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Gabby Petito, de 22 anos, não se comunica com a família desde agosto — e seu namorado voltou para casa sozinho. Gabrielle 'Gabby' Petito não se comunica com a família desde agosto Reprodução/Instagram/Via BBC Uma jovem americana de 22 anos desapareceu enquanto fazia uma viagem de carro com o noivo pelo país. A polícia realizou uma operação de busca para encontrar Gabrielle "Gabby" Petito, que não se comunica com a família desde agosto, quando visitava o Parque Nacional Grand Teton, em Wyoming (EUA). O namorado dela, Brian Laundrie, que voltou para casa sozinho na Flórida, é considerado uma "pessoa relevante" na investigação, segundo a polícia. Laundrie voltou para casa em 1º de setembro, e os pais de Petito reportaram seu desaparecimento 10 dias depois. A polícia afirma que embora o rapaz se recuse a falar com eles sobre o desaparecimento de Petito, ele não foi acusado de nenhum crime. "Estamos implorando a qualquer pessoa, incluindo Brian, para compartilhar informações conosco sobre seu paradeiro nas últimas semanas", diz o chefe de polícia de North Port, Todd Garrison. Gabby Petito, em imagem de 2019 publicada em seu perfil em uma rede social Reprodução/Instagram "A falta de informação por parte de Brian está dificultando esta investigação. As respostas uma hora vão aparecer." Mas o advogado de Brian Laundrie, Steve Bertolino, defendeu o silêncio de seu cliente. "Na minha experiência, os parceiros íntimos são muitas vezes a primeira pessoa à qual a polícia se volta em casos como este, e a advertência de que 'qualquer declaração pode ser usada contra você' é verdadeira, independentemente de meu cliente ter algo a ver com o desaparecimento de Petito." "Desta forma, seguindo o conselho do advogado, Laundrie não se pronuncia sobre este assunto", diz Bertolino. A família da jovem tem pedido respostas a Laundrie, incluindo informações sobre quando ele a viu pela última vez e "por que deixou Gabby sozinha e dirigiu sua van para a Flórida". "São perguntas críticas que exigem respostas imediatas", afirmaram os familiares em um comunicado. Em uma entrevista coletiva à imprensa na quinta-feira (16), o pai de Petito fez um apelo à população para fornecer qualquer informação que possa ser útil na investigação. Initial plugin text Viagem pelo país O casal viajou em uma van Ford Transit branca em julho, documentando a experiência e postando atualizações regulares da viagem nas redes sociais. Eles se filmaram sorrindo, se beijando e correndo por praias em um vídeo do YouTube chamado "Beginning Our Van Life Journey", que foi visto mais de 600 mil vezes. Duas semanas antes do desaparecimento da jovem, em 12 de agosto, a polícia da cidade de Moab, no sul de Utah, recebeu uma ligação sobre um possível incidente de violência doméstica envolvendo o casal. Initial plugin text Na quinta-feira (16), a polícia divulgou imagens de um vídeo gravado com uma bodycam (câmera acoplada ao uniforme do policial) em que a jovem aparece chorando e reclamando de sua saúde mental para o agente de segurança. E também reconhece que ela e o namorado estavam discutindo com mais frequência. Os policiais que gravaram o vídeo recomendaram que eles passassem a noite separados, mas não registraram queixa. Ainda não se sabe o que aconteceu na sequência. A van em que o casal viajava está sendo examinada pela polícia em busca de pistas que ajudem a esclarecer o mistério do desaparecimento da jovem. Veja os vídeos mais assistidos do G1

Primeiro será escolhido o novo líder do partido que domina o Parlamento, depois haverá uma votação entre os parlamentares e, em novembro, deve ocorrer uma eleição geral. Da esquerda para a direita: Taro Kono, Fumio Kishida, Sanae Takaichi e Seiko Noda, candidatos a primeiro-ministro do Japão Kimimasa Mayama /AFP A campanha para a escolha do novo primeiro-ministro do Japão começou nesta sexta-feira (17) com quatro candidatos que aspiram a liderança do partido que governa o país. Entre os candidatos há duas mulheres –o Japão nunca teve uma primeira-ministra. O atual primeiro-ministro, Yoshihide Suga, anunciou no início do mês que não disputaria a liderança do partido governante, o Partido Liberal Democrático (PLD). Como o PLD tem maioria no Parlamento, quem conseguir ocupar o posto de líder do partido deverá se tornar o primeiro-ministro do país. O calendário é o seguinte: 29 de setembro: PLD escolhe seu novo líder Início de outubro: Parlamento vota para escolher o primeiro-ministro Fim de novembro: eleições gerais O novo líder do partido também deverá disputar a eleição geral, que pode acontecer no fim de novembro, para continuar como chefe de governo. Principais nomes O ministro responsável pela campanha de vacinação, Taro Kono, lidera as pesquisas de intenção de voto, mas a vitória não é garantida por que as principais alas do PLD não apoiam nenhuma candidatura específica. Kono, 58 anos, é o candidato mais jovem e popular, com dois milhões de seguidores no Twitter. Ele é considerado um político moderno e um bom comunicador. Seu principal rival é o ex-ministro das Relações Exteriores Fumio Kishida, que lidera uma das principais alas do PLD. As duas candidatas têm pouco apoio nas pesquisas. Uma delas é a direitista Sanae Takaichi, admiradora de Margaret Tatcher e com um perfil que divide os eleitores que, no entanto, recebeu apoio do ex-primeiro-ministro Abe Shinzo. A outra candidata é a ex-ministra de Igualdade de Gênero Seiko Noda, uma candidata abertamente feminista. Voto por conta própria As alas do partido geralmente votam em bloco, mas dessa vez os integrantes estão livres para votar em quem quiserem. Tobias Harris, analista para a Ásia do 'Center for American Progress', considera que o apoio popular a Kono provavelmente representa uma certa vantagem, mas ele explica que é uma "vantagem muito vulnerável". Yoshihide Suga deixa o cargo após um ano Suga, o atual primeiro-ministro, perdeu popularidade por causa da forma pela qual o governo gerenciou a pandemia. O período de Suga foi marcado pelas ondas de contágios da Covid-19 e as repetidas séries de restrições. Os Jogos Olímpicos de Tóquio não ajudaram a aumentar sua popularidade. Ele anunciou que iria renunciar após um ano no cargo. Veja abaixo um vídeo da posse de Suga. Yoshihide Suga é eleito novo primeiro-ministro do Japão Suga assumiu como primeiro-ministro em setembro de 2020, depois que Shinzo Abe, o primeiro-ministro mais longevo do Japão, renunciou por motivos de saúde. A brevidade de seu mandato levou muitos a questionar se o Japão retornará ao período de alta rotatividade de governantes que ocorreu antes de 2012, com o início do segundo mandato de Abe. Desde a Segunda Guerra Mundial, apenas cinco políticos permaneceram cinco anos ou mais no cargo de primeiro-ministro do Japão. Veja os vídeos mais assistidos do G1

Vice-almirante tornou-se herói nacional ao comandar força-tarefa e organizar uma campanha atrasada e com irregularidades. Henrique de Gouveia e Melo visita local de vacinação em Seixal em 11 de setembro Reuters/Pedro Nunes Portugal comemora a liderança mundial em vacinação contra a Covid: 82% já receberam as duas doses, o número de infecções e internações cai a cada dia e, desde segunda-feira, a população pode circular ao ar livre sem máscaras. O êxito desta empreitada é creditado a um militar -- o vice-almirante Henrique Gouveia e Melo, que há sete meses assumiu o comando da força-tarefa da imunização e pôs ordem num processo confuso, atrasado e cheio de irregularidades. O “almirante das vacinas”, como ele é conhecido, virou herói nacional e recebe aplausos espontâneos em público. Como czar da vacinação, está sempre de uniforme camuflado, o qual promete dispensar “quando vencer a guerra contra a Covid”. Sua meta é de que 85% dos portugueses estejam vacinados até o fim da próxima semana. Apesar do sucesso da campanha, ele mantém a cautela e o estilo direto e sem rodeios com que conquistou os portugueses: “Não estou preocupado se somos o primeiro ou o segundo lugar no mundo, mas se essa taxa é suficiente para alcançarmos a imunidade de rebanho”, declarou nesta quarta-feira. Nascido há 60 anos em Moçambique, Gouveia e Melo atribui as qualidades ao treinamento militar, sobretudo à capacidade de reagir rapidamente e com foco em situações de estresse. Condecorado recentemente pelo presidente Marcelo Rebelo de Sousa com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Avis, o vice-almirante não se deixa seduzir pela popularidade repentina. “Apareci com naturalidade e desaparecerei com naturalidade.” Aos que alimentam especulações de que poderia enveredar para uma carreira política -- quem sabe a campanha para a Presidência, em 2026 --, ele é categórico e didático. “Sou militar e, por isso, seria um péssimo político. Acho que devemos separar o que é militar do que é político, porque são campos de atuação completamente diferentes”, conforme resumiu no fim do mês passado à agência Lusa. O novo herói português enfrentou dissabores e a atuação barulhenta de uma minoria de manifestantes antivacina. Foi insultado, mas não fugiu deles. Mais uma vez foi direto: “O obscurantismo continua no século XXI, mas já ficou claro que o que mata é o vírus e não a vacina.” A maioria dos portugueses acatou o seu exemplo. Portugal imuniza mais de 80% da população e desobriga uso de máscaras em espaços abertos

Embora presidente da Assembleia Geral tenha defendido obrigatoriedade do certificado vacinal, como queria cidade de NY, possibilidade perdeu força Jair Bolsonaro em discurso na abertura da Assembleia-Geral da ONU em 2019 AFP Perdeu força a possibilidade de que líderes de países tenham que comprovar que se vacinaram contra a Covid-19 para participar da 76ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que acontece na semana que vem e deve reunir mais de cem líderes de Estados na sede da organização, em Nova York. A discussão surgiu na terça-feira (14), depois que o presidente da Assembleia-Geral, Abdulla Shahid, enviou aos Estados-membros uma carta na qual endossava um pedido das autoridades nova-iorquinas para que as mesmas regras impostas aos habitantes da cidade fossem seguidas no prédio da ONU. Para conter a pandemia, Nova York exige que frequentadores de centro de convenções comprovem vacinação. A Prefeitura da cidade disse que a ONU se enquadraria na definição de centro de convenções. No entanto, na noite da última quarta, dia 15, o Secretário Geral da ONU António Guterres deu uma entrevista à agência Reuters na qual negou que tivesse meios para garantir tal exigência e lembrou que a sede da organização é considerada território internacional. "Nós, como Secretariado, não podemos dizer a um chefe de Estado que, se ele não estiver vacinado, não poderá entrar na ONU" afirmou Guterres, alertando que tal imposição dependeria do apoio da maioria dos países que compõem a ONU. O assunto era particularmente relevante para o governo brasileiro, já que oficialmente o presidente Jair Bolsonaro não foi vacinado e uma obrigatoriedade de certificado poderia levá-lo a ser barrado do evento. Tradicionalmente, cabe ao mandatário do Brasil a função de abrir os discursos dos chefes de Estado no encontro de líderes mais importante do ano. Nas discussões de hoje, as delegações internacionais se mostraram inclinadas a manter em vigor o que chamam de "sistema de honra", aplicado já na edição do evento do ano passado. Pelo sistema, cabe aos chefes de Estado declararem que não estão infectados com Covid-19, mas não é preciso provar isso nem com certificado de vacinação, nem com resultado negativo de teste PCR. De acordo com embaixadores ouvidos pela BBC News Brasil, além do Brasil, a Rússia também é contrária à exigência já que sua vacina, a Sputnik, não seria reconhecida como imunizante pela ONU. Em carta a Shahid, a Rússia acusou o posicionamento de ser "claramente discriminatório". Para não gerar tensões antes mesmo das discussões do evento, a tendência da maioria das delegações seria dispensar o certificado de vacina. "Tínhamos um sistema de honra na última sessão. Estamos trabalhando com o presidente em exercício da Assembleia Geral para dar continuidade a esse sistema de honra de uma forma que seja aceitável para todos. Há questões neste edifício que precisam ser tratadas pelos Estados-membros e aquelas que estão sob a alçada do Secretário-Geral. A autoridade do Secretário-Geral é limitada. Portanto, trabalharemos com os Estados-Membros para encontrar um caminho a seguir", reforçou nesta quinta, dia 16, o porta-voz da Secretaria-Geral, Stéphane Dujarric. Questionada pela BBC News Brasil sobre a provável dispensa do certificado de vacina, a porta-voz do presidente Shahid apenas reenviou à reportagem a carta em que ele endossa a vacinação obrigatória. Sua posição, no entanto, parece vencida. "O entendimento é que segue vigorando o acordo anterior entre Estados-membros no sentido de que não há como exigir comprovantes de vacinação dada a diversidade na situação sanitária e de disponibilidade de vacinas entre os diferentes países", afirmou reservadamente à BBC News Brasil um embaixador. Circulação restrita no hotel Outra dificuldade para o presidente brasileiro poderia ser sua hospedagem. O hotel onde tanto Bolsonaro quanto parte da comitiva brasileira ficarão hospedados, por exemplo, informa em sua página na internet que segue a determinação da cidade de Nova York de exigir certificado vacinal para qualquer hóspede acima de 12 anos. Nesta quinta, no entanto, um representante do hotel afirmou à BBC News Brasil que Bolsonaro não enfrentará dificuldades no estabelecimento desde que sua circulação fique restrita ao quarto e ao lobby. O presidente não poderá, no entanto, frequentar o restaurante ou a academia do hotel, onde o protocolo de exigência de certificado vacinal se aplica. Bolsonaro também não poderá se alimentar dentro de nenhum restaurante, mas não há limitação para o presidente brasileiro em ambientes abertos. Há três dias, em conversa com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro voltou a repetir que não havia tomado imunizantes contra a Covid-19, que já matou quase 590 mil brasileiros. Ele citou um suposto resultado do exame IGG, que mede a quantidade de anticorpos para uma dada doença no corpo, como justificativa para não ter se vacinado. "Eu não tomei vacina, estou com 991 (nível do IGG). Eu acho que eu peguei de novo (o vírus) e nem fiquei sabendo", afirmou Bolsonaro. A BBC News Brasil consultou a Presidência da República sobre se o presidente segue sem ter sido vacinado contra Covid-19, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem. Durante o verão do hemisfério Norte, Nova York voltou a experimentar um aumento do número de casos de Covid-19 na cidade, resultado da grande circulação da variante delta. Atualmente com 62% da população completamente vacinada e média móvel de cerca de 1600 novos casos por dia, a cidade luta para controlar a epidemia. Em meados de agosto, o governo dos Estados Unidos, que vem tentando fortalecer os órgãos de relações multilaterais e demonstrar protagonismo nesses espaços, expressou preocupação com os impactos sanitários da realização do evento em Nova York, que decidiu oferecer imunização gratuita a todos os participantes da Assembleia Geral da ONU. VÍDEOS: Notícias internacionais

Primeira-ministra alemã, que em breve irá deixar o cargo após 16 anos no poder, admite que começou a fazer gesto porque "não sabia onde colocar as mãos", segundo fotógrafa. Premiê diz que ele demonstra "talvez um certo amor pela simetria". Bonecos de madeira representam a primeira-ministra alemã Angela Merkel fazendo seu tradicional gesto com as mãos, em uma fábrica de artesanato em Seiffen, na Alemanha, em foto de 20 de agosto Christof Stache/AFP O "losango" de Angela Merkel, seu gesto com as mãos unidas pelas pontas dos dedos na frente da barriga, se tornou quase tão famoso quanto a própria chanceler da Alemanha. No início dos anos 2000, quando ainda não dirigia o Executivo, mas presidia o partido democrata cristão CDU (centro-direita), Merkel "não sabia onde colocar as mãos", explicou alguns anos depois a fotógrafa Claudia Kempf sobre a origem do gesto, hoje icônico. "Ela as deixava penduradas ao lado do corpo, o que a fazia parecer impotente. Ou as juntava e então eu dizia a ela: 'Assim você parece a filha de um pastor'", contou a fotógrafa do jornal "Rheinische Post" em 2009. A chanceler deu em 2013 sua própria versão sobre como surgiu o gesto, uma descoberta pessoal, de acordo com ela. "Sempre houve a dúvida quanto a onde colocar os braços, foi assim que me veio a ideia", afirmou ela alguns meses antes das eleições legislativas daquele ano. Segundo ela, este "losango" demonstra "talvez um certo amor pela simetria", que lembra o estilo de governo de Merkel, marcado pelo pragmatismo, a busca de consenso, mas também criticado pela falta de visão política em determinados momentos. "Culto à personalidade" Em 2013, Merkel, que deixará este ano o cargo de chanceler após 16 anos à frente do governo alemão, aspirava ser reeleita pela terceira vez. Assim, a CDU baseou sua campanha nessas eleições em torno da personalidade da chanceler. Um cartaz gigante de 20x70 metros, inspirado no famoso gesto, foi colocado na estação central de Berlim. Outdoor mostra as mãos da primeira-ministra Angela Merkel, em seu gesto tradicional, durante sua campanha para reeleição, em 2013 Johannes Eisele/AFP Nele, havia uma imagem das mãos de Merkel fazendo o losango, acompanhada por 2 mil imagens de mãos e com o slogan: "O futuro da Alemanha em boas mãos". Esta campanha indignou seus rivais por seu caráter personalista e nas redes sociais chegaram a caricaturar Merkel como se ela fosse Mao. Seus adversários social-democratas denunciaram um "culto à personalidade monstruoso e vazio de conteúdo". "Se isso for política, caímos muito", criticaram os verdes. No entanto, a líder, conhecida como "Mutti" (mãe) pelos alemães, claramente prevaleceu nessas eleições e desde então seu gesto se transformou, segundo o jornal britânico The Guardian, "em uma das posições de mãos mais reconhecíveis do mundo". A primeira-ministra alemã, Angela Merkel, faz seu tradicional gesto com as mãos ao lado do primeiro-ministro polonês, Mateusz Morawiecki, após coletiva conjunta em Varsóvia, no dia 11 de setembro Janek Skarzynski/AFP O "losango" tem até seu próprio emoticon e página na Wikipédia, e no famoso museu de cera Madame Tussauds em Berlim, a chanceler foi representada fazendo o gesto. Imitada pelo social-democrata Scholz "Acho que o losango foi adotado primeiro de forma inconsciente, depois o público detectou seu efeito distintivo e ela começou a usá-lo conscientemente como uma marca", disse à AFP Jochen Hörisch, especialista em comunicação da Universidade de Munique. Segundo este professor universitário, autor de um ensaio sobre as mãos, o "losango" "transmite tranquilidade e ao contrário do punho fechado ou da mão estendida não emite sinais emocionais", o que permite gerar uma sensação intermediária "entre a proximidade e distância". Houve inúmeras interpretações desse gesto, desde que ele representaria uma "ponte" ou um "teto protetor" até conspirações que o consideraram uma prova de que ele faz parte dos Illuminati, uma suposta organização secreta que deteria as rédeas do poder global. O símbolo do "losango" se tornou tão forte que outras figuras políticas alemãs, incluindo opositores da líder conservadora, tentam imitá-la. É o caso do candidato social-democrata Olaf Scholz, que em julho apareceu na primeira página do jornal Süddeutsche Zeitung apresentando-se como o verdadeiro sucessor da chanceler, em vez do conservador Armin Laschet, o impopular herdeiro político de Merkel. Essa apropriação do estilo de Merkel, que indignou a própria chanceler, parece estar rendendo frutos, já que os social-democratas estão à frente nas pesquisas. Vídeos: Os mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias

Agnes Sithole se tornou uma heroína improvável para milhares de mulheres na África do Sul depois que seu marido tentou vender sua casa sem sua autorização. Agnes Sithole virou um símbolo de luta contra o machismo para milhares na África do Sul Arquivo pessoal/BBC Agnes Sithole tornou-se uma heroína inesperada para centenas de milhares de mulheres negras na África do Sul. Aos 72 anos de idade, ela levou seu marido à justiça para impedir que ele vendesse a casa da família contra a vontade dela - e enfrentou no processo leis de décadas atrás, do tempo do apartheid, para defender o que era dela por direito. Analisando retrospectivamente, Agnes Sithole sabia que seu casamento seria difícil. Ela se casou com Gideon, seu namorado do ensino médio, em 1972, mas rapidamente se viu fechando os olhos para o que se transformaria em décadas de infidelidade. "Ele sempre estava começando e terminando diferentes relacionamentos, mas isso nunca me afetou, até que, entre 2016 e 2017, ele quis vender todos os nossos bens", afirma ela. "A resposta dele era sempre a mesma - que era a sua casa, sua propriedade, e eu não tinha nada." Ameaçada com a perda de sua casa, Agnes decidiu em 2019 lutar contra seu marido nos tribunais sul-africanos, uma medida extremamente incomum para uma mulher negra da sua geração. "Eu tinha 72 anos de idade na época - para onde eu iria e onde começar? Minha única opção era lutar para não ficar nas ruas na minha idade", ela conta. "Acho que a necessidade me deu coragem. Se não houvesse necessidade, talvez eu não tivesse feito. Eu tinha que dizer não." Agnes casou-se com seu namorado do ensino médio, Gideon, em 1972 Arquivo pessoal/BBC 'As mulheres não tinham escolha' Agnes se casou em uma época em que a África do Sul era dirigida pela minoria branca e os casais negros se casavam automaticamente em um sistema chamado de "separação de bens", mas que dava todos os direitos de propriedade aos homens. "Naquela época, as mulheres não tinham escolha - era casar-se com separação de bens ou não se casar", explica Agnes. Uma alteração da Lei de Propriedade Matrimonial em 1988 permitiu que os casais negros alterassem o seu regime de casamento para "comunhão de bens" - o que deu direitos de propriedade iguais às mulheres. Mas isso não era automático. As mulheres negras precisavam do consentimento dos seus maridos, pagar uma petição e dar entrada dentro de um período de dois anos. "Nós sabíamos que a lei havia mudado e achávamos que era para todas", relembra Agnes. "[Mais tarde], quando percebi que a lei havia me enganado, foi que percebi que teria que brigar por isso." 'Sou aventureira' Agnes nasceu em Vryheid, uma pequena cidade de mineiros de carvão no norte de KwaZulu-Natal. Em todo o país, havia uma clara divisão econômica entre as raças na década de 1940. O pai de Agnes limpava trens para a ferrovia sul-africana e fazia "chá para os seus chefes brancos no escritório". A mãe era a "garota da cozinha", que lavava, limpava e cozinhava para "famílias brancas privilegiadas". "Nasci entre os mais pobres dos pobres, meus pais eram trabalhadores. Eles deram um ótimo exemplo para nós", conta Agnes. "Nós costumávamos ir à igreja todo fim de semana. Quando cresci, na verdade, os católicos não tinham permissão para o divórcio, mesmo se eu visse que algo não andava bem", agrega ela. "Eu não queria me casar de novo, nem que meus filhos crescessem sem os dois pais em casa - e é tudo o que eu sabia." Apesar dos desafios, Agnes viu seus pais lutarem para ficar juntos e ver a luta deles fez com que ela decidisse que teria uma vida melhor. Ela recebeu treinamento como enfermeira antes de se casar com Gideon. Mais tarde, ela começou a vender roupas de casa e trabalhou em uma série de empregos para atingir seus objetivos. "Logo descobri que eu estava sozinha, porque meu marido entrava e saía das nossas vidas", conta Agnes, que teve quatro filhos com ele. "Eu chegava em casa do trabalho e começava a costurar, comprar e vender roupas. Eu fazia muitas coisas ao mesmo tempo porque estava decidida a levar meus filhos para a escola", continua ela. "Sou aventureira por natureza, tive aventuras toda a minha vida. Em vez de procurar alguém para fazer as coisas para mim, eu fazia sozinha." Para Agnes, a deterioração do casamento ficou clara cerca de nove anos atrás. Uma noite, depois de chegar do trabalho, ela descobriu que Gideon havia se mudado para o quarto ao lado sem explicação. O casal continuou a viver sob o mesmo teto, mas levava vidas completamente separadas. "Nós nos encontrávamos no corredor, na escada ou no estacionamento sem dizer uma palavra", relembra ela. Agnes conta que Gideon nunca falou com ela sobre seus planos de vender a casa e "foi um choque ver pessoas desconhecidas entrarem na minha casa para olhar". Percebendo que poderia acabar sem ter onde morar, no início de 2019 ela deu entrada em uma ação acusando abuso financeiro - argumentando que ela havia contribuído igualmente com a construção da sua família e dos bens compartilhados. Dois anos mais tarde, o Tribunal Constitucional da África do Sul confirmou uma decisão anterior da Corte Suprema de que as leis vigentes haviam discriminado os casais negros e, particularmente, as mulheres negras. Foi decidido que todos os casamentos anteriores a 1988 seriam alterados para o regime de "comunhão de bens" - dando às mulheres os mesmos direitos de propriedade. Agnes e sua filha mais nova assistiram ao veredito online do seu quarto. No início, ela não percebeu que havia ganhado a causa até que o seu advogado telefonou. "Nós não conseguíamos entender o que estava acontecendo devido ao jargão [jurídico]", conta ela. "Nós não tínhamos ideia todo o tempo. Eu tinha um nó no estômago, estava assustada, mas tinha fé." "Chorei lágrimas de alegria. Percebi que nós havíamos salvado milhares de mulheres em casamentos similares ao meu", afirma Agnes. Agnes conta que deve seu espírito lutador aos muitos desafios que teve que enfrentar sozinha. "É a minha personalidade, quem eu sou e como faço as coisas, quero ser autoconfiante de todas as formas", prossegue. "Sem dúvida, é algo raro na nossa cultura e entre as mulheres da minha geração." "Para mim, ter vencido a causa é uma das melhores coisas que já me aconteceram." Agnes conseguiu até perdoar Gideon, que morreu de Covid-19 durante o processo judicial. Dois dias antes da sua morte, ele pediu desculpas à esposa e às filhas pela forma como as coisas se sucederam. Agnes depois descobriu que ela não só havia sido excluída do testamento dele, mas que ele havia deixado a casa do casal para outra pessoa. Mas a decisão judicial prevaleceu sobre o testamento. "Nós o perdoamos e estou em paz. Não me arrependo de nada e, o mais importante, cumpri com meu casamento [até o final]", afirma Agnes. "Eu não queria nada que fosse dele, mas ele queria tomar tudo, incluindo o que ganhei com meu trabalho, e isso eu não queria." Vídeos: Os mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias

Vídeo mostra assassinatos cometidos pelo Talibã, apesar das promessas feitas pelo grupo, de restabelecimento da paz BBC flagra Talibã matando civis no Afeganistão Reprodução/BBC A BBC confirmou que pelo menos 20 civis morreram na província afegã de Panjshir, um território que se caracteriza por sua resistência ao Talibã. Assista ao vídeo. A comunicação com a região está interrompida, dificultando a obtenção de informações, mas como você pode ver nessas imagens exclusivas (veja acima), há evidências de assassinatos cometidos pelo Talibã, apesar das promessas feitas pelo grupo, de restabelecimento da paz. LEIA TAMBÉM: Afeganistão: Talibã assassina civis por vingança em reduto da resistência

Plantações ajudam motoristas a alimentar famílias, mas não geram renda. Sem clientes, taxistas não conseguiram arcar com os custos dos carros. Taxistas da Tailândia montam hortas no teto dos carros AP Photo/Sakchai Lalit Taxistas tailandeses decidiram transformar seus carros em pequenas hortas após a baixa oferta por clientes durante o isolamento social devido a pandemia do coronavírus. As plantações foram feitas esta semana por trabalhadores de duas cooperativas de táxi. Os jardins foram montados usando sacos de lixo estendidos sobre armações de bambu. No topo, os motoristas adicionaram terra e plantaram variedade de cultivos, como o tomate, pepino e vagem. Horta em casa: como começar? O resultado parece mais uma instalação de arte atraente do que um estacionamento, e isso é um dos objetivos: chamar a atenção para a situação dos motoristas de táxi e operadores que foram gravemente atingidos por medidas de bloqueio por cauda do coronavírus. As cooperativas Ratchapruk e Bovorn Taxi agora têm apenas 500 carros restantes nas ruas de Bangkok, com 2.500 parados em uma série de locais da cidade, de acordo com o executivo de 54 anos Thapakorn Assawalertkul. Taxistas tailandeses plantam tomate, pepino e outros cultivos no teto dos carros AP Photo/Sakchai Lalit Como fazer compostagem em casa: veja dicas para começar Sem renda Com as ruas de Bangkok, capital da Tailândia, sem movimentação até recentemente, havia muita competição por poucos passageiros, resultando em uma queda na renda dos motoristas. Muitos agora não podem fazer os pagamentos diários dos veículos, mesmo depois que a cobrança foi reduzida para 300 baht ($ 9,09), disse Thapakorn. Então eles foram embora, deixando os carros em longas filas. Alguns motoristas entregaram seus carros e voltaram para suas casas nas áreas rurais quando a pandemia teve seu auge pela primeira vez em 2020 porque estavam com muito medo, relatou. Depois, com a segunda onda, desistiram do trabalho e devolveram seus carros. “Alguns deixaram seus carros em lugares como postos de gasolina e nos chamaram para pega-los”, lembrou Thapakorn. De mil plantas no apartamento a 'floresta' na comunidade: como é a vida dos donos de 'urban jungle' Plantações ajudam taxistas a alimentar suas famílias AP Photo/Sakchai Lalit Com novos surtos do vírus este ano, as cooperativas perderam ainda mais trabalhadores, pois milhares de carros foram entregues por seus motoristas, diz. As novas infecções na Tailândia atingiram pouco menos de 15.000 nos últimos dias, após ter um pico acima de 23.400 em meados de agosto. O governo espera que o país esteja se recuperando dessa onda, que tem sido a mais letal até agora, sendo responsável por 97% do total de casos do país e mais de 99% de suas mortes. No total, a Tailândia confirmou 1,4 milhão de casos e mais de 14.000 mortes. Protestos na Tailândia pedem renúncia do governo; manifestantes criticam condução do país durante a pandemia A situação deixou as empresas de táxi em perigo financeiro, lutando para pagar os empréstimos na compra de suas frotas. As cooperativas Ratchapruk e Bovorn devem cerca de 2 bilhões de baht (US$ 60,8 milhões), disse Thapakorn. O governo até agora não ofereceu nenhum apoio financeiro direto. “Se não tivermos ajuda em breve, teremos problemas reais”, disse ele à Associated Press na quinta-feira (16) Jardins são feitos com lona preta e terra. AP Photo/Sakchai Lalit Os jardins dos táxis não oferecem um fluxo de receita alternativa. Os funcionários das cooperativas, que deveriam aceitar cortes de salários, agora se revezam no cuidado das hortas recém-construídas. “A horta é tanto um ato de protesto quanto uma forma de alimentar minha equipe durante este período difícil”, disse Thapakorn. “A Tailândia passou por turbulências políticas por muitos anos e uma grande enchente em 2011, mas os negócios nunca foram tão terríveis.” Vídeos: tudo sobre agronegócios

A jovem de 22 anos, que deixou Londres aos 15 para ingressar no grupo do Estado Islâmico, diz que pode ser útil na luta contra a radicalização de jovens. Hoje Shamima Begum tenta retomar sua cidadania britânica BBC A jovem Shamima Begum, que trocou o Reino Unido pela Síria quando ainda era adolescente, disse que se arrependerá pelo resto da sua vida de ter ingressado no grupo extremista Estado Islâmico e se ofereceu para ajudar o Reino Unido a combater o terrorismo. Em entrevista à BBC, ela disse que pode ser "útil para a sociedade" e que seria um desperdício deixá-la "apodrecer" em um acampamento sírio. A jovem de 22 anos é acusada de desempenhar um papel ativo no Estado Islâmico, algo que ela nega. Ela vive hoje em um acampamento de refugiados na Síria. Neste ano, ela perdeu sua cidadania britânica, depois que o governo do Reino Unido declarou que ela é uma ameaça à segurança nacional. Shamima Begum vem tentando recuperar sua cidadania nos tribunais britânicos, mas até agora ela sofreu uma série de derrotas jurídicas. O governo britânico afirma que a decisão de retirar a cidadania da jovem não a deixa na condição de apátrida, o que seria proibido no direito internacional, já que ela teria também cidadania de Bangladesh, país de origem da sua família. No entanto, Bangladesh recentemente manifestou que ela não é considerada cidadã do país. Radicalizada aos 15 anos Shamima Begum nasceu no Reino Unido, filha de pais de descendência de Bangladesh. Ela tinha 15 anos quando ela e duas outras estudantes do leste de Londres viajaram para a Síria para ingressar no Estado Islâmico, atraídas pelas ideias radicais do grupo. Uma das outras garotas que viajava com ela, Kadiza Sultana, teria sido morta em um bombardeio, e o paradeiro da terceira, Amira Abase, é desconhecido. A fuga das jovens, que viajaram contra a vontade de seus parentes e usaram identidades falsas, foi destaque em 2015 na imprensa britânica, que publicou fotos das estudantes secundárias deixando o país pelo aeroporto de Gatwick. Todas elas estudavam na mesma escola em Londres. Em seu auge, o grupo extremista Estado Islâmico chegou a controlar um território do tamanho do Reino Unido (ou do Estado de São Paulo) que se estendia entre a Síria e o Iraque. Mas em 2019, o grupo havia sido derrotado por forças sírias, com ajuda militar dos EUA e Reino Unido. Ainda há até hoje combatentes remanescentes em atividade. Begum e suas amigas viajaram para a Turquia e depois para a cidade de Raqqa, na Síria. Lá ela se casou com um holandês recrutado pelo Estado Islâmico, com quem teve três filhos. Em 2019, ela foi localizada, grávida de nove meses, em um campo de refugiados sírios. Seu bebê acabou morrendo de pneumonia. Begum disse que já havia perdido seus outros dois filhos antes disso e que seu marido estava em uma prisão onde há vários homens sendo torturados, depois que ele se entregou a um grupo de combatentes sírios. Cidadania perdida Depois que ela foi encontrada, o então ministro do Interior, Sajid Javid, cancelou sua cidadania britânica por motivos de segurança. Begum entrou com um recurso contra a decisão, e um tribunal britânico decidiu que ela deveria ser autorizada a retornar ao Reino Unido para apresentar seu caso, porque ela não poderia fazê-lo vivendo em um campo perigoso no norte da Síria. No entanto, o Ministério do Interior argumentou que permitir que ela voltasse criaria "riscos significativos para a segurança nacional". A Suprema Corte do Reino Unido decidiu que o governo tem o direito de impedir que Begum retorne ao Reino Unido — mas também ordenou que a batalha legal sobre sua cidadania seja interrompida até que ela encontre uma maneira de participar do processo legal. No passado, ela havia dito que o atentado à bomba em 2017 em um show da cantora Ariana Grande, em Manchester, no qual 22 pessoas — incluindo crianças — foram mortas em um ataque reivindicado pelo Estado Islâmico, foi semelhante a ataques militares contra o Estado Islâmico. Na ocasião, ela disse que atentado terrorista em Manchester havia sido uma "retaliação". 'Nauseada' Questionada pela BBC como ela se sente por ter feito parte de um grupo que cometeu genocídio e assassinato ao redor do mundo, a jovem disse: "Isso me deixa nauseada, realmente. Isso faz eu me odiar." Begum também disse que só agora se sente confortável para falar sobre seus verdadeiros sentimentos. "Eu tenho essas opiniões há muito tempo, mas só agora me sinto confortável para expressar minha opinião real", disse. Ela disse que se tivesse permissão para voltar ao Reino Unido, ela poderia aconselhar sobre as táticas usadas pelo Estado Islâmico para recrutar as pessoas a irem para a Síria. Ela disse que pode ser útil no esforço contra a radicalização de jovens. Segundo ela, é "uma obrigação" sua evitar que outras jovens destruam suas vidas como ela fez ao seguir o Estado Islâmico. Nesta semana, Begum apareceu em um programa de TV da rede ITV e fez um apelo direto ao primeiro-ministro Boris Johnson para se tornar "um trunfo" na luta contra o terrorismo. Em entrevista realizada em um campo de refugiados sírios, ela disse que "não há provas" de que ela foi uma peça-chave no planejamento de atos terroristas e que está preparada para provar sua inocência na justiça. "Eu sei que existem algumas pessoas que, não importa o que eu diga ou faça, não vão acreditar que eu mudei ou que quero ajudar", disse ela. "Mas para aqueles que têm até mesmo um pingo de misericórdia, compaixão e empatia em seus corações, eu digo a vocês do fundo do meu coração que lamento cada decisão que tomei desde que entrei na Síria e viverei com isso para o resto da minha vida." "Ninguém pode me odiar mais do que eu me odeio pelo que fiz e tudo o que posso dizer é 'sinto muito' e 'por favor me dê uma segunda chance'." Ela disse que "preferia morrer a voltar para o Estado Islâmico" e acrescentou: "O único crime que cometi foi ser burra o suficiente para ingressar no Estado Islâmico". 'Vocês não viram o que eu vi' Sajid Javid, atual ministro da Saúde que decidiu revogar a cidadania da jovem quando ele era ministro do Interior, disse que não há chance de que Begum possa voltar ao Reino Unido para lutar por sua cidadania perdida. Ele disse que a decisão de privá-la de sua cidadania britânica é "moralmente certa, absolutamente certa, mas também legalmente correta para proteger o povo britânico". "Não vou entrar em detalhes do caso, mas digo que vocês certamente não viram o que eu vi", acrescentou. "Se você soubesse o que eu sei, porque você é uma pessoa sensível e responsável, você teria tomado exatamente a mesma decisão — disso eu não tenho dúvidas", disse Javid, em entrevista a outra rede de notícias. Um porta-voz do Ministério do Interior disse: "A principal prioridade do governo continua sendo a manutenção de nossa segurança nacional e a segurança do público". O grupo de direitos humanos Liberty havia considerado a decisão de revogar a cidadania de Begum "um precedente extremamente perigoso". Segundo o grupo, o direito a um julgamento justo não pode ser retirado apenas por "capricho" em governos democráticos. Vídeos: Os mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias

Medida que entra em vigor em outubro visa pressionar para que todos se vacinem. Policial verifica o telefone de uma passageira na estação de trem Porta Garibaldi, em Milão, em 1º de setembro de 2021 na Itália Luca Bruno/AP O governo italiano editou um decreto que obriga todos os trabalhadores, tanto do setor público quanto do privado, a apresentarem o "passaporte Covid-19" para comprovar que estão vacinados ou que tiveram a doença ou fizeram teste negativo recentemente. A medida entra em vigor em meados de outubro. "O governo está pronto para introduzir o passaporte sanitário (...). Estamos preparando uma medida obrigatória para o setor público e privado", declarou a ministra de Assuntos Regionais, Mariastella Gelmini, à emissora pública RaiRadio1. A partir de 15 de outubro, o chamado "passaporte verde" será obrigatório em todos os locais de trabalho, informou a imprensa italiana, acrescentando que aposentados, donas de casa e desempregados estarão isentos. O objetivo da medida é aumentar a taxa de vacinados antes do início do inverno e evitar a propagação da doença. Hoje, quase 75% da população acima dos 12 anos de idade está vacinada, o equivalente a 40,46 milhões de pessoas. "A vacina é nossa única arma contra a Covid", destacou Mariastella Gelmini. A Itália foi o primeiro país da Europa afetado pela pandemia, que causou a morte de 130 mil pessoas nesse país, além de gerar em 2020 a recessão econômica mais grave do Pós-Guerra. A decisão de generalizar o passaporte sanitário é resultado de muitas discussões entre o governo, os partidos políticos que integram a coalizão no poder e os interlocutores sociais, sindicatos e empresários. Não ter o passaporte sanitário será severamente castigado, mas não chegará à demissão: uma multa de entre 400 a 1.000 euros poderá ser imposta para aqueles que não cumprirem a norma, informa o jornal "Corriere della Sera". Após cinco dias de ausência injustificada pela falta de passaporte sanitário, a pessoa pode ficar com o trabalho e o salário suspensos. O governo também discute se deve submeter a testes as pessoas não vacinadas para obterem o passaporte sanitário. Os sindicatos pedemque o Estado pague por eles, enquanto o governo teme que, com essa possibilidade, a ideia de se vacinar seja desestimulada. Passageiro segura seu telefone com o 'passaporte verde' em posto de controle na estação ferroviária Stazione Centrale de Milão, na Itália, em 1º de setembro de 2021 Claudio Furlan/LaPresse via AP A Itália não é o primeiro país europeu a adotar essa medida. Na Grécia, desde 13 de setembro, os funcionários dos setores público e privado que não se vacinaram devem fazer testes pagos por eles mesmos uma ou duas vezes por semana, dependendo da profissão. Na Itália, o passaporte sanitário é obrigatório nos lugares públicos, assim como em cafeterias, restaurantes, museus, cinemas, teatros, trens, ônibus, metrô e táxis.

Suspensões afetam principalmente pessoas que trabalham em setores administrativos da rede médica. França começa a a exigir comprovante de vacinação para entrar em museus e cinemas Segundo o ministro da Saúde francês, Olivier Véran, após a entrada em vigor da obrigatoriedade da vacinação para a categoria nesta quarta-feira (15), anunciada há dois meses pelo governo, cerca de 3.000 suspensões e dezenas de demissões foram confirmadas nesta quinta-feira (16). Vacinação em Saint-Nazaire, na França, com um dose da Pfizer-BioNTech contra a Covid-19, em 28 de maio de 2021 Stephane Mahe/Reuters De acordo com Véran, as suspensões envolvem principalmente profissionais que trabalham fora dos hospitais, como casas de repouso para idosos ou estabelecimentos para deficientes físicos. O número corresponde a um total de 2,7 milhões de assalariados, acrescentou, em entrevista à rádio francesa RTL. O atendimento dos pacientes não foi afetado. O ministro afirmou que as suspensões são "temporárias" e afetam principalmente pessoas que trabalham nos setores administrativos. Ele afirma que há poucos médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e outras profissões da saúde que recusaram a vacinação, que é obrigatória também para profissionais liberais, bombeiros, e motoristas de ambulância. Muitos preferiram, entretanto, perder o trabalho e abdicar das injeções.  De acordo com dados da Santé Publique France, agência francesa de vigilância sanitária, até o dia 12 de setembro 89,3% dos profissionais que trabalham em instituições para pessoas idosas dependentes tinham recebido pelo menos uma dose da vacina contra a Covid-19. Os trabalhadores da categoria que se recusam a receber o imunizante não poderão mais exercer sua atividade, segundo a lei votada pelo Parlamento francês em 5 de agosto.  O organismo que representa os diretores das casas de repouso para idosos na França, e o sindicato dos cuidadores a domicílio, pediu nesta quarta-feira, em um comunicado, que o governo seja "pragmático" e apresente soluções para as suspensões, que podem "comprometer a segurança dos pacientes mais velhos." A estimativa é que entre 1 e 2% dos contratos sejam cancelados nos próximos dias, segundo Florence Arnaiz-Maumé, secretária-geral do Synerpa, que representa as instituições privadas para idosos. Responsabilidade coletiva O porta-voz do governo francês, Gabriel Attal, elogiou, na saída do Conselho de Ministros desta quinta-feira (16), "a imensa maioria dos profissionais que optou pela responsabilidade e a proteção coletiva." Para o presidente da Federação Francesa dos Hospitais, Frédéric Valletoux, "alguns profissionais da saúde vão instrumentalizar casos particulares para fazer a opinião pública acreditar que eles são muitos", disse. Valletoux afirma que, de cerca de 1 milhão de agentes, há "algumas centenas, ou talvez milhares", que recusam a vacinação. Em Montélimar, no sul do do país, a medida do governo já afeta o hospital público da região, que precisou cancelar cirurgias não-urgentes por conta da ausência de três anestesistas. De acordo com o diretor-adjunto do estabelecimento, Philippe Charre, outros três alergologistas não foram trabalhar, por se oporem à obrigatoriedade da vacinação. Em Lille, no norte do país, cerca de 300 pessoas manifestaram na frente da Agência Regional da Saúde contra a suspensão dos profissionais. Em Paris, a AP-HP, organismo que coordena rede hospitalar pública de Paris, informou que 99% de seus funcionários estão vacinados. Veja os vídeos mais assistidos do G1

Declaração do chanceler Jean-Yves Le Drian ocorre após acordo militar entre EUA, Austrália e Reino Unido que fará a França perder contrato de US$ 66 bilhões com a Austrália. O presidente da França, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro da Austrália, Malcolm Turnbull, no convés do HMAS Waller, um submarino da classe Collins operado pela Marinha Real da Austrália, em foto de 2 de maio de 2018 em Garden Island, Sydney Brendan Esposito/Pool via AFP O ministro das Relações Exteriores da França acusou nesta quinta-feira (16) o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, de "esfaquear o país pelas costas" e de agir como o seu antecessor, Donald Trump, após perder um contrato de US$ 66 bilhões feito com o governo da Austrália. O "contrato do século" previa a construção de 12 submarinos de propulsão a diesel e elétrica e a transferência da tecnologia, mas a Austrália abandonou o negócio após assinar o Aukus, um acordo militar com os EUA e Reino Unido, na quarta-feira (15). "Esta decisão brutal, unilateral e imprevisível me lembra muito o que o Sr. Trump costumava fazer", afirmou o chanceler francês, Jean-Yves Le Drian, à rádio France Info. "Estou com raiva e amargo. Isso não é feito entre aliados." O Aukus — um jogo de palavras com as siglas dos três países em inglês (AU, UK e US) — é um acordo militar contra a crescente presença militar da China na região do Indo-Pacífic, que inclui os oceanos Índico e Pacífico (veja no vídeo abaixo). Reino Unido, Estados Unidos e Austrália se unem para conter a China Por ligar os oceanos Pacífico e Índico, o Mar da China Meridional (ou Mar do Sul da China) tem rotas comerciais que movimentam 1/3 das mercadorias embarcadas do mundo e mais de US$ 3 trilhões por ano (mais que o dobro do PIB brasileiro). Entre os termos do acordo estão uma nova frota australiana de submarinos de propulsão nuclear, o que fará com que o governo australiano abandone o contrato com os franceses, além de cooperação em áreas como inteligência artificial, tecnologia quântica e cibersegurança. A encomenda do "acordo do século" foi celebrada em 2016, por Francois Hollande, então presidente da França, e Le Drian, que na época era ministro da Defesa. A francesa Naval Group venceu ofertas do Japão e da Alemanha. O governo chinês também criticou o acordo (veja no vídeo abaixo). "Esta cooperação na questão de submarinos nucleares abala gravemente a paz e a estabilidade regionais, aumenta a corrida armamentista e afeta também os esforços internacionais sobre a não proliferação nuclear", declarou o porta-voz das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian. China critica pacto de segurança entre EUA, Reino Unido e Austrália: 'irresponsável' VÍDEOS: as últimas notícias internacionais

Indícios ligam primeiro-ministro a ex-funcionário de ministério que investigadores dizem ser um dos principais suspeitos por trás da morte do presidente Jovenel Moise. O primeiro-ministro haitiano, Ariel Henry, durante coletiva de imprensa em Porto Príncipe, capital do Haiti, em 26 de agosto de 2021 Joseph Odelyn/AP O governo do Haiti sofreu um novo abalo nesta quarta-feira (15), quando o primeiro-ministro, Ariel Henry, substituiu o ministro da Justiça e uma autoridade de alto escalão renunciou dizendo que não pode servir um premiê sob suspeita pelo assassinato do presidente Jovenel Moise. Em meio a uma grave crise política, Henry trocou Rockfeller Vincent pelo ministro do Interior, Liszt Quitel, que se encarregará das duas pastas, de acordo com um comunicado publicado no Diário Oficial do Haiti. A renúncia de Renald Luberice, que atuou durante mais de quatro anos como secretário-geral do Conselho de Ministros do país, veio depois que novos indícios emergiram ligando Henry ao ex-funcionário do Ministério da Justiça que investigadores dizem ser um dos principais suspeitos por trás da morte de Moise. Procuradores dizem que registros telefônicos mostram que os dois conversaram duas vezes perto das 4h do dia 7 de julho, pouco antes de Moise, de 53 anos, ser mortos a tiros por assassinos fortemente armados que invadiram sua residência particular. Henry nega qualquer envolvimento no assassinato, mas não abordou diretamente os telefonemas, e na terça-feira substituiu o procurador-chefe que pretendia acusá-lo como suspeito e impedi-lo de deixar o país. Na semana passada, o premiê rejeitou pedidos de entrevista sobre o assassinato de Moise, alegando que seriam uma distração política para o impedir de trabalhar pelo país, onde disputas de poder prejudicam o desenvolvimento há décadas. Bombeiros que estavam em missão humanitária no Haiti desembarcaram hoje em Belo Horizonte

Pasta determinou que imunização de adolescentes de 12 a 17 anos só deverá ser feita naqueles que tiverem deficiência permanente, comorbidades ou que estejam privados de liberdade. Profissional de saúde prepara dose da vacina da Pfizer para aplicar em alunos de uma escola privada de Quito, no Equador, no dia 13 de setembro. Rodrigo Buendía / AFP O Ministério da Saúde determinou, em nota técnica publicada nesta quarta-feira (15), que a imunização de adolescentes de 12 a 17 anos contra a Covid-19 só deverá ser feita naqueles que tiverem deficiência permanente, comorbidades ou que estejam privados de liberdade. A determinação vai na contramão de uma decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em junho, que autorizava o uso da vacina da Pfizer para adolescentes a partir dos 12 anos. Veja, abaixo, o que dizem a Organização Mundial de Saúde (OMS) e as pesquisas sobre o assunto e quais países têm vacinado adolescentes: O que diz a OMS? O que dizem as pesquisas científicas sobre vacinar adolescentes? A vacinação de pessoas acima de 12 anos já começou em quais países? Existe uma faixa etária específica abaixo de 18 anos que é mais afetada pela Covid-19? 1) O que diz a OMS? Na nota que alterou a imunização de adolescentes, o Ministério da Saúde afirmou que "a Organização Mundial de Saúde não recomenda a imunização de criança e adolescente, com ou sem comorbidades". A OMS não recomenda a vacinação, mas também não contraindica. Em uma página atualizada no dia 14 de julho, a organização diz o seguinte: Crianças e adolescentes tendem a ter doença mais branda em comparação com adultos, portanto, a menos que façam parte de um grupo com maior risco de Covid-19 grave, é menos urgente vaciná-los do que pessoas mais velhas, com condições crônicas de saúde e profissionais de saúde. Mais evidências são necessárias sobre o uso das diferentes vacinas de Covid-19 em crianças para poder fazer recomendações gerais sobre a vacinação contra a Covid-19. O Grupo Consultivo Estratégico de Especialistas da OMS (SAGE, na sigla em inglês) concluiu que a vacina Pfizer/BionTech é adequada para uso em pessoas com 12 anos ou mais. Crianças com idade entre 12 e 15 anos que estão em alto risco podem receber esta vacina juntamente com outros grupos prioritários para vacinação. A entidade acrescenta que os ensaios de vacinas para crianças estão em andamento e que atualizará suas recomendações quando as evidências ou a situação epidemiológica justificarem uma mudança na política. 2) O que dizem as pesquisas científicas sobre vacinar adolescentes? Um dos problemas apontados pelo Ministério da Saúde na vacinação de adolescentes foi a ocorrência, ainda que rara, de miocardite – uma inflamação no músculo do coração – em algumas pessoas depois da imunização. A pasta também apontou que "os benefícios da vacinação em adolescentes sem comorbidades ainda não estão claramente definidos". Veja, abaixo, um pouco do que a ciência já sabe sobre esses dois pontos: Um estudo divulgado em 26 de agosto por cientistas de Israel apontou que a vacina da Pfizer – única usada no país – aumentava os riscos de desenvolver a miocardite. Mesmo assim, o número de casos no grupo vacinado continuou pequeno: entre as 884.828 pessoas vacinadas, houve 21 casos da doença – cerca de 91% dos quais ocorreram em homens. Nas outras 884.828 que não foram vacinadas, houve 6. Os cientistas também notaram que o problema aumentou após a segunda dose da vacina. Mas há algumas ressalvas: os cientistas não separaram a quantidade de casos em adolescentes dos que ocorreram em adultos – e ressaltaram que "nossos resultados indicam que a infecção por Sars-CoV-2 é em si um fator de risco muito forte para miocardite e também aumenta substancialmente o risco de vários outros eventos adversos graves". Contextualizar dados é necessário, diz cientista Em um editorial escrito sobre o estudo israelense – intitulado "A importância do contexto na segurança das vacinas da Covid-19" –, a pesquisadora Grace M. Lee, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, ponderou que "as vacinas de RNA mensageiro (mRNA) podem estar associadas à miocardite, mas também podem prevenir casos de miocardite, lesão renal aguda, arritmia e doença tromboembólica [causadas pela própria Covid]". "A chave para comparar esses riscos depende do risco de infecção por Sars-CoV-2 para cada pessoa, e esse risco pode variar de acordo com o local e ao longo do tempo. Dado o estado atual da pandemia global, entretanto, o risco de exposição ao Sars-CoV-2 parece ser inevitável", avalia. A pesquisadora aponta, ainda, que o estudo tem limitações, como "a escassez de dados sobre adolescentes mais novos e crianças, a suposição conservadora de que as vacinas não têm efeito sobre a transmissão" e outros pontos. Análise americana Outros dados sobre miocardite após a vacinação foram analisados por pesquisadores do CDC americano em um editorial publicado no fim de junho no "Jama Cardiology". Um relato de caso analisado pelos cientistas apontava 7 casos da doença em adolescentes após a imunização. Todos eram do sexo masculino, com idades entre 14 e 19 anos, e apresentaram os sintomas 4 dias depois de receberem a vacina. Ao avaliar o relato, os pesquisadores apontaram que não havia estudos que tornassem possível avaliar a taxa de miocardite pós-vacina na população, mas que o problema era raro – e que os benefícios da vacina eram maiores do que o risco. "No momento, os benefícios da imunização na prevenção da morbidade grave favorecem a vacinação contínua contra a Covid-19, particularmente considerando as crescentes taxas de hospitalização com Covid-19 entre adolescentes relatadas durante a primavera de 2021", reforçaram. 3) A vacinação de pessoas de 12 anos ou mais já começou ou foi autorizada em quais países? Ao menos 14: Alemanha, Argentina (apenas nos que têm comorbidades), Bahrein, Canadá, Chile, Cuba, Estados Unidos, Equador, França, Hungria, Israel, Itália, México e Portugal. A maioria usa a vacina da Pfizer, mas outros, como Cuba, aplicam vacinas diferentes: a Soberana 02, no caso cubano, desenvolvida no próprio país, e a Argentina, que aplica a Moderna, com doses doadas pelos Estados Unidos. A União Europeia autorizou o uso da vacina em adolescentes de 12 a 15 anos em 28 de maio. (Antes, os de 16 e 17 anos já podiam ser imunizados). Além dos adolescentes, o Chile previa começar a vacinar crianças de 6 anos com comorbidades nesta semana. 4) Existe uma faixa etária específica abaixo de 18 anos que é mais afetada pela Covid-19? Um levantamento feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com base nos dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade Infantil (SIM), do Ministério da Saúde, apontou que, entre as crianças e adolescentes brasileiros mortos pela Covid no ano passado, 45% tinham até 2 anos. O percentual chama atenção porque, apesar de estar restrito a uma faixa etária bastante limitada (0-2 anos), corresponde a quase metade do número total de mortes causadas pela Covid-19 em pessoas com até 18 anos. A outra metade (55%) corresponde às mortes registradas em crianças e adolescentes entre 3 e 18 anos. Ao todo, o levantamento computou 1.207 óbitos ocasionados por Covid-19 em pessoas até 18 anos. Veja perguntas e respostas sobre a vacina: o
Houve mais de 4.000 tremores de terra perto do vulcão, e, com mais magma, o pico subiu 6 centímetros em dias. Alerta de atividade de vulcão na ilha de La Palma, da Espanha Houve um aumento de atividade sísmica ao redor do vulcão de Teneguia, nas Ilhas Canárias, da Espanha, e pode haver uma erupção nos próximos dias ou semanas, de acordo com o governo do país. O Instituto Geográfico Nacional da Espanha detectou 4.222 tremores no parque nacional Cumbre Vieja, em volta do vulcão, no sul da ilha de La Palma. Risco de tsunami na costa brasileira é remoto, dizem especialistas Os tremores se intensificam e vão chegando à superfície, o que coloca a ilha em alerta amarelo para uma erupção (o sistema de alerta tem quatro níveis, e o amarelo é o segundo mais grave). O órgão disse nesta quinta-feira (16) que não há evidência de que pode haver uma erupção imediata, mas a situação pode mudar rapidamente. Espera-se mais tremores nos próximos dias. Relembre abaixo outros vulcões em erupção este ano: VÍDEO: drone sobrevoa vulcão na Islândia e mostra erupção de perto Vulcão de lama entra em erupção no Mar Cáspio; veja vídeo Vulcão entra em erupção em São Vicente e Granadinas, no Caribe Em maio, o monte Nyiragongo entrou em erupção no Congo Mais de 11 milhões de metros cúbicos de magma entraram no Cumbre Vieja nos últimos dias. O pico aumentou em cerca de 6 centímetros nos últimos dias, disse o Instituto Vulcânico das Canárias. As Ilhas Canárias estão a cerca de 100 quilômetros da costa do Marrocos. Além desse vulcão, há outros nas ilhas, como o de Teide, na ilha de Tenerife, e o de Timanfaya, na ilha de Lanzarote. O Teneguia entrou em erupção pela última vez em 1971. Um outro vulcão, na ilha de El Hierro, teve uma erupção submarina em 2011. Globo Repórter esteve na região No ano passado, uma equipe do Globo Repórter mostrou a região dos vulcões nas Ilhas Canárias. A reportagem contou a história dos vulcões e revelou algumas curiosidades como o restaurante que usa calor que vem do solo para churrasqueiras (veja nos vídeos abaixo). Restaurante usa calor que vem do solo para churrasqueira nas Ilhas Canárias Vulcões chamam atenção e se espalham pelas Ilhas Canárias Veja os vídeos mais assistidos do G1

Réus fizeram parte da Comunidade de Inteligência americana e venderam métodos para hackear celulares sem autorização. Réus terão que pagar uma multa de US$ 1,68 milhão (R$ 8,8 milhões, na cotação atual) por terem violado leis de exportação, fraude digital e fraude de dispositivos Altieres Rohr/G1 A Justiça dos Estados Unidos fez um acordo na última terça-feira (14) com três ex-membros de sua Comunidade de Inteligência envolvidos na venda aos Emirados Árabes Unidos de ferramentas para invasão de computadores e celulares. Os réus terão que pagar uma multa de US$ 1,68 milhão (R$ 8,8 milhões, na cotação atual) por terem violado leis de exportação, fraude digital e fraude de dispositivos. Os serviços prestados por essas pessoas incluíam o compartilhamento de uma vulnerabilidade do tipo "zero-clique", que instala um vírus sem qualquer ação do usuário. LEIA MAIS: Apple libera correção para brecha de segurança usada por software de espionagem Pegasus 'Todas as coisas deixam uma pegada digital', afirma executivo de empresa que extrai dados de celulares De acordo com documentos judiciais, Marc Baier, Ryan Adams e Daniel Gericke trabalharam como gerentes em uma empresa dos Emirados Árabes Unidos que apoiou e realizou invasões em benefício do governo local entre 2016 e 2019. Um comunicado do Departamento de Justiça dos EUA diz que o trio foi informado em "diversas ocasiões" de que o o trabalho para os Emirados Árabes Unidos se tratava de um "serviço de defesa". Esse tipo de serviço precisa respeitar regras do Regulamento de Tráfico Internacional de Armas e, por isso, seria necessária uma licença do governo dos EUA – que eles não obtiveram. De acordo com uma reportagem do site americano "MIT Technology Review", a empresa para a qual o trio trabalhava vendeu a ferramenta à monarquia dos Emirados Árabes Unidos por US$ 1,3 milhão. Ela era capaz de explorar uma falha no aplicativo iMessage, do iPhone. O recurso, supostamente desenvolvido por uma empresa chamada Accuvant, teria sido utilizado para invadir os telefones de ativistas, diplomatas e líderes de países vizinhos. Os documentos da Justiça americana afirmam que as vulnerabilidades foram encontradas e vendidas por empresas americanas, mas não as identificaram. Ao "MIT Technology Review", um porta-voz da Optiv, companhia que comprou a Accuvant, disse que a empresa "cooperou com o Departamento de Justiça dos EUA" e que a Optiv "não é objeto da investigação". Venda de vulnerabilidades O comércio de brechas de segurança tem levantado preocupações no cenário internacional desde que a Forbidden Stories, uma organização sem fins lucrativos de Paris, e a Anistia Internacional, divulgaram uma lista de 50 mil números que poderiam ter sido invadidos por programa espião criado pela empresa israelense NSO Group e vendido para agências governamentais. Entenda o que é o Pegasus, software de espionagem que teria sido usado para invadir smartphones de milhares de pessoas A utilização desse tipo de software por governos é feita em segredo e organizações de defesa dos direitos humanos apontam possíveis abusos em relatórios. As empresas que desenvolvem soluções como essa operam em espaço sem regulamentação jurídica. As empresas que desenvolvem ferramentas de invasão costumam argumentar que as brechas são comercializadas para combater o terrorismo – algumas delas afirmam que só exportam a tecnologia após aprovação do governo de seu país de origem, o que não aconteceu no caso do trio americano. Veja como evitar o golpe da maquininha quebrada: Fantástico mostra como se proteger de golpe que explodiu com a pandemia

Entrada dos australianos no Aukus, acordo com EUA e Reino Unido, põe fim a a contrato de US$ 66 bilhões assinado com a França para construir 12 submarinos de propulsão diesel e elétrica. O presidente da França, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro da Austrália, Malcolm Turnbull, no convés do HMAS Waller, um submarino da classe Collins operado pela Marinha Real da Austrália, em foto de 2 de maio de 2018 em Garden Island, Sydney Brendan Esposito/Pool via AFP O jornal econômico "Les Echos" estampa em sua primeira página desta quinta-feira (16) uma notícia, ainda no condicional, que se concretizaria durante a madrugada:. "A Austrália desiste de uma encomenda de 12 submarinos franceses e opta por um vasto acordo militar com os Estados Unidos." O primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, confirmou que vai comprar mísseis de cruzeiro de longo alcance Tomahawk dos Estados Unidos para fortalecer suas defesas militares diante de uma China em expansão. Morrison confirmou que este acordo marca o abandono do contrato de US$ 66 bilhões assinado com a França para a construção de doze submarinos de propulsão diesel e elétrica, baseados no modelo do "Barracuda", da marinha francesa. A encomenda foi celebrada em 2016 pelo então presidente Francois Hollande e o ministro da Defesa Jean-Yves Le Drian. Depois de uma licitação intensa, a francesa Naval Group saiu como ganhadora, derrotando ofertas do Japão e da Alemanha. A imprensa australiana já anunciava que Morrisson estava prestes a mudar o rumo do barco diante da intensa pressão da administração Biden. O governo americano quer colocar em ação um vasto acordo de cooperação militar entre americanos, australianos e britânicos (veja no vídeo abaixo). Reino Unido, Estados Unidos e Austrália se unem para conter a China O acordo trilateral, chamado de Aukus, iniciais em inglês dos três países envolvidos, inclui um alinhamento das tecnologias em inteligência artificial, no campo cibernético e em sistemas de submarinos e mísseis. Tudo isso para levantar uma frente contra a China. "Até então, o governo australiano tentou manter ruma certa independência e neutralidade no espaço entre os oceanos Índico e Pacífico”, escreve o jornal francês. Segundo o "Les Echos", o golpe é duro para o francês Naval Group. Apesar de a empresa ter sido paga pelos estudos e pesquisas desde 2016, o grupo ainda esperava, no começo da semana, a assinatura para uma nova fase do contrato. O canteiro de obras no sul da Austrália já tinha sido iniciado e a empresa francesa mantinha uma equipe de mais de 300 empregados no local. Os franceses tinham acabado de anunciar também um contrato de mais de um bilhão de dólares com empresas terceirizadas. Austrália x China A decisão australiana muda posições no xadrez geopolítico mundial. A princípio, segundo análise do "Les Echos", uma invasão chinesa é uma hipótese muito distante. China e Austrália mantêm relações amistosas. A China é o maior importador da Austrália, que fornece matérias primas essenciais à China. “Mas não é totalmente absurda a hipótese de Camberra se ver presa em um conflito entre Pequim e países ocidentais, em seguida a uma invasão de Taiwan, por exemplo”, aponta o jornal. Segundo uma pesquisa recente, 42% dos australianos julgam possível que um dia a China ataque o pais. VEJA TAMBÉM: Aukus: o que é o pacto militar anunciado por EUA, Reino Unido e Austrália para conter a China Marinha australiana resolve mistério de submarino afundado na 1ª Guerra Filipinas acusa China de construir ilha em sigilo no mar da China VÍDEOS: as últimas notícias internacionais
Coreia do Norte e Coreia do Sul estão em uma corrida armamentista. Os dois países têm divulgado vídeos de disparos de mísseis. Coreia do Norte testa novo "sistema de mísseis ferroviários" A Coreia do Norte anunciou que desenvolveu um sistema de disparar mísseis a partir de um vagão de trem, disse nesta quinta-feira (16) a agência oficial do país, a KCNA. Um vídeo do lançamento foi divulgado. O míssil atingiu o alvo a cerca de 800 quilômetros de distância, na costa leste do país. O vídeo mostra um míssil sendo disparado depois que o teto retrátil do vagão se abre. A cena foi gravada em uma região montanhosa –de acordo com a Coreia do Sul, o disparo ocorreu em uma região central do país. Os mísseis transportados em ferrovias são uma opção relativamente barata para os países que querem manter seu poderia nuclear, de acordo com Adam Mount, um pesquisador da Federação de Cientistas Americanos. "A Rússia fez isso, os Estados Unidos estão considerando, faz todo o sentido para a Coreia do Norte", afirmou ele em uma rede social. A rede ferroviária da Coreia do Norte é limitada e tem problemas, mas o míssil ferroviário torna os armamentos do país mais complexos para eventualmente serem rastreados e destruídos. Segundo a KCNA, há planos para expandir esse sistema. Corrida armamentista Tanto a Coreia do Norte como a Coreia do Sul testaram mísseis balísticos nos últimos dias. A corrida armamentista obriga os dois países a desenvolverem armas cada vez mais sofisticadas. As tentativas de iniciar conversas de distensão têm sido infrutíferas. A Coreia do Sul testou um míssil balístico lançado de submarino, tornando-se o primeiro país sem armas nucleares a desenvolver tal sistema. Coreia do Sul lança míssil a partir de submarino O presidente sul-coreano, Moon Jae-in, estava acompanhando o teste quando se soube dos lançamentos norte-coreanos, seus primeiros testes com mísseis balísticos desde março. O governo da Coreia do Norte desenvolve seus sistemas de armas continuamente em meio a um impasse nas negociações que buscam o desmantelamento de seu arsenal nuclear e de mísseis balísticos em troca de um alívio das sanções dos Estados Unidos. As negociações, iniciadas entre o ex-presidente norte-americano Donald Trump e o líder norte-coreano Kim Jong-un em 2018, estão travadas desde 2019. Reações de outros países O Comando Indo-Pacífico dos militares dos EUA disse que os lançamentos de mísseis da Coreia do Norte não representaram uma ameaça imediata ao seu pessoal, território ou aliados, mas que sublinham o impacto desestabilizador de seu programa de armas. O primeiro-ministro japonês, Yoshihide Suga, classificou os lançamentos de "ultrajantes" e os criticou duramente por vê-los como uma ameaça à paz e à segurança da região. A Coreia do Sul está investindo pesado em uma série de sistemas militares novos, o que inclui mísseis balísticos, submarinos e seu primeiro porta-aviões, mas tem uma política declarada de não-proliferação de armas nucleares e defende uma península coreana sem armas nucleares. Veja os vídeos mais assistidos do G1

Essa é a maior parceria no setor de defesa em décadas para esses países, que têm demonstrado preocupações nos últimos anos com a crescente presença militar da China na região do Indo-Pacífico (que inclui os oceanos Índico e Pacífico). Reino Unido, Estados Unidos e Austrália se unem para conter a China Estados Unidos, Austrália e Reino Unido anunciaram um acordo histórico de segurança no Indo-Pacífico, tendo como principal objetivo conter o avanço da China (veja no vídeo acima). O pacto militar, conhecido como Aukus, permitirá que a Austrália construa submarinos de propulsão nuclear pela primeira vez, a partir de tecnologia americana. Além disso, o acordo também inclui áreas como inteligência artificial, tecnologia quântica e cibersegurança. Essa é a maior parceria no setor de defesa em décadas para esses países, que têm demonstrado preocupações nos últimos anos com a crescente presença militar da China na região do Indo-Pacífico (que inclui os oceanos Índico e Pacífico). A nova parceria busca "promover a segurança e a prosperidade" na região, afirma uma declaração conjunta do presidente dos EUA, Joe Biden, do primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, e de seu homólogo australiano, Scott Morrison. Em reação, a embaixada da China em Washington acusou os países de "mentalidade de Guerra Fria e preconceito ideológico". Um porta-voz da embaixada disse que as nações "não deveriam construir blocos de exclusão" (veja no vídeo abaixo). China critica pacto de segurança entre EUA, Reino Unido e Austrália: 'irresponsável' O pacto significa que a Austrália abandonou um acordo de quase R$ 190 bilhões assinado com a França em 2016, com o objetivo de construir 12 submarinos não nucleares. O contrato com a França sofreu atrasos devido à exigência australiana de que vários componentes fossem adquiridos localmente. A Austrália afirma não ter intenção de obter armas nucleares. De todo modo, alguns analistas apontam que este pode ser o início da primeira marinha global do mundo. O que é o Aukus? É o maior acordo de segurança entre as três nações desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), afirmam analistas do setor de defesa e segurança. O nome é um jogo de palavras com letras dos nomes dos três países em inglês (Au, UK e US). Embora os EUA, o Reino Unido e a Austrália sejam aliados há décadas, o Aukus formaliza e aprofunda sua cooperação de defesa. O pacto se concentrará na capacidade militar, separando-a da aliança de compartilhamento de inteligência Five Eyes, que também inclui a Nova Zelândia e o Canadá. Embora os submarinos da Austrália sejam o item mais caro do pacote, o Aukus também envolverá o compartilhamento de capacidades cibernéticas, inteligência artificial, tecnologia quântica e outras tecnologias submarinas. "Esta é uma oportunidade histórica para as três nações, com aliados e parceiros com ideias semelhantes, para proteger os valores compartilhados e promover a segurança e a prosperidade na região do Indo-Pacífico", afirma a declaração conjunta dos mandatários dos três países. No anúncio, os líderes não se referiram diretamente à China, mas disseram que os desafios à segurança regional "aumentaram significativamente". Morrison, Biden e Johnson anunciam o pacto militar Aukus Getty Images via BBC "É um 'grande negócio' porque isso realmente mostra que os três países estão riscando uma linha na areia para começar e se opor aos movimentos agressivos do Partido Comunista Chinês no Indo-Pacífico", disse à BBC Guy Boekenstein, diretor sênior de Defesa e Segurança Nacional no governo do Território do Norte da Austrália. "Ele também demonstra publicamente nossa posição conjunta sobre isso e nosso compromisso com uma região Indo-Pacífico estável e segura, o que nos últimos 70 anos levou à prosperidade de todos na região, incluindo o crescimento econômico da China", afirma Boekenstein. Qual é o pano de fundo do acordo? O crescimento militar da China tem preocupado potências rivais nos últimos anos. E Pequim tem sido acusada de aumentar as tensões em territórios disputados, como o Mar da China Meridional. Essa região inclui um dos pontos mais conturbados do mundo. Por ligar os oceanos Pacífico e Índico, o Mar da China Meridional (ou Mar do Sul da China) tem rotas comerciais que movimentam 1/3 das mercadorias embarcadas do mundo e mais de US$ 3 trilhões por ano. Esse valor é mais que o dobro do PIB brasileiro, ou seja, a soma das riquezas produzidas pelo país em um ano inteiro. A China e outros cinco países (Vietnã, Filipinas, Taiwan, Malásia e Brunei) reivindicam territórios marítimos no Mar do Sul da China, que abrigam rotas cruciais para navios cargueiros e aviões. Além disso, há anos a China vem construindo ilhas artificiais em pleno mar como forma de ocupar parte do território que reivindica, o que é considerado uma violação à lei internacional. Fotos revelam que China vem aumentando sua presença militar no Mar do Sul da China Reuters via BBC O que eram arrecifes e pedras se tornaram bases aéreas, por exemplo. Em 2020, um navio pesqueiro vietnamita foi afundado pela guarda costeira e um navio petroleiro da Malásia foi interceptado por embarcações militares chinesas, ambos naquela região. Há temores de que o Mar do Sul da China possa ser o local onde as tensões diplomáticas entre a China e os EUA (e seus aliados) atinjam o ponto de agressão militar aberta. Kelsey Broderick, da consultoria Eurasia Group, disse recentemente à BBC News Brasil que a China tem dado sinais de que não quer um conflito militar aberto, mas o país parece estar hoje muito mais perto disso do que no passado recente. "A China vem aumentando sua capacidade militar nos últimos anos para poder lutar militarmente nestas questões de fronteira caso seja necessário, porque elas são muito importantes para o país", afirmou Broderick. O país asiático também investiu pesadamente em sua Guarda Costeira nos últimos anos — o que analistas dizem ser, na verdade, uma frota militar de fato. Nações ocidentais têm olhado com desconfiança o investimento da China em infraestrutura nas ilhas do Pacífico e as controversas sanções comerciais contra países como a Austrália. Para os EUA e a Austrália, esse tipo de prática é uma "coerção econômica". Em entrevista à BBC, o secretário de Defesa do Reino Unido, Ben Wallace, disse que a China tem hoje um dos maiores gastos militares da história. "Ela está ampliando sua Marinha e sua Força Aérea em um ritmo enorme. Obviamente, está as utilizando em algumas áreas disputadas", afirmou Wallace. "E nossos aliados nessas regiões querem ser capazes de se defender." "Ouvimos palavras sobre cooperação [por parte de autoridades chinesas] e depois vemos ameaças contra Taiwan, os eventos em Hong Kong e a rápida militarização do Mar da China Meridional", diz Michael Shoebridge, diretor de Defesa, Estratégia e Segurança Nacional do Instituto Australiano de Política Estratégica. "Quando se trata de questões estratégicas, obstáculos como esses parecem ser a única coisa que fazem sentido contra a China", afirma Shoebridge. Huiyao Wang, conselheiro do governo chinês e presidente do Centro para China e Globalização (um dos principais think tanks da China) disse em entrevista à BBC que não entende o propósito de um acordo militar dessa magnitude em tempos de paz. Questionado se o Aukus não seria uma resposta à ampliação da frota naval da China, Wang diz que esse movimento estratégico chinês não mira a ofensiva militar, mas a defesa do país. "Há navios, porta-aviões dos EUA, do Aukus, circulando com frequência na região da China. Nós não vemos a marinha chinesa no Caribe, na Flórida ou no Havaí." Para ele, o acordo representa "uma mentalidade da Guerra Fria por parte dos EUA e seus aliados". Wang defende que o status quo deve ser mantido, apesar das pressões de todos os lados para modificar o equilíbrio atual. "A China sempre pode resolver os problemas com o próprio país da região. Nós não precisamos da intervenção de forças de fora ou que eles percorram milhares de quilômetros de distância para fortalecer outros países. Eu não acho que isso seja necessário. Nós podemos resolver essas questões pacificamente se há alguma disputa entre países da região." Por que construir submarinos com propulsão nuclear? Esses submarinos são muito mais rápidos e difíceis de detectar do que as frotas com propulsão convencional. Eles podem ficar submersos por meses, viajar por distâncias mais longas e também carregar mais armamento. Segundo analistas, a presença deles estacionados na Austrália é fundamental para a influência dos EUA na região. Os EUA estão compartilhando sua tecnologia de submarino pela primeira vez em 50 anos, algo que só havia sido feito com o Reino Unido, seu aliado mais próximo. Assim, a Austrália se tornará a sétima nação do mundo a operar submarinos com propulsão nuclear (ao lado de EUA, Reino Unido, França, China, Índia e Rússia). "Só porque a Austrália terá submarinos nucleares não significa que será mais poderosa do que a China. Se a China enfrentar uma situação militar no Mar da China Meridional ou no Estreito de Taiwan, isso afetará a resposta para a qual a China terá de se preparar. Isso muda o equilíbrio de poder na região", disse à BBC Yun Sun, codiretora do Programa para o Leste Asiático no Stimson Center, sediado na capital americana. Para John Blaxland, professor do Centro de Estudos de Estratégia e Defesa da Universidade Nacional Australiana, a Austrália tem ganhos claros com a parceria militar, mas por outro lado o país associa seu destino ao dos EUA e dificilmente escaparia de se envolver automaticamente em um eventual conflito armado. Em reação ao anúncio do Aukus, a vizinha Nova Zelândia disse que baniria os submarinos australianos de suas águas, em linha com sua atual política sobre a presença de submarinos com propulsão nuclear. Segundo a primeira-ministra Jacinda Ardern, seu país, que tem sido mais reticente sobre se alinhar aos EUA ou à China, não foi convidado a aderir ao pacto Aukus. Análise: Jonathan Beale, repórter da BBC especializado no setor de defesa O governo britânico afirma que este é um acordo de defesa bastante relevante, aspecto reforçado pelo fato de que os líderes do Reino Unido, dos EUA e da Austrália compareceram em videoconferência para anunciar a parceria. Há dois pontos importantes: Destaca a importância crescente da região do Indo-Pacífico tanto para os EUA quanto para o Reino Unido. Haverá ramificações para dois outros países. A França, aliada da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), havia assinado um acordo para construir uma frota de submarinos elétricos a diesel para a Marinha australiana, mas esse negócio agora está morto. O governo francês disse em resposta que o anúncio foi uma "punhalada nas costas" de um país aliado e fez coro aos pedidos crescentes pela criação de uma força militar conjunta da União Europeia e uma estratégica geopolítica para além da influência dos EUA. Por fim, a China. Embora as autoridades britânicas insistam que o novo acordo de defesa não é uma resposta a nenhum país, o governo britânico diz que se trata de garantir a prosperidade, segurança e estabilidade na região e apoiar uma "ordem baseada em regras" pacífica. E não é segredo que o Reino Unido, os EUA e a Austrália compartilham preocupações sobre o aumento da presença das Forças Armadas da China no Indo-Pacífico. VEJA TAMBÉM: Com o Aukus, França perde 'contrato do século' de US$ 66 bi com Austrália Filipinas acusa China de construir ilha em sigilo no mar da China Marinha australiana resolve mistério de submarino afundado na 1ª Guerra VÍDEOS: as últimas notícias internacionais

Mais de 70% da população já está totalmente imunizada com 2 doses. País mais populoso do planeta, com 1,4 bilhão de habitantes, a China já aplicou 2,16 bilhões de doses até o momento. Mais de 70% da população chinesa está totalmente vacinada O governo da China anunciou nesta quinta-feira (16) que já vacinou com duas doses mais de um bilhão de pessoas contra a Covid-19, o que representa mais de 70% da sua população totalmente imunizada. País mais populoso do planeta, com 1,4 bilhão de habitantes, a China já aplicou 2,16 bilhões de doses até o momento. O número é muito superior ao da Índia (761 milhões), que tem 1,3 bilhão de habitantes e é o segundo país mais populoso e o segundo com mais doses aplicadas. O país iniciou a vacinação contra a Covid-19 no fim do ano passado, com as vacinas dos laboratórios Sinovac (CoronaVac) e Sinopharm. Pandemia na China Primeiro país a ser afetado pela pandemia, ainda em 2019, a China foi também foi o primeiro a controlá-la, ainda na primavera de 2020 (outono no Brasil). Para isso, o país adotou uma estratégia de tolerância zero contra a Covid-19, com severos lockdowns e testagem em massa quando poucos casos são detectados. O governo chinês diz ter registrado pouco mais de 4,8 mil mortes e 95 mil casos sintomáticos desde o início da pandemia, mas esporadicamente sofre com focos de infecções. Surto em Fujian No momento, há um surto da variante delta na cidade de Putian, na província de Fujian, no sul do país. Para enfrentá-lo, o governo vai testar todos os 3,2 milhões de habitantes e fechou o transporte público e escolas, bares, cinemas e outros estabelecimentos. Chinesa é submetida a teste de Covid-19 em Xiamen, na província de Fujian, em 14 de setembro de 2021 na China AFP VEJA TAMBÉM: Chefe das Forças Armadas dos EUA alertou China para saúde mental de Trump, diz livro 'Time' inclui líder talibã, Biden, Xi e Modi e deixa Bolsonaro de fora da lista dos 100 mais influentes do mundo VÍDEOS: as últimas notícias internacionais

Um serviço de inteligência de um outro país alertou a Alemanha sobre um possível ataque a uma sinagoga. Policiais em frente a uma sinagora em Hagen, na Alemanha, em 15 de setembro de 2021 Henning Kaiser/AP A polícia da Alemanha anunciou nesta quinta-feira (16) que prendeu quatro pessoas e evitou um possível ataque a uma sinagoga no país. A ameaça ocorreu durante a festa judaica do Yom Kippur –dezenas de pessoas celebrariam o feriado religioso nesta sinagoga. As prisões foram executadas depois que a sinagoga de Hagen, no oeste do país, recebeu uma vigilância reforçada devido a uma ameaça de ataque. A investigação "levou à identificação e à detenção de um jovem de 16 anos, de Hagen", anunciou a polícia. O ministro regional do Interior, Herbert Reul confirmou que havia o risco de atentado contra a sinagoga. "As forças de segurança provavelmente impediram", disse ele. De acordo com a revista semanal Der Spiegel e jornal tabloide "Bild", um sírio de 16 anos está entre as pessoas detidas por suspeitas de ataque com explosivos ao local de culto. Um serviço de inteligência estrangeiro alertou as autoridades alemãs. O jovem sírio teria revelado um ataque iminente em um fórum de discussões na internet. Na quarta-feira à noite, a polícia mobilizou vários homens armados e cães farejadores, que se instalaram ao redor do templo religioso. Nenhuma bomba foi encontrada no local, ou em suas proximidades, segundo a polícia. O acesso às ruas ao redor da sinagoga também foi bloqueado por "uma possível situação perigosa relacionada com uma instituição judaica", a sinagoga de Hagen. Ataque há dois anos Duas pessoas morrem em ataques a sinagoga e a restaurante na Alemanha O caso aconteceu dois anos depois de um ataque contra uma sinagoga, em Halle, no leste do país, também durante o Yom Kippur. O autor, um extremista de direita, tentou entrar no local para abrir fogo contra os fiéis, mas não conseguiu. Antes de ser detido, porém, matou duas pessoas na rua e em um estabelecimento comercial. Ele foi condenado à prisão perpétua. Atos antissemitas em alta Os crimes antissemitas aumentaram nos últimos anos na Alemanha, com 2.032 delitos registrados em 2019, 13% a mais que no ano anterior. O país enfrenta há alguns anos uma dupla ameaça, jihadista e de extrema direita, considerada prioritária após vários ataques ou atentados frustrados. O número de crimes cometidos por extremistas de direita aumentou –em 2020, atingiu seu maior nível no país desde o fim da Segunda Guerra Mundial. O partido de extrema direita AfD, que conseguiu representação no Parlamento em 2017, atribui este aumento à recepção no país de um milhão de refugiados sírios e iraquianos em 2015 e 2016. Doze pessoas morreram em um ataque com um caminhão executado no fim de 2016 por um tunisiano radicalizado em um mercado de Natal no centro de Berlim. Veja os vídeos mais assistidos do G1

Os astronautas devem chegar à Terra na sexta-feira (17). Homem em frente a TV na China acompanha notícia na TV local sobre os preparativos para o retorno à Terra Andy Wong/AP Três astronautas chineses iniciaram nesta quinta-feira (16) a viagem de retorno à Terra após uma missão recorde de 90 dias na construção de uma estação espacial do país. Lançada em junho, pouco antes das celebrações do centenário do Partido Comunista Chinês, a missão Shenzhou-12 tem grande prestígio nacional para o governo do presidente Xi Jinping. O que você faz em 90 minutos? SpaceX dará volta na Terra VÍDEOS: veja como foi o lançamento do foguete da SpaceX Esta é a missão mais longa de astronautas chineses, recordou em um comunicado a agência responsável por voos tripulados. Os astronautas devem chegar à Terra na sexta-feira (17). De acordo com portais de internet especializados, a tripulação deve pousar no deserto Gobi (noroeste), perto do Centro Espacial de Jiuquan, onde aconteceu a decolagem em 16 de junho. Nesta quinta-feira, a nave Shenzhou-12 se separou às 8h56 horário de Pequim (21h56 de Brasília, de quarta-feira) da estação Tiangong ("Palácio Celestial"), à qual estava acoplada há três meses, informou a agência espacial. A missão tripulada anterior da China, Shenzhou-11, havia acontecido no fim de 2016 com duração de 33 dias. China lança ao Espaço a primeira parte de uma futura estação fora da Terra Durante a missão, os astronautas da Shenzhou-12, Nie Haisheng, Liu Boming e Tang Hongbo, trabalharam na construção da estação espacial, que teve o primeiro elemento lançado em abril. Eles fizeram várias saídas ao espaço. A Shenzhou-12 constitui o terceiro dos 11 lançamento que serão necessários para a construção da estação, entre 2021 e 2022. Quatro missões serão tripuladas. Após a conclusão, a estação "Palácio Celestial" terá dimensões parecidas com a antiga instalação soviética Mir (1986-2001) e deve ter uma vida útil de pelo menos dez anos, segundo a agência espacial chinesa. O interesse chinês em ter a própria base humana na órbita terrestre foi estimulado pela recusa dos Estados Unidos de dar acesso ao país à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). Esta última - uma colaboração entre Estados Unidos, Rússia, Canadá, Europa e Japão - deve ser aposentada em 2024, mas a Nasa afirmou que poderia seguir em operação potencialmente até 2028. Durante o lançamento da missão em junho, o comandante Nie Haisheng destacou o caráter patriótico da operação. "Há décadas escrevemos capítulos gloriosos da história espacial chinesa, e nossa missão encarna as esperanças do povo e do próprio Partido", declarou. "Esta contribuição abre novos horizontes para a humanidade no uso pacífico do espaço", disse o presidente Xi Jinping no fim de junho, durante uma comunicação por vídeo com a equipe. O programa espacial do país é controlado pelo exército. A China investiu bilhões de dólares ao longo de décadas para alcançar o nível de potências espaciais como Estados Unidos e Rússia. Depois de lançar o primeiro satélite em 1970, a China enviou seu primeiro astronauta ao espaço em 2003. Em 2013, colocou um robô na Lua. O país asiático também planeja enviar astronautas à Lua antes de 2030 e construir uma base em colaboração com a Rússia. Sobre Marte, os engenheiros chineses enviaram um robô teleguiado que pousou no Planeta Vermelho em maio. A China alcançou outro sucesso em janeiro de 2019 com uma inovação mundial: o pouso de um robô (o "Coelho de Jade 2") no lado oculto da Lua.

Meses depois que sua esposa e outro filho foram encontrados mortos, polícia diz que Alex Murdaugh tramou sua própria morte. Margaret, Paul e Alex Murdaugh Maggie Murdaugh/Reprodução Facebook O proeminente advogado americano Alex Murdaugh tramou sua própria morte para que seu filho pudesse receber US$ 10 milhões (R$ 52 milhões) em seguro de vida, diz a polícia. A defesa agora confirma que Murdaugh contratou um assassino de aluguel para atirar nele, na expectativa de que seu filho sobrevivente pudesse receber os recursos do seguro. O incidente ocorre apenas três meses depois que a esposa de Murdaugh e outro filho foram encontrados mortos a tiros, a última reviravolta em uma série de tragédias e escândalos que atormentam a família. Confira abaixo o que se sabe sobre o caso. Quem são os Murdaughs? Alex Murdaugh, de 53 anos, é descendente de uma família bem relacionada e com histórico na área de Direito no estado da Carolina do Sul, nos Estados Unidos. Ao longo de três gerações, seu bisavô, avô e pai serviram como o principal promotor de uma região de cinco condados no estado. Em junho, a esposa de Murdaugh, Margaret, de 52 anos, e o filho Paul, de 22 anos, foram encontrados assassinados perto de sua casa. No momento de sua morte, Paul também enfrentava acusações criminais decorrentes de um incidente de 2019, no qual as autoridades dizem que ele, embriagado, causou um acidente de barco que deixou uma mulher morta. Murdaugh foi baleado no início de setembro. Nenhuma prisão foi feita no incidente, que ocorreu um dia depois que Murdaugh se demitiu de seu escritório de advocacia. O escritório de advocacia mais tarde alegou que ele desviou fundos — que ele teria usado principalmente para financiar um vício em opioide, segundo seu advogado. Murdaugh deu entrada em uma clínica de reabilitação dias após ser baleado. O que aconteceu? Murdaugh foi encontrado com ferimentos "superficiais" na cabeça depois de ser baleado em uma estrada em 4 de setembro. Originalmente, os advogados de Murdaugh alegaram que ele estava trocando um pneu quando um agressor não identificado atirou nele. Ele recebeu alta do hospital dois dias depois. Agora, a polícia alega — e os advogados de Murdaugh admitem — que ele contratou um assassino de aluguel para atirar nele para que seu filho sobrevivente pudesse receber o dinheiro do seguro. O atirador, um ex-cliente de 61 anos chamado Curtis Edward Smith, agora enfrenta uma série de acusações criminais, incluindo conspiração para cometer fraude de seguro, agressão e espancamento, suicídio assistido e porte de drogas. Smith se declarou culpado. Embora Murdaugh não tenha sido acusado de cometer crimes, a polícia diz que acusações adicionais são esperadas. O advogado de Murdaugh disse na quarta-feira (15) que ele elaborou o plano na crença errônea de que seu filho não seria capaz de receber o dinheiro do seguro se ele tirasse a própria vida. "Ele ligou para esse cara, que o encontrou na beira da estrada e concordou em atirar em sua cabeça", disse o advogado Dick Harpootlian à emissora americana NBC. "Foi uma tentativa, da parte dele, de fazer algo para proteger seu filho." Harpootlian acrescentou que Murdaugh está cooperando com as autoridades e não queria que um "crime falso" os distraísse enquanto investigavam o assassinato de sua esposa e filho. Os crimes estão conectados? A polícia não acusou ninguém pelo assassinato de Paul e Margaret Murdaugh em junho e não sugeriu que Murdaugh esteja envolvido. Em declarações ao programa Morning da NBC na quarta-feira, Harpootlian negou que Murdaugh tenha algo a ver com suas mortes. "Ele está totalmente perturbado. Ele não os matou." O caso Murdaugh também levou a polícia a abrir uma investigação sobre a morte de Stephen Smith em 2015, um jovem de 19 anos encontrado morto no mesmo condado, a menos de 16 quilômetros de distância. Sua morte foi inicialmente considerada por arma de fogo, mas depois classificada como um provável atropelamento. A polícia não disse quais informações foram recuperadas durante a investigação de Murdaugh que os levou a investigar o caso Smith. Quem matou Paul e Margaret Murdaugh? A polícia não fez comentários sobre os possíveis suspeitos das mortes de Paul e Margaret em junho. Após os assassinatos, os irmãos de Murdaugh, Randy e John, disseram não saber se a família tinha inimigos, embora alegassem que Paul havia recebido ameaças. Na quarta, o advogado de Murdaugh disse que ele não sabe quem matou sua família. No entanto, Harpootlian acrescentou que está investigando "um indivíduo, ou indivíduos, que acreditamos ter alguma culpabilidade ou tê-lo feito". "Achamos que saberemos esta semana se o suspeito que estamos analisando precisa de um exame mais minucioso", disse o advogado. "Vamos disponibilizar essa informação para as autoridades policiais". Embora tenha se recusado a dar mais detalhes, o advogado disse que o "motivo seria pessoal". VEJA TAMBÉM: Brasileiro matou 3 mulheres na Flórida nos anos 2000, conclui polícia americana Morre aos 80 anos Samuel Little, o maior serial killer da história dos EUA Por que os anos 80 ficaram marcados como a década dos serial killers nos EUA? VÍDEOS: as últimas notícias internacionais

A sede da ONU fica em Nova York, e a prefeitura da cidade quer obrigar os chefes de Estado que vão entrar no saguão onde acontece a assembleia a mostrar comprovante de vacina. O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, em imagem de 4 de fevereiro AFP/Angela Weiss O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Antonio Guterres, disse à agência de notícias Reuters na quarta-feira (15) que ele não pode pedir aos líderes de países um comprovante de vacina contra a Covid-19 para eles possam entrar no salão onde acontecerá a assembleia geral da ONU, marcada para o dia 21. A cidade de Nova York disse que é preciso prova de vacinação para que as pessoas possam entrar no salão. Oficialmente, o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, não está vacinado. Se a decisão da prefeitura de Nova York for acatada pela ONU, ele pode ser proibido de entrar no saguão do prédio da organização. O presidente do Brasil é, tradicionalmente, o primeiro a discursar na assembleia. CPI da Covid vai propor indiciamento de Bolsonaro por charlatanismo e curandeirismo Na semana que vem, chefes de Estado e ministros de Relações Exteriores deverão ir a Nova York para a reunião. Outros líderes já avisaram que não vão e que vão enviar vídeos, para evitar o risco de contaminação pelo coronavírus. "Nós, como secretariado, não podemos dizer a um chefe de Estado que se ele não é vacinado ele não pode entrar nas Nações Unidas", disse Guterres. A sede da ONU é em Nova York, mas trata-se de um território internacional que não é sujeito às leis dos EUA. No entanto, os dirigentes da ONU já se comprometeram a observar as regras locais de prevenção ao coronavírus. "Nós conversamos com a prefeitura sobre as diferentes maneiras para garantir que haja o máximo de pessoas vacinadas, e o gabinete do prefeito disponibilizou uma capacidade de vacinação a nosso dispor. Então as pessoas que vierem poderão ser vacinadas", disse Guterres. As discussões sobre quantos diplomatas podem ser vacinados ilustra a desigualdade da campanha global de vacinação –foram distribuídas 5,7 bilhões de doses no mundo, mas apenas 2% foram para a África. Veja também ONU deve decidir se exigirá vacinação para Assembleia-Geral, o que poderia barrar Bolsonaro Nova York tem 70% da população vacinada Veja os vídeos mais assistidos do G1

O Rússia Unida, o partido governista, teria 30% dos votos, de acordo com as pesquisas, mas deve controlar uma porcentagem maior do Parlamento, já que os movimentos de oposição foram proibidos. Foto com os principais candidatos nas eleições legislativas na Rússia, em 6 de setembro de 2021 Kirill Kudryatsev / AFP O presidente da Rússia, Vladimir Putin, pediu para que os eleitores de se país mostrem "patriotismo" durante as eleições legislativas marcadas para esta semana —os principais adversários do governo russo não puderam concorrer. As eleições legislativas vão ocorrerão de 17 a 19 de setembro. Putin decide se isolar, depois de ter contato com pessoas infectadas pelo coronavírus O partido no poder, o Rússia Unida, deve ter uma vitória fácil e conseguir o controle do Parlamento (também conhecido como Duma). A votação acontece após uma repressão histórica que levou à prisão, ou ao exílio, dos mais proeminentes opositores do governo. O Rússia Unida já controla o Parlamento e apoia sem hesitar as políticas do governo. Se não fosse a repressão aos políticos dissidentes, o Rússia Unida teria menos de 30% dos votos, de acordo com as pesquisas. O partido foi atingido por escândalos de corrupção, e a população perdeu poder aquisitivo nos últimos anos. Movimento proibido O principal adversário de Putin, Alexei Navalny, está preso. Seu movimento foi declarado proibido por "extremismo". Na quarta-feira (15), Navalny pediu aos eleitores que façam uma "votação inteligente", apoiando em cada distrito o candidato mais bem posicionado para colocar o da Rússia Unida em dificuldades. As autoridades russas denunciaram a convocação de Navalny por um "voto inteligente" como uma forma de "extremismo" e acusaram os empresas americanas da Internet de interferência eleitoral por não terem removido os conteúdos do opositor. Cerca de 108 milhões de russos são esperados nas urnas para eleger os 450 deputados à Câmara baixa do Parlamento. As primeiras seções eleitorais abrem em Kamchatka, no Extremo-Oriente, às 17h desta quinta-feira (horário de Brasília). Os resultados devem começar a ser divulgados a partir das 15h de domingo (em Brasília). Putin pede patriotismo na urna "Conto com seu senso cívico de responsabilidade, sensatez e patriotismo, com sua preocupação em eleger deputados que trabalhem para o bem e o nome da nossa Rússia querida", declarou Putin em um vídeo publicado no portal do governo na madrugada desta quinta. O presidente russo lançou este apelo no momento em que se encontra fisicamente isolado, após a detecção de dezenas de casos de Covid-19 em seu entorno. Esta situação ilustra as dificuldades da Rússia em controlar a pandemia em meio a uma complicada campanha de vacinação. Seu breve discurso foi divulgado poucas horas antes do início das eleições legislativas. Veja os vídeos mais assistidos do G1
Em alguns estados americanos, não é necessário um processo de impeachment para remover um governador. Basta a maioria dos eleitores querer que ele saia. O que é o recall de governador que está em votação na Califórnia? A Califórnia acaba de realizar uma votação — e ainda está contando os votos — para definir a saída ou permanência do seu governador, o democrata Gavin Newsom. Tudo indica que ele vai permanecer no cargo, já que, com 62% das cédulas apuradas, dois terços dos eleitores votaram a favor de Newsom (veja no vídeo abaixo). Califórnia decide que o governador Gavin Newsom deve permanecer no cargo Ao ver essa votação, muitos brasileiros podem ter se perguntado: Newsom sofreu processo de impeachment? Foi acusado de corrupção ou algo parecido? O que aconteceu pra que os eleitores pudessem votar pra interromper o mandato no meio? Mas não é nada disso. Simplesmente, parte da população estava descontente e resolveu aderir a um abaixo-assinado que pede a votação para decidir se ele deveria continuar no governo. Esse procedimento é chamado "recall". A lei da Califórnia permite que, se for do desejo de aproximadamente 15% dos eleitores, políticos podem ser retirados do poder antes do fim do mandato. Alguns outros estados também permitem. Mas é raro que a queda do governador se concretize: só aconteceu 4 vezes na história americana. O astro de Hollywood Arnold Schwarzenegger foi eleito governador da Califórnia em 2003 assim. A população interrompeu o mandato do governador democrata Gray Davis e votou pra que o ator assumisse. O lado bom para a população é que acaba virando uma forma de pressionar os políticos a manterem suas promessas de campanha. Desta vez, diferentemente de 2003, as projeções indicam que a maior parte dos eleitores decidiu pela permanência do democrata Newsom. O resultado deve ser certificado no mês que vem. VÍDEOS: as últimas notícias internacionais

Comentarista de TV e escritor conhecido por aversão a imigrantes e muçulmanos, Éric Zemmour sobe nas pesquisas e é cotado para eleições presidenciais. Éric Zemmour em foto de 22 de abril Joel Saget/AFP Um novo ator tumultua a cena política francesa e faz Marine Le Pen, a líder da extrema direita, parecer um símbolo da concórdia e da conciliação. Embora ainda não tenha lançado oficialmente a candidatura às eleições presidenciais de abril, o jornalista, escritor e comentarista de TV Éric Zemmour rivaliza com a candidata do Reagrupamento Nacional (RN) e ameaça tirar votos não somente dela, mas de candidatos de centro-direita. Zemmour é carismático na mesma medida em que é controverso e provocador. Já comparou islamismo ao nazismo, referiu-se aos menores imigrantes que chegam da África e do Oriente Médio como assassinos, estupradores e ladrões e generalizou que os jihadistas são considerados bons muçulmanos por todos os muçulmanos. Em seu universo de citações incendiárias há espaço para contradições irreconciliáveis. Filho de judeus argelinos, Zemmour defende o líder da França de Vichy, Philippe Pétain, como protetor de judeus franceses, embora documentos oficiais corroborem que ele tenha participado da Solução Final, mandando-os para campos de concentração. Aos 63 anos, Éric Zemmour tornou-se uma celebridade em seu programa de TV. Garante audiência, colecionando frases de efeito, que lhe valeram três condenações por incitar o discurso do ódio. Ele difunde, por exemplo, a tese racista da substituição, segundo a qual os europeus serão substituídos por imigrantes. No seu entender, empregadores têm o direito de recusar árabes ou negros. Se chegar à Presidência, promete reativar uma lei de 1803 que proíbe que crianças sejam registradas com nomes de origem estrangeira. Amparado no radicalismo, Zemmour tornou-se uma ameaça para Le Pen e promete bagunçar o palanque do presidente Emmanuel Macron. Pesquisas de opinião dão a ele de 8 a 10 por cento das intenções de votos, à frente da socialista Anne Hidalgo e do verde Yannick Jadot. Sem experiência política e sem partido, ele explora a familiaridade com parte do eleitorado, moldando o seu discurso à nostalgia de uma França sem imigrantes. Desligado do “Le Figaro” e da rede de TV CNews, o jornalista aproveita o lançamento de seu novo livro “La France n’a pas dit son dernier mot” (“A França ainda não disse a sua última palavra”, na tradução livre) para testar os ânimos e age como pré-candidato à Presidência. O tom radical o situa vários níveis acima de Marine Le Pen, a quem ele despreza por considerá-la moderada e incapaz de vencer Emmanuel Macron. O desempenho pífio do RN nas eleições regionais de julho passado — o partido não conseguiu vencer em nenhuma das 13 regiões da França — fortaleceu o discurso de Zemmour. VÍDEOS: as últimas notícias internacionais

Presidente russo tinha voltado a participar de eventos públicos recentemente. Até então, seus compromissos eram apenas por vídeo e as pessoas tinham de se isolar antes de encontrá-lo. O presidente russo, Vladimir Putin Alexei Druzhinin / SPUTNIK / via AFP Photo O presidente da Rússia, Vladimir Putin, revelou nesta quinta-feira (16) que dezenas de pessoas ao seu redor testaram positivo para a Covid-19, por isso ele se isolou desde o início da semana. “No meu ambiente (...) não há uma, não duas, mas várias dezenas de pessoas que adoeceram com o coronavírus”, afirmou Putin durante uma reunião por videoconferência. Não está claro se os infectados são apenas membros do seu governo ou se também inclui familiares. Na terça-feira (14), o presidente russo havia dito que se isolou e cancelou a participação em várias reuniões presenciais após ter entrado em contato com um funcionário infectado. Na ocasião, ele afirmou que contava com a proteção da Sputnik V, vacina russa com a qual o presidente foi imunizado contra a Covid-19, para não pegar a doença. Putin havia retornado recentemente a participar de eventos públicos. Até então, seus compromissos eram realizados apenas por vídeo e as poucas pessoas que puderam encontrá-lo pessoalmente tiveram que se isolar antes. Covid-19 na Rússia A Rússia é um dos países mais afetados pela pandemia: é o sexto em número de vítimas (191 mil) e o quinto com mais casos confirmados (mais de 7 milhões), segundo o "Our World in Data". Mas o governo russo não contabiliza todas as mortes por Covid-19. Segundo a Rosstat, agência russa de estatísticas (equivalente ao IBGE no Brasil), o país tinha mais de 350 mil mortes no fim de julho. O país é também o 12º em imunizantes aplicados (86,5 milhões), com quase 32% da população vacinada com ao menos uma dose e 27% com a imunização completa. VÍDEOS: as últimas notícias internacionais

Adnan Abu Walid al Sahraoui era considerado o responsável pela maioria dos ataques no Mali, no Níger e em Burkina Faso. O presidente da França, Emmanuel Macron Ludovic Marin/AFP O chefe do Estado Islâmico no Grande Saara (EIGS), Adnan Abu Walid al Sahraoui, foi morto por forças francesas, anunciou o presidente da França, Emmanuel Macron, na madrugada desta quinta-feira (15). "Adnan Abu Walid al Sahraoui, chefe do grupo terrorista do Estado Islâmico no Grande Saara, foi neutralizado pelas forças francesas", anunciou Macron. Ele era considerado o responsável pela maioria dos ataques no Mali, no Níger e em Burkina Faso. "Trata-se de um novo grande sucesso no combate aos grupos terroristas no Sahel", disse o presidente francês. Sahraoui é ex-membro da Frente Polisário no Saara e da Al-Qaeda do Magrebe Islâmico e fundou em 2015 o EIGS, grupo que é classificado pelo governo francês como um "inimigo prioritário" na região. Segundo a RFI (Rádio França Internacional), o terrorista foi morto no mês passado, no vilarejo de Menaka, no Mali, na fronteira com o Níger, durante uma operação militar francesa. Ataques no Sahel O Sahel é uma região da África que corta o continente de leste a oeste, entre o deserto do Saara ao norte e a savana do Sudão ao sul. Dois grupos terroristas atuam na área: o Estado Islâmico no Grande Saara (EIGS) e o Grupo de Apoio ao Islã e os Muçulmanos, vinculado à Al-Qaeda. Sahraoui ordenou, em 9 de agosto de 2020 no Níger, o assassinato de seis trabalhadores humanitários franceses e do guia e do motorista nigerianos que os acompanhavam. Entre junho e julho deste ano, o exército francês matou e capturou diversos dirigentes do EIGS. VEJA TAMBÉM: Homem que deu tapa em Macron deixa prisão e diz que não se arrepende do crime; veja vídeo SANDRA COHEN: incendiário da extrema direita francesa faz Marine Le Pen parecer moderada VÍDEOS: as últimas notícias internacionais

Aliança, chamada AUKUS, terá nova frota australiana de submarinos de propulsão nuclear, mas que não terão armas nucleares. Acordo foi anunciado em videoconferência por presidente dos EUA e primeiros-ministros australiano e britânico; embora não tenham mencionado diretamente, intenção clara seria enfrentar crescente influência da China na região. O primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison, cercado por telas onde aparecem o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, e o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, durante anúncio coletivo da AUKUS, nova aliança entre os três países, na quarta-feira (15) Mick Tsikas/AAP Image via AP Diante da crescente influência da China na região do Indo-Pacífico, os Estados Unidos anunciaram nesta quarta-feira (15) uma nova aliança com Austrália e Reino Unido para fortalecer as capacidades navais na região, com uma nova frota australiana de submarinos de propulsão nuclear. O anúncio, realizado por videoconferência pelo presidente Joe Biden, o primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, e seu contraparte britânico, Boris Johnson, certamente vai irritar a França, que tem negociado uma venda bilionária de submarinos convencionais para a Austrália. A empresa de defesa Naval Group, com sede na França, expressou sua "profunda decepção" com a notícia da iniciativa, que pareceu deixar de lado o acordo franco-australiano. Biden disse que os esforços para permitir que a Austrália construa submarinos de propulsão nuclear vão garantir que tenham "as capacidades mais modernas que precisamos para manobrar e nos defender de ameaças em rápida evolução". Os submarinos não estarão dotados de armas nucleares, só serão propulsionados por reatores nucleares, enfatizaram os três líderes. Embora Biden, Morrison e Johnson não tenham mencionado a China ao revelar a nova aliança, chamada AUKUS, sua intenção era clara. "Nosso mundo está se tornando mais complexo, especialmente aqui na nossa região, a do Indo-Pacífico. Isso afeta todos nós", disse Morrison. Johnson declarou que vão trabalhar "mano a mano para preservar a estabilidade e a segurança no Indo-Pacífico". "Algo único" Os representantes técnicos e navais dos três países vão passar os próximos 18 meses decidindo como modernizar as capacidades da Austrália, "um dos projetos mais complexos e tecnicamente exigentes do mundo, com uma duração de décadas", segundo Johnson. Além da frota de submarinos, um alto funcionário do governo Biden disse que a AUKUS combinará "cibernética, inteligência artificial, tecnologias quânticas, bem com algumas capacidades submarinas". O funcionário do governo Biden destacou repetidamente até que ponto esta decisão é singular, visto que o Reino Unido é o único outro país ao qual os Estados Unidos ajudaram a construir uma frota de propulsão nuclear. "Esta tecnologia é extremamente sensível", disse o funcionário. "Vemos isto como algo único". Sigilo e interoperabilidade Com a China construindo sua própria Marinha de guerra e desafiando décadas de domínio militar americano na Ásia, a criação da AUKUS está "destinada a enviar uma mensagem de tranquilidade e determinação para manter uma forte postura dissuasória", disse o funcionário americano, que pediu para falar sob anonimato. Mesmo sem portar armas nucleares, os novos submarinos permitirão à Austrália "jogar em um nível muito mais alto", assegurou. "Os submarinos de propulsão nuclear mantêm características superiores de sigilo, velocidade, capacidade de manobra, capacidade de sobrevivência e resistência realmente substancial", disse o funcionário. "Vão ver uma interoperabilidade muito mais profunda em nossas Marinhas de guerra e nossa infraestrutura nuclear", disse o funcionário. "Esta é uma decisão fundamental", que vincula os Estados Unidos, a Austrália e o Reino Unido por décadas, acrescentou. "Esta é a maior passagem estratégica que a Austrália fez em gerações". Acordo francês em perigo Biden, em uma tentativa de aplacar Paris, disse que a França é um "sócio e aliado-chave" no Indo-Pacífico. Mas parece haver poucas perspectivas para o acordo de submarinos convencionais com a França, avaliado em cerca de 50 bilhões de dólares australianos (US$ 36,5 bilhões) para a França e que tinha sido apoiado pessoalmente pelo presidente Emmanuel Macron. O Naval Group acordou construir 12 submarinos Attack Class convencionais, mas o pedido tem anos de atraso, está muito acima do orçamento e se enredou na política doméstica australiana. Em junho, Macron prometeu um compromisso "total e completo" com o acordo. Mas um alto funcionário da Defesa australiana disse quase ao mesmo tempo que a Austrália estava avaliando alternativas. Os funcionários australianos disseram então que o possível plano B era informação sigilosa, mas indicaram que o tema tinha sido mais abordado nos últimos meses e incluía submarinos e outras embarcações. O anúncio da AUKUS ocorre em um momento em que a Austrália aumenta os gastos com defesa em resposta à postura mais assertiva da China. Morrison voltará a se reunir com Biden em 24 de setembro, desta vez pessoalmente, no primeiro encontro na Casa Branca do Diálogo de Segurança Quatrilateral (Quad), que reúne Estados Unidos, Japão, Índia e Austrália. Este grupo é considerado um contraponto à crescente influência econômica e militar da China na região Indo-Pacífico. Vídeos: Os mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias

Tremor de magnitude 6 atingiu cidade de quase 1 milhão de habitantes, diz imprensa estatal. Província chinesa é uma das mais afetadas por tremores no mundo e sofreu com o fenômeno em 2008, quando dezenas de milhares morreram após um forte terremoto. MAPA - Terremoto em Sichuan, na China G1 Mundo Um terremoto atingiu a província de Sichuan, no sudoeste da China, na manhã desta quinta-feira (16) (tarde de quarta em Brasília). Duas pessoas morreram e três ficaram feridas, informou a emissora estatal CGTN. As autoridades chinesas disseram que o tremor teve magnitude 6, enquanto o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), que monitora atividade sísmica no mundo inteiro, diz que a magnitude chegou a 5,4. O epicentro estava a uma profundidade de 10 km, considerada superficial e, com isso, maior risco de danos às construções. Segundo a CGTN, o tremor atingiu a cidade de Luzhou, que tem mais de 1 milhão de habitantes. O governo chinês disse que enviará ações de emergência na região afetada. Ainda não está clara a extensão dos danos causados pelo tremor. Terremotos em Sichuan A província de Sichuan é a mesma que sofreu um terremoto devastador em maio de 2008. Quase 90 mil pessoas morreram com os estragos do tremor, que chegou a quase 8 de magnitude. A catástrofe está entre as mais graves causadas por abalos sísmicos na história. Terremotos são comuns em Sichuan — em 2013, mais de 100 pessoas morreram em um tremor de magnitude 6,6. Mais recentemente, em 2019, um abalo deixou 11 mortos. VÍDEOS: Notícias internacionais

O investimento do magnata chinês Sun Guangxin primeiro chamou atenção dos ambientalistas, mas depois tornou-se um problema político devido às preocupações americanas com a segurança nacional. Futuros pilotos de aeronaves militares como os F-35s são treinados na Base Aérea de Laughlin Getty Images/BBC O que começou como uma preocupação de um grupo de ambientalistas do Texas levou à criação de uma lei estadual para proteger a "infraestrutura crítica" contra "nações hostis" aos Estados Unidos. A chamada Lei de Proteção de Infraestrutura Lone Star, que entrou em vigor em julho, cobre especificamente empresas da China, Rússia, Coreia do Norte e Irã, e as proíbe de acessar infraestruturas como a rede elétrica, o sistema de água e a cibersegurança. No entanto, a coautora da lei, a senadora estadual Donna Campbell, não faz segredo de que a ideia veio especificamente da presença do magnata chinês Sun Guangxin no Condado de Val Verde, próximo à fronteira mexicana. Desde 2016, o empresário e ex-militar comprou 140 mil hectares em uma área cruzada pelo Devils, um dos rios mais intactos do Texas e que abriga várias espécies ameaçadas de extinção, e onde também fica a Base Aérea de Laughlin, um campo de treinamento para pilotos militares. O preço estimado do terreno é de US$ 110 milhões, de acordo com um relatório recente da Forbes. Depois de investigar os investimentos de Sun em Val Verde, Campbell concluiu que a investida "parece um cavalo de Troia", disse ela à rede norte-americana CNBC. E acrescentou: "Se países hostis invadirem nossa infraestrutura, pode ser catastrófico." Quem é Sun Guangxin? De acordo com a Forbes, Sun é um exemplo de bilionário que fez sua própria fortuna. Ele nasceu em 1962 em Xinjiang, região do noroeste do país que nos últimos anos tem sido notícia por acusações de abusos e até genocídio contra a etnia uigur muçulmana por parte do governo chinês. Ele serviu no exército e em 1979 lutou na Guerra Sino-Vietnamita, na qual chegou ao posto de capitão. Após seu retorno, ele se estabeleceu em Urumchi, capital de Xinjiang, e se tornou um empresário do setor gastronômico. Em seguida, diversificou sua carteira de investimentos para áreas tão diversas quanto importação de equipamentos de perfuração de petróleo e imóveis. O fator comum sempre foram seus contatos com empresários, militares e membros influentes do Partido Comunista, ao qual Sun pertence, escreve James Millward, professor de história da Universidade de Georgetown, nos EUA, em seu recente livro Eurasian Crossroads ("Encruzilhadas da Eurásia", em tradução livre). Sun virou presidente do Grupo Guanghui, "um conglomerado em expansão que gerou mais de US$ 29 bilhões em receitas no ano passado e que emprega mais de 108 mil pessoas", diz Forbes. A revista, que o chama de "bilionário secreto", estima o patrimônio líquido da Sun em US$ 2,1 bilhões, colocando-o na posição 1.750 na lista das pessoas mais ricas do mundo e em 293 na lista chinesa. De ameaça ecológica a militar Os primeiros a notar a presença de Sun foram os ambientalistas do grupo Devils River Conservation (RDC), que em 2017 ficaram alarmados com algo que à primeira vista pode parecer benéfico ao meio ambiente: a criação de um parque eólico. Como a RDC explica em um comunicado publicado em junho, eles estavam inicialmente preocupados com "os impactos sobre um aquífero (recurso de água subterrânea) local, espécies ameaçadas, bacias de observação da natureza selvagem, valores de propriedade privada, céus escuros, pássaros migratórios e morcegos". No entanto, mais tarde eles ampliaram suas preocupações para "questões de segurança nacional, com a base da Força Aérea e a rede Ercot", isto é, a organização que opera a rede elétrica do Texas. Foram esses argumentos que finalmente chamaram a atenção dos políticos. Desde o ano passado, diversos parlamentares estaduais e nacionais declararam à imprensa que os cataventos buscam desde a coleta de inteligência militar até a prevenção do treinamento de pilotos, ou que conectando-se o parque eólico à rede elétrica do Texas seria possível desencadear um ciberataque, alterar o fornecimento de energia e causar interrupções deliberadas. Em julho de 2020, por exemplo, os senadores texanos Ted Cruz e John Cornyn, junto com o ex-congressista Will Hurd, enviaram uma carta ao então secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, pedindo que investigasse o parque eólico. "Há preocupação com um projeto ligado ao Partido Comunista da China que fica tão perto da área de treinamento dos pilotos que pode ameaçar nossa vantagem competitiva e nossa segurança nacional", diz a carta. Especificamente, se pediu que o Comitê de Investimento Estrangeiro dos Estados Unidos (Cfius) investigasse os riscos potenciais à segurança nacional, o que foi feito. Mas, para descontentamento das autoridades locais, o projeto foi aprovado nas fiscalizações federais no final do ano. "Por que permitimos que uma empresa chinesa faça esse projeto nos EUA? Um ex-general americano não poderia fazer esse tipo de projeto na China", disse Hurd à revista Foreign Policy no ano passado. Stephen Lindsey, porta-voz de uma das subsidiárias americanas do Guanghui Group, a GH America, disse à Forbes que o parque eólico de Sun recebeu aprovação federal por que cumpria a estrutura regulatória do Estado. Por sua vez, Lindsey disse que a GH America espera que a nova lei do Texas não afete seu plano de negócios. Nesse sentido, Campbell reconheceu à imprensa que a lei não é retroativa, mas afirma estar trabalhando para barrar o projeto, que ela considera preocupante. Outra explicação Durante anos, a ostentação era vista como algo negativo na China. Ainda hoje, os empresários milionários enfrentam regulamentações governamentais cada vez mais severas. O caso mais famoso é o de Jack Ma e seu gigante do comércio eletrônico Alibaba, que em abril foi multado em US$ 2,8 bilhões por abusar de sua posição no mercado chinês durante anos. Tal é a influência desta e de outras empresas que diversos analistas disseram à BBC que há uma mensagem política por trás do crescente antagonismo do governo com empreendimentos privados: nada pode ser maior ou mais poderoso na vida dos cidadãos chineses do que o Partido Comunista. É por isso que o jornalista John Hyatt, um especialista bilionário da Forbes, especula: "Sun pode apenas estar querendo tirar dinheiro da China, como muitos de seus compatriotas". Vídeos: Os mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias

A frieza de Salah Abdeslam, principal acusado no processo dos atentados coordenados de 13 de novembro de 2015 em Paris, surpreendeu o público presente na sala de audiência no Palácio de Justiça da capital francesa nesta quarta-feira (15). Representação dos acusados no processo dos atentados coordenados de 13 de novembro de 2015 em Paris, entre eles, Salah Abdeslam, o primeiro da esquerda para a direita Benoit Peyrucq/AFP A frieza de Salah Abdeslam, principal acusado no processo dos atentados coordenados de 13 de novembro de 2015 em Paris, surpreendeu o público presente na sala de audiência no Palácio de Justiça da capital francesa nesta quarta-feira (15). Único membro vivo do comando que deixou 130 mortos há quase seis anos, o jihadista afirmou que o massacre foi uma resposta aos bombardeios da França contra o grupo Estado Islâmico na Síria. Neste sexto dia de audiência do processo dos atentados de 13 de novembro de 2015, o presidente do tribunal especial, Jean-Louis Périès, permitiu que cada um dos 14 réus fizesse uma "declaração espontânea e sucinta" dos crimes dos quais são acusados. Abdeslam foi o último a se pronunciar. "Bom dia a todos. Por onde começar?", declarou, com uma voz calma, contrastando com seu comportamento nos primeiros dias de audiência. Com a máscara abaixada, usando uma camisa preta, o franco-marroquino falou durante cerca de cinco minutos. "Digo para vocês: combatemos a França, atacamos a França, visamos a população, os civis, mas, na verdade não foi nada pessoal. Visamos a França e nada mais", afirmou. "O objetivo não é de colocar o dedo na ferida, mas de ser sincero", reiterou. Segundo ele, a intenção do comando era reagir aos bombardeios da França contra o grupo Estado Islâmico. "François Hollande [presidente francês na época] disse que atacamos a França por causa de seus valores, mas isso é mentira. Os aviões franceses que bombardearam o Estado Islâmico, homens, mulheres, crianças. François Hollande sabia os riscos que corria atacando o Estado Islâmico na Síria", continuou. Abdeslam também reclamou da maneira como os autores dos atentados são tratados durante as audiências. Segundo ele, "os terroristas, jihadistas, radicalizados" são, na verdade, "muçulmanos". "Trata-se do islã autêntico", defendeu.  Diante da emoção das partes civis presentes na sala, muitas chorando, o franco-marroquino garantiu que "seu objetivo não é magoar". "O mínimo é falar a verdade. Dizem frequentemente que eu sou provocador, mas isso não é verdade. Quero ser sincero", concluiu Abdeslam, que completa 32 anos nesta quarta-feira.  Revolta das vítimas No final, algumas das pessoas que assistiram à audiência conversaram com a imprensa. Sophie Parra, de 37 anos, sobrevivente do ataque no Bataclan, não esconde sua raiva contra Abdeslam, recusando-se a pronunciar seu nome. "Ao invés de pedir desculpas, ele justificou o que fez. Acho que ele quis dar um show, ele sabe que suas afirmações terão repercussão", disse. "Testemunharei, estou esperando para poder responder ao que ele disse. Quero dizer o que foi o 13 de novembro para mim, ver pessoas morrerem na minha frente. Contarei tudo isso para ele, vou encará-lo diretamente e espero que ele não desvie o olhar de mim", reiterou.  Outros acusados também se pronunciaram. Alguns expressaram sua compaixão em relação às vítimas e recusaram de serem tratados como "terroristas". Outros reconheceram ter parte da responsabilidade nas acusações. Alguns também se recusaram a se pronunciar por enquanto.  O julgamento do ataque mais violento em Paris desde a Segunda Guerra Mundial começou na última quarta-feira (8) e deve prosseguir até maio de 2022. Vinte pessoas são julgadas, seis delas, que morreram nos ataques, à revelia. O grupo Estado Islâmico reivindicou o massacre executado em 2015 visando o Stade de France, bares e restaurantes de Paris, além da casa de shows Bataclan. Na época, uma coalizão internacional apoiava a luta contra o grupo EI na Síria e no Iraque e milhares de sírios tentavam chegar à Europa para fugir dos anos de guerra em seu país. Alguns terroristas do comando se fizeram passar por migrantes para chegar à França.  Apesar de terem nacionalidade francesa e origem marroquina, Salah Abdeslam e o irmão, Brahim Abdeslam, que morreu ao acionar seu cinto explosivo perto de um bar de Paris em 13 de novembro de 2015, nasceram e cresceram em Bruxelas, na Bélgica.  Vídeos: Os mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias

Tradicionalmente, presidente brasileiro é o primeiro a discursar entre os líderes de Estado no mais importante evento multilateral do ano. Bolsonaro, no entanto, afirma não estar vacinado, o que pode ser impeditivo Bolsonaro na gravação de seu discurso à Assembleia Geral da ONU em setembro de 2020; fato de presidente não ter se vacinado contra Covid-19 pode impedir sua participação presencial no evento deste ano Presidência da República Os Estados-membros da Organização das Nações Unidas (ONU) devem deliberar nesta quinta-feira (16) se exigirão que todos os presentes à Assembleia-Geral do órgão, na próxima semana, apresentem comprovantes de vacinação contra a Covid-19 para serem admitidos ao prédio da ONU, em Nova York. Caso decidam pela obrigatoriedade da imunização, isso poderia barrar a participação do presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, que oficialmente não está vacinado. Tradicionalmente, o chefe de Estado brasileiro faz o primeiro discurso entre os líderes no evento, marcado para o próximo dia 21. Há dois dias, em conversa com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro voltou a repetir que não havia tomado imunizantes contra a doença, que já matou 580 mil brasileiros. Ele citou um suposto resultado do exame IGG, que mede a quantidade de anticorpos para uma dada doença no corpo, como justificativa para não ter se vacinado. "Eu não tomei vacina, estou com 991 (nível do IGG). Eu acho que eu peguei de novo (o vírus) e nem fiquei sabendo", afirmou Bolsonaro. Inicialmente, a Assembleia-Geral da ONU cogitou aceitar que autoridades de alto nível apenas declarassem na entrada não estar com sintomas nem ter estado em contato próximo com pessoas infectadas para que fossem admitidas no evento. VEJA TAMBÉM: Nova York tem 70% da população vacinada Porém, a cidade de Nova York, que abriga a sede da ONU, pediu que a organização seguisse as mesmas regras vigentes para os habitantes da cidade: todos os maiores de 12 anos precisam apresentar comprovação de vacina para frequentar locais públicos fechados, como centros de convenção, restaurantes ou hotéis. Na terça-feira (14), os Estados-membros receberam uma carta assinada por Abdulla Shahid, político das Maldivas que assumiu a presidência da Assembleia-Geral, na qual ele afirma apoiar que todos sejam obrigados a comprovar que tomaram imunizantes para participar do evento. Nesta quarta, o porta-voz da Secretaria-Geral da ONU, Stéphane Dujarric, afirmou que "trabalharemos com o gabinete do Presidente (Abdulla Shahid) e os Estados-Membros sobre como implementar as decisões tomadas pelos Estados-Membros no que diz respeito (à vacinação) dos delegados". "Da parte da Secretaria-Geral da ONU, todos os funcionários que atendem ao público devem ser vacinados. A questão é que se trata de uma organização dirigida por Estados-Membros. O Secretário-Geral (António Guterres) não tem autoridade para forçar os delegados dos países de uma forma ou de outra". Em entrevista à Reuters, Guterres disse que não pode exigir dos líderes mundiais que mostrem que foram vacinados contra Covid. "Não podemos dizer a um chefe de Estado que se ele não foi vacinado que não pode entrar nas Nações Unidas". No Itamaraty existe ceticismo sobre a possibilidade de que os países tornem obrigatório que os chefes de Estado apresentem certificados de vacina para participar da Assembleia-Geral. Hospedagem em dúvida Além da participação no evento em si, há outras dúvidas. O hotel onde tanto Bolsonaro quanto parte da comitiva brasileira ficarão hospedados, por exemplo, informa em sua página na internet que segue a determinação da cidade de Nova York de exigir certificado vacinal para qualquer hóspede acima de 12 anos. A página também informa onde o hóspede pode obter uma dose de graça e qual tipo de passaporte de vacina é aceito pelo estabelecimento. A BBC News Brasil consultou a Presidência da República sobre se o presidente segue sem ter sido vacinado contra Covid-19 e se houve alguma negociação de exceção para a regra do certificado no hotel em Nova York, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem. Durante o verão do hemisfério Norte, Nova York voltou a experimentar um aumento do número de casos de Covid-19 na cidade, resultado da grande circulação da variante delta. Atualmente com 60% da população completamente vacinada e média móvel de cerca de 1600 novos casos por dia, a cidade luta para controlar a epidemia e impedir que um novo surto force o fechamento de escolas e comércio novamente. Por isso mesmo, a cidade está oferecendo vacinação gratuita a todo e qualquer estrangeiro que vá participar da Assembleia-Geral da ONU. Em meados de agosto, o governo dos Estados Unidos, que vem tentando fortalecer os órgãos de relações multilaterais e demonstrar protagonismo nesses espaços, expressou preocupação com os impactos sanitários da realização do evento em Nova York. "Precisamos de sua ajuda para evitar que a Semana de Alto Nível da Assembleia Geral da ONU seja um evento super-disseminador (do novo coronavírus)", escreveu a embaixadora dos Estados Unidos nas Nações Unidas, Linda Thomas-Greenfield, em uma carta a seus 193 colegas. Ela prosseguiu: "Os chefes de delegação devem considerar a entrega de suas declarações ao Debate Geral da Assembleia Geral da ONU por vídeo. Se as delegações optarem por viajar para Nova York, solicitamos que venham com o número mínimo de viajantes necessário", disse ela. Os líderes da China, Xi Jinping, e da Rússia, Vladimir Putin, farão participação remota. Já o presidente Bolsonaro deve chegar a Nova York no próximo domingo, dia 19.

Crise expôs divisão entre o presidente Alberto Fernández e a vice, Cristina Kirchner. Nomes próximos à ex-presidente pediram demissão. Alberto Fernández, presidente da Argentina, e a vice, Cristina Kirchner, em foto de 13 de setembro de 2021 Maximiliano Luna/TELAM/AFP Cinco ministros e autoridades do governo do presidente Alberto Fernández na Argentina colocaram seus cargos à disposição nesta quarta-feira (15), três dias depois de um forte revés eleitoral nas primárias legislativas, que pôs em risco a maioria governista no Senado. A crise expôs uma divisão entre o presidente e a vice, Cristina Kirchner. Pediram demissão ou ofereceram a renúncia os seguintes ministros Wado de Pedro, do Interior — o primeiro a entregar o cargo Martín Soria, da Justiça Roberto Salvarezza, da Ciência Juan Cabandié, do Meio Ambiente Tristán Bauer, da Cultura — nome considerado próximo à vice Cristina Kirchner "Ouvindo suas palavras na noite de domingo, onde levantou a necessidade de interpretar o veredito expresso pelo povo argentino, considerei que a melhor forma de colaborar com esta tarefa é colocando minha demissão à sua disposição", escreveu De Pedro no carta que apresentou Fernández. Revés eleitoral O Governo da Argentina teve uma dura derrota eleitoral, nas prévias legislativas deste domingo No domingo, nas primárias para eleger candidatos para as legislaturas de meio de mandato, a coalizão governista Frente de Todos (peronismo de centro-esquerda) obteve menos de 31% dos votos em todo o país. Saiba mais no VÍDEO acima. A coalizão de centro-direita Juntos, do ex-presidente Mauricio Macri (2015-2019), obteve 40% dos votos em nível nacional e levou cinco pontos de vantagem sobre o partido no poder na província da capital Buenos Aires, tradicional reduto peronista. É um resultado inesperado que leva o governo a temer perder sua maioria no Senado e impossibilita sua consolidação na Câmara dos Deputados quando, em 14 de novembro, terão eleições para uma renovação parcial do Congresso.

Cientistas ligados ao governo britânico alertam que hospitalizações podem variar entre 2 mil e 7 mil por dia em outubro se restrições não forem reforçadas. Cientistas ligados ao governo britânico alertam que hospitalizações podem variar entre 2 mil e 7 mil por dia em outubro se restrições não forem reforçadas AFP Cientistas ligados ao governo do Reino Unido alertam que pode haver um grande salto no número de internações hospitalares por Covid na Inglaterra se as restrições não forem reforçadas. Baseando-se em modelos matemáticos, o comitê Sage informou que as internações pela doença podem variar entre 2 mil e 7 mil por dia no mês que vem — atualmente, são pouco mais de 750. Ministro da Saúde diz que há 'excesso de vacinas no Brasil'; seis estados estão com falta de imunizante para segunda dose 'Abandonados pelo mundo': África vacinou cerca de 3% da população contra Covid Mas eles acrescentaram que um "conjunto relativamente leve de medidas" pode conter as infecções. Após uma queda significativa, devido à vacinação em massa, as mortes por covid voltaram a subir no Reino Unido, embora permaneçam num patamar relativamente baixo em comparação ao auge da pandemia. Mesmo assim, o número de óbitos confirmados por dia no país por milhão de habitantes (2,07) já é quase igual ao do Brasil (2,17). Outros países com ampla vacinação, como Israel e Estados Unidos, também viram seus números de covid crescer nas últimas semanas. Os EUA lideram o ranking mundial no número de casos de covid confirmados por dia por milhão de habitantes, por exemplo. Ali, a taxa é de 5,54, mais do que o dobro da do Brasil. Os dados, do último dia 13 de setembro, são da plataforma Our World in Data, da Universidade de Oxford (Reino Unido). VÍDEO: O que se sabe sobre vacinação em crianças e adolescentes Recentemente, o Reino Unido flexibilizou as medidas de contenção da pandemia, como proibição de aglomerações e uso de máscaras. O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, disse esperar que o aumento da vacinação possa evitar que novas restrições sejam implementadas. Ao anunciar seu plano de inverno para enfrentar a Covid na Inglaterra na terça-feira (14), o primeiro-ministro disse que algumas medidas poderiam ser tomadas como parte do Plano B do governo se o serviço de saúde pública do Reino Unido, o NHS (SUS britânico), enfrentasse uma pressão insustentável. Isso inclui passaportes para vacinas, máscaras faciais obrigatórias e recomendações para trabalhar de casa. Informações divulgadas pelo Grupo de Aconselhamento Científico para Emergências (Sage) na terça-feira, datadas de 8 de setembro, indicaram que há "potencial para outra grande onda de hospitalizações". Os cientistas responsáveis pela modelagem matemática de infecção do vírus que assessoram o comitê — o Grupo Científico de Influenza Pandêmica em Modelagem (SPI-M, na sigla em inglês) — disseram que é possível que ele se espalhe mais rapidamente após o retorno das escolas e mais pessoas voltem aos seus locais de trabalho. Eles observaram que os altos níveis de trabalho remoto desempenharam um "papel muito importante na prevenção do crescimento sustentado da epidemia nos últimos meses". "É altamente provável que uma diminuição significativa no trabalho de casa nos próximos meses resultaria em um rápido aumento nas internações hospitalares." No entanto, os cientistas acrescentaram que mesmo um "conjunto relativamente leve de medidas", se implementado cedo o suficiente, poderia limitar o aumento dos casos. "Além de encorajar o trabalho remoto, medidas mais leves incluem recomendar que as pessoas ajam com cautela, façam testes com regularidade, isolem-se caso tenham entrado em contato com o vírus e usem máscaras". Eles disseram que se o governo deixasse a epidemia crescer até que as hospitalizações ficassem muito altas, "medidas muito mais rigorosas (e, portanto, mais perturbadoras) seriam necessárias para reduzir a prevalência rapidamente". No entanto, o órgão reconheceu que seu alerta anterior — de que a suspensão de todas as restrições durante o verão poderia levar a um surto em grande escala — não se confirmou. Em entrevista a jornalistas na terça-feira (14/9), Johnson disse contar que o programa de vacinação permitiria ao Reino Unido permanecer como "uma das sociedades mais livres" da Europa, com apenas restrições limitadas para manter a doença sob controle. "Como grande parte da população tem algum grau de imunidade, mudanças menores na maneira como pedimos às pessoas que se comportem podem ter um impacto maior." Ele apelou aos 5 milhões de pessoas que não se vacinaram para finalmente receberem o imunizante, em um esforço para evitar restrições mais duras durante o inverno. Na mesma coletiva de imprensa, Patrick Vallance, o principal conselheiro científico do governo, disse que o país estava em um "ponto crucial" e que os ministros precisariam reagir rapidamente se os casos aumentassem. "Não podemos esperar até que seja tarde demais", disse. Chris Whitty, chefe dos serviços médicos da Inglaterra, alertou que os vírus respiratórios, como a gripe e outros, seriam "extremamente favorecidos" no inverno. Ele também enfatizou que o país entrava no outono com um índice de casos, internações e mortes muito maior do que no ano passado. Na terça-feira, o Reino Unido registrou mais 26.628 casos e outras 185 mortes em 28 dias após um diagnóstico positivo para covid. Os dados mais recentes mostraram que havia 8.413 pacientes internados no hospital com a doença. Em 15 de setembro do ano passado, os números eram bem inferiores: 3.105 casos diários e 27 mortes — as internações por covid, por sua vez, totalizam 1.066. No entanto, as vacinas agora oferecem ampla proteção contra doenças graves. Cerca de 81,2% das pessoas com 16 anos ou mais no Reino Unido já receberam as duas doses do imunizante. O ministro de Saúde do Reino Unido, Sajid Javid, também confirmou na terça-feira que todos os maiores de 50 anos no Reino Unido — bem como aqueles em outros grupos vulneráveis ​​— receberiam uma dose de reforço. Essas pessoas receberão a vacina Pfizer ou Moderna pelo menos seis meses após a segunda dose, a fim de maximizar o impacto do imunizante. Análise de Hugh Pym, editor de Saúde da BBC: "Os cientistas responsáveis pela modelagem matemática de infecção do vírus que se reportam ao comitê Sage eram muito pessimistas em julho, quando presumiram que a abertura da sociedade levaria a um aumento nas infecções e internações hospitalares. O último conjunto de documentos mostra que o fechamento de escolas, o clima quente e um grande número de pessoas sendo obrigadas a se isolar desempenharam um papel maior do que o esperado no controle das infecções. Mas eles continuam dizendo que pico de casos esperado anteriormente para agosto agora simplesmente foi adiado para o período de outubro até dezembro. O retorno de escolas e faculdades pode elevar as taxas de casos. Outra grande onda de hospitalizações se aproxima, dizem eles. Neste sentido, defendem a intervenção precoce com medidas que incluam, por exemplo, fazer com que mais pessoas trabalhem em casa novamente. Isso poderá fazer com que o governo lance mão de seu plano B para a Inglaterra. Os céticos dirão que os cientistas erraram antes e certo ceticismo é necessário. Mas poucos negariam a possibilidade de um inverno muito difícil pela frente." Primeiro-ministro britânico anuncia como o Reino Unido vai agir durante o inverno, levando em conta a possibilidade do aumento de casos de Covid G1 no YouTube

Todos os viajantes deverão realizar uma quarentena, que será fiscalizada por funcionários da Saúde. O confinamento, em uma casa ou hotel, será de cinco dias para os vacinados e de sete dias para os que não estiverem imunizado. País que mais vacina na América do Sul, Chile promete conter o "turismo de vacinação" O governo do Chile anunciou, nesta quarta-feira (15), que permitirá, a partir de outubro, a entrada de estrangeiros que comprovem que já se vacinaram contra a Covid-19. As fronteiras do país estavam parcialmente fechadas desde abril. Os novos casos e o número de mortos por coronavírus caíram consideravelmente, e a campanha de vacinação caminha com rapidez (mais de 72% dos 19 milhões de habitantes foram vacinados com duas doses). Nesta semana, começou a imunização de crianças entre 6 e 11 anos. A partir de 1º de outubro, os aeroportos das cidades do norte de Antofagasta e Iquique começarão a receber voos do exterior, até agora permitidos apenas no terminal aéreo de Santiago, sob um rigoroso controle sanitário. Crianças observam enquanto mulher é vacinada contra a Covid-19 em Santiago do Chile, em foto de 17 de março de 2021 Ivan Alvarado/Reuters/Arquivo Também estará autorizada a entrada de estrangeiros não residentes no país, como medida para estimular o turismo, setor duramente afetado pela pandemia. Desde abril, estava permitida a entrada apenas de cidadãos chilenos e residentes estrangeiros. As fronteiras terrestres (com a Argentina, Bolívia e Peru) se mantêm fechadas, exceto para caminhões de carga. "Este anúncio da abertura de fronteiras, que é um primeiro passo de um processo que será progressivo, permite que turistas estrangeiros possam vir ao nosso país", disse o subsecretário de Turismo, José Luis Uriarte, em coletiva de imprensa junto aos responsáveis da Saúde e do Ministério do Interior. Até antes da pandemia, milhares de argentinos visitavam as praias chilenas durante o verão . Regras para entrar no Chile Os turistas e outros viajantes estrangeiros deverão preencher uma "declaração jurada" online 48 horas antes de seu voo e ter um teste de PCR negativo de até 72 horas antes. Os estrangeiros deverão também contar com um seguro médico de ao menos US$ 30 mil de cobertura e validar online suas vacinas contra a Covid-19. Esta solicitação poderá ser feita a partir desta quinta-feira (16), mas a resposta pode demorar até 30 dias. Ao chegar no Chile, todos os viajantes deverão realizar uma quarentena, que será fiscalizada por funcionários da Saúde. O confinamento, em uma casa ou hotel, será de cinco dias para os vacinados e de sete dias para os que não estiverem imunizados, explicou Daza. Até agora, todos os viajantes cumpriam uma quarentena de sete dias. Os não vacinados deveriam fazer a quarentena em um "hotel sanitário", às custas do próprio passageiro, modalidade agora eliminada. O Chile tem 1,6 milhão de casos e 37 mil mortes pela pandemia, mas os novos casos e mortes estão diminuindo há semanas, o que permitiu a eliminação progressiva de diversas restrições. Veja os vídeos mais assistidos do G1
O Papa Francisco deu uma declaração em que cita indiretamente um de seus maiores críticos, o cardeal americano Raymond Burke, um de seus mais ferozes críticos, que adoeceu em agosto devido a Covid-19. Papa Francisco celebra missa para 40 mil pessoas na Eslováquia O Papa Francisco criticou, nesta quarta-feira (15), os cardeais negacionistas, que se recusam a ser vacinados contra a Covid-19 e depois são infectados, em uma alusão a um de seus principais opositores. "No colégio cardinalício há alguns negacionistas. Um deles, coitado, estava infectado com o vírus", disse o pontífice no avião que o levava de volta de sua viagem apostólica de quatro dias à Eslováquia, na Europa Central. Francisco estava se referindo ao ultraconservador cardeal americano Raymond Burke, um de seus mais ferozes críticos, que adoeceu em agosto devido a Covid-19. O papa argentino esclareceu que no Vaticano "todos estão vacinados, exceto um pequeno grupo", então "estamos estudando como ajudá-los", acrescentou, durante uma coletiva de imprensa a bordo do avião papal. O pontífice, um defensor da vacinação contra a Covid-19, reconheceu que não entende os motivos de ceticismo em relação às vacinas. "É um pouco estranho, porque a história da humanidade com as vacinas tem se mostrado uma amiga", disse ele, referindo-se a décadas de campanhas para proteger as crianças do sarampo e da poliomielite. "Devemos esclarecer a questão e falar com calma", aconselhou, embora admitisse que a diversidade das vacinas e sua reputação desigual podem ter gerado incerteza ou medo. Veja também Covid: o que está por trás da decisão de usar vacina da Pfizer em quem tomou 1ª dose de AstraZeneca Vacina da Pfizer começa a ser aplicada em quem tomou 1ª dose de AstraZeneca em SP; é preciso assinar termo de consentimento Veja os vídeos mais assistidos do G1
A felicidade da pequena Emmy ao rever os irmãos em Charlotte, nos EUA, já tem mais de 4 milhões de curtidas e 75 mil comentários. Criança comemora volta dos irmãos da escola e vídeo viraliza A felicidade da pequena Emelia Muddamalle ao rever os seus irmãos mais velhos, que estavam voltando escola em Charlotte, nos Estados Unidos, viralizou nas redes sociais. Emmy, de apenas 18 meses, é mais uma "criança da pandemia" e foi criada praticamente 24 horas por dia com os seus três irmãos (Liam, de 10 anos, Levi, de 8, e Lucas, de 6), por isso estranhou a falta deles. "Ela nunca presenciou a ausência dos irmãos", afirmou Brittany Muddamalle, a mãe das quatro crianças, ao "Good Morning America". "Eles são muito próximos". O vídeo que ela publicou no TikTok já tem mais de 4 milhões de curtidas e 75 mil comentários. VÍDEOS: as últimas notícias internacionais

Chefe do setor de esporte do grupo extremista diz que 400 modalidades poderão ser praticadas 'dentro da lei islâmica'. Participação feminina continua incerta. Jovens praticam esportes em ginásio de Cabul, no Afeganistão, nesta terça (14) Bulent Kilic/AFP Do futebol à natação, passando pelo atletismo e hipismo. Em Cabul, o novo diretor de esportes do Talibã no Afeganistão afirma que os afegãos poderão praticar até "400 esportes". Mas ainda não pode garantir se as mulheres poderão praticar algum em público. "Por favor, não me faça mais perguntas sobre as mulheres", insiste Bashir Ahmad Rustamzai, enquanto está sentado na grande cadeira do ex-presidente do Comitê Olímpico do Afeganistão, que fugiu do país, assim como os outros membros do governo anterior. LEIA TAMBÉM: Mulheres não poderão praticar esporte, diz líder Talibã Como era a vida das mulheres antes do Talibã no Afeganistão Nas Paralimpíadas de Tóquio, Afeganistão só levou representantes depois da abertura O recém-nomeado diretor afegão de Esportes e Educação Física é um ex-campeão de luta livre e kung fu. Durante o primeiro governo do Talibã, ocupou a função de presidente da Federação de Kung Fu e depois trabalhou com o governo pró-Ocidente, com o qual acabou entrando em conflito pela "corrupção generalizada", afirma Rustamzai. Diretor de esportes do Talibã no Afeganistão, Bashir Ahmad Rustamzai, chega a um escritório em Cabul nesta terça-feira (14) Bulent Kilic/AFP Ele foi preso pelo governo afegão por ser próximo aos extremistas, e solto em 15 de agosto, após sete anos de prisão, enquanto o Talibã tomava Cabul e o poder. De pronto, Rustamzai diz à AFP que os talibãs evoluíram desde os anos 1990, quando usavam principalmente os estádios para executarem seus oponentes. Além disso, promete que desenvolverão o esporte "em todo país, que não será mais controlado apenas por homens e que as mulheres não serão mais proibidas", como temem os ocidentais. "Tudo isso é propaganda! Não proibiremos nenhum esporte", insistiu. Os afegãos — garante ele — não têm nada com o que se preocupar, já que poderão continuar praticando seus esportes favoritos: futebol, críquete e as artes marciais. E muitos outros, porque "mais de 400 esportes estão permitidos pelas leis do Islã". Os talibãs têm apenas uma exigência: que todos os esportes "sejam praticados de acordo com a lei islâmica". Isso representa poucos problemas para os homens, explica: para cumprir com a sharia, precisam apenas cobrir os joelhos. Isso vale para todos os esportes", incluindo o futebol, explicou. Separadas dos homens O que esperar do futuro das mulheres no Afeganistão? Mas o que vai acontecer com as mulheres? Nesta questão sensível, na qual o Ocidente espera uma mudança por parte do Talibã, o mulá Rustamzai caminha sobre areia movediça, embora tente tranquilizar, afirmando que há mudanças entre os talibãs. Durante ato pró-talibã, em frente à Universidade Shaheed Rabbani, em Cabul, mulheres seguram cartazes e faixas – "nós não queremos coeducação", diz um deles. Aamir Qureshi Algumas declarações geram sérias dúvidas, porém. Há uma semana, o funcionário talibã Ahmadullah Wasiq disse à rede australiana SBS que o governo não deve permitir que as mulheres joguem críquete, se estiverem expostas ao público. "É possível que enfrentem uma situação em que seu rosto e corpo não estejam cobertos. O Islã não permite que as mulheres sejam vistas assim", destacou. Depois das declarações de Ahmadullah Wasiq, a Austrália ameaçou cancelar a primeira partida histórica masculina entre os dois países, programada para ser disputada em novembro, em Hobart. VEJA AINDA: As regras para as estudantes mulheres no regime extremista Initial plugin text

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Na decisão, o juiz afirma que há 'risco sério e concreto' do prefeito incinerar documentos públicos que comprovem atos de corrupção. O caso já foi destaque no Bom Dia Brasil. Sydnei Pereira, prefeito de Anajatuba Reprodução/TV Mirante A Justiça determinou o afastamento do atual prefeito Sydnei Pereira (PCdoB) em Anajatuba, a 137 km de São Luís. Ele é suspeito em diversos processos por desvios de dinheiro público que são alvos de investigações federais. Na decisão, o juiz Bruno Chaves de Oliveira afirma que há evidências de simulação, favorecimento e até mesmo a falta de formalidade legal em contratos da prefeitura. O juiz cita ainda um relatório da Controladoria Geral da União (CGU) que aponta superfaturamento de itens que estavam em contratos, mas não foram entregues para a prefeitura. O relatório indica também: Pesquisa de preços fictícia Falta de notas fiscais Abastecimento de veículos que não estavam autorizados a prestarem serviço na área da saúde Combustível com preços superiores aos de mercado Aquisição de combustível sem comprovar a sua destinação Contratação de empresas fornecedoras sem a necessária qualificação técnica Alteração da quantidade de veículos de transporte de pacientes (24 veículos supostamente foram utilizados para o transporte de pacientes para São Luís/MA, porém os pacientes só eram transportados em uma Van) Ausência de indicação da placa dos veículos supostamente abastecidos Motocicletas abastecidas com quantidade de litros acima da capacidade do tanque Notas fiscais sem a placa do veículo abastecido e sem assinatura do condutor Utilização de posto de combustível não contratado para o abastecimento da frota municipal Atestado de capacidade técnica com fortes indícios de conteúdo falso Pagamento indevido a fornecedor por materiais de construção não comprovadamente entregues ou efetivamente utilizados em ações de saúde Contratação de empresas sem capacidade operacional Contratos simulados de locação de veículos Despesas de manutenção dos veículos por conta de seus proprietários Ausência de identificação do beneficiário final das despesas Em outro momento, o magistrado explica a principal motivação para o afastamento do atual prefeito. Segundo Bruno Chaves, há 'risco sério e concreto' de que Sydnei Pereira e sua gestão ainda possam, nesses últimos dias do seu mandato, destruir o que ainda restou nos arquivos públicos do município, como documentos dos procedimentos licitatórios e contratações que fazem parte das investigações contra ele. Em 2018, o Ministério Público do Maranhão já havia pedido o afastamento do prefeito de Anajatuba. Na época, o promotor Carlos Augusto Soares afirmou: “Há um número muito grande de notícias de irregularidades sendo investigados. O que se observa é que o gestor está utilizando de artifícios para impedir a elucidação desses casos e o afastamento dele é necessário”, declarou Carlos Augusto Soares, Promotor de Justiça de Anajatuba. Investigações federais sobre supostos desvios de dinheiro público em Anajatuba são destaque no Bom Dia Brasil Sidney Pereira e Helder Aragão Em 2015, Sidney Pereira denunciou por corrupção o então prefeito do qual ele era vice, Helder Aragão. O prefeito foi afastado e ele assumiu a Prefeitura. Sydnei foi reeleito em 2016 e passou a enfrentar denúncias até da Câmara Municipal, onde um vereador do mesmo partido chegou a entrar com oito representações em órgãos de fiscalização. O caso foi destaque no Bom Dia Brasil. “O que mais me deixa triste é que o gestor atual anda fazendo as mesmas coisas que o outro estava fazendo", contou Lauro Sousa, vereador do PCdoB. Nas eleições de 2020, Helder Aragão venceu e vai assumir a prefeitura a partir de janeiro de 2021. Mesmo sendo do mesmo partido, o vereador Lauro Sousa já entrou com oito representações contra o prefeito de Anajatuba Reprodução/TV Mirante Investigações Constam nas investigações, o fechamento de escolas por falta de dinheiro e milhões de reais gastos em licitações suspeitas. No campo da educação, a Prefeitura de Anajatuba cortou o transporte escolar em alguns povoados por causa da situação das estradas. Condições de estradas em Anajatuba fizeram a Prefeitura cortar o transporte escolas em povoados Reprodução/TV Mirante A atual gestão também chegou a fechar 21 escolas, de acordo com o Sindicato dos Professores. Antes haviam 55 escolas na cidade. Em 2018, a prefeitura justificou o fechamento pela falta de recurso para manter os professores. Buraco em parede ao lado do quadro negro em escola de Anajatuba Reprodução/TV Mirante Malharia ‘ Maria dos Milagres’ Os contratos com uma malharia de São Luís também são alvo de investigação. Entre 2016 e 2017, a malharia Maria dos Milagres Sousa Moreira Aquinho vendeu R$ 410 mil à Prefeitura de Anajatuba em artigos esportivos e brinquedos. Só em 2017 foram R$ 321 mil pagos à malharia, segundo o Tribunal de Contas do Estado. No ano passado foram pagos R$ 321mil à malharia 'Maria dos Milagres', segundo o TCE, em artigos esportivos e brinquedos.. Reprodução/TV Mirante Entre os itens vendidos estão bolas, chuteiras, redes de vôlei, 30 pares de rede oficial de campo de futebol. Mas o principal campo da cidade não tinha trave e estava coberto pelo mato. Nos povoados do interior as pessoas disseram que nunca viram artigos de esporte. Em nota, a malharia 'Maria dos Milagres' disse que participou da licitação com seriedade e responsabilidade e que está à disposição da Justiça para prestar qualquer esclarecimento. Brunopel Outros pagamentos que chamaram a atenção foram os recebidos pela autopeças Brunopel, que recebeu R$ 455 mil com vendas de peças para carros de Anajatuba em 2016. Em 2017, a autopeças também recebeu R$ 8,4 milhões do município de Anajatuba em peças e locação de veículos. Na cidade, órgãos públicos como o Conselho Tutelar reclamavam que não tinham carro pra trabalhar. "A gente solicita às vezes o apoio da polícia quando é emergência e quando não a gente está esperando a solução para continuar com o nosso trabalho", contou Telmo Lopes, coordenador-geral do Conselho Tutelar da cidade de Anajatuba. Autopeças Brunopel recebeu R$ 8,4 milhões de Anajatuba em peças e locação de veículos, segundo o TCE Reprodução/TV Mirante Entre os sócios da Brunopel está uma mulher descrita como Rosalina Pereira Silva, que é ex-mulher de um doador de campanha de Sydnei Pereira chamado Cosme Pereira de Souza, que doou R$ 2.500 na campanha. Ela foi procurada pela reportagem, mas não se conseguiu contato. Cosme também é tio da então secretária de administração do município, Pollyana Lisboa. Ela negou ligações da família dela com o prefeito. “Não temos nenhuma ligação com o Prefeito, a não ser a empresa que concorreu, ganhou e nem faz parte mais da Prefeitura", disse a secretária de administração de Anajatuba, Pollyana Lisboa. Cosme Pereira também era dono de um carro de luxo avaliado em mais de 120 mil reais, que o prefeito da cidade usava no dia-a-dia. O prefeito diz que o carro que ele usava era alugado e Cosme Pereira não foi encontrado. "Ele tinha o contrato de locação de veículo. Então ele me alugou esse carro para o gabinete. Aí quando ele perdeu o contrato, a empresa que ganhou o contrato comprou o carro dele e permaneceu o aluguel. Ele continua sendo alugado o carro", respondeu o prefeito Sydnei Pereira. Apesar do que consta no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Sydnei Pereira negou que Cosme tenha sido doador de campanha e diz que contratou a sobrinha de Cosme como secretária por causa da competência dela. "Essa menina eu conheci ela na empresa dele com relação ao processo que eles tinham com a gente de fornecimento e ela se mostrou, à epoca, muito eficiente", afirmou o Prefeito. Consulta no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) indica que um homem chamado Cosme Pereira foi doador de campanha de Sydnei Pereira Reprodução/TV Mirante O prefeito diz ainda que não pagou os oito milhões à autopeças em 2017, apesar dos valores constarem na prestação de contas do município, junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) como pagos. "Não tem nem como uma prefeitura no porte de Anajatuba pagar nem a metade disso aí", afirmou o prefeito. Procurador Jairo Cavalcanti explicou que é considerado pagamento quando um documento chega ao TCE e há comprovação de transferência bancária, como um dos exemplos. Reprodução/TV Mirante Entretanto, o procurador de contas do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Jairo Cavalcanti, explicou como funcionam a comprovação de pagamentos e diz que o valor foi realmente pago. "Quando o documento chega aqui sendo comprovado que houve transferência bancária.... um recibo ou um cheque em favor do credor... nós consideramos que esse valor foi efetivamente pago", asseverou o procurador. Uso do dinheiro público é alvo de investigações federais na Prefeitura de Anajatuba, no Maranhão

Empresa foi investigada pelo MPMG em 2016 quando empresários e políticos foram presos. Parte do acordo será destinada à UEMG e restante vai para o Estado; G1 procurou os envolvidos. Parcela de R$ 10,2 milhões será destinada ao custeio de projetos da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), de Frutal Ascom/Unesco-Hidroex Um grupo empresarial português firmou acordo para pagamento de R$ 20,9 milhões em medidas compensatórias apuradas pela Operação “Aequelis”, que investiga o desvio de recursos públicos destinados a Fundação Centro Internacional de Educação, Capacitação e Pesquisa Aplicada em Águas (Hidroex) para a construção do Complexo Cidade das Águas, em Frutal. O acordo foi firmado com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Controladoria-Geral do Estado (CGE-MG) e a Advocacia-Geral do Estado (AGE). A informação foi divulgada pelo MPMG na última segunda-feira (10). Os valores já foram depositados. O nome do grupo empresarial não foi divulgado na publicação do órgão, que reforçou que não fornece contatos de partes em procedimentos. Na época da operação, desencadeada em 2016, empresários e políticos foram conduzidos pela polícia durante cumprimento de mandados de prisão em cidades no interior de Minas Gerais e São Paulo. Foram encontrados indícios de superfaturamento em vários contratos (relembre mais abaixo). Segundo o MPMG, R$ 4,7 milhões são referentes ao ressarcimento do dano causado ao Estado. Outros R$ 10,2 milhões se referem a danos morais coletivos. No acordo, constam, ainda, R$ 4,7 milhões como pagamento de multa civil, e R$ 1,2 milhão de transferência não onerosa. “Sem abrir a mão da punição àqueles que cometeram os ilícitos, a solução leva benefícios imediatos aos que foram prejudicados pelos crimes. Esse é um ponto em que insistimos desde o início e que continuaremos a reforçar”, disse o procurador-geral de Justiça de Minas Gerais, Antônio Sérgio Tonet. Destinação Uma parcela de R$ 10,2 milhões será destinada ao custeio de projetos da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), de Frutal. Já o restante será destinado aos cofres do Estado. Conforme o Ministério Público, o acordo firmado se refere a uma das ações ajuizadas por improbidade administrativa, e interfere em outras ações penais em curso na Justiça Federal. Réus que ainda não firmaram acordo continuam respondendo o processo. A Fundação Hidroex foi extinta em 2016. Promotoria de Frutal O G1 entrou em contato com o MPMG para saber qual a quantia de dinheiro público desviada e se, além do impacto financeiro, houve impacto ambiental. Sobre isso, a Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Frutal informou, nesta quinta-feira (13), que o valor estimado de dinheiro público desviado segundo a apuração do Ministério Público foi de R$ 4.758.136,00. Sobre os danos gerados ao Estado – citados no acordo – a promotoria afirmou que não têm qualquer aspecto ambiental, sendo exclusivamente no âmbito da tutela do patrimônio público. Valores depositados Foi informado também que os valores do acordo foram depositados em conta judicial nos autos da ação, em trâmite pela 2ª Vara Cível da Comarca de Frutal e serão gastos nos termos de acordo com solicitação específica e autorização judicial. UEMG Ainda segundo a promotoria, em relação ao montante destinado à UEMG Frutal, relativos aos danos morais coletivos, foi designada pela 3ª Promotoria de Justiça de Frutal uma reunião na próxima segunda-feira (17) com a Diretoria da unidade e com a Comissão pró-UEMG Frutal. O encontro vai contar com representantes dos estudantes, dos professores, dos servidores e da sociedade civil frutalense para discutir as prioridades a serem atendidas e como ocorrerá a fiscalização por parte do MPMG, que encaminhará também para análise da CGE. Operação "Aequalis" A Operação "Aequalis" foi deflagrada em maio de 2016. No dia 20 de setembro do mesmo ano, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, sancionou a lei que extinguiu a Fundação Hidroex, investigada pelo MPMG por suspeita de envolvimento e desvio de verbas públicas. A operação encontrou indícios de superfaturamento em vários contratos, dentre eles o de venda de equipamentos. O ex-secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, entre 2012 e 2014, Nárcio Rodrigues (PSDB), e outras 14 pessoas foram acusadas de organização criminosa, fraude em licitação, obtenção de vantagem indevida, lavagem de dinheiro, peculato e obstrução. Cidade das Águas foi projeto para ser um centro internacional de pesquisa Ascom/Unesco-Hidroex A Hidroex desenvolvia em Frutal o Complexo Cidade das Águas, que começou a ser construído em 2012 e teria mais de 1 milhão de m². O local foi projetado para se tornar um centro internacional de pesquisa, com foco na conservação do patrimônio hidrológico da América Latina e das nações africanas de língua portuguesa. Com a extinção da Hidroex, a Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) assumiu as responsabilidades e obrigações da fundação quanto aos programas, projetos, contratos e convênios celebrados. O mesmo ocorreu com os bens imóveis, que foram revertidos ao patrimônio do Estado, cabendo à Secretaria de Fazenda (SEF) proceder a destinação. Irregularidades na Hidroex Uma auditoria da Controladoria-Geral de Minas Gerais apontou, em abril de 2016, suposto dano aos cofres públicos devido a irregularidades na obra do Complexo Cidade das Águas durante o governo de Antonio Anastasia (PSDB). A auditoria da controladoria aponta que houve prejuízo de cerca de R$ 9,8 milhões aos cofres públicos.

Espetáculo será no dia 30 de setembro, no Teatro das Bacabeiras. Apresentação aposta na interação com o público para garantir risadas. Comediante Carlinhos Maia se apresentará pela primeira vez em Macapá no dia 2 de setembro Divulgação O alagoano Carlinhos Maia é um dos fenômenos das redes sociais, somando quase 10 milhões de seguidores no Instagram e Facebook. Conhecido pelos vídeos bem humorados, o artista estará no Amapá pela primeira vez no dia 30 de setembro, às 20h, no Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá. O show havia sido marcado para o dia 2 de setembro, mas, por problemas de saúde da mãe dele, o artista anunciou o adiamento da apresentação através das próprias redes sociais. A organização do evento informou que os ingressos comprados anteriormente serão válidos para a nova data. A devolução do ingresso também está sendo feita. Maia se destacou na internet falando do seu dia a dia e assuntos cotidianos com irreverência, além de mostrar a convivência com os vizinhos na vila onde mora, na cidade de Penedo, em Alagoas. No show "Mas, Carlos!", que será apresentado na capital, o artista relata vários momentos de sua trajetória, até o sucesso com vídeos na web. Ele aposta na interação com o público para garantir risadas. Outro característica do show é que Maia conta, de forma bem humorada, um pouco sobre a vida de "digital influencer", que é uma espécie nova de celebridade. Marlon Santos, produtor do espetáculo, comenta que Maia é, atualmente, um dos maiores fenômenos das redes sociais e que o novo show dele é um dos mais procurados do país. "A motivação para trazer o Carlinhos [Maia] para Macapá é bem simples, ele está bombando nas redes sociais e todo mundo no país quer conhecer mais sobre ele, o que é justamente o que será apresentado no espetáculo", falou. Para garantir os ingressos antecipados, que custam de R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia). Serviço Espetáculo 'Mas, Carlos!' Data: 30 de setembro (domingo) Local: Teatro das Bacabeiras Hora: 20h Ingressos: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) Informações: (96) 98138-0887 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

'Linda Rosa', 'João de Barro' e 'Shimbalaiê' fazem parte do repertório. Evento será realizado no dia 1º de setembro num espaço cultural na Zona Central de Macapá. Apresentação está marcada para o dia 1º de setembro, em um espaço cultural em Macapá Michele Maycoth/Arquivo Pessoal Interpretando sucessos de Maria Gadú, uma das relevações da MPB, a cantora amapaense Michele Maycoth prepara um show que promete embalar os apaixonados. A apresentação está marcada para o dia 1º de setembro, a partir das 20h, em um espaço cultural na Zona Central de Macapá. Com uma apresentação predominantemente acústica e intimista, a cantora espera estar mais próxima do público, principalmente para cantar junto com ela sucessos como "Linda Rosa", "João de Barro", "A História de Lilly Braun" e "Shimbalaiê". De acordo com a produção do show, Michele tocará durante mais de uma hora e também haverão participações especiais, entre elas, Alexandre Moraes, Erick Pureza e Nitai Silva. Os ingressos podem ser adquiridos em dois postos de vendas na Zona Central da capital e com a produção do show ao preço inicial de R$ 10. Sucessos como 'Linda Rosa', 'João de Barro' e 'Shimbalaiê' não vão ficar de fora do show Divulgação Serviço Michele Maycoth canta Maria Gadú Data: 1º de setembro (sábado) Hora: 20h Local: Quintal Walô 54 (Avenida José Antônio Siqueira, 1212, bairro Jesus de Nazaré) Ingressos: R$ 10 (1º lote) Postos de vendas: Norte Rock (Villa Nova Shopping); Quintal Walô 54 Informações e compra de ingressos: (96) 98142-0743 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Mostra reúne 27 imagens do fotógrafo Floriano Lima. Vernissage acontece no dia 24 de agosto no Sesc Centro, em Macapá. Visitações seguem até 20 de setembro. Mostra 'Minha Aldeia' busca evidenciar as belezas escondidas na simplicidade da vida no Amapá Floriano Lima/Divulgação Com fotos de paisagens, cartões-postais e até mesmo de trabalhadores à beira do Rio Amazonas, o fotógrafo Floriano Lima reúne 27 imagens que retratam o cotidiano amapaense na exposição "Minha Aldeia". A mostra ficará aberta ao público de 27 de agosto a 20 de setembro, na unidade Centro do Serviço Social do Comércio (Sesc), em Macapá. O fotógrafo define não existir um tema específico na exposição, condição que deu a ele liberdade para retratar desde as fotos mais "clichês", até imagens comuns do dia a dia. "Sempre gostei de fotografar nossos cartões postais porque eles são muito bonitos e únicos. Então, por mais 'batidas' que pareçam, eles fazem parte da proposta da exposição", adiantou. Dormir na rede, trabalhar com embarcações ou até mesmo o céu no fim de tarde são inspirações para o fotógrafo, que diz buscar evidenciar as belezas escondidas na simplicidade. Todas as imagens foram feitas entre 2016 até este ano. Elas compõem fases da profissão de Floriano Lima, de 56 anos, que iniciou a fazer "clicks" aos 17. "Essas fotos são recentes e fazem parte da minha carreira profissional. Apesar de fotografar desde a adolescência, quando ganhei minha primeira câmera fotográfica, trabalho profissionalmente na área há cerca de 5 anos", contou. A vernissage da exposição acontece no dia 24 de agosto, às 19h público poderá prestigiar a mostra de segunda a sexta-feira, no horário das 9h às 11h e das 15 às 17h. Serviço Exposição fotográfica "Minha Aldeia" Data: vernissage 24 de agosto; visitações de 27 de agosto a 20 de setembro Hora: abertura 19h; visitações das 9h às 11h e das 15h às 17h Local: Sesc Centro Entrada: gratuita Fotógrafo reuniu 27 imagens para a mostra que acontece até o dia 20 de setembro Floriano Lima/Divulgação Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Espetáculo está marcado para os dias 16 e 17 de agosto, no Teatro das Bacabeiras. Adaptação amapaense vai regionalizar história original que é inglesa. Peça teatral 'Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado' será nos dias 16 e 17 de agosto, em Macapá Google Inspirada na peça londrina que contou os acontecimentos 19 anos depois de "Harry Potter e as Relíquias da Morte", um grupo amapaense de teatro propõe uma adaptação do espetáculo que virou sucesso no Reino Unido e bateu recorde de bilheteria na Broadway. A apresentação acontece nos dias 16 e 17 de agosto, às 20h, no Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá. Intitulado "Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois", a peça do grupo "O Beco Teatral e o Projeto Literar Amapá" segue a estrutura do espetáculo londrino, com os protagonistas da saga mais velhos e focando a aventura nos filhos do feiticeiro. De acordo com um dos diretores da peça, Iury Laudrup, o trabalho foi regionalizado. "Nosso trabalho é adaptar, uma vez que a peça original tem mais de 5 horas de duração. Então, encurtamos a história e regionalizamos o roteiro para que nossa peça tenha sua própria identidade", ressaltou. O espetáculo amapaense conta com oito personagens no elenco principal e 12 pessoas na produção e terá uma hora e meia de duração. Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos antecipadamente em três postos de vendas na Zona Central da capital, ao preço de R$ 15 + um quilo de alimento não perecível. História A montagem teatral continua a história de Harry Potter de onde o sétimo e último volume da saga de J.K. Rowling parou, com um enredo envolvendo um Harry adulto e o seu filho do meio, Alvo Severo. Ele também é pai de Tiago Sirius, o mais velho, e de Lília Luna, a caçula. Agora, Potter é um funcionário sobrecarregado de trabalho no Ministério da Magia, com três crianças em idade escolar. Ele "lida com um passado que se recusa a ficar no lugar ao qual pertence", diz um texto sobre a peça. Enquanto isso, Alvo, assim chamado em homenagem ao antigo diretor de Hogwarts e mentor de Harry, Alvo Dumbledore, se esforça para lidar com o peso do legado da família. Serviço "Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois" Datas: 16 e 17 de agosto Local: Teatro das Bacabeiras (Rua Cândido Mendes, 1087 – Centro) Ingressos: R$15 + um quilo de alimento não perecível Postos de Venda: Livraria Acadêmica (Macapá Shopping - Piso L2); Amapanime Space (Avenida Vereador Orlando Pinto, Nº: 640F - Santa Rita); Parada do Cachorro Quente (Rua Odilardo Silva, Nº: 2289 - Centro) Informações: (96) 98128-4949 / (21) 96979-6812 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Valores dos meios disponíveis na cidade variam de R$ 4,05 a R$ 15. Preço do transporte coletivo varia de acordo com forma de pagamento e para comunidades rurais TV Integração/Reprodução Quem mora em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas, e precisa se locomover conta, atualmente, com três empresas de aplicativos, ônibus, taxis e mototaxis à disposição. Mas, destas, qual a mais barata? O G1 fez um levantamento com todos os tipos de transporte disponíveis na cidade. Com base em uma viagem de dois quilômetros, o usuário gasta entre R$ 4,05, caso opte por ir de ônibus, a R$ 15 caso faça o trajeto em um táxi ou em dos aplicativo disponíveis na cidade. Ônibus Segundo a Prefeitura, o meio de transporte mais utilizado no município é o transporte público, que tem cerca de 80 mil usuários por dia. O valor das passagens, no entanto, varia. Atualmente, o transporte público municipal custa R$ 4,05 para pagamento em dinheiro e R$ 3,60 para pagamento via cartão de vale-transporte. Segundo a Prefeitura, a frota é de 153 ônibus na cidade. Destes, 144 fazem viagens diárias e outros nove funcionam como veículos reservas. Para as comunidades rurais, o preço varia de acordo com a distância da comunidade ao centro da cidade. Veja na tabela os preços: Preços de ônibus para comunidades rurais em Divinópolis Táxis e Mototáxis Segundo a Associação dos Taxistas de Divinópolis, o número de motoristas não acompanha o tamanho da população. Atualmente, existem 90 taxistas no município espalhados em pontos estratégicos da cidade como no Centro, rodoviária e próximo à supermercados. A associação, no entanto, afirma que os pontos são insuficientes e bairros mais afastados também deveriam ter a presença dos veículos. Atualmente, uma corrida do Centro até o bairro Niterói, com cerca de dois quilômetros de distância, custa, em média, R$ 15 dependendo da bandeira. Valor médio do táxi em Divinópolis para corrida de 2 km é de R$ 15 Reprodução/TV Integração Deste valor, R$ 4,50 são impostos que devem ser repassados ao município – o valor é, também, o valor inicial registrado no taxímetro, segundo a associação. O serviço de mototáxi foi regulamentado em agosto do ano passado e atualmente, segundo a Prefeitura, cerca de 60 mototaxistas atuam nas quatro empresas regularizadas no município. O preço das corridas, no entanto, é calculado pelos próprios motoristas e não é tabelado. Usando como parâmetro a distância levantada com o táxi, três mototaxistas da cidade afirmaram valores distintos para a corrida: o primeiro disse ao G1 que cobraria R$ 5. O segundo, R$ 7 e o terceiro cobraria R$ 10 pela corrida. Segundo a Prefeitura, a diferença é considerada normal porque os gastos do mototaxista varia de acordo com o tipo de moto conduzida por ele e, diferentemente dos táxis, o serviço não possui um valor mínimo estipulado. Mototáxi também apresenta variação no preço Reprodução/Tv Integração Aplicativos A cidade conta, ainda, com três opções de transporte por aplicativo: Uber, Go Car e Uper 7. Para usar o serviço, o usuário deve instalar os respectivos aplicativos em seu smartphone. Segundo um dos proprietários do Go Car, Bruno Alvim, a tarifa do serviço é cerca de 25% menor do que a cobrada pelos táxis. Atualmente, a empresa conta com cerca de 20 veículos pela cidade. No trajeto entre o Centro e o Bairro Niterói, por exemplo, a corrida ficaria em R$ 7. A Uper 7, empresa fundada em 2009, afirmou contar com cerca de 30 veículos cadastrados na cidade. Destes, a tarifa básica dos taxistas é mantida e cobra-se entre R$ 2,17 e R$ 2,50 por quilômetro, dependendo do tipo de veículo solicitado. O valor estimado pelo aplicativo no trajeto escolhido pelo G1 apontou o mesmo preço do táxi. A Uber, por sua vez, informou, por meio da assessoria, que divulga somente dados estaduais. Segundo a empresa, em Minas Gerais atualmente existem 35 mil motoristas atuando pelo aplicativo. Um motorista que faz corridas pelo aplicativo da Uber em Divinópolis, e que pediu para não ser identificado, revelou ao G1 que existe um grupo de mensagens instantâneas com os motoristas da empresa na cidade e que, atualmente, existem cerca de 60 pessoas. No trajeto calculado pela reportagem, a corrida ficaria em R$ 6,75. Contudo, o motorista alerta que o preço varia conforme o horário e a demanda dos usuários. Com relação ao transporte particular, Divinópolis conta atualmente com cerca de 125 mil veículos - uma média de dois habitantes por veículo.

Dupla Epaminondas Gustavo e Adilson Alcântara apresentam ‘Agora é que são Eles’, na sexta-feira (3), no Teatro das Bacabeiras. Lançamento de livros também marcam visita dos humoristas ao AP. Epaminondas Gustavo (com a bandeira) e Adilson Alcântara no show 'Agora é que são Eles’ Divulgação Histórias engraçadas de ribeirinhos que vivem no interior do Pará inspiraram o repertório de “Agora é que são Eles”, novo show de humor da dupla paraense Epaminondas Gustavo e Adilson Alcântara. A apresentação do espetáculo acontece na sexta-feira (3), no Teatro das Bacabeiras, em Macapá. Com o sotaque típico da região, o personagem Epaminondas Gustavo, interpretado pelo ator Cláudio Rendeiro, conta aventuras, reclamações, desavenças, conselhos e fatos de comunidades que vivem às margens de rios. A apresentação teatral é acompanhada por canções de Alcântara. Além de ator, Rendeiro é juiz do Tribunal de Justiça do Pará. Ele caracterizou o protagonista do show de humor como um morador de São Caetano de Odivelas, cidade natal do magistrado, com linguajar “caboco” e cheio de expressões. Alcântara é um artista paraense com 25 anos de carreira como cantor, compositor, humorista e produtor cultural. Ele é o responsável por equilibrar o humor com a paródia, que também faz parte da vida dos ribeirinhos, e conta as piadas com ritmo e acompanhado por um violão. A dupla fez uma apresentação em Macapá em maio, lotou o teatro e quer repetir a experiência na capital. Espetáculo leva histórias hilárias da região ribeirinha do Pará Divulgação Livros e palestra Um dia antes da apresentação no Teatro das Bacabeiras, os humoristas vão fazer o lançamento dos livros “Sátira de um Ribeirinho”, que traz crônicas e histórias no olhar de Cláudio Rendeiro, e “Lírica Ribeirinhas e Outras Margens”, com o lado poético do artista. O lançamento dos livros é gratuito acontece após uma palestra-show voltada para alunos do curso de direito, no auditório do Sebrae em Macapá. Serviços Palestra-show para estudantes de direito Data: 2 de agosto (quinta-feira) Hora: 19h Local: Auditório do Sebrae (Av. Ernestino Borges, 740 - Laguinho) Entrada: R$ 20 Lançamento dos livros Data: 2 de agosto (quinta-feira) Hora: 20h30 Local: Auditório do Sebrae Entrada: franca Show de humor 'Agora é que são Eles' Data: 3 de agosto (sexta-feira) Hora: 20h Local: Teatro das Bacabeiras Ingresso: R$ 30 Informações: (96) 98139-9346 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Cidade de Pacaraima, em Roraima, tem abrigo público, mas ele é só para índios venezuelanos. Sem ter para onde ir, famílias inteiras estão vivendo às margens da BR-174, que liga os dois países. Angélia Aguilera, 18, e o filho de 2 anos ao lado da barraca em que estão vivendo há cerca de 1 mês; 'Na rua é muito frio' Inaê Brandão/G1 RR Venezuelanos estão vivendo em acampamentos improvisados em Pacaraima, no Norte de Roraima, na fronteira do Brasil. Um deles fica às margens da BR-174, rodovia que liga o país a Venezuela, e tem pelo menos 30 famílias. Conforme a prefeitura, a cidade tem uma média de 1,5 mil imigrantes em situação de rua - o equivalente a 22% da população local, que é de cerca de 15 mil habitantes. O município possui um abrigo público, mas ele é exclusivo para imigrantes indígenas. Procurada, a Força Tarefa Logística Humanitária, criada pelo Governo Federal para lidar com a imigração, informou que está em implantação um novo abrigo para não-índios na fronteira. Chamado de BV8, ele terá capacidade para 500 pessoas. No acampamento às margens da rodovia, famílias inteiras estão morando em barracas de camping e estruturas improvisadas com lonas, madeiras e até papelões. As estruturas são cobertas por plástico para proteger da chuva, comum neste período do ano. Na madrugada, a temperatura chega aos 16º C. A jovem Angélia Aguilera, de 18 anos, está no Brasil há um mês. Ela, o marido e o filho Elieser, de um ano, vivem nas ruas de Pacaraima desde então. "Aqui na rua é muito frio. Nunca imaginei que ia passar por isso", lamentou Angélia. A família saiu de Maturin, a 785 Km de Pacaraima, e conta a mesma história que outros milhares de venezuelanos que buscam refúgio no Brasil. "Vim porque na Venezuela não tem trabalho, comida e remédio. Não tem nada", disse Angélia, acrescentando que no país a família se alimentava apenas de mandioca e sardinha. O esposo trabalhava em uma empresa multinacional, mas o salário - corroído pela inflação diária de 2,8% - perdeu o poder de compra. Por isso, ele largou o trabalho há dois meses e a família resolveu tentar a vida no Brasil, onde busca trabalho. "A vida aqui está um pouco difícil porque não conseguimos dinheiro. Meu marido vende café na rua e não dá para quase nada. Mas dá para comer, sobreviver. Pelo menos temos comida", disse. O objetivo da família é chegar até Manaus. Luiz Sereño, 20, colocou bandeiras do Brasil na barraca improvisada: 'é uma homenagem ao país que me acolheu' Inaê Brandão/G1 RR O jovem Luiz Sereño, de 20 anos, também se mudou para o Brasil fugindo da crise econômica e política da Venezuela. Na barraca improvisada onde mora, o jovem colocou duas bandeiras do Brasil e disse que elas são uma homenagem ao país que o acolheu. "A bandeira representa a união. O Brasil nos recebeu como irmãos e sou grato", afirmou. Em Pacaraima, Luiz trabalha lavando carros. O dinheiro que consegue manda para a filha de três anos que ficou na terra natal. "A Venezuela tem muitos recursos naturais, mas já estamos cansados de passar fome. Tenho uma filha e chorava quando via ela comendo só manga". Na rua, os imigrantes cozinham em latas de tintas e, muitas vezes, dependem de doações de moradores para se alimentar. Sem lugar para se higienizar, aqueles que não possuem entre R$ 1 e R$ 4 para pagar um estabelecimento comercial para usarem o banheiro ficam sem banho e precisam fazer as necessidades em uma região de mata, na outra margem da rodovia. Imigrantes fazem comida em fogões improvisados Inaê Brandão/G1 RR Crise migratória Nos primeiros seis meses deste ano, mais de 16 mil venezuelanos pediram refúgio em Roraima, segundo a Polícia Federal. O número já é 20% maior do que o registrado em todo o ano de 2017, quando foram recebidas pouco mais de 13,5 mil solicitações. Nos últimos 18 meses, 128 mil venezuelanos que entraram no Brasil pela fronteira de Pacaraima (RR), mas destes, 31,5 mil, voltaram para a Venezuela pelo mesmo caminho, e os outros 37,4 mil saíram do país de avião ou por outras fronteiras terrestres. O Exército Brasileiro calcula que a média de entrada de venezuelanos em Roraima nos últimos cinco meses foi de 416 pessoas ao dia. Ainda não há números precisos sobre a quantidade exata de venezuelanos vivendo em Roraima, mas um levantamento da prefeitura de Boa Vista apontou que, só na capital, há 25 mil moradores venezuelanos – o equivalente a 7,5% da população local, que é de 332 mil habitantes. Desses, pelos menos 65% estão desempregados. Atualmente o estado conta com dez abrigos públicos, totalizando cerca de 4,6 mil pessoas, seis deles abertos só neste ano. Mesmo assim, ainda há venezuelanos em situação de rua em 10 dos 15 municípios do estado. Além disso, 820 imigrantes já foram levados em voos da Força Aérea Brasileira (FAB) para São Paulo, Manaus, Cuiabá, Brasília, Rio de Janeiro, Igarassu (PE) e Conde (PB) no chamado processo de interiorização, que consiste em distribuir venezuelanos recém-chegados a Roraima para outros estados do país. Acampamento foi montado às margens da BR-174 Inaê Brandão/G1 RR Initial plugin text

Nos pontos de atendimento serão oferecidos alimentação, camas, escalda-pés, massagens e atendimento médico 24h até o dia 13 de agosto. Reprodução/TV Integração Os pontos de apoios aos romeiros começam a funcionar a partir desta sexta-feira (27) às margens da BR-365, km 439, após o trevo de Santa de Patos, em Patos de Minas. Serão oferecidos sanitários, camas, água e refeições durante 24h até o dia 13 de agosto. As Delegacias da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Patos de Minas e Uberlândia, realizarão a “Operação Romaria”, e a partir do dia 27 de julho haverá grupos dedicados à fiscalização de trânsito e do radar móvel na BR-365. Os romeiros terão direito a alimentação completa com café, leite, suco, pão e frutas, almoço, atendimento de saúde, além de escalda-pés, massagem e chuveiros. O Dia de Nossa Senhora da Abadia, padroeira do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, é celebrado no dia 15 de agosto e os fiéis católicos saem a pé até a cidade de Romaria como forma de agradecer ou cumprir alguma promessa.

Banana nanica, bezerro de corte e alface convencional também foram cotados. Valores se referem a preços pagos diretamente ao produtor. Veja quanto custa o preço do quilo do pirarucu em várias cidades Toni Mendes/ TG A Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) realizou, entre os dias 16 a 20 de julho, a pesquisa de preços dos produtos agrícolas vendidos no estado. A cotação se refere ao valor pago diretamente ao produtor agrícola, nas unidades produtivas. Confira abaixo a lista de alguns itens: Peixe Pirarucu (quilo) Preço médio: R$ 9,36 Porto Velho: R$ 11,00 Guajará-Mirim: R$ 10,00 Ariquemes: cotação não informada Jaru: R$ 8,00 Rolim de Moura: R$ 7,40 Machadinho D'Oeste: R$ 10,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 9,00 Ji-Paraná: R$ 11,00 Colorado do Oeste: R$ 8,50 São Miguel do Guaporé: cotação não informada Costa Marques: cotação não informada Cacoal: cotação não informada Vilhena: cotação não informada Pimenta Bueno: cotação não informada Banana Nanica/ Nanicão (quilo) Preço médio: R$ 1,88 Porto Velho: R$ 2,00 Guajará-Mirim: R$ 1,80 Ariquemes: R$ 2,00 Jaru: R$ 2,00 Rolim de Moura: R$ 1,30 Machadinho D'Oeste: R$ 2,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 2,00 Ji-Paraná: R$ 2,00 Colorado do Oeste: R$ 2,00 São Miguel do Guaporé: 2,00 Costa Marques: 1,50 Cacoal: R$ Cotação não divulgada Vilhena: R$ Cotação não divulgada Pimenta Bueno: R$ 2,00 Bezerro de corte (cabeça) Preço médio: R$ 960,71 Porto Velho: R$ 950,00 Guajará-Mirim: R$ 900,00 Ariquemes: R$ 950,00 Jaru: R$ 1.000,00 Rolim de Moura: R$ 1.100 Machadinho D'Oeste: R$ 1.000,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 1.000,00 Ji-Paraná: R$ 950,00 Colorado do Oeste: R$ 1.000,00 São Miguel do Guaporé: 720,00 Costa Marques: R$ 900,00 Cacoal: R$ 980,00 Vilhena: R$ 1.000,00 Pimenta Bueno: R$ 1.000,00 Alface convencional (maço) Preço médio: R$ 1,80 Porto Velho: R$ 1,50 Guajará-Mirim: R$ 2,00 Ariquemes: R$ 2,00 Jaru: R$ 1,50 Rolim de Moura: R$ 1,50 Machadinho D'Oeste: R$ 2,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 2,00 Ji-Paraná: R$ 1,00 Colorado do Oeste: R$ 2,00 São Miguel do Guaporé: 2,00 Costa Marques: R$ 2,00 Cacoal: R$ 2,00 Vilhena: R$ 1,65 Pimenta Bueno: R$ 2,00

Há oportunidades para auxiliar de vidraceiro, pescador, passadeiro, forneiro, técnico em laboratório e topógrafo. Número de vagas é de acordo com as empresas cadastradas. São ofertadas duas vagas para técnico em laboratório no Sine Macapá Divulgação/FVS O Sistema Nacional de Empregos no Amapá (Sine/AP) oferece vagas de empregos para Macapá. O número de vagas está disponível de acordo com as empresas cadastradas no Sine e são para todos os níveis de escolaridade e experiência. Os interessados podem procurar o Sine/AP, localizado n Rua General Rondon, nº 2350, na praça Floriano Peixoto. Em toda a rede Super Fácil tem guichês do Sine e neles é possível obter informações sobre vagas em Macapá e Santana. Outras informações e oferta de vagas são pelo número (96) 4009-9702. Para se cadastrar e atualizar os dados, o trabalhador deverá apresentar Carteira de Trabalho, RG, CPF e comprovante de residência (atualizado). Veja as vagas disponíveis de acordo com as solicitações das empresas: Auxiliar de vidraceiro – 1 vaga Forneiro – 1 vaga Gerente de fibra óptica – 1 vaga Pescador especializado (PEP) - 1 Pescador profissional (POP) – 1 vaga Passadeiro – 1 vaga Motorista de pesca – 1 vaga Técnico em laboratório – 2 vagas Técnico em refrigeração – 1 vaga Técnico em edificações – 1 vaga Topógrafo – 1 vaga

Vacinação voltada para o público infantil acontece no período de 6 a 31 de agosto. Mais de 140 mil doses foram enviadas ao estado que tem a meta de imunizar 95% do público-alvo. Vacinação contra sarampo e poliomielite acontece entre 6 a 31 de agosto Carlos Alberto Jr/G1 A ocorrência de centenas de casos confirmados de sarampo no país, reativou o alerta em torno da doença, que desde 2014 não era registrada no Brasil. Diante disso, o Ministério da Saúde vai retomar uma campanha específica de vacinação contra o sarampo e a poliomielite, entre os dias 6 e 31 de agosto. O Amapá deve receber mais de 140 mil doses da vacina, dessas, 70 mil serão encaminhadas para Macapá. No Amapá, a população está receosa devido ao surto da doença na região Norte. Pais e mães estão indo as Unidades Básicas de Saúde (UBS's) para imunizar seus filhos. Uma dessas mães é a arte-educadora Márcia Galvão, que levou a pequena Ana Letícia para manter o calendário de vacinas da filha em dia. "É muito importante se imunizar, principalmente contra o sarampo. Toda mãe fica preocupada quando uma doença como esse volta com tanta força. Mesmo sabendo que não teve nenhum caso aqui [no Amapá] a gente tem que se prevenir", disse. Márcia Galvão levou a filha Ana Letícia para uma UBS se imunizar contra o sarampo Carlos Alberto Jr/G1 Em tempos de redes sociais e disseminação de informações desencontradas em grupos de conversas, uma das principais dúvidas acerca da enfermidade se refere a um boato que fala da "necessidade de atualização da vacina". O Ministério da Saúde esclarece que quem já foi vacinado não precisa se preocupar, pois a imunização não possui prazo de validade. Quem não sabe se tomou a vacina deve aplicá-la, visto que não há prejuízo para a saúde do indivíduo caso ele receba uma nova dose. A vacina contra o sarampo está disponível na rede pública em qualquer época do ano. A mais comum é a Tríplice Viral, que protege ainda contra rubéola e caxumba. A Tetra Viral fornece proteção adicional contra a varicela. São indicadas duas doses em um intervalo de um a dois meses. Em crianças, o intervalo deve ser um pouco maior, sendo a primeira dose entre os primeiros 12 e 15 meses de vida. De acordo com a coordenadora de imunização de Macapá, Jorsette Cantuária, a meta é vacinar ao menos 95% das crianças de um ano até menos de cinco anos de idade. Mais de 140 mil doses de vacinas foram enviadas para o Amapá. Não será realizada uma campanha de vacinação contra sarampo voltada para adultos. "A campanha é voltada para crianças dentro da faixa etária estabelecida, independentemente de já terem sido ou não vacinadas contra essas doenças. Não há uma campanha de vacinação específica para os adultos. Mas eles devem ser vacinados conforme a rotina do calendário nacional de vacinação, mantendo atualizada sua caderneta vacinal", finalizou. Coordenadora de imunização Jorsette Cantuária Carlos Alberto Jr/G1 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!
Duas firmas são de São Paulo e uma de Belo Horizonte. Até agora, mais de 40 equipamentos foram localizados, mas a investigação segue em andamento. A 2ª Delegacia de Polícia Civil de Juiz de Fora identificou mais uma vítima da quadrilha de estelionatários que desviou e revendeu contêineres para empresários na Zona da Mata. A terceira empresa, de São Paulo, enviou representantes à cidade com informações sobre os bens extraviados delas. Conforme a Polícia Civil, por causa da numeração que identifica cada um, foi possível notar que mais 22 foram localizados na sexta-feira (20), nas mesmas empresas. O G1 entrou em contato com a Braga Container, em Matias Barbosa, e com a Vila Container, em Juiz de Fora, solicitando posicionamento sobre o caso e aguarda retorno. Ainda não foi descartado que mais contêineres extraviados e revendidos estejam na região. De acordo com a transportadora, foram 56 desviados das empresas proprietárias. Em Juiz de Fora, o caso de receptação culposa, quando as vítimas adquirem o produto, mas deveriam desconfiar de origem ilícita, segue em apuração. Quando o procedimento for finalizado, será encaminhado para as delegacias de Belo Horizonte e São Paulo, onde o golpe foi aplicado e é investigado o caso de estelionato. Até agora, a investigação aponta que o golpe foi aplicado por integrantes de uma quadrilha. Eles teriam clonado uma empresa que trabalha com exportações, usando inclusive o cadastro dela. Já foram identificadas como vítimas uma empresa de Belo Horizonte e duas de São Paulo, que trabalham como intermediárias entre as grandes firmas exportadoras e os armadores, viabilizando os contêineres para o transporte de produtos variados para o exterior. Um contêiner novo é avaliado em US$ 5 mil e o prejuízo estimado pelas três empresas chega a R$ 1 milhão. Conforme informações da Polícia Civil ao G1, o rastreamento indicou que 16 dos contêineres localizados em Minas Gerais estavam bloqueados e, mesmo assim, foram retirados do cais. A Polícia Civil segue apurando a participação da empresa localizada em Campos Elísios, Duque de Caxias, onde os contêineres foram entregues. As informações apontam que os supostos empresários estavam cientes e ajudaram no golpe. Os empresários em Juiz de Fora e em Matias Barbosa não apresentaram nota fiscal da aquisição dos contêineres por R$ 8 mil. Além de responder por receptação culposa, eles também terão de prestar contas às receitas Estadual e Federal, que serão informadas da investigação por ofício da Polícia Civil. Os 43 contêineres permaneceram nas empresas onde foram localizados, como depositários fiéis, até que sejam devolvidos aos legítimos donos.

Mais de 170 bateristas são esperados para evento que pode se tornar a maior reunião de percussionistas da América Latina. Festival de baterias de Uberlândia poderá quebrar recorde latino-americano Marco Crepaldi/Divulgação A partir das 19h30 desta terça-feira (24) a área externa do Teatro Municipal ficará lotada de baterias. Isso porque ocorrerá a 2ª edição do Encontro de Bateristas do Triângulo, que neste ano contará com mais de 170 participantes tocando simultaneamente. Caso todos compareçam, esta, segundo a Prefeitura, será a maior reunião de percussionistas da América Latina. Na ocaisão, o grupo de bateristas amadores e profissionais executarão dez clássicos do rock. Músicos regionais como Dj, Thascya, Ricardo Simplício, Gustavo Solis, Jaqueline Marques, Dino Fonseca e Mauricio Ricardo vão apresentar números solos. Além da Banda Municipal, o grupo Venosa e BR Blues também se apresentarão. A primeira edição do evento, em 2017, reuniu 100 bateristas. O Teatro Municipal fica na Avenida Rondon Pacheco, nº 7.070, no Bairro Tibery.

Fluxo de passageiros aumenta nos principais portos em Macapá com destino ao Afuá, no Pará. Justiça leva à rampa do bairro Santa Inês orientações e atendimentos de urgência. Festival do Camarão provoca aumento de fluxo de passageiros com destino ao Afuá Jorge Abreu/G1 Com o aumento de embarques nos portos de Macapá, o Comissariado da Infância e Juventude intensifica a fiscalização para evitar irregularidades e até crimes envolvendo menores de idade. O Festival do Camarão tem provocado essa procura por passagens com destino ao Afuá, no interior do Pará. A partir de quinta-feira (26), data de início da programação festiva paraense, a Justiça vai levar um trailer para orientar e prestar atendimentos de urgência aos passageiros. A ação ficará concentrada na rampa da orla do bairro Santa Inês, principal porto da capital. De acordo com o comissário da Justiça, José Casemiro, a criança que for viajar sem os pais ou responsáveis precisa ter uma autorização, que pode ser emitida no Fórum, na rodoviária ou no aeroporto. Ele destaca que o documento deve ser solicitado com antecedência. “Essa semana se intensifica as fiscalizações devido o Festival do Camarão. O que primeiro verificamos é a questão de documentação para saber se a viagem está atendendo as necessidades legais, se a criança está acompanhada dos pais e se o adolescente tem documentação”, disse. O Festival do Camarão é uma programação cultural e gastronômica, que acontece no período de 27 a 29 de julho. Em todos os anos, o evento mobiliza milhares de habitantes do Amapá. As passagens para o Afuá são em média no valor de R$ 45. *Com informações da Rede Amazônica no Amapá. Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Nesta segunda-feira (23), houve o reconhecimento de mais 26 municípios pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil. Seca deixa deixa moradores sem água para consumo humano e para a agricultura. Reprodução/TV Verdes Mares Mais 26 municípios cearenses tiveram situação de emergência em decorrência da seca reconhecida pelo Ministério da Integração Nacional. A portaria da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil foi publicada na edição desta segunda-feira (23) do Diário Oficial da União. Com esses, já são 66 municípios nesta situação reconhecida pelo Governo Federal. Outros nove municípios cearenses se encontram em situação de emergência por estiagem ou seca decretada ou homologada pelo Governo do Estado do Ceará, à espera de reconhecimento pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil. O reconhecimento permitirá que as prefeituras solicitem apoio do Governo Federal para ações de socorro, assistência e restabelecimento de serviços essenciais à população atingida. A portaria do Governo Federal tem vigência de 180 dias. Situação dos municípios cearenses em julho de 2018 Defesa Civil do Estado Municípios Os municípios reconhecidos pelo Governo Federal nesta segunda-feira, são Acopiara, Assaré, Bela Cruz, Cedro, Chaval, Crateús, Crato, Groaíras, Hidrolândia, Icapuí, Icó, Iguatu, Independência, Ipu, Itapajé, Jaguaruana, Lavras da Mangabeira, Madalena, Missão Velha, Nova Olinda, Ocara, Parambu, Paramoti, Reriutaba, São Gonçalo do Amarante e Umirim. Emergência No caso da seca, antes de ter o reconhecimento do Governo Federal, é necessário a decretação da situação de emergência pelo governo municipal ou estadual com o fim de estabelecer uma situação jurídica especial para a execução das ações de assistência à população (Operação Carro-Pipa, por exemplo) e de restabelecimento do abastecimento d'água (obras e serviços como a instalação de sistemas simplificados de abastecimento e a montagem de adutoras de engate rápido).

Laudo da Secretaria de Meio Ambiente aponta que apenas 8 de 21 pontos em praias entre São Luís e São José de Ribamar estão próprios para o banho. Veja a lista completa. 13 pontos da orla da região metropolitana de São Luís estão impróprios para banho De acordo com último laudo de balneabilidade divulgado pela Secretaria de Meio Ambiente do Maranhão, 13 de 21 pontos localizados em praias entre São Luís e São José de Ribamar estão impróprios para o banho. Os dados foram coletados entre 17 de junho e 15 de julho de 2018 e valem para o período de férias. Em São Luís, as praias da Ponta d'Areia e do Calhau não estão aptas para o banho em todos os pontos analisados. Um trecho da praia de São Marcos foi considerado próprio, apesar de uma faixa de esgoto descendo pela areia ser visto na região. Trecho da praia de São Marcos possui faixa de esgoto descendo pela areia. Reprodução/TV Mirante Para a pizzaiola Elaine da Silva, a filha caçula dela já sofreu com problemas de pele. Ela acha que a causa pode ter sido a água suja por dejetos. "Eu vim pra cá, a gente ficou brincando aqui. Ela banhou, mas na volta começou a se coçar e ficar toda vermelha. Aí depois de um ano eu volto, mas não deixo mais banhar", reclamou. Já cabeleireira Ádria Morares saiu da cidade de Santa Inês com os filhos. Para ela, ignorar os riscos que uma orla poluída pode trazer é uma forma de aproveitar as férias em São Luís. "A gente se preocupa, né? Mas a tentação de banhar, se divertir... é maior. Então a gente acaba banhando", afirmou. Apesar do risco de contaminação, a família da Ádria viajou até São Luís e banhou na praia Reprodução/TV Mirante O dermatologista Leonardo Maciel explicou que água poluída pode provocar dermatites irritativas, sendo problemas gastrointestinais os mais comuns. "Em relação a água contaminada, os maiores problemas não são para pele. São para o trato gastro-digestivo. Então podemos ter diarréia e infecções intestinais. Esses são os principais problemas", informou. Ainda segundo o Leonardo Maciel, na praia contaminada o maior perigo é o bicho geográfico. O risco é maior com crianças, visto que elas costumam brincar com areia. "Em relação a areia, a contaminação pode vir por vermes de animais domésticos. Os cães e gatos que as pessoas normalmente trazem para a praia podem ter uma infestação por vermes intestinais, que acabam entrando no intestino humano. Uma vez em contato com a pele podem formar o famoso bicho-geográfico, que é aquele bicho que fica irritando a pele. As crianças estão mais expostas porque ficam brincando o tempo inteiro na areia", declarou o dermatologista. Laudo apontou que ao menos duas praias de São Luís estão com todos os pontos impróprios ao banho Reprodução/TV Mirante Veja a lista das praias próprias e impróprias em São José de Ribamar e São Luís. Impróprias Praia da Ponta D’ areia – Atrás do Hotel Praia Mar. Praia da Ponta D’ areia – Atrás do Bar do Dodô. Praia da Ponta D’ areia – Em frente a Praça de Apoio ao Banhista. Praia da Ponta D’ areia – Em frente ao Edifício Herbene Regadas. Praia da Ponta D’ areia – Em frente ao Hotel Brisa Mar. Praia da Ponta D’ areia – Ao lado do Forte Santo Antonio. Praia de São Marcos – Foz do Rio Calhau. Praia de São Marcos – Em frente ao IPEM e ao Bar Kalamazoo. Praia do Calhau – À direita da elevatória II da CAEMA. Praia do Calhau – Em frente a Pousada Tambaú. Praia do Calhau – Em frente ao Bar Malibu. Praia do Olho d’Água – A direita da Elevatória Pimenta I. Praia do Olho d’Água – À direita da Elevatória Iemanjá II. Próprias Praia de São Marcos – Em frente a Barraca da Marcela. Praia de São Marcos – Em frente aos Bares Do Chef e Marlene’s. Praia de São Marcos – Em frente ao Agrupamento Batalhão do Mar. Praia do Meio – Em frente ao Bar do Capiau. Praia do Meio – Em frente ao Bar da Praia. Praia do Araçagy – Em frente ao Bar Novo Point. Praia do Araçagy – Em frente ao Bar do Isaac. Praia do Araçagy – Em frente ao Fatima’s Bar.

Chamas atingem reserva florestal e área de pastagem. Bombeiros trabalham para conter fogo em reserva florestal e pastagem em Uberlândia Equipes do Corpo de Bombeiros trabalharam na tarde desta segunda-feira (23) para conter focos de incêndio na LMG- 749, no Distrito Industrial de Uberlândia. Segundo as primeiras informações, eram quatro focos, sendo três em área de pastagem e um em reserva florestal. O fogo foi registrado no início da tarde e três guarnições foram para a região com pelo menos nove militares. Ainda não se sabe as causas dos incêndios. Alguns trechos do anel viário Norte precisaram ser interditados e a Polícia Militar (PM) acompanhou a ocorrência para auxiliar na organização do trânsito. A Defesa Civil e o Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) também auxiliaram no combate às chamas. Fogo atinge reserva florestal e pastagem em Uberlândia Ana Laura França/G1

Em Ji-Paraná, obra do aterro sanitário começou em junho está previsto para ser entregue em 180 dias. Local possui capacidade para receber 300 toneladas de lixo diariamente. Lixões começam a ser extintos e resíduos passam a ser encaminhados a aterros sanitários. Assessoria/Divulgação Todos os dias, mais de 140 toneladas de lixo são descartadas nos lixões a céu aberto da região central de Rondônia. Com uma população de quase 200 mil habitantes, os municípios de Ji-Paraná, Ouro Preto do Oeste, Vale do Paraíso, Mirante da Serra, Nova União e Urupá se prepararam para acabar com os locais. Além de atrair animais peçonhentos e urubus, os lixões afetam diretamente o meio ambiente. De acordo com o prazo determinado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), as cidades têm até o dia 31 de julho para extinguir com os lixões a céu aberto e destinarem os resíduos a um aterro sanitário. Durante discussões sobre a lei que determina a implantação de aterro sanitário nos municípios, em Ji-Paraná, por exemplo, região a pouco mais de 370 quilômetros de Porto Velho, está em fase final a construção de um aterro sanitário de iniciativa ‘privada’. A empresa que está investimento neste setor na cidade já possui dois aterros instalados em Rondônia, um em Cacoal e outro em Vilhena, que atendem as cidades circunvizinhas do estado e parte do Mato Grosso. Dentro do consórcio, houve a criação, em outubro de 2010, de um programa ambiental para auxiliar os municípios para destinar o lixo sólido ao aterro. O local está sendo construído na Zona Rural de Ji-Paraná. A obra começou em junho deste ano, e de acordo aos proprietários da empresa, a conclusão e inauguração está prevista para um prazo de 180 dias. O local possui a capacidade de receber 300 toneladas de lixo diariamente e vai atender seis municípios da região central do estado. De acordo com a coordenadora do Programa Ambiental, Maria Aparecida de Oliveira, o aterro sanitário garante diminuir a poluição. “O aterro não terá contato com o solo, evitando a contaminação do lençol freático. A vala será totalmente isolada. O chorume do lixo irá passar por tratamento fisioquímico para não haver a contaminação do solo”, destaca. Para proporcionar mais salubridade aos catadores, uma central de ‘triagem’ será construída dentro da estrutura do aterro sanitário. Barracões estão sendo alugados em vários municípios aos catadores trabalharem em um local apropriado. De acordo com a categoria, além de se livrarem do sol quente, as mudanças devem ajudar no desenvolvimento do trabalho diário. Extinção de lixões deve contribuir com o meio ambiente. Ederson Hising/G1 Ji- Paraná Com a maior produção de lixo da região central do estado, Ji-Paraná produz 100 toneladas de lixo por dia. O descarte do município ainda está sendo realizado no lixão a céu aberto. Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, um levantamento é realizado para destinar o lixo sólido ao aterro sanitário. No município, há uma associação com cerca de 20 catadores. O trabalho acontrece a quase dois anos em um barracão. Ouro Preto do Oeste Com a segunda maior produção de lixo da região, Ouro Preto do Oeste produz cerca de 28 toneladas de resíduos sólidos diários. A Secretaria de Meio Ambiente do município informou que ainda está sendo realizado um planejamento de como os resíduos serão encaminhados ao aterro sanitário. Uma associação de catadores com 24 trabalhadores está sendo registrada para atuar no município. Nova União Com cerca de 8 mil habitantes, o município de Nova União produz diariamente 1,3 toneladas de lixo, para se adequar o município alugou um barracão, onde trabalhará cerca de 10 catadores separando o lixo reciclável, o lixo sólido será destinado diariamente ao aterro sanitário em Ji-Paraná. Mirante da Serra No município de Mirante da Serra, cerca de 12 catadores serão beneficiados por uma associação. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente do município, todo o lixo não reciclável produzido será encaminhado ao aterro sanitário de Ji-Paraná. Urupá Com pouco mais de 13 mil habitantes, Urupá se prepara para destinar os resíduos ao aterro sanitário em Ji-Paraná. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente do município, o lixo será encaminhado três vezes por semana. Vale do Paraíso Com uma produção diária de duas toneladas de lixo, Vale do Paraíso trabalha para encerrar o lixão. Em 15 dias, uma cooperativa para reciclagem do lixo produzido será instalada. A Secretaria de Meio Ambiente não divulgou um prazo para o fechamento do lixão. Teixeirópolis Ao contrario dos outros municípios, em Teixeirópolis não existe mais lixão a céu aberto. A prefeitura iniciou, em janeiro deste ano, o transporte do lixo sólido para o aterro sanitário de Cacoal. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente, o antigo lixão do município foi reflorestado. Veja mais notícias da região no G1 JI-Paraná e Região Central.

17ª edição do evento será realizado entre os dias 3 e 27 de agosto; entradas variam de R$ 10 a R$ 15. Ingressos para a 17ª Campanha de Popularização do Teatro & Dança podem ser adquiridos no trailer da Apac em Juiz de Fora Reprodução/TV Integração Começa nesta segunda-feira (23) a venda de ingressos para a 17ª Campanha de Popularização do Teatro e Dança de Juiz de Fora. O evento ocupará 10 espaços do município entre os dias 3 e 27 de agosto. As entradas podem ser adquiridas de segunda a sexta-feira, das 12h às 19h, no trailer da Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Juiz de Fora (Apac/JF), que fica no Parque Halfeld, no Centro da cidade. Ingressos para Campanha de Popularização Teatro e Dança começam a ser vendidos A partir da primeira semana de agosto, os ingressos também poderão ser comprados no segundo piso do Independência Shopping, no Bairro São Mateus. A programação da Campanha conta com 20 espetáculos teatrais na categoria "adulto" e sete na "infantil", com show de humor, seminário de dramaturgias, fórum de artes cênicas, apresentações de dança, oficinas, entre outras atividades. Ingressos para peças teatrais e espetáculos de dança custam R$ 10. Já as inscrições para as oficinas, que podem ser feitas nos locais de venda antecipadamente ou no dia do evento, têm o valor de R$ 15. A oficina “Tapúy – Toca do Pife” e os demais evento são gratuitos. A programação completa pode ser conferida no site da Apac ou no Facebook do evento.
A festa 'Forró da Minissaia' está marcada para o dia 25 de agosto, em Beberibe, no Ceará; o prêmio oferecido para o primeiro lugar é de R$ 150.  Um evento de forró que divulga concurso da “saia mais curta” em Beberibe, no Ceará, se tornou alvo de apuração do Ministério Público do Ceará, já que o panfleto de divulgação da festa anuncia um cantor adolescente como uma das atrações, ao lado da imagem de uma mulher de costas com as nádegas à mostra, ilustrando o tema do evento. A festa “Forró da Minissaia” está marcada para 25 de agosto, no Clube do Chico Duda, e promete premiar mulheres que comparecerem com a saia mais curta. O valor oferecido para o primeiro lugar é de R$ 150. Conforme mostra o panfleto, a organização do forró é da empresa “Malino Produções e Magno”. O G1 procurou os responsáveis pela festa e pelo concurso de menor saia, mas não obteve resposta. Procedimento administrativo Por meio de nota, o Ministério afirma que a Promotoria de Justiça da Comarca de Beberibe instaurou procedimento administrativo após tomar conhecimento do conteúdo do panfleto, “e notificará a produtora do evento, o dono do espaço e os responsáveis pelos supostos adolescentes, para apurar os fatos”. Caso sejam constatadas irregularidades, o Ministério Público deve adotar medidas legais, expedindo recomendação. Caso as recomendações sejam desobedecidas, o órgão pode ingressar com ação civil pública para evitar que o evento ocorra e, eventualmente, punir os responsáveis.

Apenas 32 das 120 câmeras anunciadas foram instaladas. Futel não se pronunciou sobre o termino do serviço. Sistema de vídeomonitoramento do Parque do Sabiá em Uberlândia ainda não está concluído Após um ano do anúncio da implantação de 120 câmeras de monitoramento do Parque do Sabiá, em Uberlândia, somente 32 foram implantadas. Mais de cinco mil pessoas passam pelo local por dia. A reportagem do MGTV conversou com alguns frequentadores do parque que afirmam que ocorrências de furtos ainda são registrados. A reportagem não obteve esclarecimentos da Fundação Uberlandense do Turismo, Esporte e Lazer (Futel) sobre a situação. Já a Polícia Militar informou que faz o monitoramento dentro do parque em pontos estratégicos onde há mais incidência de crimes, principalmente nos horários noturnos. Ainda segundo a PM, o número de crimes dentro do parque aumentou no segundo semestre do ano passado. Equipamentos instalados A Futel tinha como projeto a implantação dos equipamentos distribuídos em 60 postes que seriam inseridos a cada 41 metros dos cinco quilômetros da pista de caminhada. Mas, até o momento, 32 câmeras estão funcionando, sendo 16 no trecho ao lado do Bairro Santa Mônica e 16 na entrada do Bairro Tibery. As imagens são monitoradas em tempo real na central de controle, que fica na administração do parque e é gerenciada por uma empresa de Goiânia. A Prefeitura de Uberlândia já gastou mais de R$ 19 mil para fazer as instalações do serviço e mensamente gasta mais R$ 1.900 para a manutenção. Contudo, o estacionamento do parque não está incluso no projeto e é um dos alvos de bandidos. Em janeiro um ponto elevado foi construído pela Futel para facilitar a observação do estacionamento, mas a medida ainda não foi suficiente conforme os frequentadores. Apenas 32 das 120 câmeras de segurança foram instaladas no Parque do Sabiá em Uberlândia Reprodução/TV Integração O consultor de negócios Mardel Sacramento foi vítima de roubo. "Sentimos falta dos celulares, dinheiros e cartões quando voltamos da atividade. Quando perguntei para o guarda se ele tinha visto algo suspeito, ele me informou que no parque é comum este tipo de ação", explicou . “Não havia sinais de arrombamento no meu carro, eu só percebi que algo tinha ocorrido quando peguei minha mochila e senti falta do meu notebook. Meu prejuízo deve chegar a R$ 7 mil e estava dentro do estacionamento onde nós acreditamos que estamos em segurança”, contou a analista de logística, Laura Perez. A produção do MGTV entrou em contato com a assessoria da Futel para marcar uma entrevista com o responsável pelo parque ou obter uma resposta oficial, para saber quando as outras câmeras serão instaladas, mas não houve repostas. Sistema de vídeomonitoramento do Parque do Sabiá em Uberlândia ainda não está concluído

Suspeita de 45 anos vai responder em liberdade pelo crime de tráfico de drogas. Ela foi detida na entrada de presídio com porções de maconha nas partes íntimas. Porções de maconha estavam enroladas em fermento Iapen/Divulgação Vai responder em liberdade pelo crime de tráfico de drogas, a mulher de 45 anos que foi presa na tarde de domingo (22) com porções de maconha escondidas dentro da vagina. Ela foi detida quando ia visitar o filho no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen), na Zona Oeste de Macapá. Após o flagrante, ela passou por audiência de custódia na manhã desta segunda-feira (23) onde foi liberada para ser julgada pelo crime em liberdade. A soltura foi assinada pelo juiz Rogério Bueno Funfas mediante medidas restritivas, como recolhimento domiciliar entre 20h e 6h. Ela foi detida no momento da revista do presídio, onde segundo o relatório do caso, teria apresentado um nervosismo "fora do normal" e que aparentava ter algo lhe incomodando. Ao fazer o raio-x, ela retirou sete porções da vagina, sendo cinco de fermento e duas de maconha. Após a identificação, foi levada para a delegacia para aguardar a audiência. Para a concessão, o juiz levou em conta a residência fixa, o fato de ser ré primária e ter ocupação lícita. Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Segundo informações preliminares da PM, vítima era uma transexual e apresentava perfurações de golpe de faca. A reportagem contém imagens fortes Arte/G1 Um corpo foi encontrado no final da manhã desta segunda-feira (23) no povoado de Capivari dos Eleotérios, que liga Araújos a Nova Serrana. Segundo informações da Polícia Militar (PM), a vítima era uma transexual de 19 anos, conhecida como Paola Villefort, e apresentava perfurações de golpe de faca. Corpo foi encontrado com marcas de perfuração de facas, segundo a PM Reprodução/Redes Sociais Ainda segundo a PM, a suspeita é de que ela tenha entrado em uma luta corporal antes de ser morta. A perícia da Polícia Civil de Nova Serrana compareceu ao local e confirmou a causa da morte. Ainda não há suspeitos do crime. Quem tiver informações que ajudem na apuração podem repassar, de forma anônima, pelo telefone da PM, 190, ou pelo Disque Denúncia Unificado (DDU), 181. Perfil de Paola Villefort no Facebook Reprodução/Facebook

Conquista foi divulgada neste domingo (22). Mais de 600 violeiros se reuniram na cidade para conseguir o título. Mais de 600 violeiros se reuniram no Ginásio do Sabiazinho em Uberlândia para entrar pro livro dos recordes Reprodução/TV Integração Após duas tentativas e nove meses de espera, um encontro entre mais de 600 violeiros de Uberlândia e de outras cidade do Brasil entrou para o recorde mundial de maior orquestra de viola do Guinness Book. O anúncio da conquista foi divulgado pelo livro de recordes neste domingo (22). A primeira tentativa foi realizada em fevereiro de 2015, na 1ª edição do Mil Violas, em Uberlândia, mas o processo não deu certo. No fim de outubro de 2017, 661 violeiros, de 13 estados do Brasil se reuniram para a 2ª edição do Mil Violas, no Ginásio do Sabiazinho para tentar novamente. Desta vez, a vitória chegou com a ajuda do repertório clássico de músicas caipiras, como a "Saudade da Minha Terra", de Goiá e Belmonte. “É gratificante ver o reconhecimento do nosso trabalho sendo mostrado para o mundo inteiro”, disse a organizadora do evento Mil Violas, Polyana Faria. “Nós trabalhamos desde o mês de junho de 2017 para conquistar o título. Foi um trabalho que contou com muita organização para que o projeto fosse avaliado da melhor forma e ficamos muito emocinados em saber que deu certo”, finalizou. Outro recorde Depois da conquista, a vontade de crescer é maior ainda. De acordo com os orgazinadores, uma nova edição do Mil Violas já está prevista para ser realizada no primeiro semestre de 2019. Desta vez, a intenção é reunir mil voleiros do país inteiro.

Condição é característica de inverno, segundo Inmet. Não há previsão de chuva para os próximos dias. Céu parcialmente nublado é previsto para o Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba Caroline Aleixo/G1 A umidade relativa do ar segue baixa e pode chegar a 20% nesta semana em algumas cidades do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a média ideal de umidade deve ser acima de 60%. Segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o céu ficará parcialmente nublado e o frio pode chegar com mais intensidade a partir desta terça-feira (24). Os termômetros devem variar entre 10ºC e 26ºC. Ainda de acordo com o Inmet, não há previsão de chuva para os próximos dias na região. Confira a previsão em algumas cidades

Animais estavam famintos e prestes a praticar canibalismo, diz veterinário. Dezenove animais resgatados de condições em maus-tratos já se encontram em abrigo Os animais resgatados neste fim de semana em uma casa em Fortaleza sofriam de fome extrema e estavam prestes a praticar canibalismo por falta de comida, conforme um veterinário que atendeu os cães e gatos. O policial ambiental que atendeu a ocorrência diz que a residência onde estavam os animais parecida cenário de "filme de terror". "Viemos averiguar inicialmente, eram dois cachorros [em situação de abandono], mandaram fotos [com a situação dos animais]. Chegando ao local, sentimos o cheiro, e visualizamos mais outros cachorros através do muro. Chamamos um chaveiro e adentramos e encontramos essa cena aí, foi de filme de terror. Encontramos também gatos. Em cada compartimento da casa tinha alguns animais", afirma o policial. Os animais foram resgatados em situação de maus-tratos e subnutrição em uma casa no Bairro Papicu, em Fortaleza, na madrugada deste domingo (22). A denúncia, com fotografias anexadas, foi feita por moradores da região ao Batalhão de Policiamento Ambiental. De tão desnutridos, animais estavam para iniciar processo de canibalismo entre eles. Divulgação Populares informam que todo dia vem um cidadão, um certo elemento que vem, entra, por volta da madrugada. Inclusive a geladeira está ligada, tem resto de comida. Canibalismo Conforme o veterinário que atendeu os animais, Lúcio Alves, com a fome extrema, os cães estavam prestes a atacar e se alimentar dos outros. "Na falta de comida, o animal tem que partir para o canibalismo porque não tem o que comer. Eles estão caquéticos, eles estão em estado caquético, daqui a pouco iria acontecer o canibalismo", explica. Na casa também foi entrado o valor de R$ 1.800 e uma arma de caça. Animais foram levados para o Abrigo São Lázaro. Abrigo Os animais foram acolhidos pelo Abrigo São Lázaro e o caso foi registrado no 9° Distrito Policial, na Praia do Futuro. A Polícia Civil abriu um procedimento para apurar a responsabilidade pelos maus-tratos, considerado crime. Identificado, o autor vai responder por crime ambiental e, se condenado, pode sofrer pena de detenção de 3 meses a um ano, além de pagamento de multa. Quem quiser ajudar na alimentação e nos medicamentos dos animais, basta ligar para o Batalhão de Policiamento Ambiental, pelos números 190 ou 3101.3545.

Segundo Inmet, temperaturas devem variar entre 11ºC e 29ºC. Confira previsão do tempo. Cidades da Zona da Mata e Vertentes devem apresentar céu nublado a parcialmente nublado neste início de semana. Reprodução/TV Integração As cidades da Zona da Mata e do Campo das Vertentes terão céu nublado a parcialmente nublado durante o começo desta semana. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a passagem de uma frente fria aumenta a nebulosidade na região e as temperaturas devem variar entre 11ºC e 29ºC. A umidade do ar pode chegar a 100% pela manhã e 50% no período da tarde. Há ainda a possibilidade de chuviscos isolados em algumas cidades. Confira as temperaturas em algumas cidades da região

Umidade relativa do ar segue baixa e pode chegar a 20%. Frio deve ficar mais intenso a partir de quarta (25). Céu parcialmente nublado marca previsão no Centro-Oeste de Minas Ricardo Welbert/G1 A previsão do tempo para esta semana no Centro-Oeste de Minas é de céu parcialmente nublado, com névoa seca pelas manhãs. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informou que a umidade relativa do ar segue baixa e que não há previsão de chuva. Ainda de acordo com o Inmet, a umidade deve variar de 70% pela manhã a 20% no período da tarde. A Organização Mundial de Saúde (OMS) diz que a média ideal deve ser acima de 60%. O frio pode ficar mais intenso a partir de quarta-feira (25), devido o aumento de incidência de ventos na região. Os termômetros irão variar com mínima de 11ºC e máxima de 29ºC. Confira a previsão em algumas cidades
Grupo de ambientalistas denunciou a situação na região do Pau Furado. Consórcio Capim Branco disse que iniciou processo de investigação das causas. O rompimento de um dique - barreira de contenção de água - que fica nos limites do Parque Estadual do Pau Furado, em Uberlândia, foi denunciado por um grupo de ambientalistas e está causando problemas ambientais na Bacia do Rio Araguari. O consórcio Capim Branco Energia, órgão responsável pela estrutura, informou por meio de nota que assim que identificou o problema acionou os órgãos competentes e iniciou o processo de investigação das causas. Esclareceu ainda que uma equipe técnica está monitorando a situação e trabalhando no reestabelecimento do dique. Rompimento de barreira no Rio Araguari causa problemas ambientais em Uberlândia A soleira é utilizada para manter o fluxo de quantidade mínima de água com o intuito de preservar os ambientes aquáticos e a biodiversidade em áreas próximas a barragens. O grupo "Amigos da Cachoeira" informou que o rompimento aconteceu no mês passado e o buraco na estrutura acabou alterando o ambiente aquático. A monitora do grupo ativista, Rafaela Resende, disse que desde que o problema começou nada foi feito. “O Igam [Instituto Mineiro de Gestão das Águas] já fez multa diária ao Capim Branco, mas não temos nenhum relatório, nenhuma informação dos danos já causados e previsão para o problema ser solucionado”, comentou. Parque do Pau Furado ainda tem reflexos do incêndio que devastou parte da reserva em Uberlândia A veterinária especialista em aves, Graziela Pascoli, explicou que até espécies nativas estão desaparecendo por esse motivo. “Nós temos a andorinha de coleira, que é uma ave ameaçada de extinção, que tem populações muito reduzidas e é encontrada principalmente na Bacia do Rio Paranaíba, principalmente aqui no Rio Araguari. E esse tipo de ambiente não é propício para ela. Ela simplesmente desaparece“, comentou Além disso, há diversas espécies de peixes sendo prejudicas, segundo a especialista, porque são dependentes de correnteza para manter a ecologia local das espécies.

Galileu Machado (PMDB) diz que cogita escalonar salário dos profissionais da educação. Prefeitos do Centro-Oeste discutem dívidas do Fundeb em Divinópolis Reprodução/TV Integração Dez prefeitos da Região Centro-Oeste se reuniram na manhã desta segunda-feira (23), na sede da Associação Microrregional dos Municípios do Vale do Itapecerica (Amvi) em Divinópolis, para tratar da dívida do Governo de Minas com as prefeituras. O atraso dos repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) foi o principal assunto da reunião. O G1 entrou em contato com a Secretaria de Fazenda do Governo de Minas e aguarda retorno. Entre os prefeitos que estiveram no encontro, o chefe do Executivo de Divinópolis, Galileu Machado (PMDB), falou sobre a situação financeira da cidade e, pela primeira vez, após ter se pronunciado em outras ocasiões sobre o assunto, cogitou escalonar o salário dos profissionais da educação. “O Governo nos deve no Fundeb R$ 6 milhões. O que vai acontecer é que o salário dos professores e o transporte escolar vão ficar prejudicados. Vou ter que tomar a providência de escalonar o pagamento e o que for necessário para que a gente cubra essa irresponsabilidade do governador da maneira que for possível”, afirmou Galileu. O prefeito de Itapecerica, Willer Rodrigues Reis (PHS), também esteve no encontro, e apesar de não dar detalhes da situação na cidade, informou que a falta do repasse vai comprometer os serviços prestados pelo setor da educação. “Sem recursos não há como levar os serviços à população. Estamos unidos aos prefeitos do Centro-Oeste para reivindicar o pagamento daquilo que é direito nosso, dos nossos municípios, e nós temos obrigações a cumprir”, comentou. Prefeitos do Centro-Oeste de MG se reúnem para debater atraso em repasses do Estado Reunião O prefeito de Carmo do Cajuru e presidente da Amvi, Almir Resende Júnior, informou que o propósito do encontro foi além de cada município expor as dificuldades financeiras, mas para firmar uma parceria entre os prefeitos. “Algumas medidas foram tomadas por meio da Associação Mineira de Municípios (AMM), como medidas judiciais para que o Governo tomasse uma posição, mas tivemos um retorno pequeno disso. Temos que fazer mais, lidar com outros meios na Justiça, porque a situação pode virar um caos a partir de agosto, porque nenhum município tem condição de continuar suprindo as obrigações do Estado”, concluiu Resende. Divinópolis No dia 26 de junho, em entrevista ao G1, a secretária municipal de Fazenda, Suzana Xavier, explicou que o recurso das férias estava suspenso para os servidores da educação. A medida teve que ser adotada para garantir que o salário dos educadores que recebem pelo fundo fosse pago junto com o dos demais servidores da Prefeitura no 5º dia útil de julho. Dos pouco mais de R$ 7 milhões da folha de pagamento do setor de Educação da Prefeitura de Divinópolis, aproximadamente R$ 6,5 milhões são pagos com recursos do Fundeb, o que corresponde a mais de 90% dos salários quitados no início deste mês. Apesar da situação ser crítica e a Prefeitura temer por não pagar a folha de agosto, o município não havia falado de escalonar os salários, como cogitou Galileu na manhã desta segunda-feira. Dívida dos Municípios Em maio, a AMM e o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas Gerais informaram ao G1 que a dívida do Governo com às prefeituras da Regional de Saúde do Centro-Oeste era mais de R$ 227 milhões. Na época, o débito do Estado com as prefeituras ultrapassava R$ 4,7 bilhões. Deste total, R$ 3,7 bilhões são referentes à Saúde. Conforme a Amvi, o estado deve aproximadamente R$ 8 bilhões aos municípios mineiros referente ao Fundeb. Na região Centro-Oeste, o montante em débito com a área chegou a R$ 227.593.368,33 , segundo informação das prefeituras integrantes da Superintendência Regional de Saúde (SRS) da região Centro-Oeste, com sede em Divinópolis. Por meio do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas Gerais (Cosems-MG), a reportagem obteve dados que apontam que a falta de repasses relacionados à saúde se tornou progressiva a partir de junho de 2016, mas que existem dívidas que continuam vigentes desde 2011. No dia 9 desse mês, o G1 fez um levantamento no qual apontou que a dívida do Governo com pelo menos três municípios da região Centro-Oeste ultrapassava R$ 80 milhões. Em nota, as prefeituras de Divinópolis, Carmo do Cajuru e Formiga informaram que o valor é referente a repasses destinados à saúde e ao transporte escolar.
Teste do etilômetro apontou resultado três vezes acima do limite permitido por lei no condutor. Pároco passa bem, segundo Arquidiocese. O padre Heveraldo José Sales Borges, de 47 anos, foi atropelado na noite de domingo (22) por um motorista embriagado perto da Igreja Católica onde ele é pároco, no Bairro Santa Terezinha, em Juiz de Fora. De acordo com o Registro de Evento de Defesa Social (Reds) da Polícia Militar (PM), o teste de etilômetro aplicado ao motorista, de 48 anos, apontou 1,21 miligrama de álcool por litro de ar expelido. A legislação considera crime de trânsito tudo o que ficar acima de 0,33 mg/l. Ele contou aos policiais que seguia pela Avenida Rui Barbosa quando foi obrigado a desviar de um ciclista que atravessou na frente do carro. Por isso, ele precisou subir na calçada, atingindo o padre. Ainda segundo a PM, o motorista apresentava sinais de embriaguez, como andar cambaleante, olhos vermelhos, fala desconexa e hálito etílico. Inicialmente, ele se recusou a fazer o teste, mas depois aceitou passar pelo exame. Uma testemunha desmentiu o relato do motorista e disse aos policiais que ele transitava em alta velocidade e tentou fazer uma curva à esquerda, perdeu o controle do carro e atingiu o pedestre. A mesma testemunha afirmou que não havia nenhum ciclista passando pelo local no momento do acidente. O pároco foi atendido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi encaminhado à Santa Casa de Misericórdia. De acordo com a assessoria da Arquidiocese de Juiz de Fora, ele foi medicado e liberado e não irá falar sobre o assunto. Os policiais conversaram com o padre durante o atendimento hospitalar. Ele contou que estava na calçada quando foi atingido pelo veículo, que o jogou no chão. Recebeu ajuda para se levantar e aguardou a chegada do Samu. O motorista recebeu voz de prisão em flagrante, teve a carteira de habilitação recolhida e foi encaminhado para a delegacia do Bairro Santa Terezinha. Ele teve a prisão ratificada e foi liberado após pagamento de fiança. O auto de infração sobre o caso foi emitido e enviado para a Secretaria de Transportes e Trânsito (Settra). Após os trabalhos da perícia, o carro foi levado para um pátio credenciado ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran) na cidade. O caso será encaminhado para a 4ª Delegacia de Polícia Civil.

O órgão passará a atender na Rua Perdizes, nº 280, no Centro, a partir de quinta-feira (26). Procon de Araxá funcionará em nova sede a partir de quinta-feira (26) Prefeitura de Araxá/Divulgação O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), de Araxá, no Alto Paranaíba, vai atender a população em novo endereço a partir de quinta-feira (26). A nova sede está localizada na Rua Perdizes, nº 280, no Centro, antigo endereço do Ministério do Trabalho. Por causa da mudança, os atendimentos estão suspensos nesta terça (24) e quarta (25). “Num espaço maior, com acessibilidade, o consumidor vai ter mais conforto e privacidade. Tem gente que tem vergonha de falar que está enfrentando problemas com dívidas, agora a pessoa ficará mais a vontade para expor a situação, terá menos gente ouvindo”, ressaltou a secretária executiva, Belma Nolli. O horário de funcionamento permanece de 9h às 16h, com distribuição de senhas ate às 12h. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone: (34) 3662-2444 ou pelo site.

Agressão aconteceu na madrugada desta segunda-feira (23), na Zona Leste de Porto Velho. Mulher foi agredida com soco e empurrões. Ocorrência foi registrada na Central de Flagrantes de Porto Velho Mary Porfiro/G1 Uma mulher, de 30 anos, foi agredida pelo esposo, de 35 anos, na madrugada desta segunda-feira (23), no bairro Socialista, na Zona Leste de Porto Velho. Segundo a vítima, ela teria sido impedida de entrar na residência onde mora, após voltar de uma festa familiar. De acordo com a Polícia Militar (PM), que foi acionada posteriormente, após ser impedida de entrar na residência, e ser perseguida pelo suspeito, que estava de posse de um facão, a vítima ainda foi agredida com soco e empurrões e teve o aparelho celular quebrado. Segundo a PM, devido ao seu estado exaltado, o suspeito precisou ser algemado pelos policiais que atenderam a ocorrência. Durante o registro do boletim, por lesão corporal, o homem ainda ameaçou a vítima. Foi dada voz de prisão ao suspeito, e a ocorrência foi registrada na Central de Polícia.

Jovem foi morta em agosto de 2016. Seis pessoas participaram do crime e duas já foram condenadas. Defesas entraram com recursos para não irem a júri popular. O julgamento de quatro dos seis réus indiciados pela morte da gestante Greiciara Belo Vieira, em 2016, na cidade de Ituiutaba, continua sem previsão para ocorrer. A defesa dos acusados recorrem às instâncias superiores para absolver os clientes ou descaracterizar a competência do júri para julgar o crime. Enquanto isso eles, inclusive a mulher acusada de encomendar o crime, seguem presos preventivamente na unidade prisional de Ituiutaba. Greiciara estava grávida de nove meses e foi assassinada em Ituiutaba com requintes de barbárie, segundo a polícia Reprodução/Facebook A vítima estava grávida de nove meses e foi morta no dia 19 de agosto. O homicídio ocorreu depois dela ser sequestrada em Uberlândia e levada até Ituiutaba para que o grupo pudesse roubar a criança para dar à Shirley de Oliveira Benfica, apontada nas investigações como a mandante do crime. Segundo a polícia, ela simulava uma gravidez para o namorado e resolveu roubar a criança para continuar mantendo a farsa. A investigação apontou ainda que os suspeitos doparam Greciara e a levaram para a zona rural de Ituiutaba, onde foi submetida ao procedimento cirúrgico para a retirada da criança. A perícia confirmou que a mãe ainda estava viva quando o bebê era retirado. A mãe da vítima conseguiu a guarda definitiva da neta depois de realizado o exame de DNA comprovando o parentesco. Segundo as informações do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), a defesa dos quatro réus que ainda não foram julgados entrou com recurso especial no mês passado para ser examinado se ele pode ser ou não encaminhado aos tribunais superiores. Se for entendido que o recurso especial (Superior Tribunal de Justiça) ou extraordinário (Supremo Tribunal Federal) está regular, o pedido é encaminhado. Caso não seja aceito pelo TJ, os advogados ainda podem recorrer por meio de um agravo e, neste caso, o recurso é encaminhado às cortes superiores de qualquer forma. Júri popular A sentença de pronúncia dos réus foi publicada no dia 15 de março de 2017. As travestis Lucas Matteus da Silva e Jonathan Martins Ribeiro de Lima, conhecidas como Mirela e Yasmin, foram condenadas por homicídio quadruplamente qualificado por motivo torpe, meio cruel, impossibilidade de defesa da vítima, ocultação de cadáver e supressão de incapaz. A dupla cumpre pena no presídio de Ituiutaba. Já os demais réus - Shirley de Oliveira Benfica, Jacira Santos de Oliveira, Michel Nogueira de Oliveira e Luís Felipe Morais - recorreram da sentença e aguardam os recursos serem julgados. A defesa de Shirley, 32 anos, pede a impronúncia da cliente em razão da ausência de indícios da sua participação no crime e também a revogação da prisão preventiva. Os advogados de Luis Felipe buscam a absolvição sumária ou impronúncia do réu sob a mesma alegação. A defesa também tenta desviar o julgamento de Michel do júri popular. Por fim, a defesa da acusada Jacira, entrou com recurso pedindo a impronúncia e a derrubada das qualificadoras contra ela.
Segundo delegado, foram necessárias três semanas de campana para cumprir o mandado de prisão preventiva. Homem foi para sistema prisional. Um homem de 43 anos foi preso por suspeita envolvimento com roubos na região de Muriaé. De acordo com a Delegacia Regional de Polícia Civil, havia um mandado de prisão preventiva contra ele, que, segundo a polícia, tem envolvimento em roubo de cargas, veículos e residência em cidades próximas. Ele foi encaminhado para uma unidade prisional. "Foram três finais de semanas de campana, porque ele não tinha endereço fixo e a gente recebeu informações de que ele só estaria na cidade nestes dias. Conseguimos localizá-lo no Bairro Cardoso de Melo e cumprir o mandado", explicou o delegado regional José Roberto Machado Demétrio. Segundo o delegado, o homem de 43 anos é natural de Duque de Caxias, mas mora há alguns anos em cidades da região de Muriaé. A prisão foi consequência de uma investigação contra ele. "Foi um inquérito remetido à Justiça. A princípio foi solicitada a prisão temporária, mas ele não foi localizado. Agora, com o indiciamento, o pedido foi convertido para preventivo e conseguimos o cumprimento", disse. O delegado informou que o homem tem envolvimento em diferentes crimes na região e confiava que permaneceria impune. "No caso mais recente, ele orientou a vítima que procurasse a polícia, como um desafio, porque confiava que nunca seria preso", destacou o delegado. De acordo com a Polícia Civil, os casos de roubos de cargas na região seguem em investigação. Quem tiver informações que ajudem pode repassar, de forma anônima, pelo telefone da PM, 190, pelo telefone da Polícia Civil, 197 ou pelo Disque-Denúncia Unificado (DDU), 181.

Número de indenizações no Ceará fica atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais. 10 mil pessoas foram indenizadas por invalidez após acidente de trânsito em 2018 no Ceará Vanessa Vasconcelos/G1 O Ceará é o terceiro estado país com maior número de indenizações pagas a pessoas que ficaram invalidas após acidente de trânsito. O Ceará fica atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais, estados com população e malha viárias bem maiores. Foram 10.631 indenizações pagas no Ceará no primeiro semestre deste ano, conforme a Líder, seguradora responsável pelo DPVAT, seguro de danos a pessoas causados por veículos terrestres. Um cada quatro seguros pagos por invalidez no Nordeste ocorre no Ceará, conforme a seguradora. Apesar de o número considerado alto, houve uma redução 24,45% em relação ao número de seguros pagos no mesmo período do ano passado, 14.071. Seguro por morte Em relação aos seguros pagos por vítimas fatais de acidentes, foram 1.069 pagos neste ano, conforme a Líder. Houve redução de -2,99% em relação ao ano passado, quando ocorreram 1.102 pagamentos a familiares de vítimas de acidentes de trânsito. Na região Nordeste, 64% de familiares de vítimas fatais que foram indenizadas perderam o ente em acidente de motocicleta. As vítimas de automóveis somam 24%.
Prisão aconteceu na Zona Norte de Porto Velho. Suspeitos confessaram que a droga seria entregue a um comprador. Quatro pessoas foram presas por tráfico de drogas na noite do último domingo(22) no Bairro Flodoaldo Pontes Pinto, Zona Norte de Porto Velho. Segundo a Polícia Militar(PM), na residência de um dos envolvidos foi localizada uma balança de precisão, comprimido de droga sintética e sacos para envelopar drogas. De acordo com o boletim de ocorrência, os suspeitos foram abordados em um carro e no imóvel foi encontrado um tablete de substância entorpecente. Os envolvidos confessaram que a droga seria entregue a um comprador. A PM foi até a residência de um dos suspeitos e no local foi localizada uma balança de precisão, comprimido de droga sintética e sacos plásticos, que provavelmente seriam usados para envelopar a droga. Depois do flagrante, os suspeitos foram conduzidos à Central de Polícia. Veja as últimas notícias da região no G1 Rondônia.
Ocorrência foi registrada neste domingo (22), no Bairro São Benedito. Santander disse que está colaborando com as investigações; agência funciona normalmente. Criminosos arrombam agência bancária em Uberaba e furtam dinheiro Na manhã deste domingo (23), criminosos furtaram dinheiro da agência do banco Santander, na Praça Vicentino Rodrigues da Cunha, em Uberaba. Eles tiveram acesso ao local depois de arrombar as portas da agência. O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa do Santander. O banco informou que está colaborando com as investigações e que a agência em Uberaba está funcionando normalmente. A quantia levada pelos ladrões não foi informada. Segundo a Polícia Militar (PM) as portas de vidro interna e externa do banco estavam arrombadas, assim como a porta interna que dá acesso aos caixas eletrônicos. Foi constatado que os ladrões fizeram furos na parte de trás do cofre e, com a ajuda de um pé de cabra, abriram o objeto e pegaram o dinheiro. Os criminosos fugiram deixando ferramentas no local. A perícia da Polícia Civil recolheu um pé de cabra; um óleo lubrificante que, segundo a PM, provavelmente foi usado para resfriar a quina usada para fazer os furos na parte de trás do cofre; um transformador; uma caneta; um pincel e uma fita adesiva.

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Azul, Ticket Log, Grupo Stefanini, Ypê, Printi, Keyrus, Origin, Todo, Tmov, Fhinck, PUCRS, SysMap Solutions, Umatch, Connvert, GrupoSITI, BRQ Digital Solutions, Atos e UnitedHealth Group Brasil são as empresas com seleções abertas. As empresas Azul, Ticket Log, Grupo Stefanini, Ypê, Printi, Keyrus, Origin, Todo, Tmov, Fhinck, PUCRS, SysMap Solutions, Umatch, Connvert, GrupoSITI, BRQ Digital Solutions, Atos e UnitedHealth Group Brasil estão com vagas de emprego, estágio e trainee abertas. Veja abaixo detalhes dos processos seletivos. Azul A Azul abriu inscrições para o Programa Trainee 2022 da Azul com cerca de 15 vagas. Os candidatos precisam ter se graduado em qualquer área de conhecimento entre julho de 2018 e dezembro de 2021. Todas as etapas são conduzidas sem distinção de raça, cor, gênero, orientação sexual, nacionalidade, deficiência, idade ou outra particularidade. Além dos benefícios de assistência médica e odontológica, seguro de vida, previdência privada, restaurante próprio, vale-transporte ou estacionamento no local, gympass, programas de qualidade de vida e saúde, os trainees também terão direito a passagens aéreas nacionais e internacionais para eles próprios, seus pais, filhos, cônjuge e acompanhante, passagens aéreas nacionais ou internacionais para presentear amigos. Os interessados poderão se inscrever até 19 de outubro por meio do site www.voeazul.com.br/trainee. Ticket Log A Ticket Log está com 20 vagas abertas para Alphaville, na Grande São Paulo, e em Campo Bom, no Rio Grande do Sul. Entre as oportunidades estão vagas para Supervisor de Operações, Executivo de Vendas Remoto e Assistente Técnico Junior. Os profissionais selecionados serão contratados pelo regime CLT. Os candidatos podem se cadastrar pelos links em cada cargo abaixo: Supervisor de Operações Assistente Técnico Pleno Assistente Técnico Junior Demais vagas Grupo Stefanini O Grupo Stefanini anuncia 20 vagas de estágio para o Programa Potenciais 2022. Os requisitos são estar cursando ensino superior, independente da área, ter disponibilidade para estagiar por pelo menos 1 ano e atuar 6 horas por dia. Possuir boa comunicação e habilidade com vendas são diferenciais apreciados, assim como conhecimento no idioma inglês. As inscrições podem ser feitas até o dia 10 de outubro de 2021 pelo link https://jobs.kenoby.com/stefaninipotenciais. Os selecionados terão acesso a benefícios como bolsa-auxílio, vale-alimentação ou refeição, assistência médica, odontológica, psicológica, financeira e jurídica. Ypê A Ypê abriu as inscrições para o Programa de Estágio 2022. Os estudantes que estiverem no penúltimo ou no último ano da graduação em 2022 poderão se inscrever até 8 de outubro pelo site www.bettha.com/estagioype. As vagas serão abertas para as unidades de Amparo (SP), Salto (SP), São Paulo (SP), Anápolis (GO), Goiânia (GO) e Simões Filho (BA). Printi A Printi está com vagas de emprego abertas para os cargos de Analista de Carreira e Remuneração e Analista de Atração de Talentos Jr. Além disso, o banco de talentos da empresa também está recebendo currículos para futuras oportunidades. As vagas são para trabalho remoto e para atuação presencial na sede da empresa, que fica em Barueri, São Paulo. A empresa oferece benefícios como assistência médica e odontológica, vale refeição, seguro de vida, PLR, vale-infra e 20% de desconto no site Printi. Os interessados devem se cadastrar na página https://vagasprinti.gupy.io/. Keyrus A Keyrus tem oportunidades abertas para profissionais de TI, sendo a maioria para trabalho remoto ou remoto flexível. Entre os profissionais que a empresa busca estão consultores Pipefy pleno, Power BI, TM1 e Tableau sênior; desenvolvedores Back End pleno, Front End pleno, Java pleno e sênior e Jira; designers UI pleno e UX pleno; analistas de governança de dados, qualidade de dados e negócios sênior; arquitetos e engenheiros de dados; líderes técnicos; especialista em infraestrutura e gerente de projetos. Os interessados devem visitar o site jobs.keyrus.com.br, selecionar a posição desejada e realizar inscrição no formulário simplificado. Informações sobre salários e benefícios serão fornecidas aos candidatos posteriormente. Origin A Origin está com 50 oportunidades abertas para as áreas de produto e tecnologia, que incluem posições para Product Manager, Product Designer, Engineering Manager, Software Engineer. Com pagamento feito em dólar, oferece plano de saúde para o funcionário e dependentes, reembolso para despesas em educação, saúde física e mental, aulas de inglês, reembolso para contratação de um espaço de coworking, férias ilimitadas, horários flexíveis, despesas pagas em offsites, além da possibilidade de trabalhar de qualquer lugar. Para concorrer às vagas, acesse https://www.useorigin.com/join-us Todo A Todo anuncia a abertura das vagas de diretor de vendas B2B, channel manager B2B, account executive, duas vagas de desenvolvedor(a) e uma vaga de estagiário(a) de sustentação. Entre os benefícios oferecidos estão vale refeição e transporte, plano de saúde e odontológico Bradesco, aulas de inglês, horários flexíveis e política de home-office, com possibilidade de jornada de trabalho flexível (e adaptação de horários) conforme a necessidade de cada colaborador. Interessados podem mandar CV para: [email protected] Tmov A Tmov abriu vagas para Londrina/PR e outros estados para especialista de performance (nacional), analista de content marketing (nacional), desenvolvedor (a) pleno e sênior (nacional), analista de business intelligence (Londrina/PR), executivo de vendas para área comercial (nacional), analista de business intelligence para a área comercial (nacional), administrativo auxiliar contábil júnior (Londrina/PR) e copeira temporário (Londrina/PR). Com exceção da vaga de copeira que é presencial, as demais poderão ser realizadas à distância e no modelo híbrido. Todas as oportunidades oferecem vale refeição e alimentação, plano de saúde, auxílio farmácia e outros benefícios. Mais informações em https://jobs.kenoby.com/sotran Fhinck A Fhinck anuncia a primeira edição do programa de desenvolvimento “The Fhincker Way”. Ao todo serão 10 vagas, com duração de dois anos, e visa formar profissionais mulheres para atuar em tecnologia, mais especificamente com análise de dados e indicadores e para trabalhar remotamente. Entre os benefícios estão plano de saúde; auxílio home office; auxílio psicólogo; auxílio nutricional; plano de estudos via Coursera, entre outros. Ao final do programa serão direcionadas para as áreas que apresentarem mais afinidade e trabalharão focadas em análise de dados, focando inicialmente em indicadores de performance. Para saber mais, acesse https://fhinck.com/programa-de-aceleracao-carreira/ PUCRS A PUCRS possui mais de 30 oportunidades abertas para profissionais das áreas de Tecnologia da Informação (TI), Comunicação, Administração, Recursos Humanos, Engenharia, Química e Segurança. Para participar é necessário candidatar-se pela página da PUCRS no InfoJobs. Confira as oportunidades: Analista de Laboratório - Telecomunicação Analista de Negócios (4 vagas) Analista de Qualidade Analista de Recrutamento e Seleção Jr Analista de Sistemas (7 vagas) Analista de Testes (5 vagas) Arquiteto de Software (4 vagas) Assistente Acadêmico Assistente de Comunicação Assistente de Comunicação Integrada Auxiliar de Atendimento Auxiliar de Biotério Auxiliar de Laboratório Bombeiro Civil Coordenador de Infraestrutura e Segurança de TI Gerente de Projeto (2 vagas) Técnico de Laboratório Técnico De Laboratório – Materiais de Construção Civil UX Designer (4 vagas) SysMap Solutions A SysMap Solutions está com mais de 350 vagas abertas que abrangem diversas áreas, sendo muitas delas na área de Salesforce, para diversos perfis, como desenvolvedores, líderes técnicos e especialistas Vlocity. As oportunidades também abrangem as áreas de dados, desenvolvedores Full Stack, Back-end e Front-end, designers UX e UI, arquitetos de microsserviços, entre outras. As vagas são, na maioria, para trabalhar remotamente, permitindo a candidatura de profissionais de qualquer lugar do Brasil e do mundo. Os interessados podem se candidatar pelo site: https://www.sysmap.com.br/sejasysmap.php Umatch A Umatch abriu uma vaga para head de marketing e duas para desenvolvedor sênior para atuar com a linguagem NodeJS. O trabalho para todas as posições é remoto. Envio de currículos para: [email protected] Connvert A Connvert está com mais de 100 vagas abertas, distribuídas entre as três unidades de negócios que integram o grupo (CXdzain, Code7 e Flex) e a área corporativa e compreendem diversos níveis e categorias. Todas as vagas disponíveis na Code7 (https://code7.com/beacoder/) podem ser realizadas em regime home office. Já para as outras unidades é necessário verificar o formato de trabalho, de acordo com o perfil da vaga, ao realizar o cadastro no portal: http://portalvagas.flexcontact.com.br:9000/. GrupoSITI São 137 vagas para os mais diversos cargos do setor de tecnologia como desenvolvedor FullStack, Front-End, Back-End, .NET e Java; arquiteto DevOps; analista de testes; e cientista de dados. Para algumas vagas, é necessário ter conhecimento de inglês e/ou espanhol, e possuir experiência em atividades correlatas. Entre os benefícios estão assistência médica e odontológica, seguro de vida, vale alimentação e refeição. Cadastre-se gratuitamente no link. BRQ Digital Solutions A BRQ Digital Solutions está com 54 vagas de emprego 100% home office abertas para todo o país. São oportunidades para níveis júnior, pleno e sênior na área de tecnologia para funções como analista de sistemas .NET; analista de negócios; analista de testes; programador; e desenvolvedor FullStack, BPM e RPA. Entre os benefícios estão assistência médica e odontológica e vale-alimentação. Cadastre-se gratuitamente no link. Atos A empresa Atos conta com 18 oportunidades de emprego home office para cargos como consultor Oracle; analista de testes; analista de segurança; desenvolvedor Java e Python; e engenheiro de dados. Entre os benefícios estão assistência médica; assistência odontológica; e vale-refeição. Cadastre-se gratuitamente no link. UnitedHealth Group Brasil Estão abertas até 21 de setembro as inscrições para o Programa Aprendiz 2021 do UnitedHealth Group Brasil. São mais de 100 vagas para jovens que estão cursando o ensino médio, possuem o ensino médio completo ou cursam o ensino superior. Há vagas para funções administrativas, atendimento ao cliente, recepção de pacientes e arquivo, variando conforme o local. As oportunidades são para as cidades de São Paulo (SP), Jundiaí (SP), Rio de Janeiro (RJ), Recife (PE) e para o Distrito Federal. As inscrições devem ser feitas neste link. A Lei do Aprendiz garante a inclusão no mercado de trabalho de jovens com 14 a 24 anos. A carga horária será de seis horas diárias, com 15 minutos de intervalo. Os aprendizes também terão aulas de qualificação teórica em temas como rotinas administrativas, finanças e elaboração de planilhas. O programa oferece vale-transporte, plano de saúde, plano odontológico, subsídio para prática de atividades físicas e vale-refeição ou refeição no local de atuação.

Repositor de mercadoria, carpinteiro, ajudante de carga e descarga, pedreiro e empacotador estão entre oportunidades disponíveis. Salário informados chegam a R$ 3,9 mil. Oportunidades desta sexta-feira (17) foram disponibilizadas em 21 municípios do estado Devanir Gino/EPTV Profissionais em busca de emprego têm 469 vagas disponíveis através das 29 unidades da Agência do Trabalho, da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação (Seteq). As oportunidades desta sexta-feira (17) foram disponibilizadas em 21 municípios. Repositor de mercadoria, carpinteiro, ajudante de carga e descarga, pedreiro e empacotador estão entre os postos de trabalho ofertados nos municípios (confira lista completa mais abaixo). As vagas foram disponibilizadas no Recife (88) e em Araripina (15), Arcoverde (5), Belo Jardim (1), Bezerros (6), Cabo de Santo Agostinho (198), Camaragibe (3), Caruaru (26), Garanhuns (4), Goiana (7), Ipojuca (15), Nazaré da Mata (2), Palmares (4), Paudalho (1), Paulista (3), Pesqueira (17), Petrolina (8), Santa Cruz do Capibaribe (37), Salgueiro (3), Serra Talhada (12) e Vitória de Santo Antão (14). Os interessados devem realizar agendamento para as unidades da Agência do Trabalho através do site da Seteq-PE. Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência Vagas temporárias Carteira digital Atualmente, o trabalhador pode usar a versão digital da carteira de trabalho (veja vídeo abaixo): Veja como ter acesso à carteira de trabalho digital VÍDEOS: Mais assistidos de PE nos últimos 7 dias

Descontados esses itens, IPCA acumulado em 12 meses estaria em 4,37% em vez da taxa oficial de 9,68%, segundo estudo do ISAE/FGV. Preço do litro da gasolina passa dos R$ 7 em postos de combustíveis em Bagé (RS) Reprodução/RBS Os combustíveis, a energia elétrica e a carne estão entre os itens que mais têm pesado no bolso do brasileiro e na inflação oficial do país, que chegou a 9,68% no acumulado em 12 meses até agosto. Se os preços desses itens tivessem permanecido estáveis em vez de dispararem, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) estaria abaixo de 5% e ainda dentro da meta fixada pelo governo para o ano. É o que mostra levantamento do Instituto Superior de Administração e Economia da Fundação Getúlio Vargas (ISAE/FGV). LEIA TAMBÉM: Comida, gasolina, conta de luz: por que está tudo tão caro no Brasil? Gasolina a R$ 7 o litro: por que o preço dos combustíveis está subindo Conta de luz está cada vez mais cara – entenda o que tem feito o preço subir Seca vai deixar alimentos ainda mais caros; entenda Segundo o estudo, elaborado pelo economista e professor Robson Gonçalves, os itens gasolina, etanol, diesel, gás de botijão, energia elétrica e carnes vermelhas foram responsáveis por mais da metade da taxa acumulada em 12 meses até agosto, respondendo por 5,31 pontos percentuais do IPCA. Ou seja, sem esses 6 itens, a inflação seria de 4,37%, em vez dos atuais 9,68%. Peso dos combustíveis, energia e carne na inflação Economia G1 "A inflação está concentrada em itens que são do consumo cotidiano das famílias e essa inflação claramente penaliza mais a baixa renda", afirma Gonçalves, destacando que inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que se refere às famílias com renda até 5 salários-mínimos, está acima dos dois dígitos e atingiu 10,42% no acumulado em 12 meses até agosto. O levantamento do economista mostra ainda que, se os preços dos combustíveis, energia e da carne tivessem permanecido estáveis, o INPC estaria em 4,91% no período de 12 meses até agosto, em vez dos atuais 10,42%. "Essa inflação tem um aspecto que é difícil fugir dela. E a implicação disso que é que outros itens acabam sendo sacrificados para que se consiga pagar conta de energia, o botijão de gás, e assim por diante", acrescenta. Brasil tem inflação mais alta para um mês de agosto em 21 anos Inflação muito acima da meta para o ano Desde março, o IPCA acumulado em 12 meses tem ficado cada vez mais acima do teto da meta estabelecida pelo governo para a inflação par 2021, que é de 5,25%. A inflação persistente em meio a um cenário de piora da crise hídrica e de tensão política tem levado diversos economistas a preverem uma inflação maior para este e o próximo ano. No último boletim Focus — levantamento semanal de expectativas do mercado realizado pelo Banco Central — a projeção para a inflação em 2021 passou de 7,58% para 8%. Para 2022, a previsão foi elevada de 3,98% para 4,10%. Inflação acumulada em 12 meses se distancia cada vez mais do teto da meta do governo Economia/G1 Gasolina e energia são itens com maior peso na inflação A disparada da gasolina e da energia elétrica tem um agravante extra pois são gastos essenciais e com maior peso na composição do IPCA entre os mais de 400 itens e subitens monitorados pelo IBGE para o cálculo da inflação oficial. A gasolina tem um peso de 5,98% na taxa e a energia elétrica, 4,81%. Considerando a soma dos 6 itens da cesta do levantamento do ISAE/FGV, o peso chega a 16,23%. É por isso que a alta destes itens impacta tanto na inflação e na percepção de perda de poder aquisitivo. “Os itens que mais estamos vendo aumento de preços são incompressíveis, ou seja, não tem como fugir deles. Você tem uma possibilidade de economia de energia elétrica muito limitada. Um motorista de aplicativo tem uma possibilidade quase nula de redução do consumo de gasolina ou etanol. As famílias têm uma possibilidade quase nula de redução de consumo de gás de cozinha”, explica Gonçalves. O cenário de preços nas alturas e de desemprego elevado tem reduzido a qualidade do prato feito dos mais pobres. Para as famílias com renda de um salário mínimo, o preço da cesta básica de alimentos passou a consumir 65,32% dos ganhos mensais, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Cesta básica já consome mais da metade do salário mínimo do brasileiro “Num contexto de aumento da energia elétrica, do botijão de gás e dos combustíveis, o consumidor acaba cortando a carne bovina por duas razões: primeiro porque está cara e, segundo, porque está sobrando menos dinheiro mesmo", destaca o economista. Reajustes salariais no ano ficam abaixo da inflação em mais da metade das negociações Governo propõe salário mínimo de R$ 1.169 para 2022 Evolução da inflação Economia G1 Comparativo com outros países e fatores de pressão Conforme mostrou reportagem do G1, no comparativo com os outros países da América Latina, a inflação do Brasil só fica atrás de Argentina e Haiti. "A inflação está subindo no mundo inteiro, mas no brasil subiu mais. Se não fossem esses aumentos, nós teríamos uma inflação compatível com a dos EUA, que está hoje na faixa de 5,5%", compara o professor do ISAE/FGV. Analistas têm alertado que o controle da inflação tem sido afetado especialmente pela piora da crise hídrica e pelo câmbio, que tem refletido o aumento da tensão política e crise institucional provocada pelo presidente Jair Bolsonaro. "Essa inflação, em grande medida, é resultado do dólar que cede por conta do clima político muito ruim. Carne é um produto de exportação, combustíveis são produtos transacionáveis. A energia tem uma influência hídrica, mas tem uma uma influência do dólar também quando você aciona as termoelétricas", explica Gonçalves. Nesta semana, o ministro da Economia, Paulo Guedes, admitiu que o "barulho político” tem impedido a queda da cotação do dólar. Energia gerada por termelétricas é recorde em julho Crise institucional prejudica retomada da economia; entenda

Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. Carteira de Trabalho Beatriz Braga/G1 Petrolina Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta sexta-feira (17) em Petrolina, Araripina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no G1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 - 8381 Vagas disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE

No Pará, uma iniciativa ganhou força após a pandemia e foi uma saída para alguns produtores venderem produtos. Por outro lado, ferramentas ainda se deparam com problemas antigos do campo, como dificuldade de acessar internet, de produzir em grande quantidade e falta de tecnologia nas lavouras. O Compras Coop-Pa no Pará conectado diretamente o consumidor final a agricultores familiares do estado. Divulgação Aplicativos de compra e venda de comida não são uma novidade, mas quando se trata de comercializar alimentos da agricultura familiar, a ferramenta pode ser inovadora para esses pequenos produtores, que têm dificuldades de acessar mercados. E a pandemia deu o "start" para que algumas ideias começassem a sair do papel. É o caso Compras Coop-Pa, um aplicativo que tem conectado diretamente o consumidor final a agricultores familiares do estado do Pará, sem intermediários e taxas administrativas. "Por não ter taxa, o preço que o agricultor coloca no produto é o que ele recebe e é o que o consumidor paga", diz o gerente de desenvolvimento do Sistema da Organização das Cooperativas Brasileiras no Pará (OCB-PA), Diego Andrade. VEJA TAMBÉM: Abacate, café, caju...série do G1 mostra curiosidades dos alimentos Agricultura familiar responde por 23% da produção do agro no Brasil O aplicativo, desenvolvido pela OCB em parceria com a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), foi uma das saídas encontradas por produtores do estado para escoar mercadorias durante a pandemia, que interrompeu, temporariamente, os principais canais de venda do setor: as feiras livres e compras públicas, como as para a merenda escolar. Produtores rurais usam redes sociais para vender na pandemia Outra iniciativa, como a da Associação da Rede de Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (RedeCoop), quer criar um canal direto entre agricultores familiares e redes de varejo do Mato Grosso. O app, chamado de RedeCoop, já está pronto, mas enfrenta gargalos antigos do campo para ser colocado em prática, como a dificuldade de produzir em larga escala, falta de acesso à internet e de tecnologia nas lavouras. Agricultores familiares lideram produção de frutas e legumes Arte/G1 Drive-thru digital do campo O app Compras Coop-Pa começou a funcionar em um sistema de "drive-thru", onde o consumidor checava onde estaria a feira, fazia o pedido, combinava a hora de retirada e a forma de pagamento por mensagens de textos. "A partir disso a gente conseguia minimizar a aglomeração", diz Andrade, da OCB - PA. Lançado como projeto-piloto em meados de 2020, o app foi suspenso temporariamente em julho deste ano para melhorias e será lançado de vez no mercado no próximo mês. Pelo app Compras Coop-Pa, o consumidor checa a localização feira, faz o pedido e combina a hora de retirada e a forma de pagamento. Divulgação Os agricultores familiares da Cooperativa dos Produtores Rurais do município Paragominas (Coopruraim) foram alguns dos que aderiram à ferramenta em seu início, quando as feiras começaram a voltar em alguns pontos do Pará. "A gente teve uma procura bem grande. Foi uma novidade aqui no município. Pelo aplicativo, a gente disponibilizava em qual feira estaríamos e o nosso cardápio. Muitos clientes ainda tinham receio de sair de casa, então isso ajudou a gente, pois as feiras eram a nossa única fonte de renda", conta Samara Costa Silva, responsável técnica da Coopruraim. "Uma das coisas que percebemos é que a aceitação do consumidor está relacionada com o fato dele saber quem está produzindo o alimento, uma garantia de segurança alimentar", acrescenta Andrade. Projeto faz mapeamento inédito de banco de alimentos e cozinha solidária no Brasil Agricultora da Cooperativa dos Produtores Rurais de Paragominas (Coopruraim). Divulgação Opção de delivery A Coopruraim, que trabalha com produção e venda de verduras, legumes, frutas e polpas para sucos, pretende voltar para o aplicativo assim que este for retomado, já disponibilizando ao consumidor a opção do delivery. O sistema de entregas, inclusive, é uma das funções que deve entrar na nova versão do app, segundo Andrade. "Isso já acontece, muitos cooperados já fazem a entrega para o consumidor, mas não formalmente por meio do aplicativo", afirma Andrade. Outra melhoria é que ele será disponibilizado para o sistema iOS (dos iPhones) - antes só funcionava nos celulares Android. "Estamos estudando também junto com a Ufra melhorar a forma de pagamento. Queremos implementar, dentro do próprio aplicativo, opções de pagamento por cartão de crédito, transferência bancária", afirma o gerente de desenvolvimento da OCB. O app tem 3 versões: para o produtor, consumidor final e atacadistas. Na pandemia, os leilões de animais e a assistência técnica rural também passaram a ser feitos de forma virtual. O Globo Rural fez uma reportagem neste mês mostrando essas mudanças. Confira abaixo: População rural usa a internet para tirar dúvidas e participar de eventos durante a pandemia Preço justo Uma outra vantagem de ter um canal direto com o consumidor é eliminar a dependência dos agricultores dos chamados "atravessadores", que fazem a ponte do campo com o consumidor final. Isso é comum no campo, pois pequenos produtores têm dificuldades de acessar mercados distantes e acabam vendendo para intermediários, por preços muitas vezes aquém do custo de produção, por medo de perderem a produção. "A partir do momento que você elimina o atravessador, o agricultor coloca um preço melhor pra ele", diz Andrade. Para participar do app, o produtor também não precisa pagar taxa, o que não afeta o seu lucro e barateia o alimento na ponta. Isso porque a ferramenta é financiada pelo Sistema S, a partir do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), e pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), que funciona com recursos das contribuições dos seus associados. "Se um produtor for contratar a criação de um aplicativo no mercado, ele vai pagar em torno de R$ 30 mil, R$ 40 mil", diz Andrade. Para usar o app, o produtor precisa estar associado à OCB. "Hoje, 90% das nossas 74 cooperativas são da agricultura familiar", acrescenta o gerente da OCB. No Brasil, 70% das propriedades rurais de cooperados são formados por agricultores familiares, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Recordes no agronegócio e aumento da fome no Brasil: como isso pode acontecer ao mesmo tempo? Conectividade no campo Conectividade ainda é desafio aos produtores e tema muito discutido na Agrishow 2019. Climate FieldView/Divulgação A criação de novas tecnologias esbarra, entretanto, em gargalos antigos do campo, como a dificuldade de acesso à internet. Das 5 milhões propriedades de agricultura familiar de até 100 hectares, 72% não têm acesso a uma conectividade adequada, segundo a Associação Brasileira de Internet (Abranet). "Alguns agricultores não têm sequer nem um aparelho de telefone e muito menos acesso à internet [...] Dos que têm mais estrutura, nós percebemos que o uso de redes sociais cresceu, principalmente nas famílias com filhos mais jovens", afirma Vânia Marques Pinto, secretaria de Política Agrícola da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag). Projeto da UnB lança aplicativo para monitorar restauração do Cerrado Sobre isso, Andrade, da OCB, conta que a organização está desenvolvendo um trabalho junto ao governo do Pará para levar internet gratuita aos municípios do estado, a partir das cooperativas. "A ideia é ter um ponto fixo de internet de onde os agricultores consigam estruturar a sua produção", diz Andrade. Dificuldade de atender grandes redes Em Mato Grosso, uma outra iniciativa sonha em conectar agricultores familiares com as grandes redes de varejo do estado. Ainda em 2019, a Associação da Rede de Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (RedeCoop) criou o aplicativo RedeCoop com este objetivo, em parceria com a Cooperativa Central de Crédito (Sicredi) e Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer). O aplicativo RedeCoop já está pronto, mas enfrenta problemas como falta de tecnologia e gestão para produzir em grande escala. Divulgação Para Hudson Saturnino, presidente da Associação, um dos pontos importantes da iniciativa é que Mato Grosso, apesar de ser líder no agronegócio e maior produtor de soja do país, ainda importa boa parte dos alimentos básicos de outros estados. A ferramenta está pronta, mas enfrenta problemas como falta de tecnologia e gestão para produzir em grande escala. O desafio de vender para grandes supermercados é justamente conseguir entregar uma grande quantidade de alimentos, de forma periódica, explica a assessora técnica da Comissão Nacional de Empreendedores Familiares Rurais da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Marina Zimmermann. "A parte de distribuição foi acertada com governo do estado, com a disponibilização de veículos para fazer a logística, mas não temos ainda produção continuada para alcançar as gôndolas dos supermercados", diz Saturnino. Para ganharem escala, seria preciso que agricultores juntassem a sua produção, assim como é feito pelas cooperativas, por exemplo. Um outro gargalo, segundo Saturnino, é que muitos deles não têm tecnologias básicas, como fertirrigação, por exemplo, para poderem produzir melhor. "Então, vai demandar um tempo ainda para conseguirmos resolver essas questões e ganharmos a confiança das grandes redes", diz Saturnino, acrescentando que, neste caso, os problemas seriam resolvidos com maior atenção de políticas públicas. Agricultura familiar produz quase metade do milho, frango e leite no Brasil Veja mais vídeos da indústria-riqueza do país Initial plugin text

Para quem não faz parte do Bolsa Família, pagamentos da sexta parcela começam a ser liberados a partir de 21 de setembro. Caixa também libera nesta sexta os saques da quinta parcela para nascidos em novembro. A Caixa Econômica Federal (Caixa) começa a pagar nesta sexta-feira (17) a sexta parcela do Auxílio Emergencial aos beneficiários do Bolsa Família com NIS. Os primeiros a receber, já nesta sexta, são aqueles que têm NIS encerrado em 1. Também nesta sexta, a Caixa libera os saques e transferências da quinta parcela aos beneficiários que não fazem parte do Bolsa Família nascidos em novembro, que receberam a parcela em poupança social digital no dia 29 de agosto. Para este público, os pagamentos da sexta parcela começarão em 21 de setembro. Para os trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, os pagamentos são feitos da mesma forma que o benefício original. Para os demais, os recursos serão depositados em poupança social digital da Caixa, e estarão disponíveis inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber a 6ª parcela serão liberados a partir de outubro. Veja perguntas e respostas Veja o calendário completo Saiba como contestar se você teve o beneficio negado Beneficiário precisa estar com o CPF regular; saiba como fazer SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Auxílio emergencial 2021: regras da prorrogação Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/ VEJA QUEM RECEBE E QUEM PODE SACAR A PARTIR DESTA SEXTA: beneficiários do Bolsa Família com NIS encerrado em 1; trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família, nascidos em novembro. A Caixa lembra que os recursos também podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem e na rede lotérica de todo o país. Como realizar o saque Para sacar o dinheiro, é preciso fazer o login no aplicativo Caixa Tem, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”. Depois, o trabalhador deve inserir a senha para visualizar o código de saque na tela do celular, com validade de uma hora. O código deve ser utilizado para saque em dinheiro nas agências, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui. As agências da Caixa abrem de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h. Não é preciso madrugar ou chegar antes do horário de abertura. Todas as pessoas que procurarem atendimento durante o horário de funcionamento serão atendidas. Continua disponível aos beneficiários a opção de utilização dos recursos creditados na poupança social digital para a realização de compras, por meio do cartão de débito virtual e QR Code, pagamento de boletos, contas de água, luz, telefone, entre outros serviços. Com o aplicativo Caixa Tem, também está disponível a funcionalidade para pagamentos sem cartão nas cerca de 13 mil unidades lotéricas do banco. Calendários de pagamento Segundo o governo, o novo calendário é o definitivo. O presidente Jair Bolsonaro afirmou que a ideia é não mais prorrogar o benefício após o pagamento da sétima parcela. Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial 2021 - beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Calendário atualizado de pagamentos do Auxílio Emergencial 2021 Economia G1 VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial e

Nesta quinta-feira (16), Jair Bolsonaro assinou decreto para elevar alíquota do imposto até o fim de 2021 para custear o novo Bolsa Família. Para pessoas físicas, o percentual vai passar de 3% para 4,08% ao ano. Cotação do dólar em relação ao dólar Reuters Nesta quinta-feira (16), o presidente Jair Bolsonaro assinou decreto para elevar, até o fim de 2021, a alíquota do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro (IOF). A informação foi divulgada pelo Palácio do Planalto. A medida propõe elevar a alíquota do IOF nas operações de crédito efetuadas por pessoas físicas e jurídicas. Para as pessoas jurídicas passa de 1,5% para 2,04% ao ano. Para pessoas físicas, de 3% para 4,08% ao ano. Bolsonaro assina decreto e eleva alíquota do IOF até dezembro para custear novo Bolsa Família De acordo com o governo, o ajuste permitirá uma arrecadação extra de R$ 2,14 bilhões para custear o Auxílio Brasil, proposto pelo governo para substituir o Bolsa Família. A alta do IOF valerá para operações de crédito de pessoas físicas e de empresas. A mudança valerá entre a próxima segunda (20) e o dia 31 de dezembro. Bolsonaro assina decreto com aumento do IOF O que é? IOF é a sigla para Imposto sobre Operações Financeiras. Como o próprio nome diz, é um imposto cobrado sobre a maior parte das operações financeiras e serve para gerar receita para a União. Originalmente, foi criado para regular a economia. Por meio dele, o governo consegue analisar a demanda de crédito da economia do país, em uma espécie de termômetro sobre a oferta e a demanda. Quem paga? O imposto é cobrado de pessoas físicas e jurídicas (empresas) em alguns tipos de operação (veja abaixo). Onde é cobrado? O IOF é cobrado em operações de crédito, como empréstimos, câmbio, seguro ou operações relacionadas a títulos ou valores mobiliários. O valor da alíquota varia de acordo com a operação. É importante destacar que em opções de parcelamento sem juros o imposto não é cobrado. Quais operações estão isentas? Estão isentas de IOF operações de financiamento imobiliário residencial, empréstimos em moeda estrangeira entre duas pessoas físicas e pagamento de dividendos a um investidor internacional.
Objetivo do Executivo é abrir espaço no Orçamento de 2022 para custear novo Bolsa Família. Despesa com sentenças passará de R$ 54,7 bilhões, neste ano, para R$ 89,1 bilhões em 2022. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (16) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que autoriza o governo federal a parcelar o pagamento dos precatórios. Na comissão, a proposta foi aprovada por 32 votos a 26 em uma sessão que se estendeu por mais de quatro horas. O texto ainda será analisado por uma comissão especial na Câmara antes de ir à votação em plenário. A PEC também terá que passar por votação no Senado. Precatórios são dívidas da União com pessoas físicas, jurídicas, estados e municípios reconhecidas em decisões judiciais definitivas, ou seja, que não são mais passíveis de recursos – e que devem ser pagas pelo governo. Até 2021, o governo vinha pagando integralmente os precatórios. Em 2022, no entanto, a despesa com sentenças judiciais passará de R$ 54,7 bilhões para R$ 89,1 bilhões -- o que, segundo a equipe econômica, inviabiliza o aumento do programa social. Especialistas alertam para riscos do parcelamento dos precatórios, as dívidas do governo que a Justiça mandou pagar O relator da PEC na comissão, deputado Darci de Matos (PSD-SC), apresentou parecer favorável à proposta enviada pelo governo federal. No texto, o relator defendeu que a PEC é constitucional e que o pagamento parcelado a partir do ano que vem respeita a segurança jurídica e a separação dos Poderes. “Não encontramos uma solução entre os Poderes da República que alcance a necessária responsabilidade fiscal exequível de pagamentos de precatórios, compatível e/ou adaptável aos diversos cenários econômicos e sociais vivenciados ao longo da nossa história”, argumentou.
Ministério da Economia elaborou projeto para cortar R$ 15,3 bilhões em subsídios em 2022. Maior parte já consta na reforma do Imposto de Renda – que ainda será votada no Senado. O governo federal "reaproveitou" cortes de benefícios fiscais aprovados pela Câmara dos Deputados na votação da reforma do Imposto de Renda, no início do mês, para chegar aos R$ 22,415 bilhões de redução anunciados nesta quinta-feira (16), e incluídos em um novo projeto enviado ao Congresso. Do valor total previsto no novo projeto, a maior parte (R$ 15,287 bilhões, ou quase 70%) já foi aprovada pelos deputados na reforma do IR de pessoas físicas e empresas. O texto que mexe no Imposto de Renda ainda precisa ser votado no Senado. A cifra total proposta, de R$ 22,415 bilhões, foi divulgada pelo Ministério da Economia pela manhã, mas a lista de cortes de benefícios e subsídios ainda não tinha sido anunciada. A Câmara incluiu esses cortes de subsídios no texto como forma de compensar a perda de arrecadação gerada pela redução do Imposto de Renda das empresas. Ao cortar benefícios, o governo eleva a arrecadação real. A lista de incentivos a serem cortados, de acordo com os dois projetos em tramitação, inclui: crédito presumido aos produtores e importadores de medicamentos; redução a zero das alíquotas de determinados produtos químicos e farmacêuticos; desoneração para termelétricas a gás natural e carvão mineral. Além dessas medidas, o plano de redução de subsídios enviado nesta quinta ao Congresso pelo governo federal propõe: não prorrogar incentivos fiscais que têm prazo determinado para acabar (7 que terminam em 2022, 4 em 2023, 8 em 2024 e um em 2025). revogar a redução de 70% do Imposto de Renda retido na fonte sobre remessas na aquisição de obras estrangeiras reduzir estimativas de renúncia fiscal com a redução do IPI na importação de autopeças (dos atuais R$ 667 milhões para R$ 469 milhões) Subsídios na mira Os benefícios fiscais, chamados de "gastos tributários" pela Receita Federal, são renúncias de receita, ou seja, a perda de arrecadação que o governo registra ao reduzir tributos com caráter "compensatório" ou "incentivador" para setores da economia e regiões do país. Para 2022, eles estão estimados em R$ 371 bilhões, ou 3,95% do Produto Interno Bruto (PIB). Veja abaixo os números de 2020: Subsídios do governo federal somam R$ 346,6 bi em 2020 Corte abaixo do previsto Aprovada em março, a PEC Emergencial fixou um objetivo para o governo: reduzir os benefícios tributários da União pela metade, ou seja, para 2% do PIB, em até oito anos. Técnicos da Receita Federal, no entanto, se basearam em um parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) para defender uma interpretação diferente, que derruba o corte dos 2% acima para apenas 0,06% do PIB – o que equivaleria a um corte de apenas R$ 4,21 bilhões em oito anos. Essa interpretação se baseia no fato de que a emenda à Constituição impediu corte de incentivos a zonas francas (como a de Manaus), a instituições de filantropia, a fundos constitucionais, para produtos da cesta básica e para bolsas de estudos destinadas a estudantes de cursos superiores. O parecer da AGU defendeu, então, que o cálculo de redução dos subsídios a partir da PEC Emergencial deveria levar em conta apenas os cortes permitidos – e não, o valor global de subsídios, benefícios e isenções que o governo mantém atualmente. Técnicos ligados ao Congresso criticam, reservadamente, a interpretação da AGU. Eles defendem que, na época da aprovação da PEC Emergencial, o entendimento majoritário era de que o corte de incentivos fiscais federais deveria chegar a 2% do PIB. Impacto fiscal Com a revogação de incentivos fiscais prevista na reforma do IR, o governo federal espera economizar R$ 15,287 bilhões já em 2022. Já os demais cortes sugeridos no plano devem poupar gasto da ordem de R$ 7,128 bilhões até 2029. Ao todo, a economia prevista pelo governo é de R$ 22,415 bilhões até 2029.
Setor gera empregos e ajuda a manter as tradições culturais no campo. Agricultura familiar produz quase metade do milho, frango e leite no Brasil Uma boa quantidade dos alimentos que chegam na mesa dos brasileiros vem do que as famílias cultivam no campo. É quase metade da produção de milho, frango, leite e boa parte do arroz e feijão. Série do G1 mostra a origem dos alimentos consumidos no país De toda a renda gerada no campo, 23% vão para os agricultores familiares. São pequenos produtores que também adotam novas tecnologias e conquistam o mercado no exterior através de suas associações e cooperativas. A agricultura familiar gera empregos e ajuda a manter as tradições culturais no campo. Agricultura familiar é Agro. Agro é tech. Agro é pop. Agro é tudo. Está na Globo. Vídeos: Agro: A indústria-riqueza do Brasil

Acompanhando a subida da Selic, alta de quase 1 ponto percentual foi verificada em linhas tradicionais do Banco do Brasil, Santander, Bradesco e Itaú. Caixa anunciou redução de taxas atreladas à poupança nesta quinta-feira (16). Imóveis em Uberaba, Minas Gerais Reprodução/TV Integração A Caixa Econômica Federal (CEF) anunciou nesta quinta-feira (16) a redução da taxa de juros do crédito imobiliário atrelado ao rendimento da poupança. O Itaú já havia reduzido os juros da mesma linha na quarta-feira (15). Caixa anuncia redução da taxa do crédito imobiliário com juro atrelado à poupança Preços dos imóveis residenciais sobem em agosto e acumulam avanço de 5,27% em 12 meses Crédito imobiliário recua em julho ante junho, mas acumula salto de 113,8% no ano Lançamentos de imóveis crescem 115% no 2º trimestre, diz CBIC Veja as taxas dos principais bancos O Itaú reajustou suas taxas para o crédito imobiliário nesta quarta-feira (15): o crédito tradicional (pré-fixado) passou de 7,3% ao ano mais TR para 8,3% ao ano mais TR, enquanto a modalidade com juros da poupança (pós-fixado) teve redução e foi de 3,95% ao ano para 3,45%. No início do mês, o Santander elevou a sua taxa de 7,99% ao ano mais TR para 8,99% mais TR. O Banco do Brasil também aumentou suas taxas este mês: em agosto, o crédito tradicional era de 6,55% ao ano mais TR, agora está partem de 6,85% ao ano mais TR. O Bradesco, por sua vez, divulgou que os juros para crédito imobiliário tradicional estão a partir de 8,50% ao ano mais TR. Em reportagem publicada pelo G1 no início de agosto, o banco informou cobrar a partir de 6,9% ao ano mais TR. Na linha tradicional, a Caixa manteve os juros do crédito inalterados: ainda em 7% ao ano mais TR. Vale lembrar que as taxas anunciadas pelos bancos são as mínimas, e que, para conseguir juros mais baixos, o tomador do crédito precisa quase sempre aceitar uma série de condições. O nível e o tempo de relacionamento com o banco, valor do imóvel, bem como o perfil e renda do consumidor são fatores que também costumam influenciar diretamente as taxas de juros de um financiamento. Assim, é importante que o tomador do crédito pesquise entre os bancos qual oferece a menor taxa para o seu perfil. Além da taxa de juros, devem ser considerados também os seguros obrigatórios, o sistema de amortização utilizado (SAC ou Tabela Price), além do pacote de serviços exigidos pelo banco para garantir a taxa ofertada. Comparativo de juros para financiamento de imóveis em setembro G1 Expectativa de novas altas Com a expectativa de novos aumentos da taxa básica de juros, a Selic, e das taxas de longo prazo, o crédito imobiliário deve ficar um pouco mais caro até o final do ano. Especialistas afirmam que o cenário ainda permanece favorável para financiar um imóvel, já que as taxas devem continuar subindo — uma vez que a curva de juros futuros está apontando para cima. Na avaliação de Tiago Galdino, diretor financeiro do Imovelweb, a janela de oportunidades para financiamentos não se fechou ainda, mas está se fechando. E a prova disso está no aumento das taxas de financiamento pelo bancos. "Enquanto a Selic estiver dentro da margem de 6% ao ano, os repasses serão tímidos. Mas se ela chegar a 7%, poderemos ter aumentos relevantes", afirmou Galdino. Financiamento com recursos com poupança Os financiamentos imobiliários com recursos da poupança (SBPE) somaram R$ 18,79 bilhões em julho, de acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). O montante ficou 4,4% abaixo do registrado em junho, mas ainda representou um crescimento de 73,6% em relação a julho do ano passado, quando a economia do país foi mais afetada pelas medidas de isolamento social contra a Covid-19. Nos primeiros 7 meses de 2021, o montante financiado somou R$ 115,83 bilhões, alta de 113,8% em relação a igual período de 2020. No ano, foram financiados um total de 499,12 mil imóveis, resultado 152,7% superior ao de igual período do ano passado. Nos 12 meses até julho de 2021, o volume financiado com recursos do SBPE somou R$ 185,64 bilhões, aumento de 100,8% em relação ao período anterior. Financiamento imobiliário com recursos da poupança - junho/21 Economia G1 Crédito imobiliário saltou nos últimos 12 meses Dados da Abecip mostram um forte crescimento do crédito imobiliário no país. Os financiamentos com recursos das cadernetas de poupança somaram R$ 19,66 bilhões em junho, um salto de 112,1% na comparação com junho do ano passado e o maior volume nominal mensal da série histórica iniciada em 1994. No acumulado de 2021, o montante totalizou R$ 97 bilhões, alta de 123,9% na comparação interanual. Já no acumulado em 12 meses, foram R$ 177,67 bilhões, alta de 101,1%. A Caixa se mantém na liderança do setor, com R$ 37,4 bilhões financiados no ano nas modalidades construção e aquisição. O Itaú está em segundo lugar, com R$ 25,5 bilhões, e o Bradesco apareceu em terceiro, com R$ 17,8 bilhões, segundo balanço da Abecip.
Mudança vai gerar arrecadação adicional de R$ 2,14 bilhões para pagar novo valor de benefício, diz governo. Bolsonaro assina decreto com aumento do IOF O presidente Jair Bolsonaro assinou decreto para elevar, até o fim de 2021, a alíquota do IOF –Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários. O dinheiro arrecadado será usado para custear o Auxílio Brasil, programa proposto pelo governo para substituir o Bolsa Família. IOF: o que é o imposto e quem paga A informação foi divulgada pelo Palácio do Planalto. Ao definir a mudança por decreto, Bolsonaro evita que o tema seja analisado pelo Congresso Nacional. Segundo o governo, a alta do IOF valerá para operações de crédito de pessoas físicas e de empresas. A mudança vigorará entre a próxima segunda (20) e o dia 31 de dezembro. O IOF é apurado diariamente. Pelas regras atualmente em vigência, a cobrança máxima do tributo é de 3% ao ano para pessoa jurídica e de 6% para pessoa física. De acordo com informações do Ministério da Economia, as novas alíquotas serão as seguintes: NOVAS ALÍQUOTAS DO IOF Motivos Em nota, o Ministério da Economia informou que a medida de elevar o IOF compensará o acréscimo de R$ 1,62 bilhão previsto com a criação do Auxílio Brasil. "A decisão foi tomada em razão da observância das regras fiscais. Apesar de arrecadação recorde, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) determina que é necessária a indicação de fonte para o aumento de despesa obrigatória. A instituição do programa social Auxílio Brasil, acarretará um acréscimo na despesa obrigatória de caráter continuado em R$ 1,62 bilhão neste ano", diz o texto da nota. Para 2022, a intenção é financiar o programa com a recriação do imposto de renda sobre lucros e dividendos, proposta que tramita no Senado. Sardenberg sobre aumento no IOF: ‘É ruim para uma economia que precisa de mais crédito para crescer’ "A arrecadação obtida com a medida custeará ainda as propostas de redução a zero da alíquota da contribuição para o PIS/Cofins incidente na importação de milho, com impacto de R$ 66,47 milhões no ano de 2021 e o aumento do valor da cota de importação pelo CNPq, que acarreta renúncia fiscal no valor de R$ 236,49 milhões no ano de 2021", informou a Economia. Auxílio Brasil De acordo com o governo, a alta do IOF permitirá uma arrecadação extra de R$ 2,14 bilhões para custear o novo Bolsa Família. Bolsonaro já enviou uma medida provisória sobre o novo programa ao Congresso, mas ainda não divulgou qual será o valor das parcelas pagas aos beneficiários. A implementação do Auxílio Brasil em 2021, no entanto, deve custar mais que os R$ 2,14 bilhões a serem arrecadados com o IOF. Em agosto, o secretário especial do Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Bruno Funchal, projetou custo adicional de R$ 26 bilhões a R$ 28 bilhões para o programa em 2022 – entre R$ 2,17 e R$ 2,33 bilhões mensais. "A medida irá beneficiar diretamente cerca de 17 milhões de famílias e é destinada a mitigar parte dos efeitos econômicos danosos causados pela pandemia", diz material divulgado pela Secretaria-Geral da Presidência da República. VÍDEO: Veja as diferenças entre o Bolsa Família e o Auxílio Brasil IOF zerado em 2020 Entre abril e dezembro de 2020, motivado pelo impacto inicial da pandemia de Covid na economia brasileira, o governo zerou a alíquota do IOF até o fim do ano. Desde 1º de janeiro deste ano, no entanto, a cobrança foi retomada – o que encarece a tomada de empréstimos.
Parecer do Ministério da Economia afirma que revogação do tributo reduziu evasão fiscal e teve apoio das pastas de Justiça e Defesa. Ação do PSB pede que tributação seja retomada. O Ministério da Economia enviou parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) afirmando que a resolução da Câmara de Comércio Exterior (Camex) que revogou o imposto de exportação de armas e munição para América do Sul e América Central reduziu a evasão fiscal. De acordo com o governo, a medida definida pela Camex em julho também teve o efeito de diminuir a quantidade de armas e munição ilegal no Brasil. O ministério prestou informações ao STF em uma ação do PSB que pede a suspensão da resolução. Segundo o partido, há 20 anos o tributo "tem sido um importante e efetivo instrumento de segurança pública e de repressão ao crime organizado, o que é comprovado por estudos técnico-científicos". A norma da Camex torna sem efeitos outras duas resoluções que estabeleciam alíquota de 150% sobre a exportação do produto para países destas regiões. Esse tributo foi criado em 2001 com o objetivo de evitar o chamado "efeito bumerangue", pelo qual armas voltariam ao Brasil por meio de mercado clandestino. Veja no vídeo abaixo: Fim de imposto pode facilitar acesso de criminosos a armas; entenda O que diz o governo Ao Supremo, o ministério afirmou que não se sustenta a alegação de que a resolução configura retrocesso em matéria de direitos fundamentais, especificamente no que se refere à vida e à segurança dos cidadãos. O texto cita que o ministério recebeu várias demandas para reformular resoluções anteriores, como da Taurus Armas, e que fez consultas aos ministérios da Defesa e da Justiça, que não se opuseram a alterações. “Dessa forma, foi editada a Resolução Gecex n° 218, de 14 de julho de 2021, revogando as resoluções que dispunham sobre a aplicação de Imposto de Exportação de armas e munições. Deste modo, foi extinta a previsão da incidência de imposto à alíquota de 150% sobre a exportação de armamentos para países da América do Sul e da América Central”. O Ministério da Defesa afirma que “não é possível correlacionar a proibição nas exportações com qualquer alteração nos quantitativos de armas e munições introduzidos ilegalmente no território nacional, o imposto de importação não apresentou o efeito desejado. O Brasil desenvolveu sistema de rastreamento eficaz que permite punir os infratores coibindo o comércio ilegal de armas”. O parecer defende ainda que “a cobrança do imposto é contraditória com a Estratégia Nacional de Defesa, a qual elencou o incentivo à obtenção de mercado externo como uma das formas de melhorar a competitividade e a capacidade produtiva da BID [Base Industrial de Defesa]. Além disto, a restrição às exportações se dá justamente para os países nos quais o Brasil seria um fornecedor natural, pela proximidade geográfica”. De acordo com o governo, existe um controle administrativo das exportações de armas e munições, independente das alíquotas do imposto de exportação. “Dessa forma, entendendo que o tributo não seja considerado a forma mais efetiva para perseguir os referidos objetivos de segurança pública e/ou defesa, recomendou-se a retirada do Imposto de Exportação, de modo a restabelecer as condições de competitividade do produto nacional nos mercados dos países afetados pela medida”, diz o ministério.


Taxa cobrada a partir de sábado (18) será de 2,95% ao ano, somada à remuneração da poupança. Itaú realizou movimento nesta quarta-feira (15). Pedro Guimarães em coletiva nesta quinta-feira reprodução A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quinta-feira (16) a redução de 0,4 ponto percentual na taxa de juros da linha de crédito imobiliário atrelada à poupança. De acordo com o banco, a partir de 18 de outubro, será possível contratar financiamento pela modalidade com juros a partir de 2,95% ao ano, somadas à remuneração da caderneta. De acordo com Pedro Guimarães, a redução foi possível por que a Caixa registrou aumento de lucro que a Caixa registrou R$ 300 bilhões contratados na atual gestão e segue como o maior financiador da casa própria no país, com 67,1% de participação do mercado. Veja os juros do crédito imobiliário cobrados pelos principais bancos Em agosto de 2021, foram R$ 14,01 bilhões em novos contratos, sendo o mês de maior contratação da história da Caixa. Na coletiva, Guimarães afirmou que o banco tem mais de R$ 200 bilhões em títulos públicos, que remuneram a Selic. Por este motivo, quanto maior a taxa básica de juros, maior o ganho do banco, disse. "Nos vamos reduzir o spread (diferença entre o preço de compra e venda de uma ação ou título), especificamente na linha de poupança", garantiu. Vale destacar que a Caixa não foi a pioneira na redução na linha de crédito com juros da poupança. O Itaú anunciou que a modalidade foi de 3,95% ao ano para 3,45% na última quarta-feira (15). Governo revê para cima projeção de inflação, e salário mínimo em 2022 pode subir para R$ 1.192 Governo mantém em 5,3% estimativa de crescimento do PIB em 2021 e vê inflação mais alta Governo anuncia mudanças no programa habitacional Casa Verde e Amarela Crédito imobiliário recua em julho ante junho, mas acumula salto de 113,8% no ano A decisão ocorre no momento em que o Banco Central tenta frear o alta da inflação com o aumento da Selic. Na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) da próxima quarta-feira (22), o BC de elevar a Selic para 6,25% ao ano. Atualmente, ela está em 5,25%. Conta Certa: veja cuidados na hora de fazer financiamento imobiliário A alta na Selic, no entanto, também deve encarecer a linha de crédito reduzida pela Caixa neste terça: isso acontece porque o rendimento da poupança também é atrelado à taxa básica de juros. Nesta segunda-feira (13), o boletim Focus indicou que o mercado financeiro continua aumentando suas previsões para a inflação neste ano, para 8%, e 2022, para 4,03%. O Banco Central iniciou em março um ciclo de aperto nos juros básicos, elevando a Selic da mínima histórica de 2% para o patamar atual de 5,25% ao ano. Na próxima semana o Comitê de Política Monetária se reúne novamente, sendo que as sinalizações mais recentes do BC apontavam para novo aumento de 1 ponto percentual nos juros, tal qual promovido em agosto. Sobre o programa para os profissionais de segurança pública, o Habite Seguro, Guimarães pontuou que a Caixa irá direcionar 5 bilhões de reais para esses empréstimos nos próximos quatro meses, mas que poderá elevar esse montante para de R$ 10 a 15 bilhões se houver demanda. Segundo a Secretaria-Geral da Presidência da República, o Habite Seguro "permitirá a contratação de cotas de crédito imobiliário com condições e regras específicas destinadas ao público-alvo, além de prever outros benefícios correlatos que lhes possibilitam o acesso a imóveis com melhores condições de habitabilidade". O programa será destinado a policiais, bombeiros, agentes penitenciários, peritos e guardas municipais. O presidente Jair Bolsonaro tem entre os profissionais de segurança pública uma das suas mais importantes bases de apoio político.
Ministério de Minas e Energia não informou quando solicitação foi feita e nem se há prazo para conclusão. Horário de verão foi extinto pelo próprio governo Bolsonaro em 2019. Governo pede novos estudos sobre horário de verão O Ministério de Minas e Energia pediu ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) um novo estudo sobre o horário de verão diante da "atual conjuntura de escassez hídrica". O mecanismo de adiantar uma hora nos relógios para aproveitar os dias mais longos foi extinto pelo próprio governo Bolsonaro em 2019. O governo não informou quando a pesquisa foi solicitada, e nem se há prazo definido para a entrega das conclusões. "Recentemente, o MME solicitou ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) que reexaminasse a questão [do horário de verão] à luz da atual conjuntura de escassez hídrica, considerando os estudos já realizados", informou o ministério em nota enviada ao jornal "Folha de S. Paulo" e confirmada pelo G1. Na nota, o ministério reafirma a sua posição de que a contribuição do horário de verão é "limitada", não tendo identificado, até o momento, que o retorno do programa traria benefícios para redução do consumo de energia no período de pico de demanda. "Neste sentido, a contribuição do horário de verão é limitada, tendo em vista que, nos últimos anos, houve mudanças no hábito de consumo de energia da população, deslocando o maior consumo diário de energia para o período diurno. Assim, no momento, o MME não identificou que a aplicação do horário de verão traga benefícios para redução da demanda", diz o ministério. O Operador Nacional do Sistema Elétrico afirmou ao G1 que, por se tratar de um programa do governo federal, apenas o Ministério de Minas e Energia pode comentar esse assunto. LEIA TAMBÉM Crise hídrica: os motivos por trás dos apelos pela volta do horário de verão Horário de verão: associações empresariais pedem retorno da medida Inflação geral: por que está tudo tão caro no Brasil? Conta de luz: confira 10 dicas para economizar energia elétrica Estudo aponta economia O Instituto Clima e Sociedade (iCS) divulgou um estudo neste mês mostrando que a economia de energia com o horário de verão seria de "2% a 3% no consumo dos meses de verão". Se tivesse sido adotado no verão passado, o horário de verão teria economizado 2.500 a 3.800 gigawatt-hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, segundo estimativa do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) divulgada pelo Instituto Clima e Sociedade. Associações empresariais já enviaram carta ao governo pedindo o retorno do horário de verão, pois afirmam que o programa traz benefícios aos negócios. O decreto que revogou o horário de verão foi assinado pelo presidente Jair Bolsonaro em abril de 2019. Na época, o governo disse que a mudança de horário não trazia economia significante de energia e mexia com o relógio biológico das pessoas. Crise energética: especialistas avaliam que governo demorou para tomar medidas Horário de verão No Brasil, o horário de verão foi instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932, pelo então Presidente Getúlio Vargas. Sua versão de estreia durou quase seis meses, vigorando de 3 de outubro de 1931 a 31 de março de 1932. No verão seguinte, a medida foi novamente adotada, mas, depois, começou a ser em períodos não consecutivos. Primeiro, entre 1949 e 1953, depois, de 1963 a 1968, voltando em 1985 até 2019. O período de vigência do horário de verão era variável, mas, em média, dura 120 dias. Em 2008, o horário de verão passou a ter caráter permanente. No mundo, o horário diferenciado é adotado em 70 países - atingindo cerca de um quarto da população mundial. O horário de verão é adotado em países como Canadá, Austrália, Groelândia, México, Nova Zelândia, Chile, Paraguai e Uruguai. Rússia, China e Japão, por exemplo, não implementam esta medida.

Plantações ajudam motoristas a alimentar famílias, mas não geram renda. Sem clientes, taxistas não conseguiram arcar com os custos dos carros. Taxistas da Tailândia montam hortas no teto dos carros AP Photo/Sakchai Lalit Taxistas tailandeses decidiram transformar seus carros em pequenas hortas após a baixa oferta por clientes durante o isolamento social devido a pandemia do coronavírus. As plantações foram feitas esta semana por trabalhadores de duas cooperativas de táxi. Os jardins foram montados usando sacos de lixo estendidos sobre armações de bambu. No topo, os motoristas adicionaram terra e plantaram variedade de cultivos, como o tomate, pepino e vagem. Horta em casa: como começar? O resultado parece mais uma instalação de arte atraente do que um estacionamento, e isso é um dos objetivos: chamar a atenção para a situação dos motoristas de táxi e operadores que foram gravemente atingidos por medidas de bloqueio por cauda do coronavírus. As cooperativas Ratchapruk e Bovorn Taxi agora têm apenas 500 carros restantes nas ruas de Bangkok, com 2.500 parados em uma série de locais da cidade, de acordo com o executivo de 54 anos Thapakorn Assawalertkul. Taxistas tailandeses plantam tomate, pepino e outros cultivos no teto dos carros AP Photo/Sakchai Lalit Como fazer compostagem em casa: veja dicas para começar Sem renda Com as ruas de Bangkok, capital da Tailândia, sem movimentação até recentemente, havia muita competição por poucos passageiros, resultando em uma queda na renda dos motoristas. Muitos agora não podem fazer os pagamentos diários dos veículos, mesmo depois que a cobrança foi reduzida para 300 baht ($ 9,09), disse Thapakorn. Então eles foram embora, deixando os carros em longas filas. Alguns motoristas entregaram seus carros e voltaram para suas casas nas áreas rurais quando a pandemia teve seu auge pela primeira vez em 2020 porque estavam com muito medo, relatou. Depois, com a segunda onda, desistiram do trabalho e devolveram seus carros. “Alguns deixaram seus carros em lugares como postos de gasolina e nos chamaram para pega-los”, lembrou Thapakorn. De mil plantas no apartamento a 'floresta' na comunidade: como é a vida dos donos de 'urban jungle' Plantações ajudam taxistas a alimentar suas famílias AP Photo/Sakchai Lalit Com novos surtos do vírus este ano, as cooperativas perderam ainda mais trabalhadores, pois milhares de carros foram entregues por seus motoristas, diz. As novas infecções na Tailândia atingiram pouco menos de 15.000 nos últimos dias, após ter um pico acima de 23.400 em meados de agosto. O governo espera que o país esteja se recuperando dessa onda, que tem sido a mais letal até agora, sendo responsável por 97% do total de casos do país e mais de 99% de suas mortes. No total, a Tailândia confirmou 1,4 milhão de casos e mais de 14.000 mortes. Protestos na Tailândia pedem renúncia do governo; manifestantes criticam condução do país durante a pandemia A situação deixou as empresas de táxi em perigo financeiro, lutando para pagar os empréstimos na compra de suas frotas. As cooperativas Ratchapruk e Bovorn devem cerca de 2 bilhões de baht (US$ 60,8 milhões), disse Thapakorn. O governo até agora não ofereceu nenhum apoio financeiro direto. “Se não tivermos ajuda em breve, teremos problemas reais”, disse ele à Associated Press na quinta-feira (16) Jardins são feitos com lona preta e terra. AP Photo/Sakchai Lalit Os jardins dos táxis não oferecem um fluxo de receita alternativa. Os funcionários das cooperativas, que deveriam aceitar cortes de salários, agora se revezam no cuidado das hortas recém-construídas. “A horta é tanto um ato de protesto quanto uma forma de alimentar minha equipe durante este período difícil”, disse Thapakorn. “A Tailândia passou por turbulências políticas por muitos anos e uma grande enchente em 2011, mas os negócios nunca foram tão terríveis.” Vídeos: tudo sobre agronegócios

Especialistas consultados pelo G1 sugerem que se busque um acordo extrajudicial, substituindo temporariamente a correção do contrato pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M). Na Credlar é possível adquirir uma casa própria com parcelas no valor de uma aluguel. Pixabay Mesmo com uma sutil desaceleração em agosto, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) segue acima dos 30% na janela de 12 meses. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), que faz a medição do indicador, o mês de agosto acumulou alta de 31,12% nesse intervalo. O indexador é conhecido como "inflação do aluguel" porque está presente na maior parte dos contratos de locação que se firmam no país. Mas o real desvalorizado criou uma distorção grande no IGP-M, que que é composto também por preços do atacado, como milho, soja e outras commodities. Já os salários de quem paga aluguel sofrem correção pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que — apesar de estar em alta — colhe valorização mais modesta, de 9,68%. Para evitar um reajuste impossível de pagar, epecialistas ouvidos pelo podcast Educação Financeira sugerem que os inquilinos tentem primeiro uma negociação extrajudicial com o proprietário do imóvel. OUÇA O EPISÓDIO ABAIXO O professor de finanças da FGV Henrique Castro afirma que uma excelente tática de negociação é chegar para a conversa com uma proposta já definida e bem argumentada. Do ponto de vista financeiro, ele afirma que as despesas com moradia não devem passar de 30% do faturamento mensal. "Temos uma série de despesas fixas que são difíceis de cortar e o aluguel é uma delas. Não dá para pagar menos aluguel de uma hora para outra, o que pode causar inconvenientes como mudança de bairro e de escola das crianças em um momento de aperto", disse Castro ao Educação Financeira. Abaixo, alguns critérios que precisam ser observados. Dicas para negociar o aluguel Compare o valor do seu aluguel com o de imóveis vizinhos. Reúna documentos que comprovem seu ajuste de renda no período. Reforce que você é um bom pagador e cuida do imóvel. Se tiver condições, verifique se é possível gerar descontos para pagamento adiantado. Apresente outros indexadores para reajuste do aluguel ao proprietário, como o IPCA. Sugira um valor de aluguel justo que não comprometa demais a sua renda. Mostre como pretende pagar o aluguel proposto em dia por, pelo menos, um ano. Castro lembra também que é importante o inquilino estar disposto a ouvir os argumentos do proprietário para que não haja conflito. "A renda dessas pessoas está associada ao aluguel que recebem. Os dois lados estão interessados que a negociação chegue a bons termos", diz ele ao podcast. IGP-M: ‘inflação do aluguel’ só cresce desde 2020 Alternativas judiciais O professor William Santos Ferreira, do direito da PUC-SP, afirma que inquilinos têm duas principais alternativas para judicializar um possível aumento abusivo de valor do aluguel. A primeira delas é a revisional de aluguel. Com base no artigo 19 da lei 8.245/91, "não havendo acordo, o locador ou locatário, após três anos de vigência do contrato ou do acordo anteriormente realizado, poderão pedir revisão judicial do aluguel, a fim de ajustá-lo ao preço de mercado". Aqui, contudo, vale atenção especial à menção ao "preço de mercado". Uma contestação só teria sucesso se o valor de mercado daquele imóvel ultrapassar a média da vizinhança. "Mesmo se o aumento for considerável, o inquilino terá poucas chances no Judiciário se o valor do aluguel desse imóvel estiver muito defasado, muito abaixo dos semelhantes", diz Santos Ferreira. Caso o contrato não tenha chegado aos três anos — isto é, passível de ser revisto — o inquilino pode pedir ao juiz que se reveja as cláusulas de reajuste por conta de "distorção emergencial". "Considerando a questão da pandemia, por exemplo, que houve uma fuga de proximidade entre os itens [IGP-M do IPCA], você pode propor uma discussão se há condições de uma renegociação por desproporção", diz o advogado. A questão é que, também nessas circunstâncias, vale a máxima do valor de mercado dos imóveis. Sem um salto acima da média, um ganho de causa é mais improvável.
Objetivo é tentar cumprir diretriz da PEC da Emergência Fiscal, aprovada em março deste ano, que prevê redução dos benefícios fiscais de 4% para 2% do PIB em oito anos. O Ministério da Economia anunciou nesta quinta-feira (16) que enviará um projeto de lei ao Congresso Nacional para cortar mais de R$ 22 bilhões em benefícios fiscais, sendo R$ 15 bilhões já no primeiro ano do novo plano, ou seja, em 2022. O governo ainda não detalhou quais benefícios serão cortados. Os benefícios fiscais, chamados de "gastos tributários" pela Receita Federal, são renúncias de receita, ou seja, a perda de arrecadação que o governo registra ao reduzir tributos com caráter "compensatório" ou "incentivador" para setores da economia e regiões do país. Para 2022, eles estão estimados em R$ 371 bilhões, ou 3,95% do Produto Interno Bruto (PIB). O Ministério da Economia apontou que a PEC Emergencial, aprovada em março deste ano pelo Congresso Nacional, fixa como objetivo, mas não como meta formal, reduzir os benefícios tributários pela metade, para 2% do PIB, em até oito anos. Câmara aprova em 2º turno texto-base da PEC que viabiliza retomada do auxílio emergencial Pelas regras da PEC emergencial, alguns benefícios não podem ser cortados. São eles: incentivos a zonas francas (como a de Manaus), a instituições de filantropia, a fundos constitucionais, para cestas básicas e para bolsas de estudos para estudantes de cursos superiores. "O projeto de lei hoje encaminhado remete a questão, agora, ao Poder Legislativo, a quem competirá, no exercício democrático de suas funções, a análise e o debate das medidas propostas pelo presidente da República", informou o Ministério da Economia. A redução dos benefícios fiscais, lembrou o Ministério da Economia, somente entrará em vigor após ser aprovada pelas duas Casas Legislativas e sancionadas pelo presidente da República. VÍDEOS: assista a mais notícias sobre economia

Indicador teve alta de 1,9% frente a agosto e de 7,2% na comparação com setembro do ano passado. Todavia, índice permanece, desde 2015, abaixo do nível de satisfação. Levantamento divulgdo nesta quinta-feira (16) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostram que, em setembro, o índice de Intenção de Consumo das Famílias (IFC) registrou alta pelo quarto mês seguido e atingiu o melhor resultado desde março. O índice alcançou 72,5 pontos, com crescimento de 1,9% frente a agosto, na série com ajuste sazonal. Na comparação com setembro do ano passado, quando marcou 67,6 pontos, a alta foi de 7,2%. Indicador alcançou, em setembro, o maior nível desde março deste ano, mas continua, desde abril de 2015, abaixo do nível de satisfação Reprodução/CNC Segundo o presidente da CNC, José Roberto Tadros, a trajetória de crescimento da intenção de consumo das famílias tem sido favorecida pela vacinação contra a Covid-19. Ele ponderou, porém, que recuperação econômica ainda não está garantida, o que impacta diretamente no comportamento do consumidor. "O cenário apresenta pontos vulneráveis, o que gera maior cautela das famílias. O aumento da inflação nos últimos meses reduziu o poder de compra dos consumidores, principalmente em itens duráveis, que obtiveram inflação acima do índice geral no último resultado", avaliou Tadros. Insatisfação permanente há mais de 6 anos Apesar da melhora do indicador, a CNC destacou que ele permanece, desde abril de 2015, abaixo do nível de satisfação (100 pontos). Na avaliação por faixa de renda, as famílias com ganhos acima de 10 salários mínimos revelaram nível de insatisfação de 90,1 pontos, com avanço de 1,4% ante agosto e de 16,9% em relação a setembro de 2020. Já para as famílias com renda abaixo de 10 salários mínimos, o indicador atingiu 68,8 pontos representando maior insatisfação por parte deste grupo. Esse resultado teve alta mensal de 2,1% e interanual de 4,6%, Perspectiva de consumo tem melhor resultado desde abril de 2020 Dentre os componentes do ICF, o principal destaque positivo foi o indicador de Perspectiva de Consumo, que alcançou o maior nível desde abril do ano passado. A maioria das famílias (50,2%) disse acreditar que vai consumir menos nos próximos três meses. Foi o menor percentual registrado desde abril do ano passado, quando ficou em 39,5%. Em agosto, ele ficou em 52,7%, enquanto em setembro do ano passado ele chegava a 58,6%. "A expectativa das famílias é que esse ambiente econômico mais positivo, percebido no curto prazo, se prolongue para o longo prazo. Tanto que Perspectiva de Consumo foi novamente o item com maior crescimento no mês e alcançou o maior nível desde maio de 2020", observa a economista da CNC responsável pela pesquisa, Catarina Carneiro da Silva. Outro indicador que apresentou o melhor resultado desde maio do ano passado foi o de Nível de Consumo Atual, com 55,7% das famílias considerando que estão consumindo menos que no ano passado – em agosto esse percentual era de 57,4%, enquanto em setembro do ano passado chegou a 61,9%. Em maio de 2020 esse percentual era de 53,3%. O único indicador que apresentou queda no mês foi o de Momento para Duráveis, que atingiu 43 pontos, com redução de 0,5% frente a agosto, mas com alta de 1,7% na comparação com setembro do ano passado. Ainda assim, foi a maior pontuação desde abril de 2021 (43,4 pontos). Emprego apresenta maior indicador da pesquisa O levantamento da CNC mostrou que também houve melhora nos indicadores relacionados a emprego e renda. As avaliações em relação à Renda Atual cresceram 0,7%, continuando a tendência apresentada nos três meses anteriores, enquanto na comparação anual houve aumento de 3,1%. Já o Emprego Atual teve crescimento mensal de 1,9%, também o quarto consecutivo e o mais intenso do período, e atingiu 89,5 pontos, maior nível desde março deste ano (90 pontos).

Maior parte aposta na recuperação da economia e das finanças pessoais a partir do próximo ano. A maior parte da população brasileira está pessimista e teme piora da situação econômica nos próximos seis meses, segundo levantamento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). A percepção é negativa tanto em relação ao desemprego quanto a poder de compra, inflação, custo de vida e taxa de juros. "Mesmo com a projeção de crescimento do PIB em 2021 entre 5% a 5,5%, o avanço da vacinação contra a Covid-19, e a flexibilização de boa parte das restrições impostas em todos os setores, a maioria da população permanece apreensiva", diz a entidade em nota. LEIA TAMBÉM: Preço do gás de cozinha sobe 5 vezes a inflação do ano e botijão chega a custar R$ 135; entenda os motivos da alta Comida, gasolina, conta de luz: por que está tudo tão caro no Brasil? Renda das famílias para consumo é a menor desde 2005 Impacto da pandemia e crise econômica é pior sobre os mais pobres, diz estudo De acordo com a pesquisa, 55% dos brasileiros não acreditam que a situação financeira pessoal se recupere ainda esse ano. Essa fatia era de 52% em junho. Mais de dois terços dos entrevistados (68%) estimam que a economia brasileira só deve dar sinais de melhora a partir do ano que vem. O percentual daqueles que acham que a economia não vai se recuperar passou de 9% em março para 15% em setembro. Expectativa de recuperação da situação financeira familiar Reprodução/Febraban A maioria dos brasileiros, no entanto, aposta na recuperação da economia e das finanças pessoais a partir do próximo ano. A pesquisa foi realizada com 3 mil entrevistados em todas as regiões do Brasil entre os dias 2 e 7 de setembro. Veja destaques da pesquisa: Numa projeção para os próximos seis meses: 76% apostam no aumento da taxa de juros 74% acreditam que a inflação e o custo de vida irão aumentar 54% preveem o aumento do desemprego 51% creem que o poder de compra das pessoas vai diminuir

Selecionadas passarão por uma mentoria. Após a capacitação, a empresa abre oportunidades para contratação imediata na equipe de tecnologia. Veja como participar. Startup Se Candidate, Mulher! e instituto de tecnologia Sidi abrem 150 vagas para programa de empregabilidade feminina em Campinas (SP). Mateus Campos Felipe/Unplash O programa de empregabilidade feminina da startup "Se Candidate, Mulher!" está com 150 vagas gratuitas abertas em Campinas (SP). O programa de mentoria é realizado em parceria com o SiDi, um instituto de ciência e tecnologia do Brasil. As inscrições devem ser feitas através do site até este domingo (19). Após a finalização do curso, a empresa terá oportunidades para contratação imediata. O objetivo é fazer com que as mulheres se sintam mais preparadas ao se candidatarem às vagas de emprego ou promoção que quiserem, como o processo seletivo da SiDi. Para participar do programa, de acordo com a fundadora da startup, Jhenyffer Coutinho, as candidatas precisam cumprir pelo menos 70% dos seguintes pré-requisitos: Disponibilidade para trabalhar em Campinas (SP), Experiência em testes de software em projetos pessoais ou de trabalho, Curso superior completo, Vivência em projetos de desenvolvimento ágil pessoais ou de trabalho, Conhecimento em automação de testes e ferramentas relacionadas (Appium, Selenium, JMeter, etc), Conhecimento em lógica e linguagens de programação (C#, Java, JavaScript, Python, etc). A empresa contrata em regime CLT, com horário flexível e banco de horas trimestral. A jornada é de 40h semanais. Veja alguns dos principais benefícios oferecidos: Vale Refeição e Vale Alimentação flexíveis, Gympass, Ginástica Laboral, Massagista e Apoio Psicológico, Convênio Médico e Odontológico para a funcionária e família, Auxílio creche até 4 anos, licença-maternidade de 120 dias. As selecionadas para o programa recebem via e-mail um link com o acesso às capacitações, feitas via Zoom. Elas terão aulas sobre síndrome do impostor e autoconhecimento, elaboração de currículo, LinkedIn, comunicação e oratória. As aulas têm o propósito de desenvolver habilidades técnicas e interpessoais auxiliando o desenvolvimento profissional da carreira das participantes. A mentoria conta com palestrantes como a orientadora profissional Ana Clara Paiva, a especialista em oratória Geórgia Lima, a fundadora da Se Candidate, Mulher! Jhenyffer Coutinho, entre outras mulheres que fazem parte do time do SiDi. Serviço Mentoria Se Candidate, Mulher! e SiDi Inscrições: online, até domingo (19) Resultado: segunda-feira (20) Aulas: de terça (21) a sábado (25). O link será enviado após a seleção. VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e região Veja mais oportunidades da região no G1 Campinas.
Solicitações seguem, no entanto, tendência de queda, um sinal de que os empregadores estão segurando os trabalhadores, apesar do receio com a variante delta do coronavírus . Nos Estados Unidos, os pedidos de seguro-desemprego subiram na semana passada, depois de atingirem a mínima na era pós-pandemia. Os pedidos novos de seguro-desemprego, um indicador de demissões, subiram para 332 mil na semana passada, informou o Departamento de Trabalho nesta quinta-feira (16). Na semana anterior, o total de pedidos chegou a 312 mil. A expectativa de economistas ouvidos pelo “The Wall Street Journal” era que nesta última semana as solicitações chegassem a 320 mil. Vendas no varejo dos EUA têm alta inesperada em agosto A média móvel de quatro semanas foi 335.750 pedidos, uma diminuição de 4.250 da média revisada da semana anterior. Esse é o nível mais baixo para essa média desde 14 de março de 2020, quando fechou em 225,5 mil pedidos. Apesar do aumento na relação mês a mês, os pedidos de seguro-desemprego seguem uma tendência de queda, um sinal de que os empregadores estão segurando os trabalhadores, apesar do receio com a variante delta, mais contagiosa, da covid-19.

Sete organizações vão usar recursos para produzir arroz, feijão, milho, laticínios, açúcar, entre outros. Produtora do MST, Alcinda Soares Ribeiro, no plantio de arroz orgânico da organização. Arquivo Pessoal. Sete cooperativas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) concluíram na noite de quarta-feira (15) a captação de R$ 17,5 milhões para financiar a produção de alimentos orgânicos e da agricultura familiar. Os recursos serão direcionados para diversos cultivos, como arroz, feijão, milho, laticínios, açúcar, entre outros, nos estados nos estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul (saiba mais no final da reportagem). DE ONDE VEM: MST tem a maior produção de arroz orgânico da América Latina Veja dicas de Educação Financeira Seca vai deixar alimentos ainda mais caros; entenda No total, foram 1.518 investidores que compraram Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA), modalidade de títulos de renda fixa que financia a produção no campo. Os investidores compraram os títulos a partir de R$ 100, com uma remuneração pré-fixada de 5,5% ao ano, que será paga com o lucro da produção das sete cooperativas do MST. O CRA do MST tem um prazo de 5 anos, o que significa que é só depois desse período que o investidor terá o resgate do dinheiro aplicado. Além disso, tem isenção de Imposto de Renda. Foi a primeira vez que o MST faz uma oferta pública no mercado de capitais, aberta a qualquer tipo de investidor. Mas não foi a sua estreia no mercado financeiro. Em maio de 2020, o grupo fez uma oferta restrita de CRA, ou seja, voltada apenas para investidores qualificados, que possuem patrimônio investido igual ou acima de R$ 1 milhão. A securitizadora responsável pela emissão dos papeis é a Gaia Impacto e os títulos foram disponibilizados aos investidores pela Terra Investimentos. Suspensão e retomada A oferta das sete cooperativas foi aberta no dia 27 de julho, mas chegou a ser suspensa três dias depois pela Comissão de Valores Imobiliários (CVM), órgão ligado ao Ministério da Economia. Na ocasião, a autarquia havia entendido que o documento não indicava que as cooperativas eram ligadas ao MST, "informações consideradas essenciais para que investidores tomassem as suas decisões". No dia 23 de agosto, porém, a CVM revogou a decisão, afirmando que "a irregularidade identificada foi sanada". Em resposta à suspensão no final de julho, a Gaia Impacto chegou a protocolar um novo prospecto mencionando que as cooperativas se identificam com o MST, que "não é um grupo econômico e não se enquadra tecnicamente em categorias jurídicas, sendo apenas definido como um movimento social". Conheça a seguir as sete cooperativas: Cooperativa de Comercialização e Reforma Agrária Avante (Coana) Estado: Paraná Famílias: 231 ativas e cerca de 1 mil envolvidas nas brigadas em assentamentos na região Produtos: leite, queijos, manteiga, requeijão, arroz, feijão, entre outros. Cooperativa de Produção, Industrialização e Comercialização Agropecuária dos Assentados e Agricultores Familiares da Região Nordeste do Estado de São Paulo (Coapar) Estado: São Paulo Famílias: 455 Produtos: leite, achocolatados, queijos, iogurtes, requeijão, hortifruti, feijão carioquinha, entre outros. Cooperativa Agroindustrial Ceres (Coopaceres) Estado: Mato Grosso do Sul Famílias: 39 Produtos: sementes não transgênicas de soja, milho, arroz, entre outras. Todas são certificadas pelo Ministério da Agricultura e Fundação Prosementes. Cooperativa Regional de Comercialização do Extremo Oeste (Cooperoeste) Estado: Santa Catarina Famílias: 1.700 Produtos: laticínios Cooperativa dos Trabalhadores Assentados da Região de Porto Alegre Ltda (Cootap) Estado: Rio Grande do Sul Famílias: 609 Produtos: arroz, sucos, geleias, entre outros. Cooperativa Agroindustrial de Produção e Comercialização Conquista (Copacon) Estado: Paraná Famílias: 350 Produtos: laticínios, arroz, feijão, milho, soja, hortaliças, frutas, sucos, geleias, entre outros Cooperativa de Produção Agropecuária Vitória (Copavi) Estado: Paraná Famílias: 138 Produtos: açúcar mascavo, cachaça, melado de cana, entre outros. VÍDEOS: mais sobre o agronegócio
Pedido foi feito ao Banco Central durante reunião. Entidade também sugere a possibilidade de fazer estorno de valores em transações realizadas para novas contas bancárias durante, pelo menos, 30 dias. O Procon-SP propôs ao Banco Central algumas medidas para evitar fraudes e aumentar a segurança no uso do PIX, durante reunião na terça-feira (15). A proposta é que o Banco Central apure qual o valor máximo utilizado pela maioria dos usuários da ferramenta e limite as movimentações a R$ 500 até que hajam mecanismos de segurança suficientes. PIX é o 2º meio de pagamento mais usado nas contas à vista, diz CNDL Outra sugestão é a possibilidade de fazer estorno de valores em transações realizadas para novas contas bancárias durante, pelo menos, 30 dias, até que se confirme que se trate de um cliente idôneo. “Nós reconhecemos os benefícios trazidos pelo PIX e entendemos que não se pode travar o avanço tecnológico, mas é preciso que a segurança do consumidor seja garantida”, explica Fernando Capez, diretor executivo do Procon-SP. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, é dever do fornecedor arcar com eventuais prejuízos decorrentes do serviço prestado. “Nós iremos responsabilizar os bancos pelas perdas que o consumidor sofrer com esses golpes”, afirma Capez. O G1 procurou o BC, mas ainda não teve resposta. Mais segurança O PIX é um mecanismo de transferência de recursos que opera em tempo real, 24 horas por dias. O sistema tem sido utilizado por criminosos para a prática de fraudes. Instituições financeiras pressionaram o Banco Central por mudanças que garantissem uma segurança maior do sistema e, no final de agosto, a instituição anunciou um conjunto de medidas para tornar o uso do PIX mais seguro. Entre as mudanças, está o estabelecimento de um limite de R$ 1 mil para transferências realizadas entre pessoas físicas no período noturno. Entenda como mandar e receber dinheiro pelo Pix As principais mudanças anunciadas em 27 de agosto são: estabelecer o limite de R$ 1.000,00 para soma das operações realizadas entre pessoas físicas (incluindo MEIs) utilizando meios de pagamento em arranjos de transferência no período noturno (das 20 horas às 6 horas), incluindo transferências dos tipos: intrabancárias, PIX, cartões de débito e liquidação de TEDs; oferecer aos clientes a possibilidade de reduzir ou aumentar os limites do sistema PIX para os períodos diurno e noturno; A redução terá efeito imediato, enquanto que o aumento levará de 24 a 48 horas para ser efetivado. determinar que as instituições ofertem funcionalidade que permita aos usuários cadastrar previamente contas que poderão receber Pix acima dos limites estabelecidos; estabelecer prazo mínimo de 24h para que o cadastramento prévio de contas por canal digital produza efeitos, impedindo o cadastramento imediato em situação de risco; estabelecer o prazo mínimo de 24 horas e máximo de 48 horas para a efetivação de pedido de aumento de limites de transações com meios de pagamento feito usuário por canal digital, (TED, DOC, transferências intrabancárias, PIX, boleto, e cartão de débito); permitir que os participantes do PIX retenham uma transação por 30 minutos durante o dia ou por 60 minutos durante a noite para a análise de risco da operação; e exigir histórico comportamental e de crédito para que empresas possam antecipar recebíveis de cartões com pagamento no mesmo dia. Além disso, o Banco Central também vai determinar que os usuários do PIX compartilhem com autoridades de segurança pública as informações sobre transações suspeitas de envolvimento com atividades criminosas. Também vai exigir das instituições reguladas controles adicionais sobre fraudes.
É a primeira vez que uma nave só com civis atinge a órbita da Terra. Tripulação passará 3 dias dando voltas ao redor do planeta. SpaceX no espaço: empresa de Elon Musk faz voo orbital É a primeira vez que uma nave só com civis atinge a órbita da Terra. Tripulação passará 3 dias dando voltas ao redor do planeta. O foguete Falcon 9, da SpaceX, decolou na noite de quarta (15) para o 1º voo orbital só com tripulantes civis. Veja vídeos e fotos. A missão dará voltas ao redor da Terra por 3 dias, antes de retornar. Conheça os detalhes. São 4 pessoas a bordo, entre elas o bilionário Jared Isaacman. Saiba quem está lá. Elon Musk, dono da SpaceX e também da Tesla, não viajou. O voo orbital é mais longo e diferente dos que fizeram os bilionários Jeff Bezos e Richard Branson. Entenda

Nesta quinta-feira (16), o Ibovespa recuou 1,10%, a 113.794 pontos. ista do painel de investimentos da Bolsa do Valores, B3, de São Paulo, SP, nesta quinta feira, 09. RENATO S. CERQUEIRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO O principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, fechou em queda nesta quinta-feira (16), pressionada pelo novo recuo nas ações da Vale e em meio à continuidade das incertezas fiscais, com o impasse em torno dos precatórios e o risco de o novo Bolsa Família furar o teto dos gastos mantendo os investidores na defensiva. O Ibovespa recuou 1,10%, a 113.794 pontos. Veja mais cotações. Entre as maiores quedas, as ações da Vale caíram 4,15% em meio ao recuo do preço do minério de ferro na China, que chegou a tombar mais de 8% nesta quinta. Já o dólar fechou em alta. Na quarta-feira, a bolsa caiu 0,96%, a 115.062 pontos. Com o resultado desta quinta, passou a acumular recuo de 0,43% na semana e de 4,20% no mês. No ano, a perda é de 4,39%. Cenário No exterior, as vendas no varejo dos Estados Unidos tiveram um alta inesperada de 0,7% em agosto, o que pode reduzir as expectativas de uma desaceleração acentuada no crescimento da maior economia do mundo no terceiro trimestre. De acordo com a equipe da Planner, investidores também continuam atentos às notícias da China, que segue lidando com problemas internos na sua economia e na política, com regulações impostas às empresas pelo governo. Tais eventos, destacou a agência Reuters, têm pesado nos preços do minério de ferro e afetado as ações da Vale. Por aqui, o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) caiu 0,37% em setembro, favorecido pelo recuo do preço do do minério de ferro, segundo divulgou a Fundação Getulio Vargas. Apesar da queda no mês, o índice ainda acumula alta de 16,44% no ano e de 26,84% em 12 meses. Para o sócio-fundador da Fatorial Investimentos, Jansen Costa, os mercados domésticos estão parados por causa da indefinição sobre os precatórios e o Bolsa Família, ameaçando o teto de gastos. “Isso vai corroendo o ânimo dos investidores e está destruindo o apetite do investidor pessoa física nas ações, com a volatilidade mais elevada afetando o resultado de curto prazo nas carteiras”, emenda, referindo-se à queda de 3% do Ibovespa neste mês. Dados da B3 mostram que o investidor local individual já retirou R$ 708,9 milhões do mercado secundário (ações listadas) na parcial deste mês até a última segunda-feira, o que reduz o saldo positivo dessa conta no acumulado do ano para R$ 1,758 bilhão, informou o Valor Online. O mercado segue de olho também na tensão política e na piora das expectativas para o desempenho da economia brasileira. Parte dos analistas já projetam uma alta do Produto Interno Bruto (PIB) abaixo de 1% no ano que vem em meio a um cenário de inflação mais alta e juros também mais elevados, e de piora da crise hídrica. O Ministério da Economia manteve em 5,3% a expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2021. Para o ano de 2022, a previsão recuou de 2,51% para 2,50%. Já a expectativa de inflação subiu de 5,90% para 7,90%, valor bem acima do teto de 5,25% fixado pelo sistema de metas. PIB do G20 desacelera no segundo trimestre de 2021 Variação do Ibovespa em 2021 Economia G1
Alta de 0,7% no mês passado pode reduzir as expectativas de desaceleração acentuada da economia no terceiro trimestre. As vendas no varejo dos Estados Unidos cresceram inesperadamente em agosto, provavelmente impulsionadas pelas compras de volta às aulas e pagamentos de crédito fiscal infantil do governo, o que pode reduzir as expectativas de uma desaceleração acentuada no crescimento econômico no terceiro trimestre. As vendas no varejo subiram 0,7% no mês passado, informou o Departamento de Comércio na quinta-feira. Os dados de julho foram revisados para baixo, mostrando que as vendas no varejo caíram 1,8%, em vez de 1,1%, conforme publicado anteriormente. Economistas ouvidos pela Reuters previam que as vendas no varejo cairiam 0,8%.
Valor supera os R$ 1.169 estimados pelo governo na proposta de Orçamento de 2022, divulgada em agosto. Salário mínimo é hoje de R$ 1.100. Governo mantém em 5,3% estimativa de crescimento do PIB em 2021 e vê inflação mais alta A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia informou nesta quinta-feira (16) que elevou de 6,2% para 8,4% a estimativa de inflação em 2021 medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O INPC é a base da correção anual do salário mínimo pelo governo. Se esse aumento previsto se confirmar e não houver mudança no cálculo, o reajuste do salário mínimo em 2022 também será maior que o estimado anteriormente. Atualmente, o salário mínimo está em R$ 1.100. Com a nova previsão para o INPC no acumulado de 2021, o valor subiria para R$ 1.192,40 no ano que vem. Esse valor está R$ 23,40 acima da última proposta oficial do governo para o salário mínimo em 2022, divulgada em agosto, de R$ 1.169. De acordo com informações do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário mínimo serve de referência para 50 milhões de pessoas no Brasil, das quais 24 milhões de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). 35 itens mais consumidos no mercado consomem 60% do salário mínimo Correção A Constituição determina que o salário mínimo tem de ser corrigido, ao menos, pela variação do INPC do ano anterior. Em 2021, porém, o salário mínimo de R$ 1.100 não repôs a inflação do ano passado. A correção aplicada pelo governo foi de 5,26%, mas a inflação medida pelo INPC somou 5,45% no ano passado. Para que não houvesse perda de poder de compra, o valor do salário mínimo deveria ter sido reajustado para R$ 1.101,95 neste ano. Em agosto, o secretário especial do Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Bruno Funchal, informou que a compensação dos R$ 2 devidos pelo governo será feita no fim deste ano – quando for enviada a medida provisória que corrigirá o salário mínimo em 2022. Sem aumento real Na proposta de orçamento de 2022 enviada pelo governo ao Congresso, está prevista a correção do salário mínimo apenas pela inflação, com base na estimativa do INPC. Se isso for cumprido, não haverá "ganho real", ou seja, o poder de compra de quem recebe salário mínimo permanecerá inalterado. A política de reajustes pela inflação e variação do Produto Interno Bruto (PIB) vigorou de 2011 a 2019, mas nem sempre o salário mínimo subiu acima da inflação. Em 2017 e 2018, por exemplo, foi concedido o reajuste somente com base na inflação porque o PIB dos anos anteriores (2015 e 2016) teve retração. Por isso, para cumprir a fórmula proposta, somente a inflação serviu de base para o aumento. Impacto nas contas públicas Ao conceder um reajuste maior para o salário mínimo, o governo federal também gasta mais. Isso porque os benefícios previdenciários não podem ser menores que o valor do mínimo. De acordo com cálculos do governo, a cada R$ 1 de aumento do salário mínimo cria-se uma despesa em 2021 de aproximadamente R$ 355 milhões. VÍDEOS: notícias de economia
Expectativa de inflação para este ano subiu de 5,90% para 7,90%. Informações foram divulgadas no Boletim Macrofiscal, do Ministério da Economia. O Ministério da Economia manteve em 5,3% a expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2021. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (16) pela Secretaria de Política Econômica da pasta, por meio do Boletim Macrofiscal. Para o ano de 2022, a previsão de crescimento do PIB do governo recuou de 2,51% para 2,50%. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. "A manutenção da projeção do ano corrente se deve à continuidade da retomada econômica que vem ocorrendo, como mostram os indicadores coincidentes de atividade. Neste ano, com o avanço da vacinação e queda do distanciamento social, a economia vem registrando um patamar mais alto de expansão", informou o governo. Assista abaixo a comentário de Miriam Leitão sobre a projeção para o crescimento do PIB brasileiro em 2021. Miriam sobre projeção do PIB: ‘A economia é afetada diretamente pela política’ Apesar de o governo ter mantido sua projeção estável, o ritmo de crescimento tem sido impactado, nas últimas semanas, por dúvidas sobre contas públicas. O mercado aguarda definição sobre como o governo vai custear a expansão do Bolsa Família, buscada para 2022. Além disso, ruídos políticos têm afetado o crescimento. Na semana passada, o ministro Paulo Guedes, admitiu que o "barulho político" dos últimos dias, com declarações golpistas do presidente Jair Bolsonaro e subsequente recuo, pode desacelerar a economia. Segundo o Ministério da Economia, reformas pró-mercado e medidas de consolidação fiscal, que foram e estão sendo discutidas pelo Congresso Nacional, "lançam bases para o crescimento sustentável do país no longo prazo". Avaliou, ainda, que a "consolidação fiscal" em curso (medidas de ajuste das contas públicas) é fundamental nesse processo da melhora da qualidade do crescimento econômico no Brasil. "Apesar da recente crise e da necessidade de uma resposta ampla com impactos fiscais de curto prazo, o processo de consolidação das finanças públicas teve seu curso mantido", concluiu. Alta da inflação Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, o Ministério da Economia elevou sua projeção de 5,90% para 7,90% em 2021. A expectativa de inflação do governo se distanciou ainda mais do centro da meta para este ano (3,75%) e também do teto (5,25%). Com isso, o governo admitiu novamente que a meta deve ser descumprida. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic). A previsão da Secretaria de Política Econômica para a inflação está abaixo da estimativa do mercado financeiro, que é de alta de 8% em 2021. Para 2022, a estimativa do Ministério da Economia para a inflação subiu de 3,5% para 3,75%. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,50% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2% a 5%. O secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, disse que é fundamental avançar com a vacinação para manter o ritmo da economia, e acrescentou que o segundo semestre de 2021 deverá ter um crescimento forte do setor de serviços e do investimento privado, lançando as bases para uma alta de 2,5% no PIB em 2022. “Eu sei que está tendo instabilidade no momento, mas prestem atenção nos 'game changers' [pontos de virada]: a reforma tributária do IR e os precatórios. Assim que aprovarmos [as propostas no Congresso Nacional], estaremos dando um grande sinal de responsabilidade fiscal e compromisso com a sociedade brasileira”, disse ele. O secretário também afirmou que o governo vai combater a alta da inflação. “A inflação é o maior inimigo da população pobre. Tenho certeza que a política monetária [alta da taxa de juros] e fiscal [contenção de gastos] irão combater a inflação, porque isso não é questão de ideologia, mas de prezar pelo bem estar da população brasileira, sobretudo a população mais pobre. Faremos o que for necessário para combater a inflação”, declarou. VÍDEOS: assista a mais notícias sobre economia

Competição acontece em Tudela. Prêmio foi um presunto ibérico. Agricultores competem pelo título de 'tomate mais feio' na Espanha Dezenas de agricultores participaram do concurso do tomate mais feio da Espanha. A competição já está em seu 14° ano e acontece no norte da cidade de Tudela. O evento conta com um júri popular e também possui uma degustação de qualidade e sabor de tomates "normais". Minifruta: conheça as maçãs do tamanho de pérolas Tomates concorrentes na 14ª edição do concurso "tomate mais feio" em Tudela. REUTERS/Vincent West Concorrem os frutos da variedade marmande, cultivada na região de Navarra. No plantio, parte dos tomates acaba torcida em vez de redonda e lisa. O vencedor deste ano foi o casal Marisol e Vicente Martinez. Eles contam que não cultivam para a competição, mas, quando um lote nasce feio, aproveitam para participar. Queijo brasileiro fica em segundo lugar em concurso mundial da França Júri avalia um tomate na competição tomate mais feio em Tudela, na Espanha. REUTERS/Vincent West Um dos concorrentes, Santos Martinez, conta a sua experiência com os tomates: "Eles nascem feios porque temos algumas abelhas que os germinam. Elas levam o pólen de um lugar para o outro, mas nesse caso algo deu errado". O prêmio deste ano foi um presunto ibérico, conhecido por ser um dos mais caros do mundo. Ele é feito a partir do porco da raça ibérica ou pata negra. Vacas são treinadas para fazerem xixi no 'tapetinho' em estudo de redução de gases poluentes Membros do júri posam com tomates na 14ª edição do concurso "tomate mais feio" em Tudela, na Espanha. REUTERS/Vincent West Vídeos: Tudo sobre agronegócios

Moeda norte-americana encerrou o dia em alta de 0,55%, vendida a R$ 5,2650. BCs dos EUA e brasileiro decidem novas taxas na próxima semana. Notas de dólar e real em casa de câmbio no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira *4) REUTERS/Bruno Domingos O dólar fechou em alta nesta quinta-feira (16), à espera de decisões sobre os juros aqui e nos Estados Unidos, previstas para a semana que vem. Os investidores também mantiveram sob monitoramento o clima em Brasília e questão fiscal do país. A moeda norte-americana encerrou o dia em alta de 0,55%, vendida a R$ 5,2650. Veja mais cotações. Com o resultado, acumula queda de 0,02% na semana, e de 1,84% no mês. No ano, a valorização é de 1,50% frente ao real Miriam sobre projeção do PIB: ‘A economia é afetada diretamente pela política’ Cenário No exterior, as vendas no varejo dos Estados Unidos tiveram um alta inesperada de 0,7% em agosto, o que pode reduzir as expectativas de uma desaceleração acentuada no crescimento da maior economia do mundo no terceiro trimestre. Os investidores seguiram atentos a qualquer sinalização do Fed sobre o futuro de seu programa de compra de ativos. Para Lucas Schroeder, diretor de operações da Câmbio Curitiba, o "Fed ainda está bem cauteloso em relação a redução de estímulos", o que torna baixa a probabilidade de anúncio iminente de corte em suas compras de ativos. Caso essa expectativa de manutenção da política monetária se consolide, explicou à Reuters, os operadores podem elevar a busca por ativos de países emergentes. Na Europa, a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, avaliou que a região está se recuperando mais rápido do que o esperado e que o Produto Interno Bruto (PIB) combinado dos 19 países que usam o euro deve retornar ao nível pré-crise antes do final do ano. Por aqui, o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) caiu 0,37% em setembro, favorecido pelo recuo do preço do do minério de ferro, segundo divulgou a Fundação Getulio Vargas. Apesar da queda no mês, o índice ainda acumula alta de 16,44% no ano e de 26,84% em 12 meses. O Ministério da Economia manteve em 5,3% a expectativa de crescimento do PIB em 2021. Para o ano de 2022, a previsão recuou de 2,51% para 2,50%. Já a expectativa de inflação subiu de 5,90% para 7,90%, valor bem acima do teto de 5,25% fixado pelo sistema de metas. O mercado seguiu de olho também na tensão política e na piora das expectativas para o desempenho da economia brasileira. Parte dos analistas já projetam uma alta do Produto Interno Bruto (PIB) abaixo de 1% no ano que vem em meio a um cenário de inflação mais alta e juros também mais elevados, e de piora da crise hídrica. O corregedor-geral do TSE, ministro Luís Felipe Salomão, decidiu investigar se houve financiamento dos atos antidemocráticos de 7 de Setembro e, caso tenha havido, quem financiou. O financiamento das manifestações das quais participou o presidente Jair Bolsonaro também será objeto de apuração em um inquérito em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF). Dólar - 16.09.21 Economia G1 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x
Índice da FGV que calcula os preços ao produtor, consumidor e na construção civil ainda acumula alta de 16,44% no ano e de 26,84% em 12 meses. O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) passou a cair 0,37% em setembro depois de registrar alta de 1,18% em agosto, informou nesta quinta-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV). A expectativa em pesquisa da Reuters era de queda mais acentuada, de 0,63%. Segundo André Braz, coordenador dos Índices de Preços da FGV, a queda é explicada principalmente pelo comportamento do preço do minério de ferro, que caiu 22,17%. O IGP-10 calcula os preços ao produtor, consumidor e na construção civil entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência. Comida, gasolina, conta de luz: por que está tudo tão caro no Brasil? Apesar da queda no índice geral, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10), que responde por 30% do índice geral, acelerou a alta para 0,93% em setembro, ante 0,88% no mês anterior. “Café (13,51%), açúcar (8,75%) e tarifa de energia (3,06%) figuram entre as principais pressões inflacionárias do IPA e do IPC e refletem os efeitos da estiagem sobre os preços dos alimentos e da energia", destacou. Em agosto, o índice havia variado 1,18%. Com esse resultado, o índice acumula alta de 16,44% no ano e de 26,84% em 12 meses. Em setembro de 2020, o índice subira 4,34% no mês e acumulava elevação de 17,03% em 12 meses. Em setembro o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) desacelerou a alta a 0,43%, de 0,79% em agosto.

Papéis da endividada incorporadora despencaram 6,4%, à medida que a empresa enfrenta uma crise de liquidez. Prédio da incorporadora China Evergrande no centro de Hong Kong, em imagem de arquivo Bobby Yip/Reuters Os principais índices de ações da China caíram mais de 1% nesta quinta-feira (16), com os papéis de imobiliárias e bancos liderando as perdas em meio a receios de que os problemas financeiros da endividada incorporadora China Evergrande Group desencadeariam um amplo contágio. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 1,2%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 1,3%. As ações da China Evergrande listadas em Hong Kong despencaram 6,4%, para seu menor nível em uma década, à medida que a empresa enfrenta uma crise de liquidez em meio às restrições de Pequim ao setor inflado. A agência de classificação Fitch alertou que um "default" (calote) da Evergrande poderia expor vários setores a um risco de crédito elevado. A Evergrande, que cresceu durante o frenesi imobiliário da China iniciado nos anos 1990, sofre com as novas regras impostas por Pequim no ano passado para limitar os créditos e forçar as empresas a reduzir sua dívida. Analistas da Capital Economics calculam que o grupo tem 1,4 milhão de imóveis por terminar. O índice imobiliário do CSI300 cedeu mais de 3% nesta quinta. Tanto o Goldman Sachs quanto o JPMorgan alertaram sobre os riscos de contaminação do setor imobiliário chinês mais amplo. Já o índice bancário perdeu 1% em meio a temores de que os problemas da Evergrande poderiam resultar em mais empréstimos inadimplentes. Veja as cotações de fechamento dos mercados asiáticos: Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 0,62%, a 30.323 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 1,46%, a 24.667 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 1,34%, a 3.607 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 1,22%, a 4.807 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,74%, a 3.130 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,43%, a 17.278 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,19%, a 3.064 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,58%, a 7.460 pontos.

Inflação surpreendeu mais uma vez em agosto e veio acima do esperado. Entenda os diferentes fatores que têm se combinado e tirado poder de compra dos brasileiros. Litro de gasolina passa de R$ 7 em alguns locais Getty Images via BBC Comida, gasolina, a conta de luz. Tudo está mais caro no Brasil. Em agosto, mais uma vez, a inflação oficial do país veio acima do esperado. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA, medido pelo IBGE, acelerou para 9,68% no acumulado em 12 meses, levando a uma onda de revisões entre os economistas. Nesta segunda-feira (13/9), o Boletim Focus do Banco Central, que colhe estimativas entre dezenas de consultorias e instituições financeiras, registrou a 23ª alta consecutiva da mediana das projeções para o IPCA no fim de 2021, que agora está em 8%. O aumento generalizado de preços é um produto de diferentes causas, muitas delas combinadas. A BBC News Brasil explora algumas por meio da trajetória dos três elementos que mais têm empurrado a inflação para cima nos últimos meses: combustíveis, alimentos e energia elétrica. LEIA TAMBÉM Preço do gás de cozinha sobe 5 vezes a inflação do ano e botijão chega a R$ 135; entenda GASOLINA: Por que o preço dos combustíveis está subindo – e quem são os 'culpados' por isso Economia em 2022: por que expectativas para o Brasil estão piorando rapidamente Economista explica os impactos da inflação crescente no dia a dia dos consumidores O efeito cascata da gasolina O preço médio da gasolina comum no país chegou a R$ 6 na semana até 11 de setembro, conforme os dados mais recentes da Agência Nacional do Petróleo (ANP). O preço máximo, ainda de acordo com a base, passa de R$ 7 em alguns locais. O preço dos combustíveis no Brasil segue o comportamento dos preços lá fora. Desde 2016, a Petrobras se orienta pelo Preço de Paridade Internacional (PPI), que leva em consideração a cotação do barril de petróleo e o câmbio. Assim, esses dois fatores explicam boa parte do aumento dos combustíveis nos últimos meses. O preço do barril de petróleo vem em uma sequência de alta forte desde o início deste ano. De um lado, por conta da maior demanda, depois da abertura de muitos países que começaram a vacinar contra a covid. De outro, por conta da própria dinâmica da Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep). O que faz os preços da gasolina e diesel subirem? Ela concentra cerca de 40% da produção global da commodity e às vezes segura os estoques para valorizar o barril. Em julho, a organização comunicou que voltaria a ampliar gradativamente a oferta, dado o crescimento expressivo dos preços neste ano. Como a cotação é feita na moeda americana, o dólar também tem impacto direto — e o real segue perdendo valor. A questão do dólar é um capítulo à parte, que tem inclusive confundido os economistas nos últimos meses, como retratado recentemente pela BBC News Brasil. De forma resumida, a forte desvalorização do real é reflexo de fatores externos, como a expectativa de crescimento dos Estados Unidos e de aumento dos juros no país, mas também da forte instabilidade interna que o Brasil atravessa. Os conflitos do presidente Jair Bolsonaro com os demais poderes e a antecipação do debate sobre as eleições de 2022 têm contribuído para construir um ambiente de incerteza que afasta investidores, que preferem levar seus dólares para mercados mais seguros. De volta aos combustíveis, o impacto do aumento vai bem além de quem precisa encher o tanque. O efeito cascata pressiona custos como o do transporte público e do frete, com reflexo sobre os preços de uma miríade de produtos. Conta salgada também no supermercado Inclusive nos preços dos alimentos, que também vêm numa trajetória de alta há meses. Neste caso, mais uma vez o dólar influencia, e com um duplo efeito. Como as commodities agrícolas — milho, açúcar, carne, café, trigo, laranja — são cotadas em dólar, sempre que ele sobe, o preço delas em real tende a subir também. Em paralelo, o dólar alto incentiva o produtor a exportar em vez de vender para o mercado interno. Isso reduz a oferta doméstica e também ajuda a empurrar os preços para cima. Aos dois fatores se soma um outro que tem contribuído para diminuir a disponibilidade interna de alimentos: a seca histórica que afetou o Sudeste e o Centro-Oeste. A falta de chuvas provocou quebra de safra em importantes regiões produtoras e afetou a cultura do café, da laranja, do milho, da soja, do açúcar, como explicou o gerente de consultoria Agro do Itaú BBA, Guilherme Bellotti. O milho e a soja, por exemplo, têm uma espécie de efeito cadeia. Eles são matéria-prima para a ração usada na indústria de aves, suínos e bovinos — ou seja, também pressionam o preço das carnes. O açúcar, por sua vez, é matéria-prima para a produção do etanol — que também é usado na composição da gasolina vendida nos postos. Energia mais cara e mais escassa Para além dos alimentos, a seca também ajuda a explicar o aumento da energia elétrica. Com a redução dos níveis dos reservatórios em hidrelétricas importantes neste ano, foi preciso acionar usinas termelétricas, movidas a gás natural, óleo diesel, biomassa e carvão, para compensar a redução da oferta pelas hidrelétricas e, mais recentemente, importar energia de vizinhos como Argentina e Uruguai. A energia termelétrica não é apenas mais poluente, é também mais cara, daí a razão porque a conta de energia tem vindo com um adicional, a bandeira escassez hídrica, anunciada pelo governo no último dia 31 de agosto. Até então, o maior valor previsto pelo sistema de bandeiras tarifárias era a bandeira vermelha patamar 2, que estava vigente. A bandeira escassez hídrica vai ser cobrada pelo menos até abril do próximo ano, adicionando R$ 14,20 às contas de luz a cada 100kW/h consumidos. O valor é cerca de 49% maior que o da bandeira vermelha patamar 2, que previa pagamento extra de R$ 9,49 a cada 100kW/h. Em paralelo, a situação crítica dos reservatórios acendeu um debate sobre os riscos de apagão e de racionamento — e a demora do governo para reagir. Desde maio, quando o cenário de restrição de chuvas começou a ficar mais claro, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, tem repetido que não existe possibilidade de apagões e racionamento no país. No fim de agosto, quando anunciou a bandeira mais cara, o governo lançou um programa para redução voluntária do consumo de energia. Dias antes, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informara que, a partir de outubro, a geração seria insuficiente para fazer frente à demanda, sendo necessário aumentar o nível de importação e acionamento de térmicas para evitar apagões. Mais inflação, menos crescimento Ao contrário de outros ciclos inflacionários pelos quais o Brasil passou, este não é puxado por uma alta da demanda por parte dos brasileiros, mas por choques do lado da oferta — a seca, o dólar, o petróleo, etc. De forma geral, os choques causam um aumento de preços temporário e se dissipam. Desta vez, contudo, eles têm sido persistentes e vêm contaminando outros preços, como observou o economista-chefe do Banco Fator, José Francisco Lima Gonçalves. Em relatório enviado a clientes, ele avalia que a inflação, que até o início da pandemia vinha em uma trajetória benigna, "mudou de patamar". Como resultado, o Banco Central vem apertando cada vez mais os juros. A Selic mais alta eleva o custo do crédito e contribui para reduzir ainda mais a demanda e desacelerar a economia. É por isso que, em paralelo às revisões das estimativas para a inflação, os economistas também estão revendo para baixo suas previsões para o PIB (Produto Interno Bruto) de 2022. Entre as casas que reduziram as projeções nesta semana estão J.P.Morgan, de 1,5% para 0,9%; Itaú, de 1,5% para 0,5% e XP, de 1,7% para 1,3%.

Preços altos levam famílias a alterar hábitos de consumo e reduzir gastos em outros itens. Veja o que está fazendo o preço do GLP subir A disparada de preços está reduzindo os alimentos no prato dos brasileiros – e também a forma como eles são preparados. “Hoje eu faço comida para dois dias e guardo na geladeira o que vamos comer no dia seguinte”, conta a recepcionista Nayara Araújo, de 32 anos. Pagando mais de R$ 100 por botijão de gás de 13kg, deixar de cozinhar todos os dias foi a forma que ela encontrou de economizar. Desde o início do ano, o preço médio do botijão de gás aos consumidores subiu quase 30%, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), passando de R$ 75,29 no final de 2020 a R$ 96,89 na semana passada. A alta é mais de 5 vezes a inflação acumulada no período, de 5,67%. LEIA TAMBÉM GASOLINA: Por que o preço dos combustíveis está subindo – e quem são os 'culpados' por isso ENERGIA: 'Qual é o problema agora que a energia vai ficar um pouco mais cara porque choveu menos?', indaga Guedes ORÇAMENTO APERTADO: Renda das famílias para consumo é a menor desde 2005 Segundo André Braz, economista da FGV, o gás de botijão compromete 1,3% do orçamento familiar, em média. Mas esse peso é maior para as famílias de renda mais baixa. Em alguns locais, os consumidores chegam a pagar R$ 135 pelos 13 kg – mais de 10% de um salário mínimo. E são obrigados a tentar cortar outros gastos. Menos comida, menos gás Nayara Araújo e os três filhos pequenos; recepcionista ficou desempregada na pandemia e com a inflação alta precisou mudar os hábitos alimentares da família, da compra ao preparo Arquivo Pessoal Nayara, e que vive com o marido e três filhos menores, com idades entre 3 e 13 anos, na comunidade do Santo Amaro, no Catete, Zona Sul do Rio, precisou alterar os hábitos de consumo da família diante da alta generalizada de preços e da queda na renda familiar, já que ela está desempregada desde o começo da pandemia. As carnes foram substituídas por linguiças e salsichas. As guloseimas das crianças, como biscoitos e iogurtes, trocadas por frutas da estação. “Com o gás e as outras contas mais caras, a gente está economizando na alimentação. Cortamos muita coisa que a gente consumia, principalmente as carnes. Antes a gente levava os meninos para comer sanduíche fora pelo menos uma vez por mês, e hoje já não vamos mais”, conta. No dia em que a comida é a feita na véspera, a família esquenta as refeições no forno micro-ondas. Além disso, passou a utilizar o forno elétrico quando precisa assar algum alimento. “Mesmo com essas nossas economias, um botijão não dá para dois meses”, enfatizou. A troca do gás pela energia elétrica, que vem sendo um dos vilões da inflação no país, só é viável para Nayara porque ela paga uma Tarifa Social, disponibilizada para famílias de baixa renda, que cabe no orçamento da família. Mesmo assim, houve alta: segundo ela, a conta de luz da casa atualmente gira em torno de R$ 30. “É quase o dobro do que a gente pagava ano passado, quando vinha cerca de R$ 16”. Mudanças no consumo “A gente tem uma sociedade com uma renda baixa, um desemprego elevado, e isso já tem feito com que a gente tenha um brasileiro que consome muito menos”, aponta Juliana Inhasz, coordenadora de economia do Insper. “Está sobrando menos comida em cima da mesa”. A economista aponta que, diferente de outros produtos, o gás de cozinha não é facilmente substituível – o que dificulta para que as famílias economizem nesse item. “Você não vai conseguir substituir gás de cozinha por nada, dependendo de onde você mora. Não vai conseguir, por exemplo, colocar um fogão a lenha”. Famílias improvisam na cozinha após reajuste de 7% no gás de cozinha em setembro A ‘troca’ mais fácil, em tese, seria a que fez Nayara: substituir o uso do fogão a gás pelo de equipamentos elétricos. Mas o preço da energia também disparou, deixando os consumidores sem saída. “O que ele vai ter que fazer no limite é comer coisas as coisas mais cruas, repensar os seus hábitos. Ao invés de fazer comidas em pequenas porções, fazer porções maiores”, diz Juliana. “Para quem não conseguir fazer uma economia vai significar um custo muito maior e menos dinheiro para comprar o resto”, conclui. “Para a grande maioria pode começar a ser insuficiente para suprir o que é básico, o que é minimamente necessário”. Por que o preço do gás está subindo? Composição dos preços Primeiro, é preciso entender como o preço do produto é definido. Ele é composto pelo preço exercido pela Petrobras nas refinarias, mais tributos federais (PIS/Pasep e Cofins) e estadual (ICMS), além do custo de distribuição e revenda. Desde março, os tributos federais sobre o gás de cozinha em botijões de 13 kg estão zerados. Mas eles representavam apenas 3% de todo o valor final. Assim, outras influências de alta fizeram com que essa redução fosse muito pouco (ou quase nada) sentida pelos consumidores. Veja abaixo como esse preço é composto hoje, segundo dados da Petrobras: Composição do preço do botijão de gás Arte G1 Petróleo O gás de cozinha é produzido do petróleo – de fato, seu nome é ‘gás liquefeito de petróleo’, ou GLP. E os preços internacionais do petróleo tiveram forte alta no ano, puxados, entre outros motivos, pela recuperação do consumo internacional após o forte declínio do ano anterior, resultado da pandemia da Covid-19. Desde o início do ano, os preços internacionais do barril de petróleo já subiram mais de 40%. Além da política de preços da Petrobras seguir a variação do mercado externo, parte considerável do GLP consumido no Brasil é importada. Assim, quando os preços sobem lá fora, sobem aqui também. “O gás, como um bom derivado de petróleo, segue a tendência dos outros combustíveis e acumula uma alta histórica”, diz André Braz. Câmbio Com parte importante do preço do gás de cozinha atrelada ao custo lá fora, não surpreende que o real desvalorizado frente ao dólar também pese no bolso do consumidor brasileiro. “Se a taxa de câmbio é a alta, faz necessariamente com que a gente tem um custo muito maior de importação e isso se reflete no preço final do petróleo e derivados”, explica Juliana Inhasz. ICMS O imposto estadual tem grande peso sobre o valor na bomba – e o valor final pago pelo consumidor em ICMS aumentou este ano em alguns estados. A alíquota, no entanto, não teve alteração. Isso acontece porque o imposto é cobrado em cima de uma estimativa de preço médio pago pelos consumidores. Como o preço do GLP subiu, alguns estados aumentaram também o valor de referência sobre o qual é cobrado esse tributo. Custos operacionais O preço final do botijão também tem refletido uma alta nos custos de produção e logística. As distribuidoras do combustível têm pagado mais pelo transporte do produto – e esse custo é repassado aos consumidores. “Os custos operacionais no geral estão, porque o custo de transporte, no limite, aumentou. Isso faz com que esse gás de cozinha chegue de fato mais caro ao fogão do brasileiro”, diz Juliana. Botijão de gás mais caro: aumentos afetam restaurantes e donas de casa

Analista de marketing, encanador, gerente de restaurante, auxiliar de escritório e jardineiro estão entre oportunidades disponíveis. Atendimento deve ser agendado pela internet. Oportunidades desta quinta-feira (16) foram ofertadas em 21 municípios do estado Gilson Abreu/AEN O sistema público da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco (Seteq-PE) oferece 291 vagas de emprego em 21 municípios do estado, nesta quarta-feira (16). Os interessados devem se candidatar às oportunidades através das Agências do Trabalho. Consultor de vendas, auxiliar de logística, mecânico de manutenção de motocicleta, analista de marketing, encanador, gerente de restaurante, auxiliar de escritório, jardineiro e garçom estão entre os postos de trabalho ofertados nos municípios (confira lista completa mais abaixo). As vagas foram disponibilizadas no Recife (92) e em Araripina (15), Arcoverde (5), Belo Jardim (1), Bezerros (4), Cabo de Santo Agostinho (23), Camaragibe (3), Caruaru (23), Garanhuns (14), Goiana (6), Ipojuca (15), Nazaré da Mata (1), Palmares (4), Paulista (3), Paudalho (5), Pesqueira (6), Petrolina (8), Salgueiro (1), Santa Cruz do Capibaribe (38), Serra Talhada (11) e Vitória de Santo Antão (13). Os interessados devem realizar agendamento para as unidades da Agência do Trabalho através do site da Seteq-PE. Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência Vagas temporárias Carteira digital Atualmente, o trabalhador pode usar a versão digital da carteira de trabalho (veja vídeo abaixo): Veja como ter acesso à carteira de trabalho digital VÍDEOS: Mais assistidos de PE nos últimos 7 dias
Com dados integrados entre os bancos, empreendedores podem conseguir melhores condições de taxas, empréstimos e organização financeira. O Banco Central (BC) pretende terminar em 2021 a maior parte da implementação do open banking no Brasil. O serviço pode melhorar o relacionamento de pequenos negócios com instituições financeiras e, para isso, é preciso entender como o novo sistema vai funcionar. Entenda o que é e como funciona o open banking Entenda o que é Open Banking O open banking é uma plataforma supervisionada pelo BC em que os brasileiros podem compartilhar dados entre instituições financeiras. A orientação do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) é clara: é importante que os empreendedores pesquisem, busquem informações e sejam proativos na busca por melhores condições com os bancos. É hora das micro e pequenas empresas aproveitarem o momento para escolher produtos e serviços com taxas mais econômicas. “O open banking surge com a expectativa de trazer mais inovação e tecnologia para o consumidor, inclusive para os donos de micro e pequenas empresas, além de permitir que eles reduzam custos com empréstimos e tarifas bancárias, por exemplo, aumentando sua competitividade”, explica Giovanni Beviláqua, analista da Unidade de Capitalização e Serviços Financeiros do Sebrae. A pedido do G1, Giovanni Beviláqua respondeu algumas dúvidas de empreendedores. LEIA MAIS Open banking: 2ª fase entra na etapa de troca de informações de contas, extratos e limites Como aderir ao sistema e como cancelar a autorização para compartilhar dados O que pode mudar na hora de buscar e contratar um empréstimo Quais são os benefícios do open banking para as pequenas empresas? O serviço pode ser uma oportunidade para esses negócios reduzirem gastos fixos relacionados à gestão financeira e melhorar seu fluxo de caixa. Por exemplo, dá para diminuir custos com empréstimos e tarifas. O acesso às informações também será facilitado, pois tudo estará digitalizado e integrado entre as instituições financeiras. Como aderir ao novo sistema? Da mesma forma que as pessoas físicas, a empresa vai escolher como, quando e com quem compartilhar os dados. Além da permissão, o usuário escolhe quais informações ele quer compartilhar e não precisa pagar nada por isso. As instituições financeiras ou de pagamento não poderão transmitir os dados pessoais dos correntistas a terceiros sem o consentimento expresso deles. Além disso, a solicitação para o compartilhamento de dados e serviços do Open Banking somente é realizada por meio de canais digitais das instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central. É arriscado compartilhar os dados da empresa? Não. Todas as novidades propostas pelo Open Banking estão amparadas pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Os usuários podem ficar tranquilos em relação à segurança, porque os bancos só podem fazer a integração de dados com a permissão de cada cliente e essa permissão pode ser cancelada a qualquer momento. A ideia é usar esses dados para entender melhor o que o cliente busca com o banco, podendo abrir espaço para o desenvolvimento de produtos personalizados para cada consumidor. O compartilhamento de dados pode prejudicar empresas inadimplentes? Não, pelo contrário. Com mais informações de qualidade, as instituições financeiras poderão avaliar melhor os riscos e fornecer serviços e produtos para beneficiar os empreendedores, inclusive nos casos de inadimplência. As empresas nessa situação já têm esse registro de inadimplência em centrais de risco, como a Serasa, por exemplo. Até agora, as informações do comportamento financeiro em uma instituição não estão disponíveis para outra. Com o open banking, todas as instituições financeiras que o cliente desejar podem ter acesso às suas informações. Uma empresa pode estar inadimplente em uma instituição e estar com ótimo comportamento financeiro em outra. Com o compartilhamento de informações, é possível melhorar a organização das finanças e ter a oportunidade de negociar melhores condições para resolver os problemas de inadimplência. Em quais situações práticas o open banking vai ajudar pequenos negócios? Imagine que o dono de um micro ou pequeno negócio está com a folha de pagamento do pessoal atrasada e decide fazer um empréstimo. Ele teria que visitar mais de um banco para conhecer as ofertas de crédito e taxas de juros, o que lhe demandaria tempo e ausência do seu empreendimento. Com o Open Banking, os empreendedores que autorizarem o compartilhamento de seus dados bancários, terão na palma da mão todas as opções de crédito disponíveis no mercado para o momento. Outro exemplo: ter acesso a um sérvio que permite o dono de uma empresa receber o pagamento de algum produto através de um QR Code colocado no caixa de sua loja, mesmo que ele não tenha vínculo direto com a instituição bancária do cliente. Essa operação será efetivada através de um iniciador de pagamentos, tecnologia que fará a comunicação entre o comércio, os bancos e os consumidores.

Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. Carteira de trabalho Divulgação/Prefeitura de Aparecida de Goiânia Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta quinta-feira (16) em Petrolina, Araripina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no G1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 - 8381 Vagas disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE

Pagamento da quinta parcela do benefício terminou no último dia 31 para todos os públicos. A Caixa Econômica Federal (Caixa) libera nesta quinta-feira (16) os saques e transferências da quinta parcela do Auxílio Emergencial para os beneficiários que não fazem parte do Bolsa Família nascidos em outubro, que receberam a parcela em poupança social digital no dia 28 de agosto. O pagamento da quinta parcela do auxílio terminou em 31 de agosto tanto para esse público quanto para quem faz parte do Bolsa Família. O pagamento da sexta parcela começa nesta sexta, 17 de setembro, para os beneficiários que fazem parte do Bolsa Família, e em 21 de setembro para os demais. Veja perguntas e respostas Veja o calendário completo Saiba como contestar se você teve o beneficio negado Beneficiário precisa estar com o CPF regular; saiba como fazer SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Auxílio emergencial 2021: entenda as regras da nova rodada VEJA QUEM PODE SACAR A PARTIR DESTA QUINTA: trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família, nascidos em outubro Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/ Como realizar o saque Para sacar o dinheiro, é preciso fazer o login no aplicativo Caixa Tem, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”. Depois, o trabalhador deve inserir a senha para visualizar o código de saque na tela do celular, com validade de uma hora. O código deve ser utilizado para saque em dinheiro nas agências, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui. As agências da Caixa abrem de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h. Não é preciso madrugar ou chegar antes do horário de abertura. Todas as pessoas que procurarem atendimento durante o horário de funcionamento serão atendidas. Continua disponível aos beneficiários a opção de utilização dos recursos creditados na poupança social digital para a realização de compras, por meio do cartão de débito virtual e QR Code, pagamento de boletos, contas de água, luz, telefone, entre outros serviços. Com o aplicativo Caixa Tem, também está disponível a funcionalidade para pagamentos sem cartão nas cerca de 13 mil unidades lotéricas do banco. Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial 2021 - beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Calendário atualizado de pagamentos do Auxílio Emergencial 2021 Economia G1 VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial