiados pela extensão. Estudo da GO Associados estima que o Brasil economizaria R$ 3 bilhões se não liberasse a expansão do prazo das patentes de remédios por mais de 20 anos, o que encarece as compras do SUS.
Depósitos somaram R$ 267 bilhões no mês e saques, R$ 263,2 bilhões. No acumulado do ano, resultado ainda é negativo: saques superam depósitos em R$ 23,7 bilhões. Os depósitos na poupança superaram os saques em R$ 3,840 bilhões em abril, informou nesta quinta-feira (6) o Banco Central. É o primeiro mês do ano com resultado positivo. De acordo com o BC, os depósitos na caderneta de poupança somaram R$ 267 bilhões em abril e as retiradas, R$ 263,2 bilhões. Somados, os saldos de todas as contas poupança do país alcançaram R$ 1,018 trilhão, considerando o rendimento de R$ 1,745 bilhão da caderneta em abril. Acumulado do ano No acumulado de janeiro a abril deste ano, os brasileiros já retiraram R$ 23,7 bilhões da caderneta de poupança. O resultado está negativo porque nos três primeiros meses de 2021 os clientes retiraram R$ 27,5 bilhões líquidos da poupança. Os saques coincidiram com as tradicionais despesas de começo de ano, como Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), matrícula escolar e material escolar. O auxílio emergencial também foi interrompido de janeiro a março e só voltou a ser pago em abril, em valor menor que o do ano passado — R$ 150 a R$ 375, dependendo dos critérios de elegibilidade. Com auxílio emergencial, poupança tem saldo recorde em 2020 Captação recorde em 2020 Em 2020, a poupança teve uma captação recorde. Os depósitos superaram os saques em R$ 166,3 bilhões, o maior valor da série histórica do BC, iniciada em 1995. O recorde na captação líquida em 2020 foi impulsionado, entre outros fatores, pelo pagamento do auxílio emergencial. Grande parte dos beneficiários recebeu as parcelas mensais em contas poupança digitais abertas pela Caixa Econômica Federal. Os brasileiros também decidiram poupar mais no ano passado em virtude da crise causada pela pandemia de Covid-19. É o que o Banco Central chama de “poupança precaucional”, feita para casos de emergência.

Apps hospedados na Play Store, loja oficial do sistema, precisarão detalhar quais informações são obtidas. Iniciativa é similar a que a Apple adotou. Ícone do Google. Patrick Semansky/AP O Google anunciou nesta quinta-feira (6) que até o final de 2022, todos os aplicativos hospedados na Play Store, loja oficial do Android, vão precisar detalhar quais dados coletam dos usuários. A iniciativa é parecida com a "tabela nutricional" que a Apple introduziu com o iOS 14. A novidade permitirá visualizar em um só lugar o conjunto de dados que um aplicativo pode coletar para realizar o rastreio do usuário. As pessoas vão poder ser quais informações os apps têm acesso como localização, contatos ou dados pessoais como endereço de e-mail. O Google disse que seus próprios aplicativos vão mostrar essas informações, que poderão aparecer para os usuários a partir do 1º trimestre de 2022 – até o 4º trimestre, todos os aplicativos precisarão adotar a nova política. A Apple foi alvo de críticas dos criadores de aplicativos ao liberar o novo recurso – segundo eles, a companhia não ofereceu contexto o suficiente para explicar a coleta dos dados. 'Tabela nutricional' de dados coletados em dispositivos da Apple. Divulgação/Apple O Google, por outro lado, disse que vai permitir que os desenvolvedores detalhem as finalidades do uso de dados e como eles afetam as funcionalidades do aplicativo. A companhia afirmou que vai informar os usuários quando as informações forem criptografadas e se as pessoas podem escolher não compartilhar os dados. Ainda não foi demonstrado uma tela de exemplo sobre como a "tabela nutricional" vai aparecer nos celulares Android.
Estimativas dentro do governo a respeito da privatização da Eletrobras, em discussão no Congresso, são de que a venda da estatal pode render à União cerca de R$ 100 bilhões. O valor dos ativos do governo na estatal atualmente é estimado em algo entre R$ 35 e R$ 40 bilhões, mas os cálculos na área econômica indicam que este valor pode dobrar com a valorização da empresa. Além disso, a outorga (taxa pelo uso de usinas) pode atingir R$ 25 bilhões, segundo contas feitas dentro do governo. Os cálculos estão sendo utilizados para mobilizar parlamentares que devem votar o tema nas próximas semanas. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou ao blog que a medida provisória será votada na Câmara até 17 de maio, de forma a cumprir o acordo entre as duas casas legislativas de enviar o projeto ao Senado um mês antes do vencimento da MP. A MP prevê a emissão de ações pelo governo, que teria sua participação na empresa diluída, perdendo o controle da Eletrobras. A Eletronuclear e Itaipu seguiriam no controle da União. Segundo o secretário de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Diogo Mac Cord, a capitalização da Eletrobras é considerada estratégica dentro de um programa do governo, que afirma que a União já vendeu participações acionárias no valor de R$ 200 bilhões em ativos desde 2019. Bolsonaro confirma Eletrobras e EBC no Programa Nacional de Desestatização Trabalhadores informais Em outra frente, o governo espera finalizar nas próximas semanas um novo programa para dar qualificação profissional aos chamados “invisíveis” – o trabalhador informal que atualmente recebe o auxílio emergencial. Os cálculos são de que cada trabalhador possa receber até R$ 600, que seriam pagos parte pelo governo e parte pela empresa onde ele passar pela qualificação. Os números e o custo final ainda estão em estudo na área econômica. O novo programa, chamado de Bônus de Inclusão Produtiva, é visto dentro do governo como uma forma de preparar quem hoje está na informalidade a ocupar uma posição no mercado formal ou mesmo a aprimorar ocupações que já desempenham.

Pesquisador também encontrou outras 400 situações que travam coprocessadores usados por sensores do celular e que podem permitir ataques. Chip de processador Snapdragon 888 usado em celulares. Chip está entre os vulneráveis, segundo boletim da fabricante. Divulgação/Qualcomm A empresa de segurança Check Point divulgou relatórios técnicos alertando para falhas de segurança existentes softwares de integração com processadores da Qualcomm, que são usados nos principais aparelhos de celulares do sistema Android. Usando essa brecha, um aplicativo instalado no celular poderia violar as restrições de acesso impostas pelo sistema Android e acessar diretamente o hardware que se comunica com a rede de telefonia e com sensores do aparelho – como a câmera. Na prática, o ataque poderia ser usado para gravar chamadas ou obter dados da câmera. No entanto, a pesquisa foi focada na localização das vulnerabilidades e nenhum ataque real foi demonstrado. O problema deve afetar produtos de marcas como Samsung, Pixel, LG, Xiaomi, OnePlus, HTC e Sony. Segundo dados da Counterpoint, é possível que até 30% de todos os celulares usem um chip potencialmente vulnerável. Usuário não deve buscar atualização específica A Qualcomm começou a distribuir atualizações em novembro. Contudo, cada fabricante precisa ajustar o sistema e redistribuir o pacote para os produtos finais. Para os consumidores, pode ser bastante difícil descobrir se um celular está afetado e se o fabricante já tomou as medidas específicas. Atualmente, não existe um canal unificado para reunir informações sobre a distribuição dessas atualizações no Android. Por essa razão, o usuário deve buscar saber se o seu aparelho ainda recebe atualizações. A maioria dos modelos com Android deixa de receber atualizações dois anos após o lançamento, mas alguns podem receber atualizações por até três anos. A atualização instalada no celular pode ser conferida no aplicativo "Configurações", em "Sobre o dispositivo > Versão do Android". Quanto mais antigo for o "nível do patch", mais vulnerabilidades sem correção o celular possui. Exemplo de celular desatualizado, com nível de patch de agosto de 2020. Atualizações são lançadas mensalmente. Reprodução Mesmo que o celular não esteja vulnerável a esta falha da Qualcomm, existem outras brechas que também podem ser exploradas por hackers ou ladrões que furtem o aparelho. Falha viola separação entre componentes Para reduzir as dimensões da placa lógica, celulares são fabricados com a tecnologia "system-on-a-chip" (SoC), ou "sistema-em-um-chip". Os fornecedores desses chips integram várias funções – processamento gráfico, processamento especial para sensores e modem para conexão com Bluetooth, Wi-Fi e rede celular – em um único componente, permitindo a criação de dispositivos compactos. SAIBA MAIS: Wi-Fi ou 4G da rede celular: existe diferença na segurança das redes sem fio? Embora esses componentes todos estejam em um único chip, eles realizam funções separadas e quase sempre dependem de programação própria. O especialista em segurança Slava Makkaveev da Check Point encontrou problemas em dois componentes da solução da Qualcomm: os Processadores de Sinais Digitais (DSP, na sigla em inglês) e o Mobile Station Modem (MSM), um subsistema responsável para a comunicação de rádio. Em seu relatório, Makkaveev explica que o MSM utiliza um sistema operacional próprio chamado QuRT, o qual não pode ser acessado diretamente pelo Android. O Android e o QuRT apenas "conversam" por meio de um canal chamado QMI, permitindo que o Android realize operações de conectividade mesmo sem o acesso direto. No entanto, uma das funções expostas pelo QMI, ao qual o Android tem acesso, tem uma falha de programação que, se explorada, poderia violar a segurança do QuRT. Um aplicativo instalado no celular que explorasse essa vulnerabilidade poderia "sair" do Android e entrar no espaço do QuRT, realizando funções invisíveis para o sistema. Já os processadores de sinais digitais (DSPs) são utilizados para otimizar o smartphone. Fabricantes podem programar os DSPs em seus aparelhos para ajustá-los aos sensores, melhorando o desempenho da câmera, do GPS ou do acelerômetro, por exemplo. Mas Makkaveev usou uma ferramenta de varredura para descobrir 400 situações em que o software nesses DSPs "congelam" ou "travam". Esses travamentos costumam servir de pista para a existência de alguma falha de segurança. Para averiguar a possibilidade de ataque, ele estudou um desses travamentos e conseguiu executar códigos privilegiados no DSP, que normalmente não podem ser utilizados diretamente por aplicativos. Nesse caso, assim como no anterior, o app passaria a ocupar um espaço onde ele não deveria ter permissão para existir. A Check Point lembra que, por serem espaços supostamente invioláveis, eles não são checados por soluções antivírus. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para [email protected] Veja dicas para se manter seguro on-line